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OPORTUNIDADE: Receita Federal promove leilão com lotes de iPhone, MacBook e GoPro

Leilão online tem eletrônicos mais baratos; produtos devem ser retirados pessoalmente no Rio de Janeiro

Receita Federal leiloa uma série de produtos apreendidos no Aeroporto Internacional Galeão – Antônio Carlos Jobim, no Rio de Janeiro.

Os lotes contam com equipamentos eletrônicos, como celulares e câmeras de ação. Os trâmites começam a partir de segunda-feira (23) e seguem até dia 3 de maio, quando está previsto para acontecer o pregão.

A maioria dos lotes é destinada a pessoas jurídicas, mas é possível encontrar alternativas voltadas para o consumidor final.

Há, inclusive, uma opção que traz a câmera GoPro Hero 4 Silver e um iPhone 6 Plus, com o lance mínimo de R$ 800 – para fins de comparação, o preço oficial dos dois aparelhos juntos sai por volta de R$ 3 mil.

Entenda como funciona o leilão da Receita Federal para eletrônicos

Como funciona o leilão?
Estão disponíveis 41 lotes e o pregão é feito de forma online. Em primeiro lugar, os participantes dão sugestões de valor por cada lote. Só passa para a próxima fase o consumidor que der um lance até 10% menor do que a melhor proposta.

Após concluir a etapa online, os produtos devem ser retirados no próprio Aeroporto Galeão ou no depósito dos Correios, na Ilha do Governador, Zona Norte do Rio de Janeiro.

Um lote voltado para pessoa jurídica, contendo um MacBook de 12 polegadas, um Mac mini, um smartwatch, além de quatro iPhones e uma GoPro Hero 4 Silver traz o lance mínimo de R$ 30 mil. É importante citar que só o notebook da Apple custa mais de R$ 10 mil no Brasil.

Testamos o iPhone 6 Plus – Review

Vale reforçar que a Receita Federal não se responsabiliza pelo frete. O próprio participante deve ir até o local para retirar os aparelhos. Também não há qualquer tipo de garantia em relação aos possíveis defeitos de funcionamento.

Os leilões da Receita Federal são uma oportunidade para quem deseja pagar mais barato em eletrônicos. No entanto, eles podem afastar as pessoas por conta da burocracia. É preciso ter um certificado digital, além de passar por algumas etapas até conseguir pegar os produtos arrematados.

Nasce o rim biônico para dizer adeus à máquina de hemodiálise!

Cientistas dos Estados Unidos estão preparando um rim artificial para implantar em doentes renais. Ele funcionará segundo a pulsação do coração dos pacientes e os liberará das máquinas de hemodiálise.

O rim biônico está prestes a entrar na fase de teste humano. Ele combinará elementos eletrônicos e orgânicos e terá um tamanho similar aos órgãos cuja função assumirá. Este avanço significará uma grande melhoria na qualidade de vida para as pessoas que dependem do dispositivo de hemodiálise externo para sobreviver.

Na hemodiálise, o sangue do paciente flui através de um filtro que remove resíduos prejudiciais, minerais e líquidos desnecessários. Desta forma, o sangue é retornado ao corpo do paciente, ajudando a controlar a pressão arterial e mantendo o equilíbrio adequado das substâncias químicas, como o potássio e o sódio.

O rim artificial está sendo desenvolvido por um grupo de universidades americanas sob o nome de “Projeto do Rim” (https://pharm.ucsf.edu/kidney) e será capaz de filtrar o sangue da pessoa com insuficiência renal continuamente, sem a necessidade de visitas ao hospital para sessões de 3 a 5 horas, como ocorre atualmente.

O novo rim artificial oferecerá uma nova esperança às pessoas cujos rins já não podem atender às necessidades do corpo e que estão à espera de um transplante. “Estamos criando um dispositivo bio-híbrido que pode imitar o rim e é capaz de eliminar resíduos suficientes sem que o paciente precise fazer a hemodiálise”, disse o Dr. William H. Fissell, nefrologista e professor da Universidade Vanderbilt (www.vanderbilt.edu) em Nashville (EUA).

O rim será implantado cirurgicamente e possuirá um microchip de silício que funcionará como um filtro, bem como células de rim vivas que, de acordo com o Dr. Fissell, “funcionarão sob o impulso do coração do paciente, filtrando a corrente sanguínea que passa por ele”.

“A chave para este dispositivo é o microchip, que utiliza os mesmos processos de nanotecnologia de silício, que foram desenvolvidos pela indústria de microeletrônica para computadores e equipamentos informáticos”, afirma o nefrologista. Ele será composto de componentes biológicos e tecnológicos e seu tamanho será semelhante ao de uma pequena lata de refrigerante.

De acordo com seus criadores, este dispositivo está fora do alcance da resposta imune; isto é, das defesas do próprio organismo, afirmando que o corpo não o rejeitará. Fissell ressalta que há uma longa lista de pessoas em diálise que estão ansiosas para participar do primeiro teste, que podem começar em breve e ser completado até 2020.

Máscara inteligente Luuna identifica seu humor e ajuda a dormir melhor. Sucesso de vendas monitora atividade do cérebro e conta com inteligência artificial

una é uma máscara inteligente que tem a proposta de ajudar o usuário a dormir melhor. O acessório traz embutido um eletroencefalograma (EEG) que, além de monitorar a qualidade do sono, consegue identificar o humor ao entrar em contato com a cabeça. Com isso, ela é capaz de adaptar uma música de ninar com a promessa de fazer a pessoa descansar com mais facilidade.

A máscara smart superou a meta de financiamento coletivo no Kickstarter. O dispositivo tem preço a partir de US$ 130 – em torno de R$ 442, sem o valor dos impostos. A fabricante envia para o Brasil sem custo de frete, com a entrega prevista para começar a partir de junho.

Kickstarter e Indiegogo : entenda o que são os sites de financiamento coletivo

Kickstarter e Indiegogo : entenda o que são os sites de financiamento coletivo

A Luuna traz um diferencial curioso: ela quer entender o estado emocional do usuário. Para isso, o aparelho inteligente conta com um EEG, sensor capaz de registrar as atividades elétricas do cérebro. O dispositivo é conectado a um smartphone e, com a ajuda de um chip de inteligência artificial, consegue interpretar o humor da pessoa modificando as canções para dormir.

As mudanças são feitas de forma automática e o app também consegue abaixar o volume do áudio conforme a máscara identifica que o usuário está ficando relaxado. Além das “músicas do cérebro”, o aplicativo permite selecionar as próprias faixas e também conta com sons da natureza, como barulho de chuva ou mar.

Luuna traz EEG e muda música conforme atividade cerebral (Foto: Divulgação/Kickstarter)

Luuna traz EEG e muda música conforme atividade cerebral (Foto: Divulgação/Kickstarter)

A máscara se conecta ao smartphone por Bluetooth e traz bateria com 80 horas de duração. Ela permite ser lavada: basta apenas retirar o EEG antes de entrar em contato com a água. De acordo com a fabricante, a Luuna não impede que o celular seja conectado a uma caixinha Wireless ao mesmo tempo em que está pareado com a máscara. 

Luuna traz 80 horas de bateria (Foto: Divulgação/Kickstarter)

Luuna traz 80 horas de bateria (Foto: Divulgação/Kickstarter)

A dificuldade de dormir é um problema real para muitas pessoas e tem inspirado invenções que tentam melhorar a qualidade do sono. Desde 2015, uma série de dispositivos do tipo foram em busca de levantar dinheiro por crowdfunding – desde aquelas que amenizam o ronco até as que emitem vibrações.

Via Kickstarter

App grátis descobre senha do Wi-Fi mais perto de você. Instabridge informa caminho para pontos de acesso públicos com senhas conhecidas.

Instabridge é um aplicativo com um banco de dados que tem mais de 900 mil redes Wi-Fi grátis acessíveis em um mapa pelo celular. O serviço permite usar redes abertas ou descobrir a senha da internet em locais públicos, como restaurantes, cafés e praças. É possível localizar os pontos de acesso em uma lista de estabelecimentos próximos ou clicando em pontos diretamente no mapa da região.

O TechTudo ensina como encontrar redes Wi-Fi pelo mapa do aplicativo no seu smartphone Android ou iPhone (iOS). A função é útil para economizar o pacote de dados 3G ou 4G, ou em caso de viagens, e ainda disponibiliza as informações offline. Confira o tutorial nos passos a seguir.

Instabridge exibe pontos de acesso Wi-Fi no mapa (Foto: Bruno De Blasi/TechTudo)

Instabridge exibe pontos de acesso Wi-Fi no mapa (Foto: Bruno De Blasi/TechTudo)

Os criadores do Instabridge garantem que o procedimento não infringe nenhuma lei. Eles esclarecem que o aplicativo “não irá hackear nem mudar a senha de nenhum Wi-Fi” e também afirmam que o usuário “será conectado legalmente a senhas públicas e compartilhadas”.

Passo 1. Abra o Instabridge no celular e selecione a aba “Mapa” no menu inferior para abrir a localização dos pontos de acesso Wi-Fi presentes em estabelecimentos ao redor.

Acesse a visualização de mapa do Instabridge (Foto: Reprodução/Paulo Alves)

Acesse a visualização de mapa do Instabridge (Foto: Reprodução/Paulo Alves)

Veja informações detalhadas de redes Wi-Fi próximas (Foto: Reprodução/Paulo Alves)

Veja informações detalhadas de redes Wi-Fi próximas (Foto: Reprodução/Paulo Alves)

Passo 3. Na aba central (com ícone de gráfico), o Instabridge informa o resultado do último teste de velocidade realizado na rede, com taxas de download e upload. Abaixo, o app mostra para quais atividades o Wi-Fi poderá ser usado. A gradação vai de envio de textos e áudios até a reprodução de vídeos em baixa qualidade ou HD. Um Wi-Fi com menos de 5 Mb/s de velocidade, por exemplo, permite assistir a vídeos com qualidade mediana.

Acesse as estatísticas da rede no Instabridge (Foto: Reprodução/Paulo Alves)

Acesse as estatísticas da rede no Instabridge (Foto: Reprodução/Paulo Alves)

Passo 4. Passe para aba de localização e pressione o botão mais abaixo para criar uma rota até o local que oferece acesso ao Wi-Fi. Ao se aproximar do alcance do sinal, o Instabridge mostrará um botão de conexão na visualização de mapa. Toque para conectar.

Entre no alcance da rede para se conectar via Instabridge (Foto: Reprodução/Paulo Alves)

Entre no alcance da rede para se conectar via Instabridge (Foto: Reprodução/Paulo Alves)

Passo 5. O aplicativo indica quando o processo foi bem-sucedido e mostra a mensagem “Você está conectado” no rodapé.

Confirme o estabelecimento da conexão via Instabridge (Foto: Reprodução/Paulo Alves)

Confirme o estabelecimento da conexão via Instabridge (Foto: Reprodução/Paulo Alves)

ATENÇÃO PAIS E MÃES: O que é Yubo? App de relacionamento usado por crianças, nada de mais perigoso foi criado no mundo até hoje!

Yubo, antigo Yellow, permite que crianças e adolescentes a partir de 13 anos se cadastrem na rede social

licativo Yubo vem causando polêmica em diversas partes de mundo, inclusive no Brasil. O app, que está sendo chamado em diversos sites de “Tinder para crianças”, tem como slogan “make new friends” (faça novos amigos, em português). Disponível para celularAndroid e iPhone (iOS), o Yubo funciona exatamente como o Tinder, aplicativo de relacionamento voltado para jovens e adultos.

Ou seja, o usuário curte ou não os perfis de pessoas que estão em localidades próximas. Se a pessoa que você gostou também der um “like”, vocês combinam e viram “amigos”. Uma das postagens que está sendo compartilhada sobre o assunto diz que “Nada no planeta vai ser mais perigoso que esse app [para crianças]”. Entenda a seguir a polêmica e os possíveis riscos do aplicativo. 

As três abas do Yubo, na conta teste feita para a matéria (Foto: Reprodução/Clara Barreto)

As três abas do Yubo, na conta teste feita para a matéria (Foto: Reprodução/Clara Barreto)

O Yubo se descreve como voltado para crianças e adolescentes maiores de 13 anos — idade que não é aceita no Tinder. Segundo as regras da empresa por trás do aplicativo, usuários entre 13 e 17 anos ficam em um grupo à parte dos adultos, e precisam confirmar que têm a permissão de um responsável para usar a rede social. Porém, em testes feitos ao escrever esta matéria, nenhuma mensagem de aviso foi exibida ao se inscrever como menor de idade e, de forma bem rápida, conseguimos acessar o aplicativo.

A única parte em que há alguns alertas mais destacados é nos termos de uso, que aparecem ao final do cadastro. No entanto, tudo está inglês, assim como o resto do aplicativo. Além disso, o Yubo permite adicionar os amigos no Snapchat, fazer streaming, enviar fotos, vídeos, etc.

Termos de uso do Yubo (Foto: Reprodução/Clara Barreto)

Por motivos como estes, pais e autoridades questionam a segurança do aplicativo com medo de que qualquer pessoa com más intenções (como pedófilos, por exemplo) possa se passar por adolescente e causar algum mal aos usuários menores de idade. Uma escola de Cornwall, na Inglaterra, enviou um e-mail para os responsáveis alertando-os da grande quantidade de alunos inscritos no app, que poderia ser usado por “criminosos sexuais para atingir jovens”. Em diversas outras partes do Reino Unido, a polícia e a NSPCC (Sociedade Nacional para a Prevenção da Crueldade contra Crianças) advertiram sobre a segurança das crianças que usam o Yubo.

Nos Estados Unidos, a polícia da cidade de Lenexa, no Kansas, fez uma postagem em seu Facebook, no ano passado, alertando sobre os perigos propiciados pelo aplicativo (que, à época, ainda se chamada Yellow): “O Yellow usa tecnologia de localização para encontrar outros usuários nas proximidades, portanto, qualquer pessoa que deseje se inscrever deve ativar sua localização no dispositivo. Isso traz riscos óbvios para jovens que compartilham sua localização online”.

Parte da postagem da polícia de Lenexa, nos Estados Unidos (Foto: Reprodução/Facebook Lenexa Police Department)

Parte da postagem da polícia de Lenexa, nos Estados Unidos (Foto: Reprodução/Facebook Lenexa Police Department) 

No Brasil, as postagens vêm sendo compartilhadas por pais que descobriram recentemente a rede social. Uma delas diz: “Tem filh@ com celular? Vai lá e checa se ele tem o Yubo instalado (antigo Yellow). Nada no planeta vai ser mais perigoso que esse App. Aliciadores, pedófilos, redes criminosas, traficantes, golpistas…”.

Com tantas preocupações levantadas, o Yubo se juntou recentemente ao esquema de mídia “eSafety Commissioner’s Tier 1”, da Austrália, que tem como objetivo resolver questões de ciberbullying e coibi-las no país. A parceria permite que, caso a empresa não atue dentro de 48 horas em casos de bullying, o eSafety Commissioner (Comissário de Segurança Eletrônica) tenha liberdade para atuar no caso e remover os conteúdos que atingirem as crianças. Além do Yubo, a plataforma social e de jogos Roblox também entrou na parceria.

Controle parental

Seja no Yubo ou em qualquer rede social ou aplicativo que envolva conhecer outras pessoas (como jogos, por exemplo), é importante que os pais controlem a atividade de seus filhos crianças e adolescentes na Internet.. Isso pode ser feito de várias maneiras.

O site do Yubo possui um guia para pais e responsáveis, em que explica como o aplicativo funciona e como reportar qualquer mensagem ou usuário estranho. A rede social ainda ensina um passo a passo de como o responsável deve proceder com seus filhos: conversar sobre o porquê de gostarem do Yubo e de outros sites e aplicativos; encorajar a ser tão respeitoso no virtual quanto na vida real; e tranquilizar, dizendo que não estão sozinhos e que podem contar com seus pais caso estejam preocupados com algo.

Parte do Guia para Pais do Yubo (Foto: Reprodução/Yubo Parents Guide)

Parte do Guia para Pais do Yubo (Foto: Reprodução/Yubo Parents Guide)

Parte do guia para os usuários entre 13-17 anos (Foto: Reprodução/Yubo Teens Guide)

Parte do guia para os usuários entre 13-17 anos (Foto: Reprodução/Yubo Teens Guide)

Existem outras maneiras de proteger os menores quando usarem a Internet, como com a plataforma Kaspersky Safe Kids e os aplicativos Kids Zone, Kids Place, Pumpic e Kid’s Shell. Esses programas permitem que os pais definam o que a criança pode acessar pelo computador ou celular, restringindo diversos conteúdos e/ou sendo alertados do envio de imagens, vídeos, etc. Além disso, diversos serviços possuem controle parental próprio, como a Netflix, o Windows 10, o PlayStation (3 e 4), o YouTube Kids, entre outros.

Somos todos cobaias do Facebook; e não deveríamos nos espantar com isso. Se você não pagou por um produto, quer dizer que você é o produto

Mas, sim, ter medo. Ainda: quais medidas a rede social realmente poderia tomar para barrar fake news, parar de expor os perfis das pessoas etc.

Há uma máxima na indústria digital que diz algo assim: se você não pagou por um produto, quer dizer que você é o produto. Então, pergunte-se: Já pagou para acessar o Facebook? E o Twitter? E o YouTube? E para pesquisar no Google? Não, né? Então, você é o produto deles. Por isso, fica a pergunta: Por que há tanto fuzuê em torno de a consultoria Cambridge Analytica ter se apoiado em dados do Facebook para abastecer os marqueteiros da campanha presidencial de Donald Trump em 2016? Já volto a isso.

No Facebook, o raciocínio de “não tem almoço grátis na internet” quer dizer que, ao nada arcar pelo cadastro, aceita-se conceder dados pessoais para que a empresa possa usá-los praticamente para qual fim for. Sim, a companhia tem certos limites éticos descritos em seus termos de serviço – aquele documento com o qual a maioria (97%, de acordo com estimativa da Universidade Stanford) concorda sem nem ler uma linha. Mas, ao mesmo tempo, destaca nele: “Quando você publica conteúdo ou informações usando a opção ‘público’, você está permitindo que todos, incluindo pessoas de fora do Facebook, acessem e usem essas informações e nos concede permissão para usá-las”. E ainda é deixado claro que esses dados, em resumo, podem ser escrutinados pelo Facebook como ele bem entender.

É assim, guiando-se pelas informações compartilhadas por cada um em cada perfil, que a companhia consegue, por exemplo, ressaltar um anúncio de materiais esportivos para alguém que malha todo dia; ou um de um novo refrigerante para quem vai a lanchonetes com frequência; ou de um pacote de viagem para a Tailândia uns dias depois de a pessoa-alvo da publicidade ter realizado pesquisas sobre… a Tailândia. Desde que o Facebook é o Facebook é assim. Esse é o jogo. Assim caminham (ou correm?) as redes sociais.

Não só entender sua mente para manipulá-la para comprar, comprar e comprar faz o filho de Mark Zuckerberg com seu poderosíssimo algoritmo. Em 2014, pesquisadores ligados ao Facebook realizaram um estudo que comporia bem um cenário de uma ficção científica sobre uma distopia dominada por inteligências artificiais.

Sob a prerrogativa de tentar entender como as publicações de um usuário afetam o humor de seus amigos, os tais cientistas manipularam a linha do tempo de 690 mil perfis. Escolhidos aleatoriamente. No experimento, o algoritmo foi alterado para suprimir, para metade dos usuários – os afortunados –, postagens que expressassem emoções de cunho negativo e, pros outros 50%, esconder as publicações consideradas positivas. Com isso, esperava-se fazer com que uns ficassem mais tristes em suas vidas (os que só viam posts depressivos), enquanto outros pulassem de alegria. E foi o que ocorreu.

É um tanto óbvio sacar o quão antiético foi a manobra. Sim, o Facebook implantou sementinhas de infelicidade em seres humanos. Sem avisar. Psicólogos surtaram na época. Mas praticamente só eles. Sheryl Sandberg, braço direito de Zuckerberg, defendeu seu time assim: “Isso fez parte das pesquisas que as empresas realizam para testar diferentes produtos. O trabalho foi mal comunicado. E por esse erro de comunicação, desculpamo-nos”. Erro de comunicação? E o fato de terem manuseado as emoções alheias? Nada disseram sobre. E o assunto morreu aí.

Esse é só um exemplo. A máquina facebookiana já empurrou, com os malabarismos de seu algoritmo, americanos, brasileiros e tantos outros a votar em eleições – com aquele botão “Eu Voto”, lembra? Assim como agiu para interferir – aí, de forma benéfica, pode-se avaliar – durante desastres ambientais e sociais em diversos países. Lá no passado, Zuckerberg pensou até em criar o que chamava de dark profile de todos os seres humanos – um perfil para cada um, mesmo para aqueles que nunca tivessem entrado na rede social. Ainda bem que essa ideia naufragou antes de zarpar. Era coisa de quando ele tinha saído há pouco da adolescência.

No notícia da Cambridge Analytica, a coisa não é tão distinta assim. O Facebook forneceu dados a um pesquisador que jurou que os usaria para fins acadêmicos. Era mentira, pois ele os vendeu para a Analytica, que aí vendeu pra Trump, e aí Trump foi eleito. Agora, mudemos só uns nomes na lógica. O mesmo o Facebook faria com uma agência de publicidade, que poderia vender os dados para uma marca (digamos, uma que comercialize maionese, não Trump), que usaria isso para conquistar clientes.

Em 2015, o Facebook até ficou enfezado ao descobrir que o tal cientista de Cambridge tinha repassado o levantamento que realizou a outra empresa – o que seria irregular segundo regras internas. No entanto, o posicionamento só ocorreu por isso ter sido revelado pela imprensa.

No dia a dia, o Facebook despreza muitos outros casos similares; como os daqueles apps do gênero “Descubra qual personalidade vocês é”, que coletam informações como fazia a Cambridge, também com motivos obscuros. Mais que isso. A própria empresa de Zuckerberg utiliza os mesmos tipos de dados para o que bem entender; em muito por isso, por não querer ver seu recurso mais valioso circulando de graça por aí, também não gosta que consultorias e agências revendam informações (caberia ao Facebook fazer isso, e lucrar com isso).

Só que, é inegável, houve comoção com a forma como a Cambridge utilizou tais dados para impulsionar a vitória de Trump. Em especial, em meio aos veículos de mídia. Por quê? São alguns os motivos.

1º Pelo alcance que tomou o estudo de Cambridge, chegando à capacidade de realmente manipular a cabeça de americanos
2º Pelo intuito de tal manipulação: eleger um presidente
3º Por esse presidente ser Donald Trump, uma figura que gera asco em muitos, e que muitos não queriam lá num dos postos mais altos deste planeta (e me incluo dentre os muitos)
4º E o Facebook já está numa maré de escândalos, que envolvem de espiões russos usufruindo do site para manipular eleições, a exemplo da dos EUA, crimes sendo exibindo ao vivo nos vídeos do gênero live, fake news (as mentiras que insistem em chamar por aí de notícias) se disseminando por seu ambiente… a lista de pesadelos atuais é enorme.

Sendo assim, estamos todos cada vez mais atentos aos devaneios do Facebook e de seu líder máximo. E com medo. Muito medo. Um medo crescente.

A história da Cambridge Analytica pode até não se configurar como ilegal, para o Facebook – apesar de imoral. No fim, talvez ninguém seja multado ou preso. Ou pode até rolarem algumas punições, para não permanecer aquela sensação de nada está acontecendo.

Agora, o maior mérito do alvoroço da vez seria se ele realmente servisse para nos despertar para um novo mundo. Um no qual é necessário: ler termos de serviço assim como sabemos leis de trânsito e as regras básicas de convivência em sociedade; saber como se proteger nos meios virtuais; entender como o que se fala na internet pode virar público, e chegar a milhões, em meros segundos; etc. e tal.

Esse entendimento pode levar pessoas a sair do Facebook? Talvez. Ou levar Zuckerberg a remodelar seu negócio? Talvez. O que se sabe é que sem essa conscientização, podemos acabar realmente numa distopia controlada por algoritmos que saberão até o que iremos pensar amanhã, antes de pensarmos. Tenho medo desse futuro. E você?

E o que o Facebook poderia fazer para lidar com os problemas recentes que o acometeram? Seguem umas propostas.

Para diminuir a disseminação de fake news
Uma ideia seria proibir o compartilhamento de links na rede social. Assim, ficaria mais clara a sensação de responsabilidade individual sobre o que se posta – mesmo que por meio de um “copia e cola”.

Para garantir a privacidade de cada facebookiano
Tornar privados, por padrão, todos os perfis de usuários. Logo, se optaria por quando se quisesse tornar algo público, não o contrário.

Para impedir o compartilhamento de absurdos, como crimes, em lives
Não permitir mais vídeos ao vivo. Simples.

Para impedir o uso indevido de informações por terceiros, como a Cambridge Analytica
Jamais conceder os dados pessoais a outras empresas. No caso de anúncios, a sugestão seria que cada publicidade fosse previamente avaliada, aprovada, e ainda a sede da marca responsável seria visitada por um funcionário, antes de permitir a publicação.

E são só algumas sugestões. Umas que certamente transformariam o Facebook num lugar mais para papos entre amigos, e menos para virais, memes e fake news. Por que não se faz isso? Por duas razões principais.

1ª As medidas tornariam a empreitada, falemos assim, mais ética. Na contramão, minguaria os cofres da empresa, faria despencar o valor na bolsa da mesma e obrigaria o corte de funcionários. Tornaria o Facebook algo mais agradável e menos maléfico (e mais benéfico) à sociedade. O enorme “porém”, repito: diminuiriam seus lucros.
2ª Ninguém está nas ruas protestando contra a rede social. Tirando a mídia, que por muito tempo também caiu (aqui, generalizando; há exceções, sempre) na lábia do Facebook, não há movimentos imensos de manifestantes clamando por mudanças extremas na rede social e pela punição de seus diretores.

Ao que tudo indica, os humanos do século XXI têm aceitado expor suas vidas, acabar com a própria privacidade, em troca de poder continuar a falar umas besteiras e jogar uns games gratuitos no Facebook. O custo disso, todavia, será bem maior do que o esperado.

FILIPE VILICIC

Novo ‘táxi’ voa a 900 metros de altura e funciona sem piloto, inventado por Larry Page, cofundador do Google

Em fase experimental, veículo está perto de ser regulamentado na Nova Zelândia

Cora é um novo tipo de veículo aéreo que tem sido apontado como uma das alternativas para o transporte do futuro. O modelo traz visual de avião, mas é capaz de decolar e aterrissar na vertical – dispensando o uso de pistas com grandes distâncias. Por enquanto, ele ainda está em fase experimental, mas os seus desenvolvedores têm a pretensão de torná-lo autônomo, ou seja, totalmente controlado por computadores de bordo.

A empresa por trás do Cora é a Kitty Hawk, uma companhia que tem entre os seus investidores Larry Page, um dos fundadores do Google. Ainda não há a previsão de lançamento, mas a fabricante já está em busca de regulamentação na Nova Zelândia.

Várias empresas desenvolvem projetos para transportes voadores autônomos, como é o caso da Ehang. O Cora traz duas diferenças principais em relação ao Ehang 184, um dos veículos mais avançados atualmente.

O primeiro é o design: o modelo da Kitty Hawk possui asas, o que deve garantir uma maior estabilidade durante o voo. A outra diferença está na velocidade e altura, superiores ao apresentado pelo aparelho da marca chinesa. 

Ehang 184: drone gigante que pode transportar pessoas é destaque na CES 2016

Ehang 184: drone gigante que pode transportar pessoas é destaque na CES 2016 

São 12 motores distribuídos em asas que juntas formam quase 11 metros de envergadura. As hélices funcionam da mesma forma como em um drone, o que permite ao Cora pousar e decolar na vertical. Um motor mais potente, posicionado atrás da cabine, impulsiona o veículo para frente.

No total, o transporte fabricado pela Kitty Hawk é capaz de alcançar 900 metros de altura e atingir uma velocidade máxima de 177 Km/h. Outro ponto positivo é a autonomia. Movido a eletricidade, com uma única carga, o Cora é capaz de voar em torno de 100 km, de acordo com a empresa. 

Asas traz motores semelhantes a um drone (Foto: Divulgação/Kitty Hawk)

Asas traz motores semelhantes a um drone (Foto: Divulgação/Kitty Hawk)

Na versão que está em teste, o Cora traz uma cabine com assentos para duas pessoas – o peso máximo suportado não é informado pela fabricante. Da mesma forma como o Ehang 184, a ideia é que o modelo seja capaz de navegar pelos ares sozinho, apenas utilizando a tecnologia. Para isso, ele traz um sistema de redundância com três computadores de bordo. Caso um falhe por algum motivo, o outro assume o controle. Além disso, um controlador em terra monitora todos os passos do veículo.

Táxi aéreo?

A fabricante está desenvolvendo um modelo de negócio semelhante ao de aplicativos de táxi. O Cora seria pedido por um app e pousaria em um ponto determinado pelo usuário – uma pista de pouso ou um heliponto em cima de um prédio, por exemplo.

No entanto, até chegar a esta fase, ainda há várias etapas. A primeira é garantir a regulamentação por parte do governo. Para isso, a Kitty Hawk conta com apoio da Nova Zelândia. Os primeiros testes comerciais deverão acontecer por lá. O outro é superar o medo dos clientes.

O mundo está mais burro: Stephen Hawking, físico britânico, morre aos 76 anos. Além de ser um dos cientistas mais conhecidos no mundo, pesquisador era exemplo de determinação por resistir por muitos anos à esclerose lateral amiotrófica

Morreu nesta quarta-feira (14), em sua casa, o físico e pesquisador britânico Stephen William Hawking, aos 76 anos. A morte foi comunicada por sua família à imprensa inglesa.

“Estamos profundamente tristes pela morte do nosso pai hoje”, disseram seus filhos Lucy, Robert e Tim. “Era um grande cientista e um homem extraordinário, cujo trabalho e legado viverão por muitos anos”, afirmaram em um comunicado.

Hawking nasceu em 8 de janeiro de 1942, exatamente 300 anos após a morte de Galileu, e morreu no mesmo dia do nascimento de Albert Einstein (14 de março de 1879).

O físico se tornou um dos cientistas mais conhecidos do mundo ao abordar temas como a natureza da gravidade e a origem do universo. No final da década de 1960, ganhou fama com sua teoria da singularidade do espaço-tempo, aplicando a lógica dos buracos negros a todo o universo. Ele detalharia o tema ao público em geral no livro “Uma breve história do tempo”, best-seller lançado em 1988. Em 2014, sua história de vida foi contada no filme “A teoria de tudo”, vencedor de um Oscar.

O físico também se tornou um símbolo de determinação por ser portador da Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA) e ter sobrevivido a ela por décadas. A doença degenerativa fez com que conseguisse, em certo ponto, mover apenas um dedo e os olhos voluntariamente. A cadeira de rodas e a crescente dificuldade para se comunicar não o impediram, no entanto, de seguir sua carreira, já que sua capacidade intelectual permaneceu intacta.

Hawking usava um sintetizador eletrônico para poder falar, mas a voz robótica produzida pelo aparelho para expressar suas ideias acabou se tornando não só uma de suas marcas registradas como foi constantemente ouvida e respeitada no mundo todo.

Para produzir sua ‘fala’, o físico usava formava as palavras em uma tela com o movimentos dos olhos, também usado para movimentar sua cadeira de rodas.

Além de importante divulgador científico, Hawking também será lembrado, como pesquisador, por sua descoberta de que os buracos negros, aqueles pontos do cosmo tão densos que nem a luz lhes escapa, não são realmente negros quando explodem, falando simplificadamente. Eles podem soltar partículas e radiação antes de desaparecerem.

Ninguém acreditava inicialmente que partículas pudessem sair do buracos negros. “Não estava procurando por elas [as partículas]. Apenas tropecei sobre elas”, contou numa entrevista de 1978 ao “New York Times”.

Trajetória

Hawking nasceu em 8 de janeiro de 1942 em Oxford, na Inglaterra. Quando fez 8 anos de idade, se mudou para St. Albans, cidade localizada a cerca de 30 km de Londres, na Inglaterra.

Estudou na University College, de Oxford, que também foi a faculdade de seu pai. Stephen queria estudar matemática, enquanto sua família o queria estudante de medicina. Como matemática não estava disponível na grade da universidade, ele escolheu física e se formou em 1962.

Três anos depois, o físico recebeu sua primeira premiação na classe de licenciatura em Ciências Naturais. Ele saiu de Oxford e foi para Cambridge fazer uma pesquisa na área de cosmologia, já que não havia essa área na universidade em que estudava.

Tornou-se doutor em cosmologia e trabalhou como professor de matemática na Universidade de Cambridge, onde era professor lucasiano emérito — mesmo cargo ocupado por grandes cientistas como Charles Babbage, Isaac Newton e Paul Dirac. Ele também foi diretor do Departamento de Matemática Aplicada e Física Teórica da mesma universidade. Suas principais áreas de especialidade foram cosmologia teórica e gravidade quântica.

Hawking também foi autor de 14 livros, entre eles “O universo em uma casca de noz” e “Uma breve história do tempo”.

ELA e vida pessoal

Quando completou 21 anos, Hawking foi diagnosticado com Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA). A doença causa morte dos neurônios motores, que são as células nervosas responsáveis por todos os movimentos do corpo. Aos poucos, os pacientes perdem a capacidade de se mover, de falar, de engolir e de respirar.

Por isso, Hawking vivia em uma cadeira de rodas e era dependente de um sistema de voz computadorizado para se comunicar com as pessoas.

Ele teve três filhos. Casou-se pela primeira vez em 1965 com Jane Hawking e se separou em 1991. Em 1995, teve seu segundo casamento com a enfermeira Elaine Mason e se divorciou em 2006.

ELA

De caráter progressivo, a ELA afeta os neurônios responsáveis pelos movimentos do corpo e causa a perda do controle muscular.

Além de ser uma doença ainda sem cura, a esclerose amiotrófica tem um diagnóstico difícil. São necessários cerca de 11 meses para detectar a doença. A dificuldade existe porque não há nenhum exame de laboratório que indique alguma substância no sangue ou marcador de precisão para detectar a doença.

Sintomas

Os pacientes costumam sentir como primeiros sintomas problemas para respirar, dificuldades para falar, engolir saliva ou comida, além da perda de controle da musculatura das mãos ou atrofia muscular da perna. O raciocínio intelectual e os sentidos do corpo permanecem normais.

Como consequência dos problemas no funcionamento dos músculos da respiração, os pacientes podem ter infecções pulmonares que levam à morte.

Estima-se que apenas 10% dos casos de esclerose lateral amiotrófica tenham causas genéticas.

A doença é mais comum em pessoas entre 50 e 70 anos e é muito rara a ocorrência em jovens.

Os únicos tratamentos que existem buscam retardar a evolução da doença.

O MELHOR BRINQUEDO DO MUNDO: Ezfly é um hoverboard que promete voar até 3 quilômetros de altura. Veículo movido a gasolina atingir 130 km/h

Ezfly é um novo modelo de hoverboard que tem feito sucesso na Internet por conseguir voar guiado por um condutor. O skate tem propulsores a jato que dispensam o uso de fios ou outros dispositivos externos. Além disso, o veículo, que ainda está em fase de protótipo, promete atingir 130 km/h e chegar a 10 mil pés, cerca de 3 quilômetros de altura.

O produto está sendo desenvolvido pelo inventor francês Franky Zapata, conhecido por criar transportes que usam propulsão aquática para recreação. O Ezfly ainda não tem data de lançamento prevista, mas já desperta o interesse para o uso militar. A estimativa é de que seu preço seja por volta de US$ 250 mil, algo em torno de R$ 795 mil, em conversão direta.

Teste com Ezfly foi realizado no ano passado (Foto: Divulgação/Zapata)

Teste com Ezfly foi realizado no ano passado (Foto: Divulgação/Zapata) 

Quer comprar um hoverboard? Saiba o que você precisa ter atenção

O projeto está em desenvolvimento pelo menos desde 2016. Naquele ano, Zapata mostrou uma versão preliminar do seu veículo aéreo, chamado de Flyboard Air. O Ezfly, no entanto, ganhou algumas melhorias em relação ao modelo anterior, como um apoio de mãos para oferecer um maior equilíbrio.

O hoverboard traz um conjunto de sete propulsores a jato: cinco na parte inferior da plataforma e dois localizados nas laterais. O consumo é estimado em 3,7 litros de gasolina por minuto. Mais detalhes técnicos, como o tempo de autonomia, ainda não foram revelados. A nível de comparação, a versão anterior tinha uma duração estimada de 10 minutos de uso.

Uma das vantagens do Ezfly é a facilidade de controle. O modelo faz curvas, acelera ou diminui a velocidade apenas com o peso do corpo, semelhante ao segways. Além disso, ele também vem com um algoritmo que promete garantir a estabilidade no ar.

Segurança

Não há expectativa de que, em um futuro próximo, modelos deste tipo se tornem uma alternativa de transporte para a população. Isso está relacionado principalmente a questões de segurança, já que é pouco provável alguém voar em um tipo de skate a 3 quilômetros de altura sem qualquer tipo de proteção. Outro fator que pode entrar em jogo é a regulamentação do governo. Até os drones estão sendo impedidos de voar em determinados lugares ─ um dos motivos para a GoPro desistir desse mercado.

Ao que parece, o uso do skate deverá ser restrito, inicialmente, aos militares. Em um teste, no ano passado, membros das Forças Armadas dos Estados Unidos puderam experimentar o Ezfly em um voo acima de um lago no Texas. Entretanto, ainda não há informações de algum exército que pretenda usar o Ezfly no campo de batalha.

Novo golpe com pornô atinge até 7 milhões de pessoas; App usa programas para crianças e mostra imagens de sexo para público infantil

Cerca de 60 aplicativos da Google Play Store foram infectados com um novo tipo de malware, chamado AdultSwine. A descoberta foi feita pela CheckPoint, empresa especializada em segurança digital com sede em Israel.

Os apps, que na maioria eram voltados para crianças, continham o código malicioso que mostrava propagandas pornográficas. Após a divulgação do problema, na última semana, o Google removeu os programas de sua loja oficial.

Além das imagens inapropriadas, o AdultSwine também usava os aplicativos para mostrar assinaturas de serviços falsos e encorajar a instalação de softwares, como antivírus, para aumentar o desempenho do celular. A companhia de segurança estima que os apps foram baixado entre três e sete milhões de vezes.

O malware tinha como alvo as crianças, visto que grande parte dos aplicativos onde estava inserido eram jogos para o público infantil. O curioso é que alguns desses softwares utilizavam nomes de personagens e games famosos, como Minecraft, Bob Esponja, Angry Birds, Star Wars ou Lego.

Ao instalar o app com o código do AdultSwine, o celular passava a mostrar anúncios dentro da própria ferramenta ou no navegador. As propagandas eram divididas em três tipos: de cunho pornográfico, de alertas de vírus e com proposta de assinatura de serviços premium. Um dos anúncios exibidos dizia que o celular estava infectado por um vírus. Ao clicar no aviso, o usuário era direcionado para a página de download do app Goldness Browser. Assim, uma criança que estivesse jogando era exposta a este tipo de conteúdo. 

Além disso, é curioso o fato de que o malware trabalha de forma “inteligente”, evitando suspeitas ao não mostrar as propagandas em redes sociais. O Google já retirou todos os aplicativos infectados da Play Store, mas vale ficar atento. Se você tem alguns dos apps abaixo instalado no aparelho, a recomendação é excluí-los por completo.

Aplicativos infectados pelo AdultSwine:

Five Nights Survival Craft
Mcqueen Car Racing Game
Addon Pixelmon for MCPE
CoolCraft PE
Exploration Pro WorldCraft
Draw Kawaii
San Andreas City Craft
Subway Banana Run Surf
Exploration Lite : Wintercraft
Addon GTA for Minecraft PE
Addon Sponge Bob for MCPE
Drawing Lessons Angry Birds
Temple Crash Jungle Bandicoot
Drawing Lessons Lego Star Wars
Drawing Lessons Chibi
Girls Exploration Lite
Drawing Lessons Subway Surfers
Paw Puppy Run Subway Surf
Flash Slither Skin IO
Invisible Slither Skin IO
Drawing Lessons Lego Ninjago
Drawing Lessons Lego Chima
Temple Bandicoot Jungle Run
Blockcraft 3D
Jungle Survival Craft 1.0
Easy Draw Octonauts
halloweenskinsforminecraft
skinsyoutubersmineworld
youtubersskins
DiadelosMuertos
Draw X-Men
Moviesskinsforminecraft
Virtual Family – Baby Craft
Mine Craft Slither Skin IO
Guide Clash IO
Invisible Skin for Slither IO app
Zombie Island Craft Survival
HalloweenMakeUp
ThanksgivingDay
ThanksgivingDay2
Jurassic Survival Craft Game
Players Unknown Battle Ground
Subway Bendy Ink Machine Game
Shin Hero Boy Adventure Game
Temple Runner Castle Rush
Dragon Shell for Super Slither
Flash Skin for Slither IO app
AnimePictures
Pixel Survival – Zombie Apocalypse
Fire Skin for Slither IO app
San Andreas Gangster Crime
fidgetspinnerforminecraft
Stickman Fighter 2018
Subway Run Surf
Guide Vikings Hunters
Woody Pecker
Pack of Super Skins for Slither
Spinner Toy for Slither
How to Draw Coco and The Land of the Dead
How to Draw Dangerous Snakes and Lizards Species
How to Draw Real Monster Trucks and Cars
How to Draw Animal World of The Nut Job 2
How to Draw Batman Legends in Lego Style

ATENÇÃO BRASIL, NOVO GOLPE NO WHATSAPP: Desconto de 50 Reais no Burger King se torna isca para roubar milhares de pessoas

Phishing promete desconto de R$ 50 reais como recompensa por pesquisa de satisfação, mas clicar no link inscreve o usuário em serviços pagos

Logo nos primeiros dias de 2018, o Burger King se tornou isca para golpes no WhatsApp. De acordo com informações do DFNDR Lab, laboratório da PSafe especializado em segurança digital, pelo menos 350 mil usuários clicaram no link malicioso, que promete descontos na rede de fast food.

No phishing, a pessoa recebe, pelo mensageiro, um link que traz uma pesquisa de satisfação sobre o atendimento nos restaurantes. O site promete que, após responder as perguntas e compartilhar a pesquisa com 30 amigos, a vítima será agraciada com um cupom de R$ 50 para gastar com lanches.

Clicar no link, porém, traz consequências que podem causar dores de cabeça aos donos da conta. Após finalizar as respostas e realizar um rápido cadastro, o celular é inscrito em serviços pagos de SMS e as vítimas são induzidas a baixar apps falsos que infectam o smartphone e o tornam vulneráveis a golpes financeiros.

Ainda de acordo com a DFNDR Lab, a assessoria de imprensa do Burger King confirmou que a promoção se trata de um golpe e reforçou que promoções verdadeiras são divulgadas somente por meio de promoções em seus canais oficiais, como site e Facebook, além dos cupons físicos.

Este é o segundo grande golpe no WhatApp utilizando o nome de uma multinacional famosa em menos de um mês. No final de dezembro, informações divulgadas pela Kaspersky Lab e publicadas com exclusividade pelo TechTudo, mostravam um outro crime, desta vez, utilizando a marca do Wallmart Brasil.

Nele, prometia-se R$ 40 mil em prêmios na rede de lojas a varejo. Mais de 1,5 milhão de usuários caíram no golpe, que também instalava aplicativos perigosos no smartphone.

Além disso, essa não é a primeira vez que o Burger King tem sua marca envolvida em crimes digitais. Em 2016, um golpe muito parecido foi divulgado pela empresa de segurança digital ESET, onde usuários também eram enganados por uma suposta pesquisa de opinião que ofereceria, em troca, R$ 50 reais de desconto na compra de alimentos.

SAIBA COMO SE PROTEGER: Mais de 250 aplicativos para celular escutam as atividades ao redor do usuário, utilizam o microfone para espionar sua vida

Tecnologia é usada para mostrar publicidade direcionada, segundo levantamento do New York Times.

Diversos jogos na central de downloads do Android, a Google Play Store, estão usando o microfone do celular para mostrar propaganda direcionada sem que o usuário saiba.

Um levantamento feito pelo jornal The New York Times na última semana tem gerado debate na internet ao apontar que pelo menos 250 apps incluem uma tecnologia para captar informações de áudio. O software é capaz de literalmente ouvir o que está ocorrendo no ambiente em que o smartphone se encontra.

Em princípio, o recurso fornecido pela fabricante Alphonso identifica o que o usuário está assistindo na televisão. Em resposta à publicação, a empresa disse que a tecnologia não reconhece as falas individuais das pessoas. Ela também ressaltou que o usuário precisa autorizar o acesso ao microfone do celular.

A questão sobre o smartphone escutar tudo o que a gente diz volta aos holofotes com a matéria do Times. Existe o temor de que conversas privadas sejam usadas para publicidade sem o consentimento do usuário. A suspeita recai principalmente sobre o Facebook. Em 2017, a rede social desmentiu o uso deste artifício para mostrar propaganda direcionada.

O software desenvolvido pela Alphonso tem este propósito, mas de uma forma diferente. Apesar de ficar ativo em segundo plano caso o app permaneça aberto, ele não capta a fala entre pessoas. De acordo com a empresa, o algoritmo só consegue identificar propagandas de TV.

Funciona assim: a pessoa baixa um aplicativo que traz o software da Alphonso – ele fica embutido no jogo, por exemplo; não é preciso realizar um segundo download. Depois, concorda em liberar o acesso do microfone e a localização. Ao deixar o app em segundo plano, o algoritmo consegue identificar qual o programa de TV ou anúncio televisivo foi assistido. Com as informações coletadas é possível fazer propaganda direcionada no celular. Seria possível saber que alguém assiste futebol toda quarta-feira e mostrar no celular a propaganda da patrocinadora do evento, por exemplo.

Cruzando as informações de geolocalização é possível saber até mesmo se o usuário assiste o futebol fora de casa. O algoritmo também consegue reconhecer trechos de filmes e shows. Para isso, a Alphonso tem um acordo com o Shazam além de ter criado um sistema próprio.

Apesar do Times ter levantado cerca de 250 aplicativos que trazem o programa, alguns disponíveis também na App Store, do iPhone, a Alphonso diz que cerca de mil aplicativos, entre games, redes sociais e mensageiros, usam a tecnologia.

Apesar de muitos apps deixarem claro que usam a tecnologia da Alphonso logo na descrição, outros encobrem a informação em longos termos de uso. Como a maioria dos usuários concordam sem ler, a tecnologia que ‘invade’ a privacidade passa despercebida.

Não é a primeira vez que um software deste tipo é descoberto nas lojas de aplicativos – o uso deles não é ilegal, desde que deixe claro para o usuário. Em 2016, o SilverPush, um programa similar, também estava presente em alguns apps. Na ocasião, a Comissão Federal do Comércio dos Estados Unidos notificou os desenvolvedores para deixarem claro que estavam usando a tecnologia.

Entrevista legendada com Gary Mckinnon, o hacker que invadiu sistemas da NASA

Ela viu milhares de fotos de ovnis, lista de agentes ‘não humanos’ e naves espaciais americanas tipo guerra nas estrelas.
Richard Hall entrevista o hacker e especialista em informática Gary Mckinnon, que entre 2001 e 2002 invadiu , simplesmente, computadores da NASA, Exército e Marinha dos EUA, além do Pentágono.
Gary desde criança se interessou por astronomia e tudo relacionado a vida fora da terra e teve seu interesse despertado, ainda mais, em tentar obter informações sigilosas sobre OVNIs, após a conferência Cosmic Disclosure, em 2001.
Nela se apresentou Donna Hare, especialista em análise fotográfica do Centro Espacial Johnson, da Nasa, a qual relatou que imagens captadas por satélites das agência em que apareciam OVNIs estavam sendo apagadas, já que eram flagrantes comuns dentro da nasa. Hare viu no prédio 8 do centro espacial, uma foto de um disco voador branco.
Mckinnon invadiu os computadores do prédio 8 do Centro Espacial Johnson e viu uma foto em alta resolução de um OVNI em forma de charuto. Ao invadir computadores da Marinha dos EUA, Gary viu uma planilha em Excel contendo os nomes e patentes de 25 oficiais não terrestres, além de nomes de naves.
Gary enfrentou por consequência disso 11 anos de uma árdua batalha judicial em que autoridades americanas queriam sua extradição para os EUA. Por fim, o hacker fala de suas opiniões sobre o projeto Apollo e também sobre energia livre.


Google tem registros de gravação da sua voz; saiba como ouvir e apagar

Os smartphones Android e o Chrome no desktop têm uma função que permite fazer buscas utilizando comandos de voz. Na maioria dos dispositivos, basta dizer “Ok, Google” para iniciar uma pesquisa, ou clicar no ícone de microfone do Google Now na sua tela.

O recurso, apesar de ser útil, mantém um registro de todas as atividades. Segundo o Google, esse histórico ajuda a reconhecer e melhorar o reconhecimento dos comandos. Se você não se sentir confortável com o armazenamento dessas informações, veja como excluí-las e desativar futuros registros.

Como ouvir e apagar os registros de gravação da voz

Passo 1. Faça login no endereço de histórico do Google (history.google.com);

Passo 2. Clique no ícone de três linhas no canto superior esquerdo da tela;

Histórico-Voz-Google-1
Site do Google reúne todos os seus registros de pesquisa

Passo 3. Em seguida, selecione o item “Atividade de voz e áudio”;

Histórico-Voz-Google-2
Esse menu levará aos registros de voz

Passo 4. Navegue pelos registros salvos e clique na caixinha para marcar aqueles que você quer excluir;

Histórico-Voz-Google-3
Você pode ouvir o histórico armazenado

Passo 5. No topo da página, clique no botão “Excluir”, depois confirme a ação.

Histórico-Voz-Google-4
Segundo o Google, apenas você tem acesso a esse histórico

Como desativar os registros de gravação da voz

Passo 1. Faça login no mesmo endereço (history.google.com). Em seguida, clique no ícone de três linhas, no canto esquerdo superior;

Passo 2. Selecione o item “Atividade de voz e áudio”. Depois disso, clique no botão de opções da página (três pontos) no canto superior direito;

Histórico-Voz-Google-5
É possível desativar futuros registros pelas Configurações.

Passo 3. Clique na chave azul do lado direito. Depois disso, clique no botão “Pausar” na caixa que irá surgir.

Histórico-Voz-Google-6Depois de clicar no ícone azul, uma caixa com avisos será exibida. Para completar a ação, basta clicar em “Pausar”.

O Google alerta que desativar o recurso pode limitar as funções de pesquisa por voz. Curiosamente, a empresa ainda afirma que pode continuar a coletar e armazenar dados de áudio de maneira anônima.

A justificativa é sempre a mesma: os dados são utilizados para melhorar a performance do reconhecimento dos comandos de voz.

6 alimentos que um especialista em segurança alimentar diz que nunca comeria

Os dois surtos da bactéria E. coli que afetaram em 2015 os restaurantes da popular rede de restaurantes Chipotle, nos Estados Unidos, trouxeram à tona mais uma vez o risco de intoxicação apresentado por alguns alimentos.

A forma como os alimentos são processados hoje em dia cria várias chances para que agentes patogênicos cheguem a nossas mesas.

E, como foi demonstrado no caso da rede Chipotle, está cada vez mais difícil rastrear as fontes destas contaminações.

O Centro de Controle e Prevenção de Doenças americano (CDC na sigla em inglês ) anunciou nesta semana que os surtos de E. coli na rede de restaurantes parecem ter acabado.

Mas o CDC não conseguiu encontrar as causas do surto que afetou cerca de 60 pessoas em 11 Estados americanos, 22 delas em estado grave.

“A prova epidemiológica recolhida durante a investigação sugere que um produto alimentício comum ou um ingrediente servido nos restaurantes do Chipotle Mexican Grill foi a causa provável dos dois surtos”, afirmou o órgão em uma declaração.

“A investigação não identificou um alimento ou ingrediente específico vinculado à doença”, acrescentou o CDC.

O surto de E. coli na rede Chipotle não é um caso isolado. De acordo com o CDC, a cada ano nos Estados Unidos cerca de 48 milhões de pessoas ficam doentes devido a algum problema com origem na alimentação.

Destas, 128 mil precisam ser internadas e cerca de 3 mil morrem por causa destas doenças.

Bill Marler, advogado e especialista em segurança alimentar, representou vítimas de quase todos os surtos de intoxicação que ocorreram nos Estados Unidos nos últimos 20 anos, incluindo os últimos casos relacionados à rede Chipotle.

Marler acaba de publicar em uma revista online, a Bottom Line Health, uma lista com seis alimentos que, segundo ele, jamais comeria. Veja abaixo:

1. Leite e sucos sem pasteurização

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Image captionLouis Pasteur inventou o processo de pasteurização no século 19

Segundo Marler, estes alimentos podem estar contaminados com vírus, parasitas e bactérias como a Salmonella, E. coli e Listeria.

O CDC informa que, entre 1993 e 2006, cerca de 1,5 mil pessoas ficaram doentes nos Estados Unidos por consumir leite “cru”, sem pasteurização, ou queijos produzidos com este tipo de leite.

O leite sem pasteurização tem 150 vezes mais chances de causar doenças do que os produtos lácteos pasteurizados.

E a mesma advertência se aplica aos sucos não pasteurizados, muitos populares em lojas de produtos saudáveis ou comprados nas ruas, feitos de frutas, que podem conter bactérias perigosas.

De acordo com Marler, o mais seguro é verificar se a embalagem do suco tem uma etiqueta afirmando que “este alimento foi pasteurizado”.

2. Brotos ou germinados (de soja, feijão, alfafa etc) crus

Desde o meio da década de 1990 os brotos crus ou levemente cozidos já foram ligados a mais de 30 surtos bacterianos nos Estados Unidos, principalmente causados por Salmonella e E. coli.

Em 2011, quase 4 mil pessoas ficaram doentes e 53 morreram devido a uma intoxicação na Alemanha cuja causa foi justamente a E. coli em brotos.

Em 2014, um surto de Salmonella em brotos de feijão levou 19 pessoas para o hospital nos Estados Unidos.

Marler afirma que todo tipo de germinado pode propagar uma infecção bacteriana que tem origem em suas sementes. Mas o especialista também acrescenta que, se os brotos forem bem cozidos, ele comeria sem problemas.

3. Carne malpassada (inclusive hambúrguer)

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Image captionA carne moída tem risco de contaminação de bactérias como a E. coli

Para Marler, os hambúrgueres sempre devem estar bem cozidos.

“A razão de os produtos moídos serem problemáticos e necessitarem um bom cozimento é porque qualquer bactéria que está na superfície da carne pode contaminar o interior”, afirmou.

Se a carne moída não for cozida a 70 graus interna e externamente pode causar intoxicação por E. coli, Salmonella e outras bactérias.

Marler afirma que também há problemas na técnica de maceração dos bifes: a prática de furar a carne com uma agulha para amaciá-la e que pode transferir micróbios da superfície para o interior da carne.

Se a carne está macerada, Marler afirma que prefere comer o bife bem passado. Se não está, escolhe o bife ao ponto.

4. Frutas e vegetais que se vendem lavados ou cortados, “prontos” para comer

“Fujo destes como se fosse uma praga”, disse Marler.

O especialista afirma que quanto mais se manipula e processa um produto, maior é o risco de contaminação.

Nos últimos anos houve um grande aumento nas vendas de saladas, frutas ou verduras lavados, cortados e prontos para o consumo.

Para Marler, a “conveniência é maravilhosa, mas acho que, às vezes, não vale a pena assumir o risco”.

O especialista compra frutas e verduras sem lavar nem cortar, em pequenas quantidades, e as consome em um prazo de três a quatro dias para reduzir o risco de listeria, uma bactéria letal que prospera dentro da geladeira.

5. Ovos crus ou semicrus

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Image captionOvos precisam ser mantidos na geladeira e precisam ser bem cozidos para evitar Salmonella

Apesar de no final da década de1980 uma epidemia de Salmonella na Grã-Bretanha ter transformado o ovo em inimigo número um, muitas pessoas não deixaram de consumi-lo cru.

O ovo é um dos alimentos mais nutritivos e econômicos do mundo, mas tem muitos riscos.

E, para evitar doenças, os especialistas recomendam armazenar os ovos na geladeira e servi-los após cozimento.

6. Ostras e outros moluscos crus

Segundo Bill Marler os moluscos crus, principalmente as ostras, estão causando cada vez mais intoxicações.

AP
Image copyrightAP
Image captionOstras, como outros moluscos, são animais filtradores e absorvem tudo o que está na água

A teoria do especialista é que o aumento da temperatura das águas do mar aumentou o desenvolvimento de micróbios. Portanto é preciso ter cada vez mais cuidado com estes produtos.

“As ostras são animais filtradores, quer dizer, recolhem tudo o que está na água. Se existe bactéria, ela entra em seu sistema e se você comer esta ostra terá problemas”, afirmou.

“Vi muito mais casos disto nos últimos cinco anos do que nos últimos 20. Simplesmente não vale a pena o risco”, acrescentou.

Nióbio, o Mineral mais raro do mundo: O Brasil simplesmente ‘deu’ 50% para a Inglaterra

O Brasil possui a maior reserva de nióbio do mundo com cerca de 98% de toda a produção mundial e nosso governo exporta a preço de banana para as maiores nações armamentistas do mundo. Você sabia que a ressonância magnética é feita com nióbio? E que todos os ônibus espaciais dos Estados Unidos possuem nióbio?

Pois é, o nióbio é um metal tão raro que existem apenas três minas no mundo inteiro, em Araxá – MG, em Catalão – GO e no Canadá que tem os 2% restantes de toda a reserva mundial do elemento. Com o nióbio a CMN que é uma das mineradoras bancou o projeto Fome Zero que foi o precursor do Bolsa Família.

Esta simples pepita tem um valor inestimável e muito raro para nosso país. Se cair em mãos erradas tudo se complica!Esta simples pepita tem um valor inestimável e muito raro para nosso país. Se cair em mãos erradas tudo se complica!

Outro país que tem um grande benéfico do nióbio é a Inglaterra, apesar de não ser produtora do minério eles extraem do país pelo menos 50% da nossa reserva, é daí que entra a demarcação de terras da reserva Raposa Serra do Sol que fica em Roraima e no Amazonas, e lá está a maior reserva de nióbio do planeta. Em São Gabriel da Cachoeira fica esta reserva que fica perto da Guiana Inglesa, onde sai todo o contrabando de nióbio para abastecer todo o armamento do Exército Britânico.

Outra questão importante é a demarcação para facilitar a invasão de grupos estrangeiros e a morte de índios nessas invasões, e por uma grande coincidência o nióbio brasileiro está do lado de um grande amigo de Dilma e Lula: a Venezuela. Quero chegar a algo que poucos sabem e que a grande mídia petista jamais irá assumir.

Caixas para exportação de nióbio. Este é o armazenamento do mineral que sai daqui à preço de banana!

Caixas para exportação de nióbio. Este é o armazenamento do mineral que sai daqui à preço de banana!

O Porto de Mariel fica numa área estratégica para Cuba exportar armas para a Coreia do Norte como já foi provado em documentos divulgados pela ONU em 2013, agora imaginem se todo nosso nióbio ir parar nas mãos inimigas e irem para China e Rússia? A questão do nióbio é muito importante para ser discutida apenas pelos chefões dos exércitos mundiais.

Produtos feitos com a extração do nióbio

Com o nióbio nós temos uma grande capacidade de produção em larga escala com vários elementos como os aparelhos de ressonância magnética que tem composições de nióbio entre seus minérios utilizados. Temos também como já fora dito mais acima neste post a produção de equipamentos para naves espaciais, principalmente da Nasa com o nióbio sendo muito utilizado desde os tempos da chegada do homem à lua.

Também é feito para fabricação de componentes de fabricação de capacitores, substituindo o tântalo nesta produção e se convertendo a um supercondutor quando utilizado em temperaturas criogênicas.

Esta é a tabela periódica que mostra todos os pontos do Nióbio.

Esta é a tabela periódica que mostra todos os pontos do Nióbio.

Nosso nióbio é tão raro que existem teorias que destacam a utilização deste elemento para fabricação de bombas nucleares e artigos para auxiliar a produção de armas de destruição em massa como por exemplo as bombas de Hiroshima e Nagazaki. Com apenas metade do que foi utilizado na segunda guerra mundial o nióbio poderia constituir esta produção criando assim bombas muito mais potentes e com isso a destruição de um país inteiro com dimensões pequenas, como Suíça por exemplo.

E de imenso risco tudo o que possa acontecer com o mundo caso nossa produção de nióbio caia em mãos erradas, e pelo visto o governo do PT e o Foro de São Paulo está louco para jogar nosso grande mineral para mãos que só querem fazer o terrorismo. O que dizer então da ligação do Hamas e do Hezbollah com o PCC? Não estou aqui dizendo nada que o partido seja ligado à grupos de bandidos mas é estranho demais saber que o Foro é composto de vários grupos de guerrilha da América Latina, sendo o mais conhecido deles as Farc, se bobear até a Al – Qaeda está no meio do rolo!

Com o nióbio também é possível produzir jóias raras e com uma margem de lucro astronômica já que todo o material é contrabandeado à preço de banana. Como se a OPEP vendesse um barril de petróleo ao custo de apenas US$ 1,00. Estamos assistindo de camarote ao roubo do nosso maior mineral com o grande risco de assistir uma verdadeira guerra por este mineral que poderá ajudar de forma vergonhosa a iniciação desta guerra.

A Ligação do Mensalão com o desvio de Nióbio

Segundo o operador do primeiro mensalão do governo petista o dinheiro que foi roubado do país viria principalmente de tudo que o nióbio foi capaz de proporcionar em riquezas para os operadores do esquema e também para o pagamento das riquezas para os políticos corruptos. Nosso mineral rico foi utilizado de forma vergonhosa para a grande riqueza que Lula e Lulinha obtiveram nos últimos anos.

Uma resposta de Marcos Valério sobre o destino real do nióbio brasileiro, não adianta procurar a matéria da Folha de São Paulo e nem o vídeo porque ele foi retirado do ar. O governo não quer que você leitor saiba sobre o nióbio.

Uma resposta de Marcos Valério sobre o destino real do nióbio brasileiro, não adianta procurar a matéria da Folha de São Paulo e nem o vídeo porque ele foi retirado do ar. O governo não quer que você leitor saiba sobre o nióbio.

Eles que são os maiores latifundiários do estado do Pará, onde tem pelo menos 30% de todo o território do estado em várias fazendas ao redor do estado, a pergunta que não quer calar é: Como nosso país pode pegar nossa grande reserva mineral e levar para outros países? E por que de forma secreta? Como nosso país pode contar com 55% de todo o produto e os outros 45% deles que foram exportados fossem parar em mãos estrangeiras com este absurdo e vergonhoso ato que pode levar nosso país a uma Terceira Guerra Mundial.

Lula e a Rainha da Inglaterra Elizabeth II numa reunião durante seu mandato presidencial. Boa parte do nosso nióbio serve como base de armamento do Exército Britânico.

Lula e a Rainha da Inglaterra Elizabeth II numa reunião durante seu mandato presidencial. Boa parte do nosso nióbio serve como base de armamento do Exército Britânico.

Nosso nióbio é muito cobiçado em todo o mundo, e os grandes exércitos mundiais não irão perdoar o nosso país caso nosso nióbio seja mandado para mãos erradas como China e Rússia e com isso produzirem a bomba atômica que pode destruir o mundo inteiro.

O principal objetivo deles é continuar a distribuir todo nosso nióbio e outros minerais para outros países e com isso continuar ganhando o seu dinheiro às custas do povo brasileiro. E um dos principais beneficiários foi José Dirceu que foi o intermediário da venda de uma das maiores minas de nióbio do mundo para o Grupo Moreira Sales em 2007 no valor de R$ 600 mil e com isso a turma petista ficou calada perante ao desmatamento da Amazônia. Por que será que Dilma não assinou o novo tratado mundial contra o desmatamento?

Está provado que esta história do nióbio ainda vai muito longe e poderá mostrar um caminho tortuoso e sombrio para o Brasil, precisamos tomar cuidado para não sermos a Polônia do século XXI e assim acabarmos sendo o pivô principal de uma Terceira Guerra Mundial. O assunto é muito sério e isto pode acarretar numa grandiosa corrida armamentista rumo ao maior conflito de todos os tempos.

A grande luta entre a América Latina Socialista ao lado de China e Rússia contra os Estados Unidos, Reino Unido e a OTAN. Basta saber quem vencerá esta briga, se ela acontecer. Mas o futuro mundial está nas nossas mãos, pela primeira vez na história poderemos estar na rota de colisão com uma guerra mundial e um dos grandes responsáveis por este futuro é o senhor Luiz Inácio Lula da Silva.

Parabéns aos envolvidos!

Política de privacidade do WhatsApp deixa usuários inseguros. Aplicativo vai compartilhar tudo no facebook.

Muitos usuários do WhatsApp manifestaram insatisfação com a nova política de uso do mensageiro, que compartilhará seus dados com o Facebook a partir do próximo dia 25 de setembro. É o que mostra a pesquisa publicada pelo Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), divulgada nesta quinta-feira (22), com base em uma enquete online com 2.463 pessoas, entre os dias 8 e 21 de setembro.

Desse total, 63,5% acreditam que os termos de uso do WhatsApp são injustos, pois, inicialmente, alegavam “proteger a privacidade” e não há a opção de escolher quais dados serão compartilhados com o Facebook. Os usuários que não estiverem satisfeitos devem manifestar interesse em não realizar a troca de informações até o próximo sábado (24).

Segundo pesquisa, política de privacidade do WhatsApp não é transparente (Foto: Carolina Ochsendorf/TechTudo)

O estudo também mostra a desconfiança de quase metade dos usuários em relação à criptografia de ponta-a-ponta. Nele, 48% das pessoas que responderam à enquete acreditam que o conteúdo de suas conversas será compartilhado com outras empresas.

Ao que indica a pesquisa, a maior preocupação de quem usa o WhatsApp é saber como suas informações serão coletadas e se o Facebook terá acesso às conversas do aplicativo de mensagens. Segundo o órgão de defesa ao consumidor, os novos termos de uso não são didáticos e transparentes, e por isso ferem o Marco Civil da Internet.

O Idec defende ainda a abertura de um inquérito por parte do Sistema Nacional de Defesa do Consumidor e do Ministério Público Federal para avaliar se há delito contra os consumidores. A proposta tem base no Código de Defesa do Consumidor e o Marco Civil da Internet, que deve verificar a mudança dos termos do uso do WhatsApp e a quebra de expectativa legítima do consumidor.

Em breve teremos um telescópio espacial gigantesco para encontrar a próxima Terra

O Telescópio Espacial James Webb será um grande avanço para a astronomia quando estiver pronto em 2018. Mas os astrônomos já estão pensando sobre a próxima grande missão: um telescópio orbital de 12 m que vai procurar provas de vida fora da Terra.

Representantes da AURA (Associação de Universidades para Pesquisa em Astronomia) querem um observatório espacial que vai procurar respostas para duas questões profundas. Um: se estamos ou não sozinhos no universo. Dois: como os blocos de construção do nosso universo evoluíram ao longo do tempo.

Esta missão futura, que só será lançada nos anos 2030, tem um objetivo incrivelmente ambicioso. Ela requer uma nave espacial mais avançada do que qualquer coisa que os seres humanos já construíram: um telescópio com dez vezes o poder de visão do Hubble.

Na reunião da Sociedade Astronômica Americana, um astrônomo disse: “estamos falando de um Hubble HD”.

Buscando por vida

“O caminho para [descobrir] mundos vivos requer um telescópio espacial de 8 a 12 metros”, disse Natalie Batalha, astrônoma que estuda exoplanetas no Centro de Pesquisa Ames da NASA. “Isto é o que pode consistentemente analisar estrelas semelhantes ao Sol dentro de 30 parsecs.”

Como Batalha explica, 30 parsecs (cerca de 100 anos-luz) é a distância radial que precisamos cobrir para examinar planetas do tamanho da Terra na zona habitável de estrelas semelhantes ao Sol. Se há vida lá fora, e se pudermos analisar um número razoável de candidatos, teremos uma chance razoável de encontrá-los.

Colocar um telescópio de 8 a 12 metros no espaço vai ser uma tarefa tremenda. Façamos uma comparação com o Telescópio Espacial James Webb (JWST), que custou US$ 8,7 bilhões, tem o tamanho de uma quadra de tênis e vai permitir aos astrônomos ver a primeira luz do início do universo.

O JWST tem um espelho primário de “apenas” 6,5 metros – pouco se comparado ao brutamontes que astrônomos querem construir até a década de 2030.

James Webb Space Telescope (JWST)
Modelo em escala do Telescópio Espacial James Webb. Ele é enorme! (Imagem por Northrop Grumman)

Mas precisamos exatamente de algo maior para capturar a luz fraca emitida a partir de mundos distantes. Nós já detectamos milhares de exoplanetas utilizando fotometria de trânsito, mas fotografamos diretamente apenas um punhado. E todos os planetas que “vimos” são bolas de gás em erupção, mundos maiores do que Júpiter e que quase certamente não são habitáveis.

“Com a tecnologia moderna, nós não temos a capacidade de obter imagens de um análogo ao sistema solar”, disse Batalha. “É nessa direção que queremos seguir.”

Para vislumbrar planetas pequenos e rochosos na zona habitável de estrelas brilhantes do tipo G (como o nosso Sol), e vasculhar as atmosferas por sinais de vida, precisamos de um telescópio com uma abertura enorme. Esse telescópio precisa suprimir a luz das estrelas por um fator de dez bilhões. E ele tem que estar no espaço, além da neblina que obscurece nossa atmosfera.

A evolução do universo

Mas o sucessor do JWST não estará apenas procurando vida. Ele também vai nos ajudar a aprender como os blocos de construção da matéria evoluíram ao longo do tempo cósmico – em certo sentido, sondando uma questão ainda mais fundamental sobre a origem da vida.

“Se queremos ir a partir do Big Bang para bioassinaturas, você precisa entender a evolução dos átomos no universo”, disse John O’Meara, da Saint Michael’s College (EUA), astrofísico que estuda a formação de galáxias.

O’Meara tem objetivos diferentes para o sucessor do JWST. Ele quer compreender a formação e movimento de elementos em grandes escalas. “Como e onde o ciclo de vida de átomos evolui?”, disse O’Meara. “Como é que chegamos ao oxigênio que você está respirando? Para responder a essas perguntas, precisamos dos últimos dez bilhões de anos de interações em gases e galáxias.”

Aprendendo com o passado

Realizar essas duas metas científicas – a evolução da matéria e a evolução da vida – vai exigir um conjunto de instrumentos que fazem medições em diversos comprimentos de onda, incluindo visível, ultravioleta e infravermelho próximo.

Após combinar esses instrumentos de alta precisão com um espelho primário de 12 m, espelhos secundários, antenas de comunicação, propulsão, mais uma proteção contra a luz, teríamos uma das peças mais avançadas de tecnologia humana.

Felizmente, nós seremos capazes de aplicar todo o conhecimento que adquirimos planejando e construindo outros telescópios espaciais ao longo dos últimos cinquenta anos.

“Todo mundo deve sonhar grande”, disse Marc Postman, do Space Telescope Science Institute. “Mas também devemos sonhar de forma inteligente. Queremos aproveitar o que aprendemos do Hubble, e o que aprendemos desde a concepção do JWST, o que aprendemos de estudar outras missões que não vieram a se concretizar.”

Por exemplo, um grande desafio que os engenheiros do JWST enfrentaram foi como enviar um espelho com 6,5 metros de largura para o espaço. A solução? Um grupo de espelhos menores que se desdobram em órbita, como um origami espacial banhado a ouro.

“O James Webb nos ensinou muito sobre como construir um telescópio grande e segmentado no espaço”, disse Postman. “Um telescópio de 8 ou 12 m terá que ser segmentado também.”

Há ainda muitos desafios técnicos para se resolver, mas é por isso que nós estamos começando a pensar sobre o sucessor de JWST agora. Pode parecer que 2030 é um futuro distante, mas para os astrônomos, isso é um piscar de olhos cósmico.

“Uma história está se desdobrando”, disse Batalha. “É uma história que leva um longo tempo – estes esforços realmente grandes da humanidade exigem muito tempo para planejar e executar. Estamos prestes de finalmente encontrar provas de vida fora da Terra”, acrescentou. “Nós temos a capacidade de fazer isso, e nós sabemos como. Mas é um esforço de muitas décadas e gerações.”

Imagem: conceito do Kepler-186F, um exoplaneta rochoso do tamanho da Terra, possivelmente na zona habitável de sua estrela (NASA/SETI/JPL)

Animação mostra mudança no acúmulo de lixo espacial

Nós, humanos, estamos há décadas sujando nosso quintal cósmico descartando satélites usados, cascos de foguetes e outros fragmentos de detritos desde que ganhamos o know-how tecnológico para tanto. A animação abaixo nos mostra esse processo, desde o início dos voos espaciais até 2015.
Quando a União Soviética lançou o Sputnik 1 – o primeiro satélite artificial – em 1957, ele não só marcou o início da era espacial, mas o início de uma tradição de lixo espacial.
Um pedaço descartado do foguete que levou o Sputnik 1 à órbita da Terra se tornou o primeiro detrito espacial, e quase todas as missões subsequentes adicionaram mais.
O lixo se acumulou lentamente no início, mas em junho de 1961, o veículo de lançamento Ablestar levando o satélite Transit 4A explodiu em órbita, criando 300 fragmentos de detrito. Ainda assim, estávamos apenas começando.
O vídeo a seguir foi criado pelo astrônomo Stuart Grey, da University College London, usando dados sobre a localização precisa de cada pedaço de lixo espacial em space-track.org.

Em 2007, o número de peças rastreáveis ​​de lixo espacial – que variam de fragmentos com o tamanho de uma maçã até motores de foguetes – havia ultrapassado 9.000. Naquele ano, um teste de míssil balístico chinês explodiu, acrescentando outros 2.000 ao enxame.

A partir de 2012, mais de 23.000 objetos maiores do que 5 cm de diâmetro estavam sendo monitorados pela Rede de Vigilância Espacial dos Estados Unidos. O número objetos com mais de 1 cm, que incluem desde parafusos perdidos até manchas de tinta, já ultrapassou meio milhão.

Detritos espaciais catalogados ao longo do tempo. Crédito da imagem: NASA, com anotações de Mika McKinnon

Todo esse lixo espacial é perigoso. Mesmo um pequeno aglomerado orbitando nosso planeta a velocidades hipersônicas pode conter a mesma energia de uma granada de mão, rasgando através do casco de uma nave espacial desavisada.

Felizmente, há várias ideias curiosas para limpar a bagunça, incluindo redes de pesca espaciais, telescópios a laser em busca de lixo, e cemitérios de satélites no oceano.

Os mistérios da arca da aliança

Além de carregar os 10 mandamentos, a Arca da Aliança também foi designada para ser o trono do próprio Deus. Quais seriam os segredos e os reais objetivos dessa Arca?

A Arca da Aliança é descrita na Bíblia como o objeto em que as tábuas dos Dez mandamentos teriam sido guardadas, e também como veículo de comunicação entre Deus e seu povo escolhido. A Arca foi objeto de veneração entre os hebreus até seu desaparecimento, especula-se que ocorreu na conquista de Jerusalém por Nabucodonosor, segundo o livro de II Macabeus, o profeta Jeremias foi o responsável por esconder a Arca.

Origem

A Arca é primeiro mencionada no livro do Êxodo. Sua construção é orientada por Moisés, que por sua vez recebera instruções divinas quanto à forma e tamanho do objeto. Na Arca estavam guardadas as duas tábuas da lei; a vara de Aarão; e um vaso do maná. Estas três coisas representavam a aliança de Iahweh com o povo de Israel, para judeus e cristãos a Arca não era só uma representação, mas era a própria presença de Deus.

Construção

A bíblia descreve a Arca da Aliança (Êxodo 25:10 a 16) da seguinte forma: caixa e tampa de madeira de acácia, com 2 côvados e meio de comprimento (um metro e onze centímetros ou 111cm), e um côvado e meio de largura e altura (66,6 cm). Cobriu-se de ouro puro por dentro e por fora.

Para transportá-la foram colocadas quatro argolas de ouro puro, cada uma, nas quatro laterais da mesma, duas de um lado e duas do outro, para que varais pudessem ser encaixados. As varas para este transporte eram de acácia também e toda recoberta de ouro puro. As varas eram metidas nas argolas de ouro e assim a Arca da Aliança era transportada pelo meio do povo. Os varais não podiam ser retirados da arca após sua colocação.

Sobre a tampa, chamada Propiciatório “o Kapporeth”(Êxodo 25: 17 a 22), foram esculpidos dois querubins de ouro ajoelhados de frente um do outro, com os rostos voltados um para o outro, com as asas esticadas para frente, tocando-se na extremidade. Suas faces eram voltadas uma para a outra e as asas cobriam o propiciatório encontrando-se como um arco. Esta peça era uma peça só, não sendo fundidas em separado. Segundo relato do verso 22, Deus se fazia presente no propiciatório no meio dos dois Querubins de ouro em uma presença misteriosa que os Judeus chamavam Shekinah ou presença de Deus.

Foi colocado dentro da Arca as Tábuas com os Dez Mandamentos escritos por Deus, um pote com Maná e o Cajado de Arão que floresceu.

A Arca fazia parte do conjunto do Tabernáculo, com outras tantas especificações. Ela ficaria repousada sobre um altar também de madeira coberto de ouro, com uma coroa de ouro ao redor. Como os hebreus ainda vagavam pelo deserto no momento da construção da arca, esta precisava ser carregada, e por isso a previsão para os varais. Somente os sacerdotes poderiam transportar a arca ou tocá-la e no dia da expiação, quando o Shekiná se manifestava, somente o Sumo-Sacerdote poderia adentrar no templo. Estando ele em pecado, morreria instantaneamente.

Outros relatos Bíblicos se referem ao roubo da arca por outros povos inimigos de Israel, que sofreram chagas e doenças enquanto tinham a arca em seu poder. Homens que a tocavam que não eram levitas ou sacerdotes morriam instantaneamente.

Função e simbologia

A partir do momento em que as tábuas dos Dez Mandamentos foram repousadas no interior da Arca e esta foi fechada, ela é tratada como o objeto mais sagrado, como a própria representação de Deus na Terra. A Bíblia relata complexos rituais para se estar em presença da Arca dentro do Tabernáculo (o que normalmente era feito por Moisés ou algum sacerdote levita).

Segundo os relatos, Deus revelava-se como uma figura etérea que se manifestava sobre os querubins que esticavam suas asas sobre a Arca. Tocar a Arca era um ato de atrevimento punido severamente, e a Bíblia conta de alguns casos em que pessoas tiveram morte instantânea apenas por tocar na Arca (em I Samuel, um israelita tenta agarrar a Arca que está caindo no chão, e mesmo assim é morto). Os varais permitiriam que ela fosse transportada sem que fosse tocada.

A Arca como instrumento de guerra

A Arca representava o próprio Deus entre os homens. A crença na presença ativa de Deus fez com que os hebreus, por várias vezes, carregassem a Arca à frente de seus exércitos nas batalhas realizadas durante a conquista de Canaã. Inicialmente, a presença da Arca era suficiente para que pequenos contingentes hebreus aniquilassem exércitos cananeus inteiros, e quando os comandantes hebreus dispensavam a Arca, sofriam derrotas desastrosas.

Ainda restava o assentamento de sete Tribos de Israel na Terra de Canaã para que a conquista estivesse completa, quando Josué determinou a construção de um Tabernáculo permanente na cidade de Siló, onde a Arca ficaria protegida.

A captura da Arca pelos Filisteus e seu retorno

Nos últimos anos do período dos Juízes de Israel, a Arca da Aliança era guardada em Siló pelo sacerdote Eli, e seus filhos Hofni e Finéias. O profeta Samuel era jovem, e recebera uma revelação divina condenando Eli e seus filhos à desgraça, por causa de crimes cometidos por seus filhos.

Neste tempo, segundo o relato bíblico, os filisteus invadiram a Palestina, vencendo o exército israelita próximo à localidade de Ebenézer. Os israelitas, vendo-se em situação adversa, apelaram para a Arca, e a trouxeram de Siló. A maldição sobre Eli teria tido lugar, pois a Arca não surtiu efeito na batalha: os israelitas foram derrotados, e a Arca foi capturada. Os filhos de Eli foram mortos. Eli, ao saber da notícia, caiu de sua cadeira e morreu com o pescoço quebrado.

Os filisteus teriam tomado a Arca como butim de guerra, e a levaram ao templo de Dagom, em Asdode. O relato bíblico conta que a simples presença da Arca naquele local foi o suficiente para que coisas estranhas ocorressem: por duas vezes, a cabeça da estátua de Dagom apareceu cortada. Em seguida, moléstias (hemorroidas, especificamente, além de um surto de ratos) teriam assolado a população de Asdode, inclusive príncipes e sacerdotes filisteus, o que fez com que os príncipes daquela cidade enviassem a Arca a Ecrom, outra cidade filisteia. Porém, em Ecrom a população reagiu negativamente à presença da Arca, e a enviou de volta ao território de Israel numa carroça. O tempo de permanência da Arca na Filístia teria sido de sete meses.

A carroça, puxada por vacas, parou em Bete-Semes, onde foi recebida por um certo Josué (personagem diferente do Josué, comandante da Conquista de Canaã). Os bete-semitas, movidos pela curiosidade, olharam para o interior da Arca, e morreram instantaneamente. Em seguida, foi transportada para Quireate-Jearim, onde ficou aos cuidados de Eleazar por 20 anos.

A Arca em Jerusalém e o Templo de Salomão

No início de seu reinado Davi ordenou que a Arca fosse trazida para Jerusalém, onde ficaria guardada em uma tenda permanente no distrito chamado Cidade de Davi. Com o passar do tempo, Davi tomou consciência de que a Arca, para ele símbolo da presença de Deus na Terra, habitava numa tenda, enquanto ele mesmo vivia em um palácio. Então Davi começou a planejar e esquematizar a construção de um grande Templo. Entretanto, esta obra passou às mãos de seu filho Salomão.

No Templo, foi construído um recinto (chamado na Bíblia de “oráculo”) de cedro, coberto de ouro e entalhes, dois enormes querubins de maneira à semelhança dos que havia na Arca, com um altar no centro onde ela repousaria. O recinto passou a ser vedado aos cidadãos comuns, e somente os levitas e o próprio rei poderiam se colocar em presença da Arca.

Desaparecimento

A Arca permaneceu como um dos elementos centrais do culto a Deus praticado pelos israelitas durante todo o período monárquico, embora poucas referências sejam feitas a ela entre os livros de Reis e Crônicas.

Em 587 a.C (ou [[607 a.C, segundo alguns estudiosos), Nabucodonosor, rei da Babilônia, invadiu o reino de Judá e tomou a cidade de Jerusalém. O relato bíblico menciona um grande incêndio que teria destruído todo o templo. A Arca desaparece completamente da narrativa a partir desse ponto, e o próprio relato é vago quanto ao seu destino.

Para os católicos e para os judeus que se utilizam da Septuaginta, Sagradas Escrituras na versão grega dos LXX, o desaparecimento da Arca é narrado no livro de II Macabeus, não aceito pelos protestantes. Nessa situação o profeta Jeremias haveria mandado que levassem a Arca até o monte Nebo para ali a escondeu em uma caverna (2 Mac 2).

“O escrito mencionava também como o profeta, pela fé da revelação, havia desejado fazer-se acompanhar pela arca e pelo tabernáculo, quando subisse a montanha que subiu Moisés para contemplar a herança de Deus. No momento em que chegou, descobriu uma vasta caverna, na qual mandou depositar a arca, o tabernáculo e o altar dos perfumes; em seguida, tapou a entrada. Alguns daqueles que o haviam acompanhado voltaram para marcar o caminho com sinais, mas não puderam achá-lo. Quando Jeremias soube, repreendeu-os e disse-lhes que esse lugar ficaria desconhecido, até que Deus reunisse seu povo e usasse com ele de misericórdia. Então revelará o Senhor o que ele encerra e aparecerá a glória do Senhor como uma densa nuvem, semelhante à que apareceu sobre Moisés e quando Salomão rezou para que o templo recebesse uma consagração magnífica.” (2 Mac, 2, 4-7)

A busca pela Arca

A Arca da Aliança desapareceu da narrativa bíblica depois do incêndio ao Templo. Por isso, não há certezas da sua existência nem da sua destruição. É possível que, antes de atear fogo ao Templo, os soldados de Nabucodonosor tenham tomado todos os objetos de valor (incluindo a arca coberta de ouro) e a levado como prêmio pela conquista. Uma vez em posse dos babilônicos, ela pode ter sido destruída para se obter o ouro, ou ter sido conservada como troféu. Babilônia também foi conquistada posteriormente por persas, macedônios, partos e outros tantos povos, e seus tesouros (incluindo possivelmente a Arca) podem ter tido incontáveis destinos possíveis.

De qualquer modo, ela tem sido um dos tesouros arqueológicos mais cobiçados pela humanidade, e inúmeras expedições à Mesopotâmia e à Palestina foram realizadas, sem sucesso. Existem hoje em vários museus réplicas da Arca baseadas nas descrições bíblicas, mas a verdadeira jamais foi encontrada.

Corre uma estória entre alguns de que a Arca teria sido retirada do templo e escondida em um lugar seguro antes que os invasores a capturassem. É possível que tal estória seja verdadeira devido ao fato de que a Arca era o objeto mais valioso e importante em todo o Israel, sendo razoável acreditar que a primeira providência dos judeus, após o início do ataque dos invasores, tenha sido transportar, de forma discreta, a Arca para um local seguro. Segundo essa estória, que alguns chamam de lenda, a Arca encontra-se atualmente guardada por pessoas de confiança dos antigos.

O cineasta George Lucas inspirou-se na busca pela Arca para o roteiro de seu filme ”Indiana Jones e os Caçadores da Arca Perdida”.

O propósito do tabernáculo era alojar a Arca na qual foram colocadas as tábuas dos Dez Mandamentos.
A Arca tinha 2 1/2 côvados x 11/2 côvado, um baú de madeira retangular com sua tampa, o Propiciatório,
com os Querubins da glória um de frente ao outro com suas asas estendidas. O sangue era aspergido abaixo,
entre os anjos do juízo, que estavam olhando. Quando eles viam o sangue, a ira de Deus era aplacada.

A Arca foi revestida de ouro puro e tinha uma coroa de ouro.

Apenas uma vez por ano, no Yom Kippur, o Sumo Sacerdote poderia ir além do véu. O véu separou o homem do Santo dos Santos. Estava atrás deste véu, um cômodo de 10 côvados quadrados, chamado de Santo dos Santos, que era a parte mais sagrada de toda a estrutura do tabernáculo. Esta era a Arca da Aliança, que foi mencionada primeiro, antes de toda a mobília no tabernáculo. A tampa em cima da arca era conhecida como o Propiciatório, que foi considerado uma parte separada da mobília, mas era um com a arca. A arca estava no centro do acampamento, e a nuvem da glória era vista sobre o propiciatório, na parte mais interior do tabernáculo.

Ex 25,10-22: “Também farão uma arca de madeira de acácia; o seu comprimento será de dois côvados e meio, e a sua largura de um côvado e meio, e de um côvado e meio a sua altura. E cobri-la-á de ouro puro; por dentro e por fora a cobrirás; e farás sobre ela uma coroa de ouro ao redor; E fundirás para ela quatro argolas de ouro, e as porás nos quatro cantos dela, duas argolas num lado dela, e duas argolas noutro lado. E farás varas de madeira de acácia, e as cobrirás com ouro. E colocarás as varas nas argolas, aos lados da arca, para se levar com elas a arca. As varas estarão nas argolas da arca, não se tirarão dela.Depois porás na arca o testemunho, que eu te darei.

Também farás um propiciatório de ouro puro; o seu comprimento será de dois côvados e meio, e a sua largura de um côvado e meio. Farás também dois querubins de ouro; de ouro batido os farás, nas duas extremidades do propiciatório. Farás um querubim na extremidade de uma parte, e o outro querubim na extremidade da outra parte; de uma só peça com o propiciatório, fareis os querubins nas duas extremidades dele. Os querubins estenderão as suas asas por cima, cobrindo com elas o propiciatório; as faces deles uma defronte da outra; as faces dos querubins estarão voltadas para o propiciatório. E porás o propiciatório em cima da arca, depois que houveres posto na arca o testemunho que eu te darei. E ali virei a ti, e falarei contigo de cima do propiciatório, do meio dos dois querubins (que estão sobre a arca do testemunho), tudo o que eu te ordenar para os filhos de Israel.”

Depois porás na arca o testemunho, que eu te darei. Também farás um propiciatório de ouro puro; o seu comprimento será de dois côvados e meio, e a sua largura de um côvado e meio. Farás também dois querubins de ouro; de ouro batido os farás, nas duas extremidades do propiciatório. Farás um querubim na extremidade de uma parte, e o outro querubim na extremidade da outra parte; de uma só peça com o propiciatório, fareis os querubins nas duas extremidades dele. Os querubins estenderão as suas asas por cima, cobrindo com elas o propiciatório; as faces deles uma defronte da outra; as faces dos querubins estarão voltadas para o propiciatório. E porás o propiciatório em cima da arca, depois que houveres posto na arca o testemunho que eu te darei. E ali virei a ti, e falarei contigo de cima do propiciatório, do meio dos dois querubins (que estão sobre a arca do testemunho), tudo o que eu te ordenar para os filhos de Israel.”

A arca era um baú de madeira retangular (madeira de acácia) revestido com puro ouro, por dentro e por fora. Tendo 2,5 côvados de comprimento por de 1,5 côvados de altura (1,15 x 0,70 m) tinha uma moldura de ouro, ou coroa ao redor do topo (no hebraico¸ uma palavra diferente da usada para a beira do altar de incenso).

A arca estava no chão sujo do Santo dos Santos, com suas quatro argolas de ouro onde as varas de ouro eram inseridas, e mantidas ali, em posição de partida.

Dentro da arca haviam 3 coisas. As 2 tábuas da Lei.

Um pote dourado com o maná e a vara de Arão que floresceu.

A Arca da aliança era onde justiça de Deus, o seu juízo para o pecado eram satisfeitos. Existem quase 200 referências no Antigo Testamento sobre a Arca. Aqui estão alguns nomes mencionados nas Escrituras para a Arca da Aliança:

Seus Nomes

Ex 25:22 ” E ali virei a ti, e falarei contigo de cima do propiciatório, do meio dos dois querubins (que estão sobre a arca do testemunho), tudo o que eu te ordenar para os filhos de Israel.”
Js 3:6 ” E falou Josué aos sacerdotes, dizendo: Levantai a arca da aliança, e passai adiante deste povo. Levantaram, pois, a arca da aliança, e foram andando adiante do povo.”

Js 3:13 ” Porque há de acontecer que, assim que as plantas dos pés dos sacerdotes, que levam a arca do Senhor, o Senhor de toda a terra, repousem nas águas do Jordão, se separarão as águas do Jordão, e as águas, que vêm de cima, pararão amontoadas.”

1Sm 5,7 ” Vendo então os homens de Asdode que assim foi, disseram: Não fique conosco a arca do Deus de Israel; pois a sua mão é dura sobre nós, e sobre Dagom, nosso deus.”

2Cr 6,41 ” Levanta-te, pois, agora, Senhor Deus, para o teu repouso, tu e a arca da tua fortaleza; os teus sacerdotes, ó Senhor Deus, sejam vestidos de salvação, e os teus santos se alegrem do bem.”hist_igreja_menor

2Cr 35,3 ” E disse aos levitas que ensinavam a todo o Israel e estavam consagrados ao Senhor: Ponde a arca sagrada na casa que edificou Salomão, filho de Davi, rei de Israel; não tereis mais esta carga aos ombros; agora servi ao Senhor vosso Deus, e ao seu povo Israel.”

Sl 78,60-61 ” Por isso desamparou o tabernáculo em Siló, a tenda que estabeleceu entre os homens. E deu a sua força ao cativeiro, e a sua glória à mão do inimigo.”

Seu Conteúdo

1) As 2 tábuas de pedra (Os 10 Mandamentos)

É importante notar que a arca continha as duas tábuas do Decálogo (os Dez Mandamentos). Lembrando que Deus tinha feito uma aliança com Israel, mas o seu povo tinha quebrado. Por sua graça, Deus renovou a aliança, e ordenou que o registro (as tábuas de pedra) deveriam ser depositados na santa arca. O Livro da Aliança que tratava de outros aspectos da lei e das ordenanças, foi depositado ao lado da arca. Mas os 10 Mandamentos foram armazenados dentro da própria arca.

Ex 25,16 ” Depois porás na arca o testemunho, que eu te darei.”

2) um pote de ouro contendo um ômer de maná (Hb 9,4)

Também foram colocados dois outros artigos dentro da arca. Um deles era um pote contendo um ômer (3,6 litros) de maná (Hb 9,4) como um memorial da provisão de Deus:

Ex 16:32-33 ” E disse Moisés: Esta é a palavra que o SENHOR tem mandado: Encherás um ômer dele e guardá-lo-ás para as vossas gerações, para que vejam o pão que vos tenho dado a comer neste deserto, quando eu vos tirei da terra do Egito. Disse também Moisés a Arão: Toma um vaso, e põe nele um ômer cheio de maná, e coloca-o diante do Senhor para guardá-lo para as vossas gerações.”

Também era um tipo de Cristo que era o Pão Vivo que desceu de céu:

Jo 6,50-51 ” Este é o pão que desce do céu, para que o que dele comer não morra. Eu sou o pão vivo que desceu do céu; se alguém comer deste pão, viverá para sempre; e o pão que eu der é a minha carne, que eu darei pela vida do mundo.”

3) depois eles colocaram a vara de Arão que floresceu (Num 17)

O terceiro artigo colocado era a vara de Arão que da qual saíram brotos, floresceu e frutificou amêndoas maduras em uma única noite, como sinal da escolha de Deus por Arão para o sacerdócio (Hb. 9,4).

Num 17,7-8 ” E Moisés pôs estas varas perante o Senhor na tenda do testemunho. Sucedeu, pois, que no dia seguinte Moisés entrou na tenda do testemunho, e eis que a vara de Arão, pela casa de Levi, florescia; porque produzira flores e brotara renovos e dera amêndoas.”

Extraterrestre?

A Tradição Egípcia sempre fazia uma alusão velada a esta Arca, conforme se pode constatar na imagem do deus Ba-Neb-Tettu, cujo simbolismo é por demais expressivo para aqueles que o entendem: este deus egípcio esotericamente representava a “alma viva de RA”, ou o DISCO – de onde provêm as radiações do Espírito Divino. A deusa MAAT que representava a verdade, talvez uma versão dos “Querubins” que conforme a versão bíblica guarneciam a Arca Sagrada.

Nessa imagem, podemos ver ainda, no fecho da arca, o sinal cujo significado é “Mistério Velado”. Porém, o mais expressivo de todos é o símbolismo da serpente alada, a guardiã do conjunto, que em síntese significa SABEDORIA e proteção EXTRATERRESTRE!!!! Na própria tumba de Tutankamon, faraó da XVIII Dinastia, os arqueólogos encontraram uma outra representação dessa Arca, sobre a qual repousa a estátua do deus-chacal Anúbis – o que significava uma clara advertência aos profanadores!

Os faráos das antigas Dinastias eram todos eles altos iniciados e por isso mesmo guardiães da Sagrada Herança e da Antiga Tradição. Era, pois, comum nas suas tumbas a colocação de certos utensílios que os arqueólogos tradicionais interpretavam como “adornos”, mas que na verdade continham um profundo simbolismo velado, somente alcançado e entendido por aqueles que também sejam iniciados! A Arca é um desses símbolos, assim como o Tabérnaculo que por sua vez representava o Templo Sagrado que a abrigava. Há muitas controvérsias, mas ao que tudo indica teria sido Ramsés II, soberano da XIX Dinastia (1290 – 1224 A.C.) Trecho do Livro:“INSÓLITO” do autor Sergio Russo 

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Trecho do Livro: LE LIVRE DU MYSTERIEUX INCONNU

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Trecho do Livro:LE LIVRE DU MYSTERIEUX INCONNU

Vídeo: Motorista dorme com piloto automático de Tesla ligado

EXAME.COM: Um vídeo publicado no YouTube mostra o que parece ser um motorista dormindo enquanto o piloto automático de seu Tesla faz todo o trabalho duro. É difícil confirmar se a pessoa, de fato, não estava acordada, mas é o que o vídeo indica. Você pode assistir ao vídeo no final deste texto.

Apesar de bastante desenvolvido, o piloto automático presente nos modelos dos veículos Tesla não é um sistema completamente autônomo. Aliás, a própria Tesla já alertou seus clientes sobre isso algumas vezes. Em uma delas, ela foi bem específica, dizendo que não se deve dormir e usar o piloto automático de seus carros.

Com 13 sensores bastante desenvolvidos, o piloto automático da Tesla é capaz de acelerar, frear, mudar de faixas no trânsito e evitar obstáculos. Apesar de extremamente capacitado, ele não é um sistema que permite que o carro trafegue sozinho. Consumidores já relataram alguns problemas, como carros querendo fazer curvas que colocariam outras pessoas em risco.

“Estamos sendo especialmente cautelosos nesse palco”, disse Elon Musk, CEO e fundador da Tesla em um evento no ano passado. “Estamos aconselhando motoristas a manter as mãos nos volantes como precaução. Estamos claramente dizendo que esse não é um caso de abdicação de responsabilidade.”

Após a viralização do vídeo do YouTube, o site Tech Insider procurou a Tesla para que a empresa comentasse sobre o vídeo e sobre a atitude do motorista.

No pronunciamento, a Tesla reafirma os pontos que falou repetidas vezes anteriormente.

“O piloto automático é tranquilamente o mais avançado sistema do tipo, mas ele não transforma um Tesla em um veículo autônomo e não permite que o motorista abdique de responsabilidade. Desde o lançamento, estamos educamos continuamente os consumidores sobre o uso desse recurso, relembrando-os que eles são responsáveis por permanecerem alertas e presentes enquanto usam o piloto automático e que precisam estar prontos para assumir o controle a qualquer momento.”

Veja o vídeo do motorista dormindo abaixo.

Fonte

Inteligência artificial: Google vence o melhor jogador de Go do mundo

Como já dissemos antes, ensinar pensamento lógico a um computador é fácil. Redes neurais desenvolvidas com esse intuito só precisam analisar um conjunto de ações para a resolução de um problema e escolher a alternativa mais satisfatória e menos prejudicial, tendo como base seu próprio conjunto de regras.

É assim por exemplo que se ensina uma máquina a jogar xadrez. Já heurística é muito, mas muito mais complicado. Analisar todas as possíveis soluções em uma situação, suas implicações, pesar todas as consequências e resultados e escolher a solução que pode até não ser a melhor no momento, mas a que dará melhores resultados posteriormente (o que pode ser logo ou muito tempo depois), mesmo que isso implique em prejuízo imediato era até pouco tempo atrás um processo considerado exclusivamente humano.

O milenar Go é o melhor exemplo de um jogo de heurística aplicada. Por causa de sua magnitude e características se convencionou dizer que desenvolver uma IA capaz de dominá-lo seria a conquista de um novo patamar, pois teríamos uma rede neural capaz de encadear pensamentos e tomar decisões de forma muito similar ao humanos, ao não se valer só da lógica (ou ignorá-la completamente). Em suma, pensamento heurístico é o Santo Graal da Inteligência Artificial.

E ao que tudo indica, os Cavaleiros da Távola do Google estão prestes a botar a mão nele.

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Lee Sedol (dir.), o melhor jogador de Go do mundo é encurralado pelo AlphaGo

Nós já noticiamos que o DeepMind, o laboratório britânico de pesquisa especializado em inteligência artificial de Mountain View desenvolveu um novo software chamado AlphaGo. Ele é dividido em camadas de pensamento, enquanto uma rede neural analisa o tabuleiro e tenta realizar a próxima jogada, outra busca prever quem será o vencedor. Ambas se baseiam no Monte Carlo Tree Search (MCTS), um algoritmo de busca heurística que baseia as tomadas de decisão do AlphaGo em aprendizado de máquina, ficando o tempo inteiro analisando jogadas e partidas passadas (suas e de outros jogadores) em seu banco de dados.

Assim ele pondera todos os seus movimentos possíveis e do oponente, filtra as inúmeras possibilidades de movimento sem considerar lógica (que levaria o software a fazer o melhor movimento naquele momento, o que no Go é um convite ao desastre completo), baseando-se em alternativas que levem ao objetivo final mesmo que elas não sejam as melhores para aquele momento, mas que seja mais facilmente executáveis imediatamente e que apresentem resultados vários movimentos à frente.

O software foi testado contra 494 máquinas diferentes e venceu todas. Então veio seu batismo de fogo, quando o Google desafiou o campeão europeu de Go Fan Hui. O AlphaGo deu uma lavada de 5 a 0 em seu primeiro adversário humano. Então chegou a hora de aumentar as apostas.

O Google anunciou na ocasião que o AlphaGo enfrentaria o sul-coreano Lee Sedol, considerado o melhor jogador de Go da atualidade (o que dada a magnitude do jogo, prova que o cara é fera). Pois bem, ontem rolou a primeira das cinco partidas, e…

Match 1 – Google DeepMind Challenge Match: Lee Sedol vs AlphaGo

Bom, deu AlphaGo. Ainda teremos mais partidas até a próxima semana, quando saberemos quem levará a coroa para casa.

O sonho do AlphaGo não é uma conquista apenas do Google pois muito do mérito pertence a Demis Hassabis, hoje VP de Engenharia e IA do Google DeepMind. Ele começou sua carreira aos 16 anos como level designer da Bullfrog Productions, tendo trabalhado no primeiro Syndicate. Aos 17 ele já era programador-chefe em Theme Park, um dos games mais lembrados dos bons tempos de Peter Molyneux; Hassabis também foi o líder de IA deBlack & White, já na Lionhead Studios. Foi então que ele, já formado em Ciência da Computação por Cambridge se cansou do mercado de videogames, e passou a se dedicar a outros tipos de jogos. Era 2005.

Hassabis então voltou para Cambridge; em 2009 ele concluiu seu doutorado em Neurociência Cognitiva, a partir daí emprestou seus conhecimentos à Harvard e ao MIT. Em 2010 ele fundou junto com o pesquisador especializado em aprendizado de máquina Shane Legg e o empreendedor Mustafa Suleyman a então DeepMind Technologies, e serviu como seu primeiro CEO. Ela recebeu diversos investimentos para tocar suas pesquisas de IA, inclusive de Elon Musk, e começou a chamar a atenção.

Demis Hassabis (esq.), fundador e VP de Engenharia e IA do Google DeepMind aperta a mão de Lee Sedol, o melhor jogador de Go do mundo

Demis Hassabis (esq.), fundador e VP de Engenharia e IA do Google DeepMind aperta a mão de Lee Sedol

Foi então que o Google a comprou por US$ 400 milhões no início de 2014, e Hassabis passou para o setor de engenharia (seu CEO hoje é obviamente Larry Page, executivo-chefe da Alphabet Inc.). Um de seus projetos mais adiantados na época, que embora não tenha tido o dedo da gigante das buscas mas foi apresentado sob sua asa foi a IA capaz de jogar e vencer diversos games do Atari 2600.

Porém, com a grana do Google foi possível ir mais alto. Hassabis sabe que um programa capaz de entender, jogar e vencer uma partida de Go contra um oponente humano é um passo importantíssimo para o avanço das inteligências artificiais. Máquinas poderão não se basear só em lógica, mas utilizarão pensamento heurístico para planejar, ponderar e medir as opções, concatenando resultados e consequências muitos passos à frente. Coisa que até então pensava-se que apenas um humano era capaz de fazer.

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Ainda é um sonho distante, mas uma IA que pensa como um humano pode não ser algo tão impossível assim

Claro que há limitações e muito desse campo continua inexplorado. Continuamos tateando no escuro, sequer sabemos se uma máquina será capaz de em um dado momento adquirir consciência, porque não sabemos como ela se forma. Não compreendemos o cérebro totalmente, esse grande órgão que levou milhões de anos para evoluir mas é cheio deremendos e gambiarras, sem mencionar o fato de que ele tem a péssima mania de nos pregar peças. Ainda assim, ver um computador entender heurística é uma conquista e tanto.

Aos interessados em acompanhar as próximas partidas: elas serão realizadas na quinta, sábado, domingo e na próxima terça-feira, sempre às 00:30. Você poderá acompanhar as transmissões através do canal do DeepMind.

Vivo engana consumidor com pacote de fibra ótica

Apesar dos planos da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações), o serviço de internet fixa e móvel no Brasil ainda é alvo das principais reclamações dos consumidores. A Vivo, uma das empresas que oferece o serviço, tem recebido reclamações de clientes que se sentem enganados por contratar pacotes de fibra ótica e não recebem a velocidade garantida em contrato. Usuários afirmam que a velocidade do plano contratado, especialmente no caso dafibra ótica, é baixa e fica ainda pior quando quando o Wi-Fi é acionado.

De acordo com o Procon de São Paulo, a empresa recebeu 5.970 reclamações relacionadas à qualidade do serviço e ao descumprimento do serviço contratado. Somente nos últimos 60 dias, foram 765 reclamações nestas áreas. A operadora recebeu outras 468 mensagens negativas na Proteste, Associação de Consumidores, em 2015.

As operadoras brasileiras não cumprem nem 60% das metas estabelecidas pela Anatel quanto ao cumprimento da velocidade contratada. A Vivo obteve um resultado ainda pior, cumprindo apenas 44,5% do planejado. A Proteste realizou diversos testes que mostraram que a velocidade da internet ficou abaixo do contratado em 73% dos casos.

A Anatel exige que os provedores de internet ofereçam, no mínimo, 80% da velocidade média contratada pelo consumidor. A agência incentiva os usuários a entrarem em contato com as operadoras para resolver problemas de qualidade do serviço. Caso a empresa não resolva a falha, o consumidor pode entrar em contato com a Anatel por meio do site ou do telefone 1331.

Por meio de nota, a Telefônica Vivo informou não ter registro de problema generalizado sobre a velocidade do serviço de fibra ótica. A empresa informa ainda ter o menor índice relativo de atendimentos nos Procons do País. São, garante, 0,16% dos 103 milhões de acessos da operadora. A fonte é a Anatel/Teleco, divulgada em novembro.

Perdidos em Marte: Assista ao novo trailer do filme de Matt Damon

Baseado no livro homônimo de Andy Weir, a trama gira em torno de um astronauta, Mark Whatney (Matt Damon), perdido em uma colônia marciana. Ele tenta sobreviver enquanto aguarda o resgate pela NASA. Para as cenas em Marte, o diretor retornará ao Vale da Lua, na Jordânia, locação de Lawrence da Arábia que acaba de servir como cenário para o seu Êxodo – Deuses e Reis.

Drew Goddard adaptou o roteiro. Jessica ChastainKristen WiigKate MaraChiwetel EjioforDonald Glover, Sean BeanSebastian Stan e Michael Peña também estão no elenco.

Perdido em Marte tem estreia prevista para 1º de outubro no Brasil.

Perdidos em Marte (The Martian), novo filme do diretor Ridley Scott, ganhou um novo trailer.

Trailer Legendado

Trailer Dublado

Nasce o primeiro ‘filho de três pessoas’, graças a novo tratamento

Bebê de 5 meses tem material genético de pai, mãe e doadora. Entenda a técnica

RIO – Um menino de 5 meses é o primeiro bebê nascido a partir de uma técnica de fertilização que usa material genético de três pessoas. A notícia foi detalhada em uma reportagem da revista científica “New Scientist”. A criança recém-nascida, identificada apenas como I.H. por questão de privacidade, tem a maior parte de seu DNA herdada de seu pai e sua mãe, mas uma pequena parcela de seu código genético vem de uma doadora.

A grande vantagem da controversa técnica é permitir que pais e mães com uma rara mutação genética tenham bebês saudáveis. Até hoje, essa forma de fertilização só foi aprovada no Reino Unido. Contudo, o primeiro bebê nascido a partir da técnica tem pais jordanianos, que receberam tratamento de uma equipe americana no México. Embriologistas ouvidos pela revista acham que esse nascimento pode acelerar a discussão e a aprovação da técnica em outros países do mundo.

“É revolucionário”, disse à “New Scientist” o cientista Dusko Ilic, do King’s College London.

Segundo a publicação, a mãe de I.H. carrega genes da síndrome de Leigh, uma doença letal que atinge o sistema nervoso em desenvolvimento. Os genes dessa doença ficam na mitocôndria, organela que fornece energia para a célula. A mitocôndia reúne 37 genes que são passados pelas mães a seus filhos. Estas informações genéticas ficam separadas da maior parte do DNA, localizada no núcleo da célula.

Cerca de 25% da mitocôndria da mãe do bebê têm a mutação problemática que causa a doença. Mesmo sendo saudável, ela teve dois filhos que nasceram com a síndrome de Leigh e morreram. Por isso, a mulher e seu marido buscaram a ajuda de médicos no New Hope Fertility Center (Centro de Fertilidade Nova Esperança), em Nova York.

Há poucas formas de realizar esse tratamento. O método aprovado no Reino Unido consiste em fertilizar o óvulo da mãe e da doadora com o esperma do pai. Antes que os óvulos fertilizados comecen a se dividir em embriões primários, cada núcleo é removido. Então, o núcleo do óvulo fertilizado da doadora é removido e substituído pelo núcleo do óvulo fertilizado da mãe. A partir daí, desenvolve-se um embrião com muito mais material genético dos pais do que da doadora.

Essa maneira, porém, não era apropriada para a família de jordanianos, uma vez que, por serem muçulmanos, eles se opõem à destruição de embriões. O especialista John Zhang, da clínica em Nova York, então, tomou uma rota diferente. Ele retirou o núcleo de um dós óvulos da mãe e inseriu o material no óvulo de uma doadora, cujo núcleo já tinha sido removido. O óvulo resultante, com o material nuclear de Shaban e o DNA mitocondrial da doadora, foi, então, fertilizado com o esperma do pai.

Foram criados cinco embriões, mas só um deles se desenvolveu corretamente. Este embrião foi implantado no útero de Shaban, e, nove meses depois, no último dia 6 de abril, nasceu o pequeno I.H.. Saudável. O feito será apresentado oficialmente no Congresso Científico da Sociedade Americana de Medicina Reprodutiva.

 

Google Street View: Já pensou em explorar o fundo o mar?

Se você já achava muito interessante viajar virtualmente pelos quatro cantos do mundo, por meio do Google Street View, imagine poder explorar ambientes aquáticos? É isso mesmo: para comemorar o World Oceans Day – Dia mundial dos oceanos, o Google lançou uma ferramente para explorar o fundo do mar, de forma bastante surpreendente que permite vasculhar o fundo do mar.

Se você ainda não conhece, apesar de ter sido idealizado pelo Google, o projeto só foi possível por conta de uma parceria com outras organizações. XL Catlin Seaview Survey, NOAA’s Office of National Marine Sanctuaries e Chagos Conservation Trust fazem parte do time. Atualmente, já é possível explorar Bali, o Grande Recife de Coral (Austrália), além das profundidades de Bahamas.

Mas quem conhece o Google, sabe o quanto a empresa é ambiciosa, e, se tratando de explorar o fundo do mar, certamente a ideia da empresa é expandir rapidamente essa lista. Ficou com vontade de explorar o fundo do mar? Entre no Oceans e fique à vontade. Céu é o limite.

Quais são os objetivos do Google em explorar o fundo do mar?

MARGG

Durante o lançamento do aplicativo de exploração do fundo do mar, a empresa americana afirmou que o mapeamento dos oceanos vão além de exibir belezas. Também é foco do projeto a obtenção de imagens que podem ser útil como base para pesquisas de mudanças ambientais, por exemplo.

Além das imagens do fundo do mar, é possível ainda visitar áreas litorâneas das ilhas e diversos ambientes que, de alguma forma, se conectam ao mar. Na lista de possibilidades no fundo do mar disponibilizado pelo Google estão animais marinhos como tubarões, baleias, peixes raros, tartarugas e dentre outros.

MAROC

Um novo método anti-pirataria em jogos para PC está acabando com a alegria de hackers

Já foi muito mais fácil piratear jogos de PC – e não estamos falando dos tempos em que as ferramentas DRM que tanto incomodam jogadores pelo mundo não eram usadas por desenvolvedores. Nos últimos anos, grupos que crackeiam jogos passaram a encontrar muito mais dificuldades para arranjar um jeito de se jogar alguma coisa sem precisar pagar por ela.

A nova ferramenta foi empregada em dois grandes jogos recentes – Just Cause 3 e Rise of the Tomb Raider, ambos da Square-Enix – e passaram dias e semanas desde a chegada desses títulos no PC e ainda não é possível pirateá-los. Ela foi desenvolvida por uma empresa chamada Denuvo e visa dificultar ao máximo a ação dos hackers, para que versões piratas não prejudiquem as vendas de um jogo próximo ao seu lançamento.

Anti-fraude

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Lançado em dezembro para PC, Just Cause 3 ainda não pode ser pirateado

Ferramentas DRM há anos incomodam jogadores de PC, e não estou falando apenas dos que usam meios ilegais para adquirir um game. Para garantir que os jogadores não estavam usando cópias piratas, muitos jogos passaram a exigir autenticação em um servidor para autorizar o jogo.

Se por um lado a medida conseguiu diminuir um pouco a pirataria, por outro ela penalizou todos os jogadores. Como precisava ser autenticado em um servidor, o jogo exigia sempre uma conexão com a internet para funcionar – mesmo para quem quisesse jogar apenas single-player. Então a jogatina offline praticamente deixou de existir, já que, sem internet, não era possível sequer acessar um modo campanha de um jogo.

Além de incomodar jogadores, os métodos DRM não eram infalíveis, e a pirataria continuou rolando solta mesmo com eles. As grandes publishers, que não gostam nada disso, passaram a buscar novas soluções, e daí surgiu o método anti-fraude da empresa australiana Denuvo. A empresa obviamente não dá muitos detalhes sobre como funciona a sua tecnologia, mas, em resumo, ela “evita debug, engenharia reversa e mudança em arquivos executáveis,” como explicou um representante ao Kotaku.

O método da Denuvo atua como um escudo para outras proteções DRM que já existem. O Steam, por exemplo, tem seu próprio sistema de DRM, que autentica o jogo que você comprou dentro da loja (ou adicionou à sua biblioteca usando uma chave de produto) na primeira vez que você abre ele. Essa ferramenta é bem simples de ser vencida e hackers levam minutos para disponibilizar versões pirateadas de jogos após o lançamento deles no Steam. Com o novo método anti-fraude, a Denuvo coleta detalhes sobre o computador que está tentando executar o jogo e gera uma chave única para aquela máquina – se ele não estiver sendo rodado naquele computador, pode ser que ele esteja sendo pirateado.

O jogo busca a chave em alguns momentos específicos definidos pelos desenvolvedores. Talvez ele pare de funcionar logo nos primeiros minutos de jogatina – talvez só lá pela metade. Assim, os hackers não conseguem saber com certeza se conseguiram quebrar o DRM do jogo, já que não há garantia de que tudo vai funcionar perfeitamente até o final do jogo.

O fim da pirataria?

Rise of the Tomb Raider

Rise of the Tomb Raider, a mais recente aventura de Lara Croft, chegou em janeiro aos PCs

O método anti-fraude da Denuvo não acaba com a pirataria, mas dificulta demais. Rise of the Tomb Raider e Just Cause 3, em algum momento, serão pirateados, mas ninguém sabe quando. Para as publishers, isso é bom: significa que, ao menos próximo ao lançamento do jogo (que é quando ele vende mais), ninguém vai conseguir jogá-lo sem pagar.

Electronic Arts, Warner Bros, Square Enix, Ubisoft e Konami são algumas das grandes publishers que já usam a tecnologia da Denuvo em seus títulos, e a tendência é que cada vez mais gente use. Na cena da pirataria, o momento é de tensão. O grupo chinês 3DM, um dos maiores do mundo quando falamos em crackear jogos, já sugeriu que “não existirá jogos de graça para jogar” em dois anos. A proteção não é sem falhas e pode ser, em algum momento, quebrada – resta saber até quando os hackers vão ter ânimo de buscar meios de fazer isso.

Facebook vigia tudo…. sabe os sites que você visita fora da rede social; saiba como bloquear essa invasão!

Quando acessamos algum site para pesquisar sobre um produto ou assunto e abrimos o Facebook em seguida, a rede social está cheia de anúncios com o mesmo tema. Estranho? Isso acontece porque, além das interações dentro do site, como as páginas curtidas e compartilhadas, a plataforma também absorve informações baseadas na navegação da Internet — via qualquer navegador ou aplicativo. Assusta? Felizmente, é possível limitar um pouco o alcance dessas “invasões”.

Como o Facebook sabe os sites que você acessa?

A forma como o Facebook lida com suas informações é um pouco complexa, mas não é diferente do que acontece com outros sites. Para tentar ser mais assertiva — e exibir posts que você vai gostar —, a rede social adota um sistema de publicidade baseado nos seus interesses online.

Rede social permite configurar anúncios (Foto: Melissa Cruz/TechTudo)
Rede social permite configurar anúncios

Ouseja, além de rastrear toda a sua atividade dentro do próprio Facebook, a rede consegue identificar quais sites você acessa. Isso também inclui outros aplicativos, não apenas os da empresa como oWhatsApp ou o Facebook Messenger.

Para isso, o Facebook trabalha com os provedores de dados. Empresas como a Acxiom, Datalogix e Epsilon são especializadas na coleta e análise dessas informações e as enviam para a rede social.

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A sequência é mais ou menos assim: o usuário visita um site ou aplicativo parceiro do Facebook, esse site contém um plugin e esse plugin grava as suas informações e as envia para a rede social. Se esse site for uma empresa anunciante, muito provavelmente o produto que você pesquisou ou foi exposto em alguma loja online — e ainda não comprou — irá aparecer como ads no seu perfil.

Entretanto, caso esse site não for anunciante, o Facebook poderá mostrar propagandas de outros anunciantes — com tema similar — baseadas na mesma pesquisa. A empresa explica que se você começa a pesquisar aleatoriamente sobre uma TV, o sistema de anúncio pode identificar o interesse em eletroeletrônicos e mostrar anúncios parecidos, como alto-falantes ou videogames.

Como descobrir quem te visitou no Facebook? Descubra no fórum TechTudo.

Configurando anúncios

O problema é que muitas vezes esses anúncios são acusados de serem invasivos — mostrando ads de temas mais sensíveis que você pesquisou como um problema médico ou um produto que queira manter em segredo. Além disso, a tecnologia usada ainda não consegue identificar se o produto já foi comprado. Mesmo após concluir a compra, a propaganda do produto ainda será visto e pode ficar se repetindo eternamente na sua tela.

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A boa notícia é que dá para evitar o abuso de anúncios na rede social. O próprio Facebook permite alterar a configuração. Uma dica é pesquisar produtos utilizando omodo anônimo do navegador. Como não grava cookies, os anúncios não serão vinculados ao seu perfil no Facebook e você não os verá.

É possível também limitar essa coleta de dados na própria rede social. Para isso vá em Configurações e clique em Anúncios. Lá é possível desativar todas as opções, incluindo os anúncios baseados em sites e aplicativos usados.

Página de configuração de anúncios do Facebook (Foto: Reprodução/Gabriel Ribeiro)
Página de configuração de anúncios do Facebook 

Outra forma de ver menos anúncios é ocultá-los na própria timeline. Dessa forma não vai diminuir o número de anúncios vistos na rede, mas é possível ocultar toda a publicidade de uma determinada empresa.

Facebook permite limitar anúncio de determinada empresa (Foto: Reprodução/Gabriel Ribeiro)
Facebook permite limitar anúncio de determinada empresa

Segundo o Facebook, você pode controlar se vê anúncios baseados em interesses online da rede social. Entretanto, ao escolher não ver os anúncios baseados em interesses online, eles podem não ser relevantes para você.

Nas palavras da rede social, a função ajuda a exibir conteúdo relevante. “A publicidade baseada em interesses online decide quais anúncios você pode gostar de ver com base na sua atividade em sites e aplicativos fora do Facebook. Sua atividade em sites e aplicativos que estão fora do Facebook mas usam os serviços e tecnologias do Facebook pode nos ajudar a saber em quais anúncios você talvez esteja interessado. Você pode ver os anúncios on-line baseados em interesses do Facebook no próprio Facebook ou em outros sites e aplicativos em que veiculamos anúncios”, diz o texto de ajuda, na seção Anúncios.

Garoto de 15 anos descobre sozinho um planeta extrassolar a 1.000 anos-luz de distância

Um Inglês estudante do ensino médio, tornou-se talvez a pessoa mais jovem a descobrir um planeta fora do nosso Sistema Solar!

O garoto chamado Tom Wagg, de 15 anos de idade, detectou o exoplaneta gigante gasoso a dois anos atrás, durante estudos e trabalhos na Universidade de Keele, na Inglaterra. Outras observações confirmaram agora a existência do planeta extrassolar, que fica a cerca de 1.000 anos-luz da Terra: o WASP-142b.

“Estou extremamente animado por ter encontrado um novo planeta, e impressionado por ter detectado ele de tão longe”, disse Tom, agora com 17 anos.

Exoplaneta descoberto por jovem de 15 anos
Ilustração artística mostra o exoplaneta WASP-142b e sua estrela-mãe.
Créditos: David Hardy

Tom analisou dados recolhidos pelo projeto WASP, procurando pequenas quedas no brilho das estrelas, que são causadas quando um planeta passa na frente delas. Essa estratégia, conhecida como “método de trânsito”, é a mesma usado pelo Telescópio Espacial Kepler, da NASA, que descobriu mais da metade dos quase 2.000 exoplanetas catalogados até agora.

WASP-142b é da classe “Júpiter Quente”. Ele tem aproximadamente o mesmo tamanho do maior planeta do nosso Sistema Solar, mas encontra-se muito perto da sua estrela, completando uma órbita a cada dois dias, disseram os pesquisadores.

Os cientistas acreditam que Júpiteres Quentes se formam relativamente longe de suas estrelas hospedeiras, e em seguida, migram para perto delas ao longo do tempo, como resultado de interações gravitacionais com outros planetas. Assim, o sistema WASP-142 provavelmente abriga mundos que ainda não foram detectados.

Tom Wagg é um estudante da escola Newcastle Under Lyme, no condado inglês de Staffordshire, Tom planeja estudar física assim que chegar na Universidade, e pediu pra participar do programa de estudos de Keele, após saber que a Universidade acolhe um grupo de pesquisas focado em exoplanetas.

“Tom está interessado em aprender sobre ciência, por isso foi fácil treiná-lo para procurar planetas”, comenta Coel Hellier, lider do projeto WASP da Universidade de Keele.

A detecção do exoplaneta WASP-142b, de Tom Wagg, foi confirmada por astrônomos na Universidade de Genebra, na Suíça, e na Universidade de Liège, na Bélgica. Parabéns Tom Wagg por sua incrível descoberta!

Casa flutuante Oculus tem design de criatura marinha

Esta é uma casa flutuante chamada Oculus, uma criação da Schoepfer Yachts.

Não está à venda ainda, mas sim em pré-produção e nas mãos de diversos arquitetos. Trata-se de um navio para os ricos e famosos com o design sensacional. Ele tem até uma “boca” na parte da frente, que imita criaturas marinhas. Além disso, amplos espaços na parte de dentro, e até uma piscina.
Há versões maiores e menores nas projeções deste iate especial. Confira as imagens.