Os planos de ir ao exterior falharam, nenhum país quer receber Lula com medo de que ele peça asilo político para escapar da cadeia

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Como a tática usada para levar o julgamento ao campo político está fracassada no Brasil, Lula e o PT planejavam levar o debate para o exterior, na esteira das últimas viagens realizadas pela ex-presidente Dilma Rousseff.

Os líderes do partido chegaram a anunciar uma viagem internacional para Lula.


A estratégia de partir para o exterior começou a ser discutida numa reunião no Instituto Lula com a presença dos ex-ministros petistas Paulo Vannuchi, Luiz Dulci, Gilberto Carvalho e Marco Aurélio Garcia e de Paulo Sérgio Pinheiro, ex-secretário de Direitos Humanos do governo Fernando Henrique Cardoso.

O destino ainda não foi definido. Os planos eram que logo após o depoimento ao juiz Sérgio Moro, Lula pretendia anunciar que faria uma viagem para “defender a democracia no Brasil”.

O objetivo seria criar constrangimento para as autoridades brasileiras, com a alegação de que estão tirando o líder das pesquisas eleitorais da disputa política local.

Uma equipe do Instituto Lula foi escalada para tentar agendar entrevistas a veículos de comunicação estrangeiros e visitas a universidades.

O partido só não contava com a dificuldade em agendar eventos de visibilidade para o petista no exterior.

Universidades, movimentos sociais e até mesmo sindicatos não demonstraram interesse em recepcionar o petista, condenado no Brasil pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro.

Entidades internacionais informaram ao Instituto Lula que preferem aguardar o fim dos processos contra o petista, para não comprometer a imagem das instituições.

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