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Morre um dos maiores jornalista do Brasil: Radialista Paulo Barboza sofreu um infarto fulminante. Luto…

dialista Paulo Roberto Machado Barboza morreu, aos 73 anos, na madrugada desta segunda-feira na cidade de São Paulo. Ele sofreu um infarto fulminante e, segundo informações da família, o velório acontece às 9h no cemitério Horto da Paz, em Itapecerica, na Grande São Paulo. A cremação deve acontecer às 17h.

Paulo Barboza trabalhava na SuperRádio, mas já trabalhou nas ádios Record, Globo, Tupi do Rio, América, Tupi de SP e Capital.
Em nota, a Prefeitura de São Paulo afirma que lamenta o falecimento de Paulo Barboza e se solidariza com sua família e seus fãs.
“Paulo Barboza foi um dos maiores nomes do rádio nacional. Exerceu a profissão por 59 anos, sempre dando voz aos mais humildes e conectado com os anseios das pessoas. Cumpriu com maestria seu importante papel de comunicador.”

Paulo foi casado por 48 anos com Eliane Barboza, que faleceu em 2015. Tem dois filhos, Paulo e Alexandra Hermínia e é avô de três netos, Paulo Felipe, Rodrigo e Maria Gabriella.

Carreira
Barboza começou sua carreira na Rádio Imperial, em 1959, na cidade de Petrópolis, no rio de Janeiro. Passou para a Petrópolis Rádio Difusora com o programa diário “De Microfone em Punho”.

Também apresentou o programa de prêmios e brincadeiras “Paulo Barboza Pergunta”. Em 1963, ganhou o prêmio de melhor rádio repórter do Estado do Rio do Sindicato dos Jornalistas, com matéria feita ao vivo do Cemitério Municipal de Petrópolis, entrevistando os coveiros e ouvindo suas histórias fantásticas. Em 1970 estreiou no Rio, na Super Rádio Tupi, das 9h às 12h, lançando o “Programa Paulo Barboza”.

O jornalista trabalhou na televisão nos canais: Tupi, Manchete, SBT, Record e Gazeta.

Sua estreia na Rede Tupi de Televisão foi com o programa “É Lá Que a Tupi Vai”. Em 1980, Barboza apresentou o “Sessão Premiada” no SBT. Em 1983, na TV Gazeta de São Paulo lançou seu show de calouros, o “Programa Paulo Barboza”.

Em 1984, de volta ao SBT, Paulo foi o primeiro apresentador do game show “TV Powww!”. Em 1988 ele foi para a Record para apresentar o “Programa Paulo Barboza“.

De 2007 a 2013, Paulo foi jurado do Troféu Imprensa, comandado por Silvio Santos.

Psicografia de Chico Xavier em 1952 previu a chegada de Moro: “Um homem leal e sincero será o estopim das mudanças nas almas Brasileiras”

Há uma mensagem do espírito de André Luís, psicografada pelo médium Chico Xavier no ano de 1952, cujo teor é assustadoramente preciso sobre o cenário político brasileiro dos anos que se seguiriam.

A sucessão de fatos psicografados tem início e fim, deixando claro que o espírito de André Luis, de alguma forma, quis nos alertar sobre um tempo de transformação pelo qual nossa nação teria que passar para alcançar uma nova consciência política.

Ao que tudo indica, estamos vivendo este tempo.

A mensagem começa relatando que “no Brasil, um líder terá morte violenta, pois as forças espirituais que vivem no Cosmos pedem ao Supremo Criador justiça por tudo que foi feito de bárbaro em nome do Supremo Criador e da Pátria.”

Pesquisadores atribuem este fato ao suicídio de Getúlio Vargas, em 1954 (lembrando que a mensagem foi psicografada dois anos antes da morte de Vargas).

“Com o desaparecimento deste, continua a mensagem, o Brasil vai passar por momentos difíceis. Diversos movimentos armados vão abalar a estrutura nacional. No meio a isto virá um homem da terra do Mártir Tiradentes e, apesar das pressões, muito fará pelo Brasil, inclusive que será o criador de uma cidade Jardim, tal qual o Éden, diferente de todas as cidades. (JUSCELINO?)

Mas será substituído por outro que muita confusão irá criar e, na sua saída injustificada, (JANIO?) vai deixar a nação abalada; e deste abalo vai começar o período crítico, até que o homem de patriotismo, vindo também da terra de Tiradentes, irá cercar-se de outros e vão derrubar a viga mestra da confusão. (TANCREDO?) E então muita coisa nova vai acontecer…”

A partir daí, André Luís narra um período de injustiças e erros onde homens, mulheres e crianças sofrerão. Saliente-se que será (ou está sendo) um momento da História mundial onde haverá fome e desespero, além de catástrofes naturais como enchentes e secas severas.

E basta lembrar-se do drama dos refugiados na Europa ou da seca em São Paulo para compreender ao que André se referia.

Por fim, a psicografia diz que “vai aparecer um homem franco, sincero e leal que, montado em seu cavalo branco e com sua poderosa espada, dará uma nova dimensão e personalidade nos destinos do Brasil, corrigindo injustiças e fazendo voltar a confiança e esperança no futuro do Brasil.” (Sérgio Moro?)

“Será combatido e criticado por seu temperamento e atitudes, mas ele contará com a proteção das Forças Supremas que habitam o Cosmos, e o Brasil será verdadeiramente o coração do mundo e, apesar de crises e ameaças, internas e externas, que irão aparecer, ele será sempre o fiel da balança pela sua fé e a esperança no destino do Brasil a ele confiado.”

Ninguém precisa acreditar em mediunidade ou profecias, ainda que as psicografias de Chico Xavier já tenham sido aceitas até como prova inconteste em processos judiciais.

Enfim, o livre arbítrio de cada um entenda como melhor convier e o bom de tudo é saber que nada acontece em vão, que estamos caminhando para dias melhores.

Annavi Martins

Mensagem em vídeo de Divaldo Franco: após o julgamento de Lula, ele conta o que acontece com o espírito corrupto, pra onde vai a alma depois de desencarnar…. leia…

ASSISTA O VÍDEO LOGO ABAIXO!

E os políticos para onde vão no mundo espiritual, aqueles que roubam o povo, que enganam, que recebem reformas chorudas?”

Rimo-nos pela espontaneidade da pergunta sem maldade, bem como da sua actualidade.

Lembrámo-nos de um facto passado com o Prof. Dr. Raul Teixeira, Físico, professor universitário, espírita, conferencista de alto nível e médium de grande recursos.

Certo dia ia efectuar uma conferência numa cidade importante do Brasil, e ao dirigir-se para almoçar num restaurante, com os seus anfitriões, enquanto esperavam que o semáforo abrisse para atravessarem larga avenida, ele via uma mulher andrajosa ali ao lado, no caixote do lixo a procurar comida e a separar o lixo mais limpo do mais sujo.

Tal cena causou-lhe tamanha impressão, que perdeu a vontade de almoçar, pese embora a necessidade de o fazer. Enquanto se tentava recompor mentalmente, já no restaurante, pensando naquele ser que nada tinha, e ele ali num restaurante com os seus amigos, apareceu-lhe, através do fenómeno da vidência espiritual, um espírito amigo que o acompanha na sua tarefa doutrinária, que o acalmou, referindo que mesmo que fosse dar comida limpa àquela senhora ela recusaria.

E o Espírito, em breves pinceladas contou a história daquela mulher, que nesta vida era a reencarnação de um famoso político brasileiro, ainda hoje muito conceituado, e que por ter prejudicado tanto o povo, tinha reencarnado numa condição miserável, devido ao mecanismo do complexo de culpa que fez, após a morte do corpo de carne, no mundo espiritual (onde não conseguimos esconder nada, nem de nós, nem dos outros), voltando numa condição miserável para aprender a valorizar aquilo que ele tanto desprezara na vida anterior: as dificuldades financeiras do próximo.

Curiosamente, o nome desse famoso político estava afixado nesse local, dando nome à avenida, e essa mulher, por um mecanismo de fixação inconsciente, não largava aquele local onde outrora lhe prestaram grandes homenagens.  

Não era um castigo divino, mas sim uma decorrência da Lei de Causa e Efeito, onde cada um colhe de acordo com os seus actos, pensamentos e sentimentos.

No mundo espiritual, e em futuras reencarnações, cada um colhe de acordo com o que semeou no seu passado. Assim se justificam as dissemelhanças de sofrimentos morais entre os homens.

Sendo o Espiritismo uma ciência de observação e uma filosofia de consequências morais, cujos princípios têm vindo a ser confirmados por muitos cientistas que se dedicam à pesquisa do Espírito, como seria bem diferente o nosso planeta se todos aqueles que roubam, que enganam, que se aproveitam do poder que têm, que exploram os empregados, se conhecessem a reencarnação (hoje uma evidência científica), a imortalidade do espírito e a comunicabilidade dos espíritos.

Esse conhecimento dar-lhes-ia um novo rumo existencial, na certeza de que todos os nossos actos se repercutirão inevitavelmente sobre nós, para o bem ou para o mal, conforme a qualidade dos mesmos, nesta vida, no mundo espiritual e em vidas futuras.

Estudando e pesquisando o Espiritismo, qualquer pessoa pode aferir das mesmas descobertas, demonstrando assim a universalidade dos ensinamentos que os Espíritos deram.

Tentar escamotear a situação com um simples “eu não acredito nisso“, não vai alterar a responsabilidade que cada um de nós tem sobre os seus pensamentos, sentimentos e atitudes.

Gostaríamos de poder responder a quem nos questionou, que os políticos e todos os homens de poder no nosso planeta Terra, se sentiriam felizes no mundo espiritual, ao sentirem o seu dever cumprido, em prol do povo que lideraram, com justiça, com lealdade. Mas, infelizmente, essa ainda não é a nossa realidade e também não será, com profunda pena nossa, a realidade futura dos actores políticos que nos governam na Terra, em futuras reencarnações, onde terão de reparar os seus erros e abusos com dolorosas expiações.

Assista o vídeo:

VÍDEO ESPETACULAR: Divaldo Franco alerta o que acontece com o político corrupto no mundo espiritual quando morre. Assista o vídeo…

E os políticos para onde vão no mundo espiritual, aqueles que roubam o povo, que enganam, que recebem reformas chorudas?”

Rimo-nos pela espontaneidade da pergunta sem maldade, bem como da sua actualidade.

Lembrámo-nos de um facto passado com o Prof. Dr. Raul Teixeira, Físico, professor universitário, espírita, conferencista de alto nível e médium de grande recursos. Certo dia ia efectuar uma conferência numa cidade importante do Brasil, e ao dirigir-se para almoçar num restaurante, com os seus anfitriões, enquanto esperavam que o semáforo abrisse para atravessarem larga avenida, ele via uma mulher andrajosa ali ao lado, no caixote do lixo a procurar comida e a separar o lixo mais limpo do mais sujo.

Tal cena causou-lhe tamanha impressão, que perdeu a vontade de almoçar, pese embora a necessidade de o fazer. Enquanto se tentava recompor mentalmente, já no restaurante, pensando naquele ser que nada tinha, e ele ali num restaurante com os seus amigos, apareceu-lhe, através do fenómeno da vidência espiritual, um espírito amigo que o acompanha na sua tarefa doutrinária, que o acalmou, referindo que mesmo que fosse dar comida limpa àquela senhora ela recusaria.

E o Espírito, em breves pinceladas contou a história daquela mulher, que nesta vida era a reencarnação de um famoso político brasileiro, ainda hoje muito conceituado, e que por ter prejudicado tanto o povo, tinha reencarnado numa condição miserável, devido ao mecanismo do complexo de culpa que fez, após a morte do corpo de carne, no mundo espiritual (onde não conseguimos esconder nada, nem de nós, nem dos outros), voltando numa condição miserável para aprender a valorizar aquilo que ele tanto desprezara na vida anterior: as dificuldades financeiras do próximo.

Curiosamente, o nome desse famoso político estava afixado nesse local, dando nome à avenida, e essa mulher, por um mecanismo de fixação inconsciente, não largava aquele local onde outrora lhe prestaram grandes homenagens.  Não era um castigo divino, mas sim uma decorrência da Lei de Causa e Efeito, onde cada um colhe de acordo com os seus actos, pensamentos e sentimentos.

No mundo espiritual, e em futuras reencarnações, cada um colhe de acordo com o que semeou no seu passado. Assim se justificam as dissemelhanças de sofrimentos morais entre os homens.

Sendo o Espiritismo uma ciência de observação e uma filosofia de consequências morais, cujos princípios têm vindo a ser confirmados por muitos cientistas que se dedicam à pesquisa do Espírito, como seria bem diferente o nosso planeta se todos aqueles que roubam, que enganam, que se aproveitam do poder que têm, que exploram os empregados, se conhecessem a reencarnação (hoje uma evidência científica), a imortalidade do espírito e a comunicabilidade dos espíritos.

Esse conhecimento dar-lhes-ia um novo rumo existencial, na certeza de que todos os nossos actos se repercutirão inevitavelmente sobre nós, para o bem ou para o mal, conforme a qualidade dos mesmos, nesta vida, no mundo espiritual e em vidas futuras.

Estudando e pesquisando o Espiritismo, qualquer pessoa pode aferir das mesmas descobertas, demonstrando assim a universalidade dos ensinamentos que os Espíritos deram.

Tentar escamotear a situação com um simples “eu não acredito nisso“, não vai alterar a responsabilidade que cada um de nós tem sobre os seus pensamentos, sentimentos e atitudes.

Gostaríamos de poder responder a quem nos questionou, que os políticos e todos os homens de poder no nosso planeta Terra, se sentiriam felizes no mundo espiritual, ao sentirem o seu dever cumprido, em prol do povo que lideraram, com justiça, com lealdade. Mas, infelizmente, essa ainda não é a nossa realidade e também não será, com profunda pena nossa, a realidade futura dos actores políticos que nos governam na Terra, em futuras reencarnações, onde terão de reparar os seus erros e abusos com dolorosas expiações.

Carta psicografada de Cássia Eller: chocante e longa passagem pela “zona morta”, com riqueza de detalhes, deixa em choque até os mais céticos sobre a reencarnação

Você vai ler um relato muito sério, de uma pessoa que levou a vida como bem entendeu, sem se preocupar com absolutamente nada…

Não somos ninguém para julgar os outros, mas tenho certeza que você vai parar para pensar na sua vida e na vida das pessoas que você ama.

Onde os nossos erros nos levam, quanto tempo perdemos sem dar atenção pra quem amamos, e as velhas perguntas de sempre: quem sou eu, de onde vim, pra onde vou…

Apenas a fé pode responder essas perguntas. Leia e compartilhe.

Introdução

“Se eu disser para vocês que o inferno existe, acreditem, pois eu estava mergulhada nele, de corpo e alma, num espaço sombrio e frio, bem interno do ser, dos pés à cabeça, sem tempo, sem luz, nem descanso e afogava-me, a cada segundo, num oceano de matéria viscosa que roubava até minha ilusória alegria”.

Assim começa uma carta psicografia de um médium ditada pela cantora Cássia Eller, morta no dia 29 de dezembro de 2001, aos 39 anos, após sofrer quatro paradas cardíacas.

O Lar de Frei Luiz, renomado centro espírita localizado no bairro de Jacarepaguá, na Zona Oeste do Rio, confirmou que, de fato, a carta foi psicografada no local. Segundo o presidente, Wilson Pinto, a mensagem foi recebida por um médium na noite de 7 de maio, durante uma reunião de dependência química.

Leia a carta que seria de Cássia Eller na íntegra

“Se eu disser para vocês que o inferno existe, acreditem, pois eu estava mergulhada nele, de corpo e alma, num espaço sombrio e frio, bem interno do ser, dos pés à cabeça, sem tempo, sem luz, nem descanso e afogava-me, a cada segundo, num oceano de matéria viscosa que roubava até minha ilusória alegria… Naquele lugar não havia luz, somente nuvens cinza e chuvas com raios e trovões, gritos estridentes e desesperados, gemidos surdos, pedidos de socorro, lágrimas, desalento, tristeza e revolta…

Preciso descrever mais as cenas dantescas de animais que nos mastigavam e, em seguida, nos devoravam sem consumir nossos corpos; se é que posso dizer que aquilo, que sobrou de mim, era um corpo humano. queria fugir para bem longe dali, mas tudo em vão, quanto mais me debatia no fluido grudento, mais me afundava e, quando alcançava, de novo, a superfície apavorante, mãos e garras afiadas faziam-me submergir naquele líquido pastoso e mal cheiroso.

Dragões lançavam chamas de suas bocas sujas e nos queimavam, machucando e estilhaçando a pouca consciência que me restava da lembrança de minha estada no corpo físico, neste planeta azul. Guardiões das trevas olhavam atentos seus presos e vigiavam todos os movimentos realizados naquele imenso espaço de sofrimentos, dores, lamentos, depressões, angústias e arrependimentos tardios… O ar era ácido e provocava convulsões diversas.

Perguntava-me porque ali estava se nada fizera por merecer tão infeliz destino, depois de ser expulsa do corpo de carne através do uso maciço de drogas. A dúvida assaltava-me os raros momentos de raciocínio menos desequilibrado e as crises de abstinência trancavam todas as portas que dariam acesso à saída daquele campo de penitência de espíritos rebeldes e viciados com eu.

Os filmes de horror que assisti, quando encarnada, estariam ainda muito distantes dos padecimentos, pânicos, pavores e temores que ficariam para sempre registrados na minha memória mental, os piores dias que vivi até hoje, como joguete e marionete de forças que me escravizavam o ser, debilitado, fraco, desprovido de energias, suja, carente e chorosa.

Não me lembrava do que acontecera comigo… Quando o medo é maior que as necessidades básicas, a mente fica encarcerada num labirinto hipnótico e “torporizante” de emoções truncadas e desconectadas da realidade… Assemelha-se a um pesadelo sem fim, sempre com final trágico e apavorante. Quando conseguia conciliar um pequeno tempo de sono; era imediatamente desperta por seres que me insultavam e xingavam, acusavam-me de suicida maldita e jogavam-me lama misturada com pedras…

Insetos e anfíbios ajudavam a traçar o perfil horrendo dos anos que passei no umbral. Preciso escrever estas palavras para nunca mais me esquecer: “Com o fenômeno da morte, nós não vamos para o umbral, nós já estamos no umbral quando tentamos forjar as leis maiores da criação com nossas más intenções e tendências viciantes”.

Tudo fica registrado num diário mental que traça nosso destino futuro, no bem ou no mal. O umbral não fora criado por Deus; ele é de autoria dos espíritos que necessitam de um autêntico e genuíno estágio educativo em zonas inferiores, onde poderão se depurar de suas construções aleijadas no campo dos sentimentos e dos pensamentos disformes, mal estruturados e mal conduzidos por nossa irresponsabilidade, de mãos dadas com a imensa ignorância que nos faz seres infelizes e distantes da tão sonhada paz de consciência.

Após alguns anos umbralinos, despertei numa tarde serena, num campo verdejante e calmo. Não acreditava no que via, pois tudo, agora, parecia um sonho… Percebi, ao longe, o canto de uma ave que insistia em acordar-me daquele pesadelo no qual já me acostumava a viver; a morrer todos os dias… Seu canto era uma música que apaziguava meu coração e aguçava meus pensamentos na lembrança de como fui parar ali naquele campo gramado e repleto de árvores.

Consegui sentar-me na relva e ao olhar todo aquele espaço natural, deparei-me com milhares de outros seres como eu, nas mesmas condições de debilidade moral, usufruindo, agora, de um bem que não merecia, mas vivia ! Todos nós dormíamos e fomos despertos com música e preces em favor de todos os presentes…

A maioria era de jovens e adultos, poucos idosos e centenas de enfermeiros que olhavam atentos para nossos movimentos no gramado. Com seus olhos serenos, projetavam em nós a mansidão e a paz tão esperadas por nossos corações enfermos, débeis e carentes de atenção, de afeto e carinho.

Alguém me tocava, de leve, os ombros e chamava-me pelo nome, como se me conhecesse há muito tempo. Eu identifiquei aquela voz e “temia” olhar para trás e confirmar minha impressão auditiva, era Cazuza todo de branco, como lindo enfermeiro, de cabelos cortados bem curtos e estendia suas mãos para que eu levantasse, caminhasse e conversasse um pouco em sua companhia.

Não consegui me levantar, porque uma enxurrada de lágrimas vertia dos meus olhos, como nascente de rio descendo a montanha das dores que trazia no peito. Meu ídolo ali estava resgatando e cuidando de sua fã, debilitada e muito carente. Ele cantou pequena canção e tive a capacidade de avaliar o que Deus havia reservado para aqueles que feriam suas leis e buscavam consolo entre erros escabrosos e desconcertantes.

A misericórdia divina sempre conspira a nosso favor, nós desdenhamos do amor divino com nossas desatenções e desequilíbrios das emoções comprometedoras, que arranham e esmagam as mais puras sementes depositadas no ser imortal. aprendi palavras boas ! Somente agora enxergo que sou espírito e que a vida continua e precisa seguir o curso natural das existências, como na roda-gigante: hora estamos aqui no alto; hora estamos aí embaixo encarnados.

Daqui de cima, parece ser mais fácil compreender porque temos de respeitar as leis e descer num corpo físico para, igualmente, quando aí estivermos, conquistarmos, pelo trabalho no bem, a lucidez que explica porque há a reencarnação, filha da justiça divina.

Após um tempo no campo reconfortante, fui reconduzida para um hospital onde me recupero até hoje dos traumas e cicatrizes que criei no corpo do perispírito. As lesões que provoquei foram muito graves, passei por várias cirurgias espirituais e soube que minha próxima encarnação será dolorosa e expiarei asma, deficiência mental e tuberculose. Mesmo assim, estou reunindo forças para estudar, pois sempre guardamos, no inconsciente, todos os aprendizados conquistados.

Reencarnarei numa comunidade carente no interior do Brasil e passarei por muitos reveses, para despertar em mim o valor da vida do espírito na pobreza e na doença crônica. Peço orações e a caridade dos corações que já sabem o que fazem e para onde desejam chegar. Invistam suas forças e energias espirituais em trabalhos de auxílio ao próximo e serão, naturalmente, felizes. Obrigada por me aceitarem como necessitada que sou!”. Cássia Eller

Pois é meus amigos…. a coisa é séria mesmo… leia mais sobre o assunto, clique aqui.

Divaldo Franco esclarece o que acontece com o político corrupto no mundo espiritual quando ele morre. Assista o vídeo…

E os políticos para onde vão no mundo espiritual, aqueles que roubam o povo, que enganam, que recebem reformas chorudas?”

Rimo-nos pela espontaneidade da pergunta sem maldade, bem como da sua actualidade.

Lembrámo-nos de um facto passado com o Prof. Dr. Raul Teixeira, Físico, professor universitário, espírita, conferencista de alto nível e médium de grande recursos. Certo dia ia efectuar uma conferência numa cidade importante do Brasil, e ao dirigir-se para almoçar num restaurante, com os seus anfitriões, enquanto esperavam que o semáforo abrisse para atravessarem larga avenida, ele via uma mulher andrajosa ali ao lado, no caixote do lixo a procurar comida e a separar o lixo mais limpo do mais sujo.

Tal cena causou-lhe tamanha impressão, que perdeu a vontade de almoçar, pese embora a necessidade de o fazer. Enquanto se tentava recompor mentalmente, já no restaurante, pensando naquele ser que nada tinha, e ele ali num restaurante com os seus amigos, apareceu-lhe, através do fenómeno da vidência espiritual, um espírito amigo que o acompanha na sua tarefa doutrinária, que o acalmou, referindo que mesmo que fosse dar comida limpa àquela senhora ela recusaria.

E o Espírito, em breves pinceladas contou a história daquela mulher, que nesta vida era a reencarnação de um famoso político brasileiro, ainda hoje muito conceituado, e que por ter prejudicado tanto o povo, tinha reencarnado numa condição miserável, devido ao mecanismo do complexo de culpa que fez, após a morte do corpo de carne, no mundo espiritual (onde não conseguimos esconder nada, nem de nós, nem dos outros), voltando numa condição miserável para aprender a valorizar aquilo que ele tanto desprezara na vida anterior: as dificuldades financeiras do próximo.

Curiosamente, o nome desse famoso político estava afixado nesse local, dando nome à avenida, e essa mulher, por um mecanismo de fixação inconsciente, não largava aquele local onde outrora lhe prestaram grandes homenagens.  Não era um castigo divino, mas sim uma decorrência da Lei de Causa e Efeito, onde cada um colhe de acordo com os seus actos, pensamentos e sentimentos.

No mundo espiritual, e em futuras reencarnações, cada um colhe de acordo com o que semeou no seu passado. Assim se justificam as dissemelhanças de sofrimentos morais entre os homens.

Sendo o Espiritismo uma ciência de observação e uma filosofia de consequências morais, cujos princípios têm vindo a ser confirmados por muitos cientistas que se dedicam à pesquisa do Espírito, como seria bem diferente o nosso planeta se todos aqueles que roubam, que enganam, que se aproveitam do poder que têm, que exploram os empregados, se conhecessem a reencarnação (hoje uma evidência científica), a imortalidade do espírito e a comunicabilidade dos espíritos.

Esse conhecimento dar-lhes-ia um novo rumo existencial, na certeza de que todos os nossos actos se repercutirão inevitavelmente sobre nós, para o bem ou para o mal, conforme a qualidade dos mesmos, nesta vida, no mundo espiritual e em vidas futuras.

Estudando e pesquisando o Espiritismo, qualquer pessoa pode aferir das mesmas descobertas, demonstrando assim a universalidade dos ensinamentos que os Espíritos deram.

Tentar escamotear a situação com um simples “eu não acredito nisso“, não vai alterar a responsabilidade que cada um de nós tem sobre os seus pensamentos, sentimentos e atitudes.

Gostaríamos de poder responder a quem nos questionou, que os políticos e todos os homens de poder no nosso planeta Terra, se sentiriam felizes no mundo espiritual, ao sentirem o seu dever cumprido, em prol do povo que lideraram, com justiça, com lealdade. Mas, infelizmente, essa ainda não é a nossa realidade e também não será, com profunda pena nossa, a realidade futura dos actores políticos que nos governam na Terra, em futuras reencarnações, onde terão de reparar os seus erros e abusos com dolorosas expiações.

Maior líder espírita do Brasil, Divaldo Franco diz que ideologia de gênero é imoralidade comunista. Assista o vídeo e compartilhe a verdade!

O médium e líder espírita Divaldo Franco resumiu que ela marca “um momento de alucinação psicológica da sociedade”.

Atribuiu ao marxismo a tese de que a escravidão moral de um povo é um caminho mais efetivo que a escravidão meramente econômica, descrevendo, fundamentalmente, a famigerada subversão cultural gramsciana.

Elogiou a atuação do juiz Sérgio Moro e da “República de Curitiba” no “desnudar da hipocrisia”, deixando claro que o juiz não “provocou escândalo” algum e sim o desvelou.

A ideologia de gênero seria mais um instrumento de confusão, difundido em cartilhas para convulsionar as mentes infantis; é preciso fiscalizar os governantes para combater tal imposição, de uma “imoralidade ímpar”, tal como o aborto, que as mesmas forças políticas tentam tornar inteiramente legal.

DIVALDO FRANCO ALERTA O BRASIL: “ESTAMOS EM RISCO. OS ESPÍRITOS DE LUZ NÃO ESTÃO PODENDO NOS AJUDAR”. LEIA AGORA E REPASSE A MENSAGEM….

ATENÇÃO POVO BRASILEIRO:

Preocupados com a situação de desconsolo e tristeza que vive o povo brasileiro, os maiores do plano espiritual enviaram instruções para que todos os irmãos participem do movimento espírita cristão, no sentido de formar uma corrente composta por centros de luz em todo o nosso país, visando alterar o padrão mental e vibratório do povo desta nação, pátria do evangelho e coração do mundo.

Alertam-nos estes irmãos sobre a onda negativa que paira sobre a nossa pátria, propiciando a formação de clima deletério, similar ao ocorrido da segunda guerra mundial, onde a luta espiritual foi maior do que a ocorrida no plano físico e que levou a humanidade ao sofrimento supremo que todos nós conhecemos.

Nos dizem os orientadores do bem, que se prosseguir o clima ora instaurado entre as pessoas, com o sentimento de ódio, vingança, desesperança e pessimismo, há que se contar a possibilidade de ver iniciada uma guerra civil, levando as últimas consequências, as mazelas oriundas do fratricídio que ela impõe.

Porém, tendo em conta que somos filhos de Deus, pai infinitamente bom e justo, esta falange de amor nos indica o medicamento perfeito para revertermos as consequências da terrível doença que assola o coração do nosso povo: a prece verdadeira e direta em favor dos nossos desorientados governantes e a mudança imediata do nosso padrão mental trocando o pessimismo pelo otimismo, a tristeza pela alegria, o medo pela coragem e principalmente a desesperança pela certeza de que tudo que possa nos acontecer tem a permissão do Pai Maior.

Devido a grande concentração de energias negativas emanadas pelas pessoas insatisfeitas com a política e seus representantes, o Brasil precisa parar e orar!

“Estou preocupado com essa semana que está chegando. Peço uma corrente de oração para que os guardiões possam iluminar as mentes e os corações dos nossos governantes terrestres. A nação corre perigo. Divulgue. Peço que divulguem essa mensagem”Divaldo Franco

Entre em oração, juntos somos mais fortes e vamos livrar o nosso Brasil dessa situação.

Junte-se as almas que compartilharam essa mensagem e essa energia positiva.

Gratidão!

Clique aqui, veja muito mais sobre Divaldo Franco e visite nossa coluna sobre espiritualidade

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Mensagem em vídeo de Divaldo Franco: após o julgamento de Lula, ele conta o que acontece com o espírito corrupto, pra onde vai a alma depois de desencarnar…. leia…

Quem é Divaldo Franco? O homem que, por caridade, tem mais de 600 filhos adotivos e mais de 200 netos e bisnetos. Ele é um verdadeiro apóstolo!

A criação e o fim do mundo em diversas culturas

Você provavelmente conhece a história do Genesis , Adão e Eva e a maçã, não? E a Teoria do Big Bang, aquele ovo cósmico que explodiu e gerou tudo que conhecemos hoje?

Diversas mitologias: Astecas , maias , japonesas , chinesas, grega, egipcia, nórdica, suméria, mongol entre outras.

Também colocamos os pontos de vistas das religiões, desde o zoroatrismo até o cristianismo. Para melhorar (ou piorar, depende de quem observa), publicamos também as crenças e mitos a respeito do Fim do Mundo das religiões e mitologias que são escatológicas. Para quem gosta, é um prato cheio.

A CRIAÇÃO

Os astecas acreditavam que, antes do presente, existiam outros mundos formados por quatro sóis, cada um com um tipo de habitante:

  • Gigantes, que foram mortos por jaguares enviados por Tezcatlipoca;
  • Humanos que foram assomados por um grande vento feito por Quetzalcóatl, e então eles precisaram agarrar-se a árvores, transformando-se em macacos;
  • Humanos que viraram pássaros para não morrerem na chuva de fogo enviada por Tlaloc;
  • Humanos que viraram peixe para não morrerem no diluviu causado pela deusa Chalchiuhtlicue;
  • e os humanos atuais, predestinados a sumir pela destruição empreendida por Deus do sol pelos terremotos.

No quinto sol, tudo era negro e morto. Os deuses se reuniram em Teotihuacán para discutir a quem caberia a missão de criar o mundo, tarefa que exigia que um deles teria que se jogar dentro de uma fogueira. O selecionado para esse sacrifício foi Tecuciztecatl. No momento fatídico, Tecuciztecatl retrocede ante o fogo; mas o segundo, um pequeno Deus, humilde e pobre (usado como metáfora do povo asteca sobre suas origens), Nanahuatzin, se lança sem vacilar à fogueira, convertendo-se no Sol. Ao ver isto, o primeiro Deus, sentindo coragem, decide jogar-se transformando-se na Lua.

Ainda assim, os dois astros continuam inertes e é indispensável alimentá-los para que se movam. Então outros deuses decidiram sacrificar-se e dar a “água preciosa”, necessária para criar o sangue. Por isso se os homens são obrigados a recriar eternamente o sacrifício divino original.

Eles acreditavam que os deuses gostavam destes sacrifícios. Eles eram geralmente praticados com prisioneiros de guerras. Para eles era uma honra dar a vida por um deus.

O FIM

Bem, os Astecas viviam com o tormento do fim do mundo; ou como eles chamavam, do fim do Sol; sobre suas cabeças. Para eles, a humanidade atual seria a quinta, tendo, portanto, sido precedida por outras quatro.

A cada ciclo de 52 anos, segundo a mitologia Mexicana, o mundo corria sério risco de extinção, pois isso já havia ocorrido outras vezes no passado. Na realidade, o primeiro Sol, chamado naui-ocelotl (quatro-jaguar), teria sido destruído pelos jaguares, isso mesmo, os grandes felinos Mexicanos teriam descido das montanhas e devorado a humanidade.

O segundo Sol, chamado naui-eecatl (quatro-vento), teria sido destruído por Quetzalcoatl, o deus do vento, que teria soprado sobre o mundo um vento mágico que transformou a humanidade em macacos.

O terceiro Sol, chamado naui-quiauitl (quatro-chuva), teria sido destruído por Tlaloc, o deus da chuva, da água, do raio (de tudo relacionado à água, inclusive doenças), teria criado um imenso dilúvio que teria submergido o mundo em águas destruindo toda a humanidade.

Do gigantesco dilúvio, que durou 52 anos (este era um número pragmático para os Astecas, muito provavelmente por corresponder à metade do tempo (104 anos) que levava para que o início de um ano terrestre coincidisse com o início de um ano de Vênus, planeta pelo qual os Astecas tinham adoração), sobreviveram apenas um homem e uma mulher. No entanto, a humanidade não descende deles, pois, por terem sobrevivido, contrariando o desejo dos deuses, Tezcatlipoca os teria transformado em cães.

O nosso mundo, ou nosso Sol, denominado naui-ollin (quatro-terremoto) teria sido recriado pela bondade de Quetzalcoatl, que resgatou do inferno (reino do deus Mictlantecuhtli) os ossos dos mortos e, regando-os com seu próprio sangue, restaurou-lhes a vida para reinar entre eles. Porém, como vimos anteriormente, Tezcatlipoca expulsou-o para Tlillan Tlapallan, de onde prometeu voltar para resgatar seu trono.

Para impedir nosso mundo de ser destruído, coisa que os Astecas acreditavam que pudesse acontecer a cada 52 anos, eles faziam uma cerimônia especial chamada de Fogo Novo.

Em todas as casas, se apagava o fogo e se quebrava toda a louça, os sacerdotes escolhiam um prisioneiro para ser sacrificado e o conduziam até o topo do monte uixachtecatl. Lá, o prisioneiro era sacrificado, tendo seu peito aberto por uma faca de sílex. Depois, um dos sacerdotes pressionava uma tocha acessa contra o peito aberto do indivíduo (às vezes ainda vivo) quando o fogo da tocha se apagava, era considerado aceso o Fogo Novo.

Para festejar, cada família reacendia seu fogo e comprava louças novas, enquanto que o Tlatoani realizava alguma obra (geralmente a ampliação do Grande Templo) como forma de expressar sua gratidão aos deuses por mais 52 anos de existência.

Ao todo, foram realizadas sete cerimônias do Fogo Novo (1195, 1247, 1299, 1351, 1403, 1455 e 1507), a primeira delas enquanto os Astecas ainda estavam em marcha para o México. A oitava, prevista para 1559, não se realizou porque o Império já havia sido conquistado pelos Espanhóis.


A CRIAÇÃO

Na mitologia maia, Tepeu e Gucumatz (o Quetzalcoatl dos astecas) são referidos como os criadores, os fabricantes, e os antepassados. Eram dois dos primeiros seres a existir e se diz que foram tão sábios como antigos. Huracán, ou o ‘coração do céu’, também existiu e se lhe dá menos personificação. Ele atua mais como uma tempestade, da qual ele é o deus.

Tepeu e Gucumatz levam a cabo uma conferência e decidem que, para preservar sua herança, devem criar uma raça de seres que possam adorá-los. Huracán realiza o processo de criação enquanto que Tepeu e Gucumatz dirigem o processo. A Terra é criada, junto com os animais. O homem é criado primeiro de lama mas este se desfaz. Convocam a outros deuses e achem ao homem a partir da madeira, mas este não possui nenhuma alma. Finalmente o homem é criado a partir do milho por uma quantidade maior de deuses e seu trabalho é completo.

O FIM

Apesar do que muitas pessoas pensam, O calendário maia não termina em 2012, como alguns afirmaram, e esse povo antigo nunca considerou tal ano como o tempo do fim do mundo, dizem arqueólogos. Mas 21 de dezembro de 2012, (um dia a mais ou a menos) foi, todavia, importante para os maias.

“É a época em que o maior ciclo do calendário maia – 1.872.000 dias ou 5.125,37 anos – acaba e um novo ciclo começa”, disse Anthony Aveni, especialista em povo maia e arqueoastrônomo da Universidade Colgate em Hamilton, Nova York.
Os maias registravam o tempo em uma escala que poucas culturas consideraram. Durante o apogeu do império, os maias inventaram a Grande Contagem – um comprido calendário circular que “transplantava as raízes da cultura maia desde a criação do mundo em si”, Aveni disse.

Durante o solstício de inverno de 2012, encerra-se a era atual do calendário da Grande Contagem, que começava no que os maias viam como o último período da criação do mundo: 11 de agosto de 3114 a.C. Os maias escreveram essa data, que precedeu sua civilização em milhares de anos, como o Dia Zero, ou 13.0.0.0.0.

Em dezembro de 2012, a longa era termina e o complicado calendário cíclico volta ao Dia Zero, iniciando outro grande ciclo.

“A ideia é que o tempo se renova, que o mundo se renova novamente – muitas vezes após um período de estresse – da mesma forma que renovamos o tempo no dia de Ano Novo ou mesmo na segunda-feira de manhã”. Assim, 21 de dezembro não é o final dos tempos para os maias e sim, o final de um ciclo e o inicio de um novo e glorioso ciclo, que ninguém sabe ao que se refere. Os maias não era uma cultura escatologica, eles não acreditavam que o mundo teria fim. Sua crença consistiam em ciclos infinitos que acabavam e recomeçavam.

A menção a Nibiru surgiu porque em algumas escritas maias, havia a citação do décimo terceiro planeta ( os maias também foram grandes astrólogos, eles sabiam tudo de astronomia, para se ter idéia, sabiam com exatidão espantosa a movimentação dos corpos celestes, coisa que os europeus só descobriram no século 18 com ajuda de telescópios ).

Em uma das suas profecias, eles se referem à chegada de um senhor dos céus, coincidindo com o encerramento de um ciclo numérico, que acreditam ser o final do ciclo que se encerra em 21 de dezembro de 2012, embora não haja a afirmação de qual ciclo numérico eles estariam fazendo referência. Também não é dito quem seria o “senhor dos céus” mas como os maias também citaram a existência do décimo terceiro planeta, alguém provavelmente ligou uma coisa a outra.


A CRIAÇÃO

O princípio do universo é a formação única de Deus, que não se fez do nada, e sim, autocriou seus aspectos. Os aspectos de Deus, como dito anteriormente, chamam-se neteru (no singular: neter no masculino e netert no feminino). Tudo vem a início de um líquido infinito cósmico chamado Nun (Nu ou Ny), este é o ser subjetivo. Quando esse líquido se autocria e torna-se real, é Atum, o ser objetivo.

Essa passagem é semelhante a passagem de inconsciente para consciente do ser humano. Atum criou uma massa única universal, que deu origem há uma explosão, porém pré-planejada. Atum também tem o poder de “tornar-se a si mesmo”, que segundo os antigos egípcios, é algo muito complicado para um humano, seria uma “obra divina”. Mas isto é o princípio da Terra. A oração para a transformação de Atum, é a seguinte:

Salutamos a vós, Atum!

Salutamos a vós, aquele que torna a si mesmo!

Vós sois em vosso nome o altíssimo!

Vós tornais em vosso nome Khepri, aquele que se torna si mesmo!

Khepri, é um nome dado ao primeiro neter da Terra, Rá, o que é outra forma de Atum. Para criar a Terra, Rá deu origem ao Sol da manhã, enquanto o Sol da tarde era Atum. Cuspiu Chu e Tefnut, que deram origem a ar e a umidade. A seguir outro texto de “obra divina”:

Fui anterior aos dois anteriores que criei, pois tinha prioridade sobre os dois anteriores que criei.

Visto que meu nome é anterior ao deles, porque criei-os antes dos dois anteriores.

Os próximos neteru a serem gerados eram Geb e Nut, que criaram os dois ambientes da Terra: o céu e a terra (plana). Estes também deram origem aos quatro neteru da vida: Osíris, Ísis, Seth e Néftis. Osíris criou a vida no além e todo o processo de jornada até o céu. Ísis é responsável por todos os seres vivos. Seth representa os opostos, mas também coisas más, como ódio e caos. Néftis representa o deserto, a orientação, e o ato de morte. A história desses quatro neteru é a origem do próximo a ser gerado.

Lembrando que as próximas histórias são semelhantes aos humanos porque esses neteru eram de espécies bem próximas aos humanos. Existem milhares de versões, no geral a história é a seguinte: Osíris era o neter que criou o ciclo de vida e morte, por isso governava a terra. Seth, movido a inveja, resolveu armar uma forma de matá-lo. Então, de forma incerta, provavelmente mostrando outra intenção, o trancafiou em um caixão e jogou no Nilo para se perder e ninguém nunca achar.

Néftis percebeu isso e avisou Ísis, quando começaram a procurar e encontraram um caixão, e recuperaram Osíris. Seth como era uma forma do mal, esquartejou a forma material de Osíris em 40 pedaços e espalhou-os por todo o deserto e no Nilo. Ísis, depois de muito tempo, conseguiu encontrar todos eles, exceto o pênis, que foi devorado por três peixes. Então, Osíris uniu-se a Ísis e gerou um filho, a primeira ideia de “imaculada concepção”, ela ficou conhecida com “Virgem Ísis”.

O filho era Hórus, o herdeiro que então lutou contra Seth, perdendo um olho na batalha, mas consegui vencê-lo. Esse olho ficou conhecido como “Olho de Hórus”, que foi reconhecido como símbolo de proteção pelos egípcios. A seguir uma oração relacionada a isso:

Ó benevolente Ísis

que protegeu o seu irmão Osíris,

que procurou por ele incansavelmente,

que atravessou o país enlutada,

e nunca descansou antes de tê-lo encontrado.

Ela, que lhe proporcionou sombra com suas asas

e lhe deu ar com suas penas,

que se alegrou e levou o seu irmão para casa.

Ela, que reviveu o que, para o desesperançado, estava morto,

que recebeu a sua semente e concebeu um herdeiro,

e que o alimentou na solidão,

enquanto ninguém sabia quem era…

Hórus também era conhecido como o “salvador da humanidade”. Depois disso, Seth se tornou um neter menor. Também há histórias dizendo que Hórus encarnou na terra e mostrou ensinamentos à humanidade. Ele seria guiado pela estrela Sirius e presenteado em seu nascimento por três reis, que seriam representados pelas Três Marias. Também fez milagres na terra, como andar sobre as águas do Nilo. Em outra versão, teria ressuscitado um homem chamado El-Azar-Us. Foi morto pelo faraó (por inveja deste) e também teria ressuscitado alguns dias depois. Fora da terra, teria se casado com Hator.


A CRIAÇÃO

De acordo com a mitologia nórdica, no início, antes do despertar dos deuses, havia apenas um grande precipício vazio chamado Ginnungagap. Ao norte do vazio estava a região de névoa e gelo chamada Nifleheim, e ao sul a região de fogo Muspelheim. No meio de Nifleheim corre Hvergelmir, uma cascata de onde saem onze rios conhecidos coletivamente como Elivagar. Conforme estes afastavam-se de sua fonte até as bordas do Ginnungagap, o frio congelou suas águas e vapores transformando-os em gelo e neve.

Quando as labaredas de Muspelheim encontraram-se com os Elivagar, o calor derreteu o gelo e formou um grande gigante de gelo, Ymir. Enquanto ele dormia, o suor de seu corpo formou o primeiro de sua prole de gigantes de gelo glacial. Tempos mais tarde, o derretimento do gelo criou uma vaca chamada Audhumla, e de seu ubere corriam quatro rios de leite, de onde se alimentavam Ymir e seus filhos. Para se alimentar, a vaca lambia as pedras de gelo salgado, e após três dias ela descobriu no gelo um homem forte e esbelto chamado Buri. Buri casou-se com uma das filhas de Ymir e teve um filho, Bor, que teve três filhos com outra donzela gelada, chamados Odin, Vili e Ve, os primeiros Aesires.

Logo que os gigantes tornaram-se cientes dos deuses eles começaram uma guerra, que acabou quando os três deuses mataram Ymir, cujo sangue afogou todos os gigantes de gelo exceto Bergelmir, do qual teve origem uma nova raça de gigantes de gelo. Odin e seus irmãos carregaram o corpo de Ymir para fora do Ginnungagap e fizeram a Terra de seu corpo e as rochas de seus ossos. Pedras e cascalho originaram-se dos dentes e ossos esmigalhados do gigante morto, e seu sangue preencheu o Ginnungagap, dando origem aos lagos e mares.

A abóbada celeste foi formada de seu crânio esfacelado. Dos parasitas do corpo de Ymir, eles criaram os anões, e quatro anões chamados Nordri, Sudri, Austri e Vestri sustentam o crânio de Ymir. Do cabelo de Ymir formou-se a flora, e de seu cérebro originaram-se as nuvens. Tições de Muspelheim foram colocados no céu, e assim surgiram as estrelas. A Terra era um grande círculo rodeado pelo oceano, e os deuses haviam construído uma grande muralha a partir das pestanas de Ymir, que circundavam este local que eles nomearam Midgard.

Uma enorme serpente chamada Jormungandr, a Serpente de Midgard, rodeia toda a extensão do círculo da Terra, devorando qualquer homem que queira sair de Midgard. Após isso, Odin e seus irmãos criaram o lar dos deuses, Asgard a Cidade Dourada. Em seguida Odin criou mais deuses, os Aesires, para povoar Asgard. Um outro grupo de deuses, os Vanires, surgiu exatamente antes ou após os Aesires. Suas origens são muito misteriosas, mas eles parecem povoar Vanaheim, uma terra próxima de Asgard.

Os Aesires são claramente deuses da guerra e do destino, enquanto os Vanires aparentam ser deuses de fertilidade e prosperidade. Por um longo tempo uma terrível guerra ocorreu entre estas duas raças divinas, causada pelo rapto de uma Vanir, Gullveig, que guardava o segredo de criar riquezas, fato este que atiçou a cobiça dos Aesires. Nenhum dos lados parecia próximo de alcançar a vitória. A paz foi finalmente arranjada quando os dois grupos concordaram em trocar reféns. Os Vanires mandaram Njord e seus filhos gêmeos Frey e Freya para viver com os Aesires, e estes mandaram Hoenir, um homem grande que eles disseram ser um de seus melhores líderes, e Mimir, o mais sábio dos Aesires, para viver com os Vanires.

Os Vanires ficaram desconfiados de Hoenir, acreditando que ele era menos capaz do que os Aesires disseram e percebendo que suas respostas eram menos autoritárias quando Mimir não estava presente para aconselhá-lo. Quando eles perceberam que haviam sido trapaceados, os Vanires cortaram a cabeça de Mimir e mandaram-na de volta aos Aesires. Aparentemente, os Aesires consideraram isto como um preço justo por terem enganado os Vanires, pois os dois lados permaneceram em paz.

Com o passar do tempo, as duas raças foram se integrando e tornaram-se grandes aliadas. Após estabelecerem controle sobre Asgard, Odin criou o primeiro homem, Ask, de um freixo e a primeira mulher, Embla, de um olmo. Odin deu a cada um dos dois um espírito, Hoenir presenteou eles com seus cinco sentidos e a habilidade de se mover, e Lodur deu a eles vida e sangue.

FONTE: pt.shvoong.com

O FIM

Na mitologia nórdica, Ragnarök (Destino Final dos Deuses) é a batalha que levará ao fim do Mundo (igual ao apocalipse no cristianismo), na região de Midgard. Será travada entre os deuses ( Aesires e Vanires, liderado por Odin) e as forças do mal (os gigantes de fogo, os Jotuns entre outros monstros, liderados por Loki). Esta batalha não levaria apenas à destruição dos deuses, gigantes e monstros: o próprio universo seria despedaçado irreversivelmente em partes.

Estes dois grupos foram rivais desde o início dos tempos, mas os Aesir conseguiram ao longo de sua existência, prender alguns dos principais gigantes e o própio Loki, que ficou atado em tortura eterna numa caverna. Mas pela influência das mentiras de Loki, Rune-Midgard começa a sofrer grandes males, como um rigoroso inverno, batalhas e caos entre os seres humanos.

O sol e a lua -Sol e Mani- são finalmente consumidos pelos dois lobos místicos, Skoll, perseguidor do Sol, e Hati, perseguidor da Lua (ou Mani). Estes lobos, de acordo com a mitologia, são os causadores dos eclipses solares e lunares. Quando Sol e Mani são devorados pelos lobos, a terra treme, e assim vários seres, incluindo Loki e Fenrir (um de seus muitos filhos, um gigantesco lobo) são soltos, desencadeando o Ragnarök.

Os Aesir, alertados, juntam-se aos Einhejar, os valorosos guerreiros mortos, e aos vanas, os espíritos naturais, e rumam ao campo de Vigrid, onde há muito tempo havia sido predito que a última batalha tomaria forma.

De um lado, os Aesir, Vanas e Einhejar, e do outro os gigantes do gelo, o exército de mortos de Hel (deusa do inferno)e Loki e seus seguidores. Uma grande batalha acontece, marcando o fim dos deuses e dos gigantes: Odin é morto por Fenrir, mas o fere mortalmente; Thor mata Jomungard, a serpente gigante que habita os mares de Midgard, mas é envenenado por ela; Loki é morto e mata Heimdall, um dos mais valentes Aesir.

O céu escurece e as estrelas caem em Midgard, que é consumido pelo fogo e depois tragada pelo mar. Pouco dos antigos Aesir sobrevivem, e o Ragnarök destrói também Midgard. Das ruinas da batalha, um novo sol subirá aos céus, e uma nova terra se erguerá dos mares. Lif e Lifthrasir, os dois únicos humanos sobreviventes,que se esconderam sob as raízes de Yggdrasil, a árvore que sustentava os nove mundos, repovoarão o mundo, agora livre de seus males, num tempo de harmonia entre deuses e homens.


A CRIAÇÃO

Os deuses começaram a habitar primeiramente em um lugar chamado Takamagahara. Quando chegou a sétima geração desses deuses, o deus chamado Izanagi, ou o Pai do Céu, e a deusa chamada Izanami, ou a Mãe da Terra, receberam do Senhor do Céu uma lança e, sobre uma ponte flutuante do céu (Ama-no-ukihashi), mexeram o mar com essa lança. Das gotas de sal que caíam e se solidificavam, formou-se uma ilha chamada de Onokoro. Os dois desceram até a ilha, escolheram a coluna celeste e construíram um palácio.

Izanami deu uma volta na coluna celeste e, ao ver Izanagi, falou: “Que homem bonito!”. A seguir, Izanagi disse: “Que mulher bonita!”. E assim os dois se tornaram um corpo só e começaram a criar outras ilhas. Porém, quando olharam para elas, perceberam que não estavam muito boas. Então, voltaram ao céu para consultar os outros deuses. Eles explicaram aos dois que não é bom que uma mulher dite as primeiras palavras. Assim, o casal retornou ao palácio e, dessa vez, foi Izanagi quem dirigiu as primeiras palavras à Izanami.

Unidos dessa forma, começaram a nascer belas ilhas, uma após a outra. Primeiro nasceu a ilha de Awaji, depois a de Shikoku, em seguida a de Honshu e as demais, totalizando oito ilhas. Além delas, Izanami procriou o Deus da Montanha, do Mar, do Vento, e mais 35 deuses. Ao dar à luz ao seu último deus, o Deus do Fogo, morreu queimada.

Não conseguindo esquecer Izanami, Izanagi vai até o mundo dos mortos para encontrá-la. Izanami fica feliz e deseja muito retornar à Terra, mas pede a Izanagi para não olhá-la até que o Deus da Morte lhe dê permissão para retornar. Ansioso demais para revê-la, Izanagi quebra a promessa e acaba olhando para sua amada. Qual não foi o seu susto! O corpo dela estava coberto de vermes e com oito tipos de trovão. Assustado, Izanagi começa a fugir.

A mulher tenta aprisioná-lo enviando a tropa dos deuses do trovão. Na fuga, Izanagi apanha três pêssegos e atira-os contra os perseguidores, que são afugentados pelo seu poder mágico. Ele fecha a entrada do Mundo dos Mortos com uma pesada rocha que demandaria a força de mil homens para removê-la. Bastante irada, Izanami roga uma praga, dizendo de trás da rocha: “Para me vingar de você, matarei por dia, 1 mil homens do seu país!”. Izanagi retruca: “Então farei com que nasça 1,5 mil crianças por dia!”.

Izanagi purifica o seu corpo maculado por ter ido até o mundo dos mortos, através de outros relacionamentos. Nessa ocasião também nasceram muitos deuses. Por último, enquanto ele lavava seu rosto, do olho esquerdo nasceu a Deusa Amaterasu (a Deusa do Sol) a quem concede o domínio de Takamagahara e, do olho direito nasce Tsukuyomi-no-mikoto, a quem concede o domínio da noite, e do nariz nasce Susano-no-mikoto a quem concede o domínio do mar. Para a Deusa Amaterasu, ele ofereceu um colar feito de pedras. Com o nascimento desses deuses, que fornecem energia para o sol, para a lua e para o mar, dando-lhes vida e movimento, iniciam-se as atividades do universo.

A Deusa Amaterasu é a figura central e de maior importância na mitologia japonesa. Foi ela quem deu origem à família imperial. Ela é cultuada no Templo Ise, pertencente à família imperial. Até antes da Segunda Guerra, os japoneses acalentavam o desejo de visitar o local menos uma vez na vida. Não por ser o templo da família imperial, mas para rezar e pedir por uma farta colheita à deusa Amaterasu, fonte da vida, ao Deus da Água Sarutahiko, e à Deusa dos Cereais, Toyouke.


A CRIAÇÃO

No início dos tempos havia dois mundos: Orum, espaço sagrado dos orixás, e Aiyê, que seria dos homens, feito apenas de caos e água. Por ordem de Olorum, o deus supremo, o orixá Oduduá veio à Terra trazendo uma cabaça com ingredientes especiais, entre eles a terra escura que jogaria sobre o oceano para garantir morada e sustento aos homens. Na mitologia iorubá o deus supremo é Olorun, chamado também de Olodumare.

Não aceita oferendas, pois tudo o que existe e pode ser ofertado já lhe pertence, na qualidade de criador de tudo o que existe, em todos os nove espaços do Orun.

Olorum criou o mundo, todas as águas e terras e todos os filhos das águas e do seio das terras. Criou plantas e animais de todas as cores e tamanhos. Até que ordenou que Oxalá criasse o homem.

Oxalá criou o homem a partir do ferro e depois da madeira, mas ambos eram rígidos demais. Criou o homem de pedra – era muito frio. Tentou a água, mas o ser não tomava forma definida. Tentou o fogo, mas a criatura se consumiu no próprio fogo. Fez um ser de ar que depois de pronto retornou ao que era, apenas ar. Tentou, ainda, o azeite e o vinho sem êxito.

Triste pelas suas tentativas infecundas, Oxalá sentou-se à beira do rio, de onde Nanã emergiu indagando-o sobre a sua preocupação. Oxalá fala sobre o seu insucesso. Nanã mergulha e retorna da profundeza do rio e lhe entrega lama. Mergulha novamente e lhe traz mais lama. Oxalá, então, cria o homem e percebe que ele é flexível, capaz de mover os olhos, os braços, as pernas e, então, sopra-lhe a vida.

O FIM

Na mitologia Iorubá, não há um mito especifico sobre o fim. Para muitas vertentes, ele é inconcebível. O mais próximo disso é o desaparecimento de Oxumaré. Oxumaré, orixá da chuva e do arco-íris, o Dono das Cobras. Oxumaré (Òsùmàrè) é o orixá de todos os movimentos, de todos os ciclos. Se um dia Oxumaré perder suas forças o mundo acabará, porque o universo é dinâmico e a Terra também se encontra em constante movimento.

Tudo será permanente, o planeta ficará sem os movimentos de translação e rotação; imaginem uma estação do ano permanente, uma noite permanente, um dia permanente. Oxumaré comanda a transformação, os ciclos e o fim desses é o fim do mundo. Oxumaré mora no céu e vem à Terra visitar-nos através do arco-íris. Ele é uma grande cobra que envolve a Terra e o céu e assegura a unidade e a renovação do universo. Filho de Nanã Buruku, Oxumaré é originário de Mahi, no antigo Daomé, onde é conhecido como Dan.

Na região de Ifé é chamado de Ajé Sàlugá, aquele que proporciona a riqueza aos homens. Teria sido um dos companheiros de Odudua por ocasião de sua chegada a Ifé. Dizem que Oxumaré seria homem e mulher, mas, na verdade, este é mais um ciclo que ele representa: o ciclo da vida, pois da junção entre masculino e feminino é que a vida se perpetua. Oxumaré é um Orixá masculino. Oxumaré é um deus ambíguo, duplo, que pertence à água e à terra, que é macho e fêmea. Ele exprime a união de opostos, que se atraem e proporcionam a manutenção do universo e da vida. Sintetiza a duplicidade de todo o ser: mortal (no corpo) e imortal (no espírito). Oxumaré mostra a necessidade do movimento da transformação.


A CRIAÇÃO

Essa, com certeza, é uma das mitologias mais importantes quando abordamos o criacionismo. Isso porque, foi a partir da mesma que outras culturas e religiões tomaram forma. Embora muitos não admitam, muitos textos sagrados de diversas culturas são cópias de textos sumerios.

A mitologia da criação em geral é dividida em dois tipos: a) Cosmogonia, relativa à criação do cosmos, e b) Antropogonia, relativa à criação da humanidade. Esta distinção é importante, porque enquanto que existem textos específicos relatando a antropogonia suméria, não existem textos diretos tratando somente sobre a cosmogonia. Ou seja, o que sabemos sobre as crenças dos sumérios sobre o assunto deve freqüentemente ser apreendido a partir de textos que não se relacionam entre si. Apesar das cosmogonias apresentadas nestes textos apresentarem variações, alguns padrões distintos podem ser estabelecidos, e estes fornecem uma compreensão mais ampla a respeito das crenças sumérias relativas à criação do cosmo.

Duas abordagens bastante diferentes podem ser vistas em textos sumérios. A primeira, chamada de Modelo de Eridu, está relacionada às crenças dos habitantes das regiões ao Sul da Mesopotâmia. A esfera do ser divino primordial aqui não é o céu ou a terra, mas as águas, definidas pelo termo Engur. Este termo tem como sinônimo Abzu/Abpsu, “as águas doces das profundezas”, e é definido como a fonte subterrânea das águas que emergem das profundezas da terra. Acreditava-se serem estas águas a fonte das terras férteis dos pântanos que deram vida a esta região da Terra Entre os Rios.

O símbolo usado para Engur pode também ser usado para Namu, a deusa-mãe dos primeiros tempos da teologia da Mesopotâmia. Os textos descrevem Namu/Engur como ¨a mãe, a primeira, que deu à luz aos deuses do universo ¨ Ela é uma deusa sem consorte, o útero auto-procriador, a matéria primordial, inerentemente feminina, as águas férteis do abzu*. O Modelo do Norte substitui a primazia das águas pela dualidade céu-terra. Neste modelo, ¨o Céu e a Terra são os dois vistos como a matéria-prima que gerou a vida, e este fato é feito ainda mais explícito ao fazer o símbolo de Céu e Terra ser igual ao de Engur.

Algumas vezes, um ou outro vem primeiro. Na lista de deuses, por exemplo, Anu nasce da Terra, ou seja, Uras (a terra masculina), e Ninuras (a terra feminina) Em uma das genealogias de Enlil, a terra também aparece primeiro, mas o enfoque está apenas no seu aspecto feminino, relativo à agricultura. O texto relativo à origem das cáries (que se pensava ser a origem das dores de dente) mostra o céu como o primogênito:

Depois que Anu tinha criado os céus, o céu criado a terra, a terra criado os rios, os rios criado os canais, os canais, criado os pântanos, os pântanos criado as minhocas …

A versão mais aceita da cosmologia, entretanto, é aquela encontrada no texto Gilgamesh, Enkidu e o Mundo Subterrâneo, na qual nos é contado:

Nos primeiros dias, nos distantes primeiros dias, nas primeiras noites, nas distantes primeiras noites, nos primeiros anos, nos distantes primentos anos. Nos dias de outrora, quando tudo o que era vital foi trazido à existência, nos dias de outrora, quando tudo o que tinha vida era bem criado. Quando o pão era degustado nos templos desta terra, Quando o pão era cozido nos fogões desta terra, Quando o Céu havia se separado da Terra, Quando o nome do homem [e da mulher] foi fixado, Quando Anu carregou consigo os céus, Quando Enlil carregou consigo a Terra

A criação do cosmos foi, portanto, produto da separação da massa primordial sem forma, constituída pelo Céu e a Terra. Esta massa, segundo o que podemos depreender, foi criada por Namu/Engur. Infelizmente, não possuímos nenhuma fonte suméria para explicar como surgiu Nammu/Engur, se ela foi criada, ou se, pelo contrário, foi sempre uma força pré-existente. Pode ser neste ponto que o mito da Criação Babilônica tenha auxiliado os antigos escribas semíticos, pois entre os semitas as “Águas Primordiais Pré-Existentes” deram origem a Mumu (Namu).

Numa tábua que traz a listagem dos deuses sumérios, Namu é descrita como ” a mãe que deu à luz aos céus e à Terra ” . Segue-se daí que a união de Anu com Ki (céu e terra), que produziu os Grandes Deuses, os Anunaki, e que Enlil, o primeiro dos Anunaki, o deus do Ar, separou o céu da Terra, as duas forças cósmicas que deram origem a tudo o que existe. Enlil, o jovem deus do Ar, decide então tomar conta para sempre, de sua mãe, a Terra em flor.

É importante salientar, entretanto, que Céu e Terra não devem ser vistos neste contexto como entidades separadas, mas sim como seres numa Unidade Essencial que compreende esta dualidade. Para os mesopotâmicos, a terra e os céus não constituíam domínios separados, mas eram duas partes de um mesmo todo. A Terra e o Céu eram complementares, um dependendo do outro e ambos igualmente importantes.

Desta forma, a força criadora inicial, de acordo com o ponto-de-vista dos sumérios, era muito atômica em sua natureza: a criação vinha de um todo, que, entretanto, era feito de partes constituintes; e foi a separação destas forças, ou seja, a fusão do átomo, que provocou esta criação. É por esta razão que tanta atenção é dada ao ato de separação no esquema do universo. Este poder, que os antigos sumérios viam como inerente nesta separação de forças, iria continuar a ser muito importante no contexto religioso, onde encantos eram geralmente fundamentados pela sentença ” pelo Céu e pela Terra”.

A criação e propagação da vida vegetal após estes fatos, foi vista, em contraste, como resultado da união, ao invés da separação da Terra e do Céu. A mesma união que trouxe à vida os Grandes Deuses:

A Grande Terra fez-se gloriosa, seu corpo floreceu com pastagens verdes. A Terra Ampla adornou-se com ornamentos de prata e lápis lazuli, diorita, calcedônia, cornalina e diamantes. O Céu cobriu as pastagens com irresistível atração sexual, e apresentou-se em toda majestade. A jovem terra, deusa e mulher mostrou-se para o puro Céu, e o vasto Céu copulou com a Terra. As sementes dos heróis Madeira e Junco o Céu derramou no útero da Terra. Que recebeu a semente do Firmamento dentro de si…

Portanto, vemos como as energias da criação transformaram-se de energia atômica (energia de separação) em energia sexual (energia da união) ao longo do processo de concepção do universo. O movimento na direção desta forma de imagens sexuais iria continuar nos relatos sumérios sobre a criação do homem.

O mito de Etana dá-nos algumas indicações sobre a forma deste universo. Neste mito, o herói, Etana, foi carregado até os céus por uma águia. Desta forma, Etana pôde descrever a forma de mundo. A forma do mundo seria semelhante a uma nau de cabeça para baixo num grande oceano. A grande montanha que constituía a Terra tinha a forma hemisférica. Este hemisfério flutuava sobre o mar da terra, descansando sobre as Profundas Águas do Apsu, que suportavam tudo.

A alguma distância da Terra, estendiam-se os céus, que também tinham a forma de um hemisfério. E mais:

Acima da cúpula dos céus havia uma outra massa de águas, o oceano celestial, que suportava a cúpula dos céus e a mantinha firme em seu lugar, para que não quebrasse e caísse tal qual enchente sobre a Terra. Do lado de baixo da cúpula, as estrelas tinham os seus cursos, e o deus da Lua seguia o seu caminho. Na cúpula, ainda, havia dois portais, um ao Leste e o outro a Oeste, para uso do deus Sol.

Utu então salta da terra por sobre a terra das montanhas do extremo Leste do hemisfério da Terra ao pôr-do-sol, voltando para as Grandes Profundezas das montanhas do pôr-do-sol, localizadas na extremidade oeste. Sabemos a partir do mito da Descida de Inana que este Mundo era cercado por sete muralhas e sete portais, o primeiro deles sendo o portal de Ganzir. No centro destas muralhas estava Egalkurzagin, ” o palácio da montanha lustrosa”, que abrigava os seres do Mundo Subterrâneo. Entre os céus e a Terra (apesar de ser classificado como parte da Terra) havia uma região na qual a atividade atmosférica da terra tomava lugar.

A Fundação do Firmamento, entretando, descansava sobre as extremidades da Terra. Acima desta Fundação, estava a região inferior dos Céus, onde se pensava ocorrer a moção periódica dos planetas. Acima desta região, estava e-sara, onde residiam as estrelas fixas. O firmamento celeste, por seu turno, suportava o oceano das águas celestiais, o Ziku.

A fonte da antropogonia suméria é mais direta do que as que temos para a Cosmogonia. Esta pode ser encontrada em um texto conhecido chamado ¨O nascimento do Homem ¨, onde nos é contado que os deuses menores carregavam toda a carga da criação, e que os deuses maiores trabalhavam bem menos, ou seja, nas palavras literais do mito:

Quando os deuses agiam como homens, eles faziam todo trabalho, e muito labutavam. O trabalho era enorme, grande o esforço, pois os deuses do céu, os Anunaki, faziam os Igigi, os deuses mais jovens da Terra, carregar uma carga sete vezes maior.

Mas esta vida de labuta logo traz dissenção entre os deuses, e os deuses menores ameaçam revolta. Namu, a mãe de Enki, escuta o clamor dos deuses menores e leva tais palavras até seu filho. Enki resolve criar um substituto para fazer os trabalhos para os deuses. Através da mágica de Enki e de seus ajudantes, uma delas a escolhida de Enki, Ninhursag, tem origem a humanidade:

Enki, ao ouvir a voz de sua mãe Namu, levanta-se do seu leito em Halankug, seu espaço para reflexão,” o sábio e ardiloso deus, o habilidoso guardião do céu e da terra, e construtor de todas as coisas, chamou Imma-en and Imma-shar. Enki então estendeu seu braço na direção delas, e viu que o feto estava crescendo, e Enki viu que o bebê se acordava com a consciência no coração

Enki então chama por Namu, para que ela “molhe o núcleo da argila do Apsu” , a partir da qual nasceram todos os deuses. Lá, Enki deposita o feto, e portanto em Namu foi o embrião da humanidade criado. Esta parte do mito é elaborada em maiores detalhes no mito de Atrahasis. Neste mito, a criação dos homens e mulheres também é fruto da necessidade dos deuses de terem quem possa trabalhar para eles. Em resposta ao pedido dos deuses de que lhes sejam rendidos seus trabalhos, Enki é chamado para dar origem aos homens e mulheres, com a ajuada de Nintu (Ninhursag). Enki responde:

No primeiro, no sétimo e no décimo-quinto dia do mês, devo fazer um ritual de purificação por lavagem. Então, um deus deverá ser sacrificado. E os deuses poderão ser purificados por imersão. Nintu deverá então misturar a argila com a carne e sangue [deste deus]. Então, homem e deus irão existir juntos na argila. Que o rufar dos tambores seja ouvido para sempre, que o espírito venha a existir a partir da carne do Deus, que a deusa proclame então este ser como um símbolo vivo dela mesma. Que a deusa ensine ao ser que viver desta grande dádiva. E que para tal fato jamais seja esquecido, que o espírito permaneça para sempre

Creio ser esta uma das mais impressionantes passagens da literatura suméria. Mesmo começar a querer penetrar nas suas profundezas é uma tarefa de monta. Primeiramente, gostaria de salientar ” o espírito/fantasma” que nasce do ritual de Enki aqui descrito. Estudiosos modernos geralmente crêem que este termo mostra um trocadilho entre as palavras etemmu (fantasma) e temmu (inteligência).

Eles ignoram, entretanto, o fato de que temmu também é um termo usado para descrever o espírito sem corpo de homens e mulheres e que sobrevive à morte, ou seja, a Alma. Portanto, é importante de que entendamos de que do corpo do deus sacrificado foi criada a Alma, e não apenas uma criatura terrena nascida da argila transformada do Apsu.

Além do mais, esta Alma deveria servir a um propósito maior do que o citado no mito ¨A criação do Homem”, ou seja, enquanto ainda que os homens e mulheres estivessem destinados a preencher os trabalhos anteriormente exigidos dos deuses para o desenvolvimento da criação na Terra, a alma destes mesmos homens e mulheres surgiu, foi criada para servir como um sinal vivo do sacrifício do deus, que cedeu o seu espírito para a humanidade. E para que tal dádiva jamais fosse esquecida, a Alma a partir de então existiria para sempre, e os sacerdotes e sacerdotisas escribas descreveram tal fato poeticamente da seguinte forma:

E que o rufar dos tambores [energia, o pulsar do universo, grifo da tradutora] seja ouvido para sempre

Portanto, os homens e mulheres foram criados tanto como seres físicos, nascidos da argila fértil das águas doces das profundezas da terra, e também como criaturas do espírito, com o sangue dos deuses e donos de uma alma imperecível e imortal, para servir aos deuses e aos seus irmãos e irmãs da criação, na lembrança eterna do sacrifício de vida mundana e eterna que criou a humanidade.

VERTENTE Zecharia Sitchin PARA CRIAÇÃO

Zecharia Sitchin é um escritor/pesquisador/estudioso/arqueólogo/historiador da cultura sumeria que diz ter descoberto o significado das escrituras sumerias após seus estudos e criou assim sua própria hipótese para criação do homem. Ele é um dos poucos estudiosos do mundo capacitados a traduzir a escrita cuneiforme, característica das civilizações mesopotâmicas, é atualmente escritor e consultor da NASA. Sitchin decifrou 2.000 cilindros de barro sumerianos encontrados no Golfo Persa, onde eles viveram desde cerca de 6.000 anos atrás.

Alguns destes fragmentos, que remontam a 4.000 A.C., estão em museus ao redor do mundo. Um fragmento em particular, atualmente na Alemanha, indica que a Terra é o sétimo planeta, contando a partir de Plutão. O espaço de tempo é de quatro milênios antes que a astronomia moderna confirmasse a existência de Plutão como um planeta em nosso sistema solar.O mais impressionante são os dados sobre Plutão (planeta que só foi descoberto em 1930). Eles sabiam o tamanho de Plutão, sua composição química e orgânica e afirmavam que Plutão era na verdade um satélite de Saturno que se “desprendeu” e ganhou uma nova órbita.

Basicamente, o legado do conhecimento sumário revela que a Terra, teve origem através da colisão de dois gigantescos corpos celestes, Nibiru e Tiamat. Os escritos afirmam que Nibiru, um planeta avermelhado (Que já foi avistado pela NASA e atualmente vem sendo chamado de “planeta X”) foi desviado de um sistema binário, há milhares de anos, e capturado pela gravidade do nosso Sol.

Naquela época não havia o planeta Terra, mas sim outro planeta muito maior, Tiamat, coberto quase que só de água. Durante a trajetória, as luas de Nibiru atingiram Tiamat dividindo-o em duas partes e empurrando a outra metade para uma órbita mais baixa, a atual órbita da Terra. Durante esse processo, uma das luas de Nibiru foi capturada pela gravidade da Terra, e se tornou o nosso satélite. A primeira passagem de Nibiru foi responsável pela atual configuração do nosso sistema solar. Plutão era uma lua de Saturno que foi arrancada de sua gravidade e empurrada para a sua atual órbita. Em Fevereiro de 2000, chegava ao fim da “Missão Near” (sonda Near) da NASA, chefiada pelo Dr. Cheng, confirmando esta gigantesca trombada celeste no início do nosso sistema solar (catastrofismo).

Sitchin também elaborou sua teoria em cima de um povo alienigena chamado Anunnaki, que significa “Aqueles que desceram dos céus” na língua suméria; para os hebreus eram Nefilim, Elohim e para os egípcios antigo, Neter. Descobertas arqueológicas e artefatos recolhidos nos últimos duzentos e cinqüenta anos são a base da teoria de Zecharia que diz que uma avançada civilização proveniente de Nibiru – um planeta distante, mas do nosso próprio sistema solar – desembarcou na antiga Mesopotânia a aproximadamente 450 mil anos atrás; Segundo Z.S. eram os Anunnaki, alienígenas que colonizaram a Terra com o propósito de extrair grandes quantidades de ouro. Sua mão-de-obra foi arrebanhada entre os humanos primitivos, que foram manipulados geneticamente.

Há 250 mil anos, o sistema de colonização alienígena começou a declinar em virtude da pouca produtividade e rebeliões dos escravos humanos, especialmente nas minas. “Os Anunnaki decidiram então criar um novo ser para substituir os humanos primitivos. O geneticista Enki e o chefe de medicina Ninhursag, realizaram diversas experiências e criaram um híbridos usando material do homo-erectus, de animais e dos próprios Anunnaki, o que segundo Zecharia explicaria o motivo do elo perdido nunca ter sido encontrado. O resultado foi o homo-sapiens, que veio ao mundo para ser escravo. Como os primeiros homo-sapiens eram híbridos, não se reproduziam. Como precisavam de mais escravos e o tempo que dedicavam para criarem mais servos estava comprometendo os volumes de produções, realizaram novas experiências que permitiram a auto-procriação de suas criaturas.

Quando os sapiens tornavam-se muito numerosos, parte deles era expulso das cidades Anunnaki e, assim, gradualmente espalharam-se pelo planeta. Mas as criaturas surpreenderam os criadores: eram belos e se desenvolviam muito bem. Algumas fêmeas começaram a servir de parceiras sexuais para os colonizadores. Essas uniões eram férteis, produziam prole. Mas isto era uma situação inaceitável para a elite dos Anunnaki que decidiram exterminar a população colonizada – a humanidade – provocando uma colossal inundação em época próxima à reentrada de Nibiru nas proximidades da órbita da terra. Esse dilúvio aconteceu há aproximadamente de 12 mil anos atrás.

Muitos humanos foram salvos por Enki, que simpatizava com aqueles que ele mesmo havia criado. Por milhares de anos, homens e mulheres foram escravos e soldados. Os Anunnaki usavam seus servos nas guerras que travaram entre si, na construção de palácios e cidades, em instalações astronômicas localizadas em todos os continentes. Eles ocuparam não somente a Mesopotâmia, como também o Egito, a Índia, as Américas. Por isso os sinais de sua presença são encontrados em praticamente todo o mundo.
Seis mil anos depois do dilúvio, os Anunnaki que aqui permaneceram resolveram que era hora de deixar o planeta e, gradualmente, conduziram a raça humana à independência, introduzindo um sistema sóciopolítico fortemente hierarquizado. Linhagens de reis foram estabelecidas, possivelmente considerando a descendência direta dos próprios Anunnaki: eram os “Iniciados”, versados em ciências como matemática e astronomia, conhecedores de técnicas de medicina, arquitetura e engenharia. Dinastias cuja continuidade era feita por meio “colégios” – os “colégios dos mistérios”

O FIM

Não consegui encontrar uma fonte segura para sobre os sumerios. Encontrei um livro com algumas citações apenas do que os sumerios considerava o fim do seu mundo. O Fato é que depois do advento da idéia de fim do mundo em 2012 é quase impossível encontrar o mito do fim do mundo na internet, limpo, da forma como ele foi escrito sem haver alteração do autor levando a balança para o lado de Zecharia Sitchin. Quem souber uma fonte confiável e quiser compartilhar, deixe no comentário que nós iremos alterar esse trecho do post.


A CRIAÇÃO

Bai-Ulgan e Esege Malan são as divindades criadoras. Ot é a deusa do casamento. Tung-ak é o deus padroeiro dos chefes tribais. Os Uliger são narrativas épicas tradicionais, e o Epic do Rei Gesar é partilhado por muitos povos da Ásia Central e do Tibete. Erlig Khan (Erlik Khan) é o Rei do Mundo Inferior. Daichin Tengri é o deus da guerra, vermelho, a quem os soldados inimigos eram por vezes sacrificados durante batalhas e campanhas militares. Zaarin Tengri é um espírito que dá a Khorchi (na História Secreta dos Mongóis) uma visão de uma vaca que mugia: “O céu e a Terra concordaram em fazer de Temujin (posteriormente Gengis Khan) senhor da nação”. O lobo, o falcão, o cervo e o cavalo também eram animais com uma importante simbologia.

Existiam diversos mitos de criação mongóis. Num deles, a criação do mundo era atribuída a um lama. No início existia apenas água, e este lama desceu dos céus empunhando um bastão de ferro, com o qual começou a mexer a água. O movimento gerou vento e fogo, e do centro das águas a Terra foi formada. Outra narrativa também atribui a criação do céu e da Terra a um lama, chamado Udan. Udan primeiro separou as terras dos céus, e então dividiu ambos em nove andares, criando nove rios. Após a criação da própria Terra, o primeiro homem e a primeira mulher foram criados a partir da argila, tornando-se os progenitores de toda a humanidade.

Outra teoria sobre o início do mundo menciona um gás em agitação, que teria ficado cada vez mais quente e úmido, precipitando uma forte chuva que criou os oceanos. Poeira e areia teriam subido à superfícia, e formado a Terra. Já outro relato menciona o Buda Sakyamuni procurando sobre a superfície do mar uma maneira de criar a Terra, quando ele teria visto um sapo dourado. Buda então perfurou com uma flecha o lado leste do sapo, fazendo com que ele se voltasse para o norte; de sua boca então saiu fogo, e de parte traseira saiu água. Buda jogou então areia dourada sobre suas costas, que se transformaram na terra firme.

Assim então teriam surgido os cinco elementos terrenos: a madeira e o metal da flecha, fogo, água e a areia. Todos estes mitos datam do século XVII, quando o chamado ‘xamanismo amarelo’ (variante do budismo tibetano que utiliza formas xamanísticas) se estabeleceu na Mongólia. O xamanismo negro, do período pré-budista, sobrevive apenas no extremo norte da Mongólia, em torno do lago Khuvsgul, e na região em torno do lago Baikal, onde a perseguição empreendida pelos lamaístas não foi tão eficaz.


A CRIAÇÃO

O poderoso Marduk dos cinqüenta nomes era o deus da guerra e do céu dos antigos Babilônios. Ele criou a Babilônia como seu lar e os seres humanos para viver lá e trabalhar para os deuses, depois de derrotar a maligna Tiamat.

Filho de Ea e Dumkina, Marduk começa sua existência no abismo profundo, no coração de Apsu. Ele nasceu já maduro, forte e belo, com quatro olhos e quatro orelhas e cuspia fogo sempre que falava. Ele tinha o dom da mágica e comandava os ventos. Marduk era um herói, líder desde o nascimento, pertencendo a geração de deuses jovens e eleito rei dos Igigi para destruir Tiamat.

Tiamat era a terrível deusa da terra, do caos primordial. Ela pertence às fileiras dos antigos deuses, dos quais ela estava abusando. E é Marduk quem é escolhido para matá-la, no mito babilônico da criação. Este mito narra a batalha entre Marduk e Tiamat, o bem e o mal. Foi escrito entre os séculos 8 e 12 a.C. mas origina-se de tempos anteriores, da mitologia suméria, no Enuma Elish.

Marduk, maior entre os deuses, foi feito rei e sua tarefa heróica era matar Tiamat. Ele confeccionou uma rede para prendê-la e então chamou os ventos, subiu em sua biga e partiu para a batalha. Seguiu o som da fúria de Tiamat e encontrou-a. Esta tentou persuadi-lo com feitiços e palavras, mas Marduk era muito esperto para ela. Ele a desafiou para uma batalha somente entre eles e ela aceitou.

Eles tiveram uma longa e árdua batalha e finalmente Marduk a aprisionou em sua rede usando os ventos contra ela. Tiamat então tentou engolir Marduk mas este ordenou ao vento Imhullu adentrar sua boca mantendo-a aberta. O deus então disparou uma flecha que a perfurou por dentro matando-a. Depois perseguiu os seguidores de Tiamat para recurar a Tábua dos Destinos. Os deuses comemoraram a derrota de Tiamat e presentearam Marduk com seus cinqüenta nomes.

Retornando à carcaça de Tiamat ele usou as partes de seu corpo para criar os céus, as montanhas e os rios. Criou então a Babilônia para ser seu lar na Terra e os humanos para trabalhar para os deuses. Esta é a história da criação segundo os babilônios. Ela tem similaridades com outras histórias incluindo a violenta versão dos nórdicos, embora seja bastante anterior a esta.

Este mito mostra um pouco da filosofia dos antigos babilônios, eles reverenciavam Marduk como seu grande criador, mas mostra também o que pensavam sobre eles próprios. Foram criados pelo deus para trabalhar o solo e servir aos deuses e não tinham expectativas de salvação eterna. Eles estavam à mercê dos deuses durante a vida, sendo seus servos e escravos. No entanto por isso mesmo aproveitavam a vida e o que ela tinha a oferecer.

FONTE: http://cultura.culturamix.com/


A CRIAÇÃO

“Mitos de origem” ou “mitos de criação”, na mitologia grega, são termos alusivos à intenção de fazer com que o universo torne-se compreensível e com que a origem do mundo seja explicada. Além de ser o mais famoso, o relato mais coerente e mais bem estruturado sobre o começo das coisas, a Teogonia de Hesíodo também é visto como didático, onde tudo se inicia com o Caos: o vazio primitivo e escuro que precede toda a existência. Dele, surge Gaia (a Terra), e outros seres divinos primordiais: Eros (atração amorosa), Tártaro (escuridão primeva) e Érebo. Sem intermédio masculino, Gaia deu à luz Urano, que então a fertilizou. Dessa união entre Gaia e Urano, nasceram primeiramente os Titãs: seis homens e seis mulheres (Oceano, Céos, Créos, Hiperião, Jápeto, Téia e Reia, Têmis, Mnemosine, Febe, Tétis e Cronos); e logo os Ciclopes de um só olho e os Hecatônquiros (ou Centimanos).

Contudo, Urano, embora tenha gerado estas divindades poderosas, não as permitiu de sair do interior de Gaia e elas permaneceram obedientes ao pai. Somente Cronos, “o mais jovem, de pensamentos tortuosos e o mais terrível dos filhos”, castrou o seu pai–com uma foice produzida das entranhas da mãe Gaia–e lançou seus genitais no mar, libertando, assim, todos os irmãos presos no interior da mãe. A situação final foi que Urano não procriou novamente, mas o esperma que caiu de seus genitais cortados produziu a deusa Afrodite, saída de uma espuma da água, ao mesmo tempo que o sangue de sua ferida gerou as Ninfas Melíades, as Erínias e os Gigantes, quando atingiu a terra. Sem a interferência do pai, Cronos tornou-se o rei dos titãs com sua irmã e esposa Reia como cônjuge e os outros Titãs como sua corte.

Quando Cronos tomou o lugar de Urano, tornou-se tão perverso quanto o pai. Com sua irmã Reia, procriou os primeiros deuses olímpicos (Héstia, Deméter, Hera, Hades, Poseídon e Zeus), mas logo os devorou enquanto nasciam, pelo medo de que um deles o destronasse. Mas Zeus, o filho mais novo, com a ajuda da mãe, conseguiu escapar do destino e travou uma guerra contra seu progenitor, cujo vencedor ganharia o trono dos deuses. Ao final, com a força dos Cíclopes–a quem libertou do Tártaro–Zeus venceu e condenou Cronos e os outros Titãs na prisão do Tártaro, depois de obrigar o pai a vomitar seus irmãos. Para a mitologia clássica, depois dessa destituição dos Titãs, um novo panteão de deuses e deusas surgiu. Entre os principais deuses gregos estavam os olímpicos- cuja limitação de seu número para doze parece ter sido uma idéia moderna, e não antiga – que residiam no Olimpo abaixo dos olhos de Zeus.

Nesta fase, os olímpicos não eram os únicos deuses que os gregos adoravam: existiam uma variedade de divindades rupestres, como o deus-cabra Pã, as ninfas— Náiades (que moravam nas nascentes), Dríades (espíritos das árvores) e as Nereidas (que habitavam o mar) —, deuses de rios, Sátiros e outras divindades que residiam em florestas, bosques e mares. Além dessas criaturas, existiam no imaginário grego seres como as Erínias (ou Fúrias) (que habitavam o submundo), cuja função era perseguir os culpados de homicídio, má conduta familiar, heresia ou perjúrio.

Prometeu, filho do titã Jápeto, criou artesanalmente a raça humana – homens e mulheres – moldando-os com argila e água. E então Atena, deusa da sabedoria, ao ver essas criaturas, insuflou em seu interior alma e vida.


A CRIAÇÃO

Uma característica original da cultura chinesa é a aparição relativamente tardia na literatura chinesa de mitos envolvendo a criação. Aqueles que existem, aparecem bem depois da fundação do Confucionismo, do Taoísmo, e de religiões populares. As histórias têm diversas versões, não raro opostas entre si, com a criação dos primeiros seres humanos sendo atribuída a Shangdi, ao Céu, a Nu Kua, a Pan Ku ou Yu Huang. As versões mais comuns da história da criação são as seguintes, em ordem cronológica aproximada:

Shangdi , aparecendo na literatura em aproximadamente 700 a.C, ou antes, (a datação destas ocorrências depende da data do Shujing). Não há narrativas orientadas no sentido de dar a Shangdi a autoria da “criação”, embora o papel de criador seja uma interpretação possível. Embora Shangdi pareça ter os atributos de uma “pessoa”, referências a ele como o criador não são explicitadas até a Dinastia Han.

Tian (ou Céu), aparecendo na literatura em cerca de 700 a.C, ou antes (a datação destas ocorrências depende da data do Shujing). Igualmente, não há um papel de criador para o Céu, embora essa interpretação seja possível. As qualidades do Céu e de Shangdi parecem se fundir em uma literatura posterior (sendo, por isso, adorados como uma entidade única, por exemplo, no Templo do Céu em Pequim). A extensão da distinção (se houver alguma) entre eles é debatida.

Nu Kua , aparecendo na literatura não antes de 350 a.C, diz-se que recriou ou criou a humanidade. Seu companheiro — irmão e marido — era Fu Xi . Estes dois seres às vezes são adorados como os primeiros antepassados dos seres humanos. Eles são muitas vezes representados como criaturas metade-serpente, metade-humanas. Nüwa também foi a responsável por consertar o céu depois que Gong Gong danificou uma das colunas que suportam o céu.

Há muito tempo atrás houve um grande dilúvio e os únicos sobreviventes foram Nu Kua e Fu Xi. Quando as águas baixaram, eles se transformaram num casal de serpentes de cabeça humana. Seus filhos foram as plantas e animais do mundo. Em outro boato diz-se que Nu Wa formou as pessoas com bolas de lama.

Pan Ku , aparecendo na literatura não antes de 200 a.C, foi o primeiro ser consciente e criador. No começo não havia nada além do Caos. Fora desse Caos um ovo foi chocado por 18 mil anos. Quando as forças do Yin yang igualaram-se, Pan Ku emergiu do ovo e empreendeu a tarefa de criar o mundo. Ele separou o Yin Yang com um golpe de seu machado. O Yang, mais pesado, afundou e transformou-se na Terra, enquanto o Yin, mais leve, elevou-se para formar os céus. Pan Ku ficou entre eles e empurrou o céu. Ao fim de 18 mil anos, Pan Ku descansou. Sua respiração tornou-se o vento, sua voz o trovão, o olho esquerdo o Sol e o direito a Lua.

Seu corpo transformou-se nas montanhas e extremos do mundo, seu sangue formou os rios, seus músculos as terras férteis, sua barba as estrelas e a Via-Láctea, sua pele os arbustos e as florestas, seus ossos os minerais preciosos, sua medula diamantes sagrados, seu suor caiu como chuva e as pequenas criaturas em seu corpo (em algumas versões, pulgas), carregadas pelo vento, tornaram-se os seres humanos sobre todo o mundo.

Yu Huang , ou Imperador de Jade), incluindo representações como Yuanshi Tianzun, Huangtian Shangdi, aparece na literatura bem depois do estabelecimento do Taoísmo na China.

Como ficaria extenso demais, relatar a história de cada versão, foi resumido e exibidos abaixo os principais conceitos:

A criação explica-se através do yin e do yang, energias que se fundem para criar o Universo.

O yang é uma energia masculina, ativa, clara e ímpar; o yin é considerado o princípio feminino, em repouso, escuro e par. São representados pelas metades preta e branca de um círculo e constituem todos os aspetos da vida. No Universo, estas energias podem estar em expansão e diluírem-se, ou, pelo contrário, aproximarem-se e concentrarem-se. São simbolizadas por dois traços: contínuo para o yang, descontínuo para o yin.

Existem dois tipos de lendas sobre a origem do mundo:

  • sobre a abertura do céu e da terra, e a formação do mundo e todas as coisas;
  • sobre a origem dos humanos, incluindo a origem das etnias.

As lendas sobre a abertura do céu (Yang) e da terra (Yin) são divididas em três tipos:

  • um ou vários deuses criaram o mundo;
  • um gigante que se transforma em todas as coisas do mundo;
  • o mundo nascendo da transformação da natureza.

Diversas etnias têm suas lendas sobre a origem do mundo. Na mitologia Han, é um gigante chamado Pan Gu quem cria o mundo.

Depois, surgem os primeiros senhores do Céu e da Terra, cada um dando o seu contributo ao Homem. Os principais são:

  • Nü Wa (Mãe da Humanidade), deusa que criou o homem e as regras de casamento.
  • Fu Hsi (ou Pao Hsi) (Pai da Escrita), mítico primeiro imperador da China. É reputado por ser o inventor da escrita, da pesca e da caça.
  • Shen Nong (ou Tian Zu) (Divino Lavrador), a lenda diz que o deus Jiang Shen Nong foi imperador na antiguidade. Inventou a agricultura e a medicina. É normalmente representado por dois cornos, que simbolizam a sabedoria.

Mais tarde, surge na mitologia chinesa o Imperador de Jade, chamado também de “Imperador do Céu”, que é o deus mais supremo no budismo e no taoismo, e tem controle sobre todos os deuses dos três mundos: o mundo humano, o mundo celestial e o mundo subterrâneo.

Segundo a mitologia chinesa da criação, nos seus princípios o universo era um caos na forma de um imenso ovo cósmico. Ao cabo de 18.000 anos, da parte superior do ovo – Yang – resultou o Céu e da parte inferior – Yin – resultou a Terra. Estes dois pólos cósmicos simbolizam também, tanto a origem como a essência de todas as coisas.

De acordo com a lenda, destes dois pólos saiu Pan Ku (Pan Gu), que depois de ter passado por nove metamorfoses, adquiriu as qualidades divinas e sábias do Céu e da Terra. Passados mais 18.000 anos surgiu a trindade composta pelo Céu, Terra e Homem, ( as três esferas do pensamento chinês) que viriam a estar mais tarde na origem dos três monarcas da sua mitologia. Há quem entenda por monarcas simples regentes, outros dinastias ou casas reais.

De acordo com a mitologia chinesa Pan Ku (Pan Gu) tinha a figura de um anão. Depois da sua morte o seu olho esquerdo transformou-se no Sol e o direito na Lua. Dos seus cabelos vieram a resultar as estrelas e do resto do corpo elementos da Terra. Da sua respiração veio o vento.

Mas há outras versões míticas para o que aconteceu depois da sua morte. E então temos que da sua cabeça resultaram as quatro montanhas sagradas, do seu sangue os mares e os rios, o seu cabelo transformou-se em ervas e árvores, o seu suor em chuva e a sua voz em trovões. As pulgas que viviam no seu corpo estiveram na origem dos antepassados da raça humana.

Já outra vertente bastante aceita na mitologia chinesa atribui a criação da raça humana à solidão da deusa Nu Wa, que ao perceber sua sombra sob as ondas de um rio, resolveu criar seres à sua semelhança.


A CRIAÇÃO

A palavra raiz “brih” significa crescer, aumentar ou expandir e “an” significa produzir então Brahman é o começo que expande e se torna o universo inteiro.

Brahman é o absoluto, supremo, impessoal, infinito, eterno, a fonte pré-cósmica da divindade, a causa de todas as causas, sem começo e sem fim, do qual todo emana e ao qual todo retorna. Ele não se manifesta mas está presente no maior corpo celestial e em também na indivisível partícula em todo animado e não-animado. Ele é a razão da consciência e da substância.

Na literatura védica o Parabrahm é chamado de “tat” – aquele e tudo que é manifesto é chamado de “idam” – este. A palavra Brahman mais se aproxima da palavra absoluto. Existe uma diferença entre “Brahman” e “Parabrahma” – além do Brahman, então tudo aquilo que é além do absoluto é Parabrahma. Dentro do nosso propósito, no momento nos podemos desconsiderar esta sutil diferença, assim podendo trocar os nomes com segurança.

Conforme os textos hindus não existe um conceito de começoou de fim do universo. Se assim fosse teria uma data marcada para o começo e outra para o fim do universo. Os textos dizem que o universo segue um processo contínuo de expansão e retração. Assim, quando o ciclo começa, o universo começa existir, expande, no fim da expansão começa retrair e se dissolve para começar tudo de novo. A duração deste ciclo é de 311,04 trilhões de anos que está além da nossa imaginação por isso para assimilar melhor trataremos o presente ciclo como único.

Antes da criação do universo só existia o Brahman na forma não-manifesta e mais nada, nem espaço e tempo, nem sóis e planetas. Por vontade própria, ele se manifestou e sua energia operativa entrou em ação começando o ciclo da expansão. Na opinião de pesquisadores contemporâneos este momento corresponde ao momento de grande explosão do “Big Bang” – a mais recente teoria sobre a criação do universo aceita no Ocidente. Esta teoria é bastante conhecida no Ocidente, por isso, pode ser usada para melhor compreensão do assunto, porque não é conflitante com o tema, mas sim complementar, oferecendo subsídios interessantes quando se trata de valores metafísicos.

Em sânscrito, o fenômeno Big Bang chama-se Bindu Visphot, traduzindo literalmente, explosão do ponto.

Nesse momento, liberou-se enorme quantidade de energia radioativa e vibratória e começaram existir espaço e tempo. A dinâmica da energia radioativa tinha uma forma típica que foi denominada na mitologia indiana como “Swastica” e a energia vibratória foi simbolizada pelo “Om”. Esses símbolos são usados para o bem estar e prosperidade e podem ser vistos distintamente em todas as cerimonias auspiciosas.

Assim, começou mais um ciclo de expansão e retração, que não foi o primeiro nem será o último. Após o fim do ciclo da expansão haverá retração, quando o universo se dissolverá no Brahman para regenerar de novo.

A evolução do universo acontece em 14 fases, que são chamadas de Manvantaras, cada uma com a duração de 4,32 bilhões de anos. Esse período corresponde a um Kalpa ou um dia do Brahma. A vida do universo é 100 anos ou 36000 dias do Brahma. Um Manvantar é constituído de 71 ciclos menores – Mahayuga, 4,32 milhões de anos, mais um período de inatividade de 25,92 milhões de anos formam um Manvantar e no fim de cada ciclo existe uma devastação parcial.

A primeira fase da evolução, chamada de Svyambhoo Manvantar, foi precedida por uma longa noite de energias radiativas e vibratórias. Não havia céu, nem terra, nem luz, nem escuridão, nada além de absoluto silêncio.

Essa noite foi seguida por um amanhecer com nevoeiro, que formou um grande disco nebular e giratório, dando origem as primeiras galáxias. Isso aconteceu automaticamente, sem uma razão ostensiva, por isso essa fase chama-se Svyambhoo – “aquele que nasceu por si.”

O segundo Manvantar foi Svarochisha que significa próprio brilho. Nesse estágio, começaram a se formar os objetos com a própria energia, emitindo luz como nossa estrela, o sol.

Durante o terceiro Manvantar – Uttama, o melhor, o sol que tinha brilho próprio e grande fonte de energia, atingiu a melhor forma e temperatura para criar e manter sua família de planetas.

A expansão do universo não pára por aí e com o tempo, o planeta terra foi abençoado para oferecer condições de gerar várias formas de vida.

Há várias teorias sobre a evolução do universo mas, a mais aceita, no mundo ocidental e entre os cientistas, é a teoria do “Big Bang”. Ela se assemelha com a teoria que foi proposta pelos sábios indianos nos tempos antigos, quando não haviam equipamentos de medição, computadores e telescópios, mas os sábios tinham desenvolvido outros sentidos e métodos de conhecimento. A proposta acima é uma tentativa de conciliação entre os dois pontos de vistas.

Conforme a opinião dos cientistas, a base de tudo que existe no universo, desde as galáxias, as estrelas, os sóis, até o ser humano, a formiga ou a menor partícula existente, é o hidrogênio e helium, que foi criado nos primeiros 100 segundos após o Big Bang.

Assim, todas as formas de matéria, que nos vemos no universo e inclusive no nosso planeta, são meramente diferentes aspectos desses elementos e isto não nos exclui.

Adi Shakti (a energia primordial) através de seus três principais aspectos – a trindade divina, rege o universo.

  1. o Criação por Brahma
  2. o Preservação por Vishnu
  3. o Transmutação por Shiva

Fundamentalmente os três são unos e interdependentes, isto é, um não pode existir sem o outro, porque são as diferentes formas da mesma energia inicial. O mais importante é entender os atributos, não as formas ou figuras que foram criadas posteriormente pela imaginação humana.

A “Trindade Divina” é o fundamento do hinduísmo, todas as outras divindades e deidades são uma ou outra forma aliadas a ela, por exemplo, Saraswati – deusa da sabedoria é esposa do Brahma; Laxmi – a deusa da riqueza é a esposa do Vishnu; Ganesh é o filho de Shiva; Rama e Krishna são encarnações de Vishnu.

O Brahma – o primeiro da trindade divina, deu o primeiro impulso na criação do universo. Tudo que observamos, através dos nossos sentidos, é obra dele. Cosmologicamente ele é Hiranya Garbha – o ovo dourado, a bola de fogo, a partir da qual o universo se desenvolve.

Conforme a mitologia, na forma personificada ele tem quatro cabeças representando o controle sobre o tempo (quatro yugas) e espaço universal, a moringa na mão – água da vida, o símbolo da fertilidade e criação; na outra mão, os quatro Vedas, simbolizando o conhecimento e a consciência.

O tempo de duração da vida do Brahma, inclusive da trindade, é idêntico ao ciclo do universo. Durante esse período, são provocadas varias devastações parciais, que são denominadas como as noites do Brahma e ao acordar, ele começa o próximo ciclo de vida.

Vishnu, vem da palavra raiz “vis” – entrar, penetrar, difundir, e é assim, que ele sustenta e preserva o universo, integrando-se a sociedade. Ele se manifestou na terra através de suas nove encarnações, demostrando para a humanidade a moral e como viver em harmonia cósmica. Rama, Krishna e Buddha são consideradas suas três últimas aparições na terra.

Nas imagens personificadas, ele aparece com quatro maõs carregando a concha – energias vibratórias, o disco – chakra – o tempo, gada – o terror dos maus, o lótus – amor e fertilidade. Também, aparece deitado nas profundas águas em cima da serpente, demostrando a serenidade, a calma, o ambiente a doméstico, felicidade e o domínio sobre tempo.

O terceiro aspecto do Trimúrty – trindade divina, é o Shiva, cuja função é de destruição, como popularmente é conhecido mas o termo apropriado deve ser regeneração ou transmutação, porque quando as reformas não proporcionam resultados satisfatórios, o velho deve ser derrubado para dar espaço a um novo. Shiva, como regenerador, evita e elimina doenças e como transmutador, eleva o ser aos níveis superiores de consciência. Foi através dele que os sábios receberam o conhecimento do yoga.

Na sua personificação, ele é descrito nas várias formas, principalmente sentado na posição de yogi, emanando paz e tranqüilidade. Os três olhos representam passado, presente e futuro; a lua crescente, na cabeça, indica o tempo medido pelas fases da lua; a serpente, na garganta, o tempo em ciclos e a imortalidade espiritual; a garganta dele é azul, por tomar o veneno para bem da humanidade; o Ganges, saindo da cabeleira significa a água da vida; o damroo (pequeno tambor), indica energias vibratórias e o tridente é o terror dos maus elementos.

O FIM

As profecias tradicionais dos Hindus, tal como são descritas nos Puranas e em vários outros textos Hindus, dizem que o mundo deverá cair no caos e degradação. Haverá então um rápido influxo de perversidade, inveja e conflito, e este estado foi descrito como:

“Quando o estelionato, letargia, apatia, violência, desânimo, tristeza, desilusão, medo e superação da pobreza… quando o homem, preenchido com esta conceito, considerar a si próprio um igual com o Brahma… esta é o Kali Yuga.”

Isto é seguido pela manifestação do décimo e futuro avatar. Deus deverá manifestar-se como Avatar Kalki. Ele é “retratado como um jovem magnífico cavalgando num grande cavalo branco com uma espada semelhante a um meteoro fazendo chover morte e destruição por todos os lados” (Religiões da Índia, em inglês) “A sua vinda restabelecerá a justiça na terra, e a volta de uma era de pureza e inocência.”(Dicionário do Hinduísmo, em inglês). Avatar Kalki irá estabelecer a ordem sobre a terra e a mente das pessoas tornar-se-á pura como um cristal. Como um resultado disto, o Sat ou Krta Yuga (idade dourada) será restabelecida.


A CRIAÇÃO

Não há um deus criador no budismo, a religião não se inicia no começo dos tempos, mas com o despertar de Buda. O universo tal como é simplesmente sempre foi assim “desde o tempo sem início”.

O budismo considera todas as coisas como fenômenos. E nenhum fenômeno possui natureza imutável ou independente. É isso o que expressa o conceito de KUU (shunya ou shunyata, em sânscrito), comumente traduzido como vácuo, vazio, não-substancialidade, latência ou nada.

O conceito budista de kuu está associado a outro chamado de origem dependente, isto é, de que todos os fenômenos ou entidades ocorrem somente por meio do relacionamento com outros e, conseqüentemente, não possuem uma natureza isolada nem existem por si só.

Portanto, a verdadeira natureza de todos os fenômenos é a da não-substancialidade e, estes, não podem ser definidos somente sob a ótica dos conceitos de existência e inexistência.

A síntese da cosmovisão budista, é o das três marcas da existência: a insatisfação (Dukkha), a impermanência (Anicca) e a ausência de um “eu” independente (Anatta).

Aos olhos do Buddha, o mundo nada mais é que samsara – o ciclo de repetidos nascimentos e mortes. Para Ele, o começo e o fim do mundo estão no samsara. Uma vez que elementos e energias são relativos e interdependentes, não tem sentido especificar qualquer coisa como sendo o início. Seja qual for a especulação que fizermos sobre a origem do mundo, não haverá uma verdade absoluta nesse nosso conceito.

Infinito é o céu, infinito é o número de seres,
Infinitos são os mundos no vasto universo,
Infinito em sabedoria o Buddha ensina assim,
Infinitas são as virtudes Dele que assim ensina.

Sri Ramachandra

O FIM

A teoria budista mais próxima desta questão “Fim do Mundo” é chamada de Era Mappou. Map(matsu) significa final ou término e po(hou) Dharma, ou seja o budismo não se atem ao fim do mundo como matéria, mais sim, em relação ao mundo e seus seres como distantes da Lei Universal (Dharma, conteúdo da iluminação), à uma era caracterizada pelo crepúsculo do Dharma, onde os ensinamentos, sua prática e efeitos se ocultariam devido à ignorância dos seres quanto a Lei Universal.

Até mesmo esta Era Mappou pode ser considerada um tipo de profecia em relação à teoria dos tempos. Porém, como as características desta era vêm mais o âmbito da hipótese para a realidade.

Referindo-se ao fim do mundo como matéria que inclui seus viventes, o budismo cita o Ciclo dos 4 kou (quatro kalpas – medida de tempo budista – de transformação) ou seja: Formação, Vida, Destruição e Vacuidade (Jyoukou, Jyuukou, Ekou, kuugou). A teoria é baseada no fato de que toda matéria se transforma e a terra, como uma dessas , também sofre transformações, porém, após o período da vacuidade, como o nome já diz “ciclo” tudo se refaz, não tendo assim o mundo e universo como algo infinito, mas contínuo e eterno.

Para compreendermos melhor explicarei o trecho da mais importante escritura de Nitiren Shounin que é o Nyorai Metsugo Gogohyakusaishi Kanjin Honzonsho (A Quintessência da Imagem Sagrada do Início do Quinto Qüingentésimo Ano do Regresso de Buda ao Estado Primordial).

Neste trecho “Ima honji ni shaba sekai wa sansai o hanare shikou o idetaru jyoujuu no jyoudo nari” da escritura, o Mestre Nitiren cita os quatro kalpas de transformação dentro de um conceito atemporal, onde a intersecção entre os mundos temporal (Shaba, onde vivemos) e o atemporal (JyakouJyoudo, Terra Pura) representa o verdadeiro mundo que vivemos. Portanto, nem o fim do mundo e nem a eternidade da Terra Pura podem ser alvos de cobiça, se não a vivência e esforço neste próprio Mundo finito e infinito, em que o próprio Buda Primordial vive, sempre realizando suas conversões (16º Cap. St. Lótus) através da prática da fé Namu~kyou e fazendo com que estes mundos se contraponham cada vez mais, alem da linha de intersecção, até que se reconheça sua unicidade. (ShabassokuJyakkou).

Este será o trabalho da fé designado a cada um de nós unidos pelo Veraz Dharma nos deixado como quintessência o Namumyouhourenguekyou, que condiz e é adequado a era Mappou a qual vivemos. Portanto, estamos salvos do fim e prontos para todos os dias e a todo instante recomeçar.

A CRIAÇÃO

Segundo Zoroastro, o mundo teria sido criado por um deus chamado Ahura-Mazda, ou Ormuz. Tal deus teria criado tudo o que há de bom no mundo. Porém tal criação teria sido maculada por um deus chamado Angra Manyu, ou Arihman. Este deus teria criado a dor, a infelicidade e as trevas. O mundo seria então um grande campo de batalha entre as forças de Ahura-Mazda, representadas simbolicamente pela luz e o fogo, e as forças de Angra Manyu, representadas pelas trevas. Como Ahura-Mazda é mais forte que Angra Manyu, a vitória final de Ahura-Mazda seria inevitável.

Os seres humanos teriam então a missão de acelerar a vitória de Ahura-Mazda através de ações eticamente corretas, como a caridade, a justiça, a verdade, os bons pensamentos e sentimentos. A vitória completa de Ahura-Mazda se daria no final dos tempos, quando então Angra-Manyu seria completamente destruído e o mundo conheceria uma felicidade completa e eterna.

As ideias de Zoroastro foram reunidas no texto sagrado do Zoroastrismo, o Zend-Avesta.

O FIM

A doutrina de Zaratustra é escatológica. De acordo com os seus preceitos, o mundo duraria doze mil anos. No fim de nove mil anos, ocorreria a segunda vinda de Zaratustra como um sinal e uma promessa de redenção final dos bons. Isso seria seguido do nascimento miraculoso do Saoshyant, equivalente ao Messias hebreu, cuja missão seria aperfeiçoar os bons para o fim do mundo, da história humana, enfim, para a vitória do Bem sobre as forças do Mal. A cada mil anos viria um profeta/messias (Saoshyant).

Assim, nos últimos três milênios, três Saoshyant preparariam a completude do grande ano cósmico. É neste sentido que Nietzsche menciona Zaratustra como aquele que compreendeu a História em toda a sua completude. Cada série de desenvolvimento da História seria presidida por um profeta, que teria seu hazar, seu reino de mil anos. O Zaratustra histórico, no entanto, anuncia a chegada do tempo em que surgirá da raça persa o Shah Bahram, o Senhor Prometido, o Salvador do Mundo, o Grande Mensageiro da Paz.

No final dos tempos haveria o julgamento derradeiro de todas as almas e a ressurreição dos mortos. Não fica claro se o inferno tem duração eterna, se os maus se agitarão eternamente “nas trevas”. Nos Gathas, cantos de Zaratustra, consta também que o mal poderia ser banido para sempre do universo, com o nascimento de um novo mundo, física e espiritualmente perfeito, aqui na Terra. Não seria possível, assim, a coexistência de um mundo físico degradado e um mundo hiperfísico perfeito.

A CRIAÇÃO

A história da criação encontrada nos dois primeiros capítulos do livro da Gênesis descreve um começo sobrenatural para a Terra e a vida.

O capítulo 1 descreve a criação do mundo por Deus (Elohim) através da fala divina culminando com a criação da humanidade à imagem de Deus e a designação do sétimo dia como Sabbath, um dia de descanso ordenado por Deus. No segundo capítulo, Deus (Iavé) cria primeiro o homem, na figura de Adão e, depois, a mulher, Eva, que é criada a partir de uma costela de Adão. Termina com uma afirmação referente ao casamento entre o homem e a mulher. A visão de mundo por trás desta história é o da cosmologia comum no Antigo Oriente Médio, que concebe a Terra como disco plano com infinita água acima e abaixo.

Acreditava-se que o céu era formado por um firmamento sólido e metálico (lata de acordo com os sumérios e ferro conforme os Egípcios) separando o mundo habitado das águas que o rodeavam. As estrelas estavam incrustadas na superfície inferior deste domo, com portões que permitiam a passagem do Sol e da Lua. O disco da Terra era visto como um continente-ilha único rodeado por um oceano circular, que era ligado aos mares conhecidos – Mar Mediterrâneo, Golfo Pérsico e o Mar Vermelho. Como mito de criação, é similar a outras histórias da mitologia babilônica antiga, como o Enuma Elish diferindo delas em sua aspecto monoteísta.

As passagens têm uma longa e complexa história de interpretação. Até a última metade do século 19, ela eram vistas como um contínuo uniforme: Gênesis 1:2:6 descrevendo as origens do mundo e Gênesis 2:2:25 mostrando uma pintura mais detalhada da criação da humanidade. Estudos modernos observaram o uso de nomes distintos para Deus nas narrativas (Elohim versus Iavé), diferentes ênfases (física versus moral) e divergência na ordem de criação (ex. plantas antes de humanos versus humanos antes de plantas) e concluíram que estes textos possuem origens distintas.

PRIMEIRO RELATO DA CRIAÇÃO

O primeiro relato da criação começa com o período indeterminado em que Deus (aqui chamado de Elohim) cria os céus e a terra a partir do nada (ex nihilo) ou das águas primordiais (tehom)/caos. Depois descreve a transformação da criação em seis dias do caos até o estado de ordem que culmina com a criação do humanos à sua própria imagem. O sétimo dia é santificado com um dia de descanso.

A semana de criação consistem em 8 comandos divinos em seis dias, seguido de um dia de descanso.

Primeiro dia: Deus cria a luz (O primeiro comando é “Haja luz”). A luz é dividida da escuridão.

Segundo dia: Deus cria um firmamento (o segundo comando é “Faça-se um firmamento no meio das águas, e haja separação entre águas e águas”).

Terceiro dia: Deus manda as águas se juntarem em um lugar e a terra seca aparecer (o terceiro comando é “Ajuntem-se num só lugar as águas, que estão debaixo do céu, e apareça o elemento seco”). Deus manda a terra fornecer ervas, plantas e árvores frutíferas (o quarto comando é “Produza a terra relva, ervas que dêem semente, e árvores frutíferas que, segundo as suas espécies, dêem fruto que tenha em si a sua semente, sobre a terra”).

Quarto dia: Deus cria luzes no firmamento para separar a luz da escuridão e marcar dias, estações e anos. Dois grandes luzeiros são criados (provavelmente o Sol e a Lua) e as estrelas. (o quinto comando é “Haja luzeiros no firmamento do céu, que façam separação entre o dia e a noite; sejam eles para sinais, e para tempos determinados, e para dias e anos; e sejam para luzeiros no firmamento do céu a fim de alumiar a terra”).

Quinto dia: Deus manda o mar se encher de criaturas vivas e pássaros voarem pelos céus (o sexto comando é “Produzam as águas enxames de seres viventes, e voem as aves acima da terra no firmamento do céu.”). Deus cria pássaros e criatura e os manda serem frutíferos e se multiplicarem (o sétimo comando é “Frutificai, multiplicai-vos e enchei as águas nos mares, e multipliquem-se as aves sobre a terra.”)

Sexto dia: Deus manda a terra produzir criaturas vivas (o oitavo comando é “Produza a terra seres viventes segundo as suas espécies: animais domésticos, répteis e animais selvagens segundo as suas espécies”), fez feras selvagens, animais e répteis. Cria, então, a humanidade à sua própria imagem e semelhança (o nono comando é “Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança: domine ele sobre os peixes do mar, sobre as aves do céu, sobre os animais domésticos, sobre toda a terra e sobre todo o réptil que se arrasta sobre a terra.”). O décimo comando é “Frutificai, multiplicai-vos, enchei a terra e sujeitai-a; dominai sobre os peixes do mar, sobre as aves do céu e sobre todos os animais que se arrastam sobre a terra.” Deus descreve a criação como “muito boa”.

Sétimo dia: Deus descansa e abençoa o sétimo dia.

O relato se aproxima mais intimamente dos contos mesopotâmicos, detalhando a formação de características únicas a partir da separação das águas, um entendimento que se refletiria no Novo Testamento, em II Pedro 3:4-7, onde é entendido que “a Terra foi formada de água e por água” À luz da mitologia Jungiana (ou comparada), acadêmicos como Joseph Campbell acreditam que esta criação a partir da água pode ser reminiscência de religiões neolíticas de deusas matriarcais, onde o universo não é criado, mas parido. (i.e., as águas representam o fluido amniótico).

De acordo com o acadêmico sobre o Velho Testamento Gordon Wenhm, este relato evidencia marcas de uma criação literária cuidadosamente escrita com uma agenda teológica distinta: a elevação de Iavé, o Deus dos israelitas, sobre todos os outros deuses, notavelmente Marduk,o deus dos babilônios.

As formas plurais em “Façamos o homem à nossa imagem” indicam, segundo estudos acadêmicos modernos, o reflexo da visão comum no Antigo Oriente Médio de um deus supremo (ver o deus El rodeado de um corte divina, os Filhos de Deus). Alguns Cristãos trinitários interpretam esta forma plural como uma evidência da doutrina da Santíssima Trindade.

Atualmente, para muitos cristãos e judeus, os sete dias da criação do mundo, de que fala a Bíblia, não devem ser entendidos literalmente e representam apenas uma forma metafórica e alegórica de explicar a criação do Universo. Mas, mesmo assim, algumas correntes cristãs, denominadas fundamentalistas, originárias em certas regiões dos Estados Unidos, defendem leitura literal da Bíblia e, motivadas por este relato de criação e outros trechos da bíblia, rejeitam a idade do universo e da Terra estipulada pela ciência moderna e defendem que o universo surgiu em apenas seis dias há menos de 10 mil anos. Este movimento é chamado de criacionismo cristão e se apresenta de diversas formas, variando desde o criacionismo da Terra plana, que defende um modelo de Terra plana, até a aceitação dos teorias científicas modernas sem conflito com a leitura da Bíblia.

SEGUNDO RELATO DA CRIAÇÃO

O segundo relato da criação descreve Deus (chamado de Iavé) formando o primeiro homem (Adão) da poeira e assoprando-lhe vida pelas narinas, plantando o jardim, formando os animais e pássaros e, finalmente, criando a primeira mulher, Eva, para ser sua companheira. Iavé tendo criado o jardim do Éden, manda que o homem o trabalhe e tome conta dele, permite que coma de todas as árvores exceto da árvore do conhecimento do bem e mal porque no dia que o homem dela comesse certamente morreria. Iavé já havia criado os animais e, então, apresenta-lhes todos a Adão e este é incapaz de encontrar uma auxiliar satisfatória entre eles, então Iavé adormece Adão e retira-lhe uma costela, da qual cria a mulher, que adão nomeia Eva (heb. ishshah, “mulher”) porque foi tirada do homem (heb. ish, “homem”).

Por causa disso, “deixará o homem o seu pai e a sua mãe, e apegar-se-á à sua mulher, e serão ambos uma carne”. Genesis 2 termina com a nota de que homem e mulher estavam nus e não se envergonhavam.

Genesis 3 introduz a serpente, “a mais astuta dos animais do campo”, a serpente convence a mulher a comer da árvore do conhecimento, dizendo-lhe que não morreriam, mas tornar-se-iam como deuses. Eva aquiesce e oferece o fruto ao homem, que também come do fruto e “seus olhos foram abertos” e deram-se conta de que estavam nus. Cobriram-se então com folhas de figueira e esconderam-se de Iavé. Iavé pergunta o que fizeram. Adão culpa Eva e Eva culpa a serpente. Iavé amaldiçoa a serpente e então amaldiçoa Adão e Eva como trabalho pesado e dores de parto.

Iavé fez túnicas de peles para ambos e, sendo o homem “como um de nós, sabendo o bem e o mal” e para impedir-lhe de comer da árvore da vida, os expulsa do jardim e coloca um querubim armado com uma espada de fogo a cuidar as portas da terra de onde haviam sido expulsos.

Este segundo relato é estimado ser muito mais antigo que o primeiro e reflete um contexto literário e histórico distinto. Sua apresentação usa imagens provenientes da antiga tradição pastoral de Israel e trata da criação do primeiro homem e da primeira mulher no Jardim do Éden e encontra paralelos na história de Atrahasis, uma epopéia acadiana do século XVIII AEC. Os povos da antiguidade observam a decomposição dos corpos das pessoas mortas, que se convertia em pó, em sua interpretação. Esse fato os levou a postular que o homem era feito essencialmente de pó. Esse conceito era compartilhado por diversos povos como os babilônicos, egípcios, gregos e romanos. De fato, um grande número de mitos de criação de toda as partes do mundo descrevem criação a partir de material do solo, normalmente, argila. O mais antigos dos mitos de criação conhecido, o dos sumérios da Mesopotânia, conhecido como Eridu Genesis, descreve a criação dos homens a partir de barro por deuses embriagados, que os deixaram cheios de imperfeições.

A história de Adão e Eva, embora superficialmente diferente, encontra íntimos paralelos com a história de Enkidu, um selvagem esculpido pelos deuses a partir de argila, e Shamhat, uma rameira contratada para seduzi-lo. Após seis dias e sete noites com a rameira, Enkidu não mais é servido pelos animais e plantas da floresta e “perdera sua força pois agora tinha o coração dentro de si, e os pensamentos do homem ocupavam seu coração” e Shamhat lhe disse “És sábio, Enkidu, e agora te tornaste semelhante a um deus”.

Na cultura do Antigo Oriente Médio, as palavras “fruto” e “conhecimento” carregam ambas forte conotação sexual, inbu, por exemplo, siginifica tanto “fruto” como “sexo” em babilônico enquanto “conhecimento” em hebreu pode siginificar “relação sexual”.

A serpente era uma figura amplamente difundida na mitologia do Antigo Oriente Médio. Diversos objetos de culto foram descobertos por arqueólogos no estrato da Idade do Bronze em diversas cidades pré-Israelitas em Canaã: dois em Megiddo, um em Gezer, um no sanctum sanctorum da área do templo H em Hazor, e dois em Shechem. Na região circundante, o santuário Hitita da baixa idade do bronze continha estátuas em bronze de um deus segurando uma serpente em uma mão e um bastão em outra. Na Babilônia do século XI AEC, um par de serpentes de bronze emoldurava cada uma das entradas do templo de Esagila. Os antigos mesopotâmicos e semitas acreditavem que a serpente era imortal por ser capaz de mudar de pele. Na Epopeia de Gilgamesh, Gilgamesh obtém a a flor de uma “maravilhosa planta” que poderia “devolver ao homem toda a sua força perdida”, uma serpente, no entanto, roubou-lhe a flor e imediatamente trocou de pele.

A doutrina do pecado original, defendida por alguns cristãos, segundo a qual o homem nasce com pecados tem origem neste relato da Gênesis, em especial na desobediência de Adão e Eva ao comer do fruto proibido por Iavé.

O FIM

CRISTIANISMO

Jesus Cristo, conforme registrado nos Evangelhos de Mateus, capítulos 24 e 25, Marcos, capítulo 13 e Lucas, capítulo 21, teceu considerações extensas sobre aquilo que ensinou ser a sua próxima vinda ou advento bem como o fim do mundo. No entanto, afirmou que mais ninguém além de Deus sabia quando isso viria a acontecer. As palavras gregas syntéleia e aión que dão origem à expressão fim do mundo em algumas traduções da Bíblia, são no entanto vertidas por outras expressões por diferentes tradutores.

Tomando como exemplo o versículo de Mateus 24:3, a versão Almeida, Versão Corrigida e Fiel, reza:

“E, estando assentado no Monte das Oliveiras, chegaram-se a ele os seus discípulos em particular, dizendo: Dize-nos, quando serão essas coisas, e que sinal haverá da tua vinda e do fim do mundo?”

Alguns exemplos da tradução de ???? (aión) em outras traduções bíblicas são:

  • “fim do mundo” – Bíblia Sagrada, Missionários da Difusora Bíblica Fransciscanos Capuchinhos, 2002
  • “fim do mundo” – Redação IntraText – Bíblia Pastoral da Editora São Paulo, 1993
  • “fim do mundo” – Bíblia Ave Maria
  • “fim do mundo” – Almeida, Versão Revista e Corrigida
  • “consumação do século” – Almeida, Versão Revista e Atualizada
  • “fim da era” – Today’s English Version
  • “fim desta época” – Bíblia de Jerusalém, nova edição revista e ampliada, 2002
  • “conclusão da era” – Rotherham
  • “terminação do sistema de coisas” – Tradução do Novo Mundo das Escrituras Sagradas, 1984, Sociedade Torre de Vigia de Bíblias e Tratados
  • “consummação do seculo” – Padre António Pereira de Figueiredo, 1900
  • “encerramento da era” – Revised Standard Version, tanto na edição protestante como na católica.
  • “fim da era” – The New English Bible
  • “tempo… de tudo acabar” – Nova Tradução na Linguagem de Hoje

Assim, para muitos comentadores bíblicos, esta expressão permite conceber um fim definitivo para o planeta Terra, junto com todo o seu conteúdo. Em contraste, para vários outros, o que realmente chegará ao fim é uma “era” e não a terra literal e seus habitantes, visto que aión é diferente de kósmos, palavra que em geral designa o mundo da humanidade. Também, as palavras “conclusão”, “consumação” ou “terminação” são traduções mais precisas da palavra grega syntéleia, que é diferente de telos, usualmente traduzida por fim ou fim completo.

Alguns cristãos no Século I d.C. acreditavam que o fim do mundo ou das eras, como consequência da segunda vinda de Cristo, ocorreria durante as suas vidas. À base dos conselhos que o Apóstolo Paulo deu aos cristãos em Tessalônica, percebe-se que alguns argumentavam que a volta de Jesus era iminente e que tais especuladores pregavam ativamente essa sua teoria. Parece que alguns até mesmo usavam isso como desculpa para não trabalhar para o seu próprio sustento. O Apóstolo Paulo alertou então:
“Agora, irmãos, quanto à vinda de nosso Senhor Jesus Cristo e ao nosso encontro com ele, pedimos a vocês o seguinte: não se deixem perturbar tão facilmente! Nem se assustem, como se o Dia do Senhor estivesse para chegar logo, mesmo que isso esteja sendo veiculado por alguma suposta inspiração, palavra, ou carta atribuída a nós.” (2 Tessalonicenses 2:1,2) – Redação IntraText – Bíblia Pastoral da Editora São Paulo, 1993

No entanto, alguns anos mais tarde, a carta atribuída ao Apóstolo Pedro, continha o seguinte alerta:

“Amados, esta é, agora, a segunda epístola que vos escrevo; em ambas, procuro despertar com lembranças a vossa mente esclarecida, para que vos recordeis das palavras que, anteriormente, foram ditas pelos santos profetas, bem como do mandamento do Senhor e Salvador, ensinado pelos vossos apóstolos, tendo em conta, antes de tudo, que, nos últimos dias, virão escarnecedores com os seus escárnios, andando segundo as próprias paixões e dizendo: Onde está a promessa da sua vinda? Porque, desde que os pais dormiram, todas as coisas permanecem como desde o princípio da criação.” (2 Pedro 3:1-4) – Almeida, Versão Revista e Atualizada

As palavras concludentes do último livro da Bíblia, Revelação ou Apocalipse, expressam a esperança cristã da vinda de Cristo e da consequente consumação dos tempos, com as seguintes palavras:

“Aquele que atesta essas coisas, diz: ‘Sim! Venho muito em breve.’ Amém! Vem, Senhor Jesus!” (Apocalipse 22:20) – Bíblia de Jerusalém, nova edição revista e ampliada, 2002

Com base nesta esperança do segundo advento de Jesus Cristo, várias denominações cristãs vieram a desenvolver os seus conceitos, sendo que alguns deles são divergentes, conforme se poderá observar na análise comparativa das suas doutrinas.

CATOLICISMO

Em 130 d.C. Justino, o Mártir acreditava que Deus estaria a atrasar o fim do mundo porque desejava que o Cristianismo se tornasse uma religião mundial. Por volta do Século III a maioria dos professos cristãos acreditava que o fim dos tempos ocorreria depois de suas mortes. Em 250 d.C. Cipriano, Bispo de Cartago, escreveu que os pecados dos cristãos eram um prelúdio e prova de que o fim dos tempos estava próximo. Alguns, recorrendo às Tradições Judaicas, fixaram o fim das eras na Sexta Idade do Mundo.

Usando este sistema, o fim foi anunciado para 202 d.C. mas, quando esta data passou, foi fixada uma nova data. Na época de Clóvis I, considerado o fundador da França e que se converteu ao catolicismo após ser entronizado como rei em 481 d.C., alguns escritores católicos haviam apresentado a idéia de que o ano 500 d.C marcaria o fim do mundo. Depois de 500 d.C., a importância e a expectativa da vinda do fim do mundo ou das eras como parte dos fundamentos do Cristianismo foi marginalizada e gradualmente abandonada. Apesar disso, surgiu um temporário reavivamento dos temores relacionados com o fim dos tempos com a aproximação do milésimo ano do nascimento de Cristo. Muitos acreditavam na iminência do fim do mundo ao se aproximar o ano 1000. Segundo consta, as atividades artísticas e culturais nos mosteiros da Europa praticamente cessaram.

Eric Russell observou no seu livro Astrology and Prediction: “‘Em vista da proximidade do fim do mundo’ era uma expressão muito comum nos testamentos validados durante a segunda metade do Século X.”

Para muitos católicos hoje em dia, expressões tais como “Juízo Final”, “Dia do Juízo” ou “fim do mundo” suscitam visões dum ajuste de contas final e da destruição da Terra. Sob o cabeçalho “Fim do Mundo”, o conceituado Dictionnaire de Théologie Catholique (Dicionário de Teologia Católica), declara: “A Igreja Católica crê e ensina que o mundo atual, assim como Deus o fez e assim como é, não durará para sempre. Todas as criaturas visíveis feitas por Deus no decorrer das eras[…] deixarão de existir e serão transformadas numa nova criação.” Também, o católico Dictionary of Biblical Theology (Dicionário de Teologia Bíblica) exalta a criação como “a bondade de Deus”, e, como “uma verdadeira obra de arte”, mas prossegue descrevendo como os elementos literais, físicos, experimentarão uma “total inversão, mediante uma súbita volta ao caos”.

No entanto, muitos outros católicos rejeitam a idéia do “fim do mundo”, sendo que para eles, a expressão apenas indica um estado de mudança das atuais condições do mundo para condições novas, tal como o mundo já teria sofrido outras metamorfoses no passado. Interpretam a passagem do Evangelho de João, no capítulo 14, versículo 12: “Em verdade, em verdade vos digo: aquele que crê em mim fará também as obras que eu faço, e fará ainda maiores do que estas, porque vou para junto do Pai.” como um sinal de constante desenvolvimento e aperfeiçoamento infinito do homem.

Santos dos Últimos Dias / MORMON

Os membros da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias acreditam que Jesus Cristo, O Criador, irá aparecer antes de sua Segunda Vinda a líderes e membros da Igreja que viveram em várias eras. Essa aparição ocorrerá em Jackson County, Missouri, Estados Unidos da América. Posteriormente, na Segunda Vinda propriamente dita, se estabelecerá em Jerusalém e dirigirá uma era de mil anos de paz chamada de Milênio, quando Satanás irá ser banido. No fim do Milênio, Satanás irá ser solto e a terra entrará em uma guerra, a qual irá destruir o mundo inicialmente com fogo, limpando a terra do mal. Todos os membros fiéis da igreja serão salvos da destruição, mas cada homem ou mulher que já viveu na Terra, vivo ou morto, será ressuscitado, ou posto em um estado de imortalidade.

O Julgamento Final que irá ocorrer no final de tudo, irá separar todas as pessoas em três reinos divinos: o Reino Celestial, o Reino Terrestre, e o Reino Telestial. No livro Doutrina e Convenios, Joseph Smith Jr., autor principal do livro e o primeiro profeta, líder e vidente da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, classificou estes reinos em níveis de glória; sol, a lua, e as estrelas. O sol dá origem a brilho, e se relaciona a glória do reino celestial, o qual é para aqueles que obedecem a todos os mandamentos, vivem de forma justa, e foram batizados e casados em um templo da Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias.

A lua, o segundo em ordem de brilho, se relaciona com o Reino Terrestre, o qual é para aqueles que foram corretos em certo sentido, mas não obedeceram constantemente a cada mandamento e/ou não foram batizados ou casados no templo. As estrelas, sendo as menos brilhantes, se relacionam ao Reino Telestial, para aqueles que não foram corretos, significando aqueles que constantemente não obedeceram aos mandamentos e não foram batizados ou casados no templo. Um pequeno grupo de pessoas, as quais ele chama Saídos das Trevas, irão para onde Satanás foi enviado após o Pai Celestial o ter expulsado do céu. Uma destas pessoas foi Caim, do relato de Caim e Abel no livro do Gênesis.

Testemunhas de Jeová

As Testemunhas de Jeová acreditam que a Terra jamais será destruída, segundo o que entendem de versículos bíblicos tais como Eclesiastes 1:4, Isaías 45:18 e Salmos 37:29. Ensinam que o propósito de Deus é que o planeta se encha de humanos e que, portanto, a expressão “fim do mundo”, ou “fim do sistema de coisas” conforme a versão da Bíblia que usam e todas as outras versões da Bíblia ; refere-se à ocasião em que Deus, através do seu Filho Jesus Cristo, estabelecerá um reino ou governo global, eliminado todos os outros governos humanos.

Cristianismo Ortodoxo

A doutrina do cristianismo sofreu variações pelo tempo. Desde os tempos do Antigo Testamento, que o povo judeu ouvia dos profetas que haveria , em um futuro, ou um fim de todos os males, em que Deus castigaria os injustos. já no Novo Testamento, Jesus mesmo faz menção deste tempo (kairoi). Ou seja, haveria um (eschaton-kairos)..

Diferenças na interpretação, tem se dividido entre os evangélicos estudiosos. Isto se deu bem no tempo de Jesus Mt 16.1-4, de Paulo At 17.17,18. Segundo Bultmann, Jesus esteve de acordo com os escribas de seu tempo, em observar a lei. Mt 19.16-22.
Desde o primeiro século dominou-se entre os apóstolos o desejo de entender o antigo testamento. Contudo o método alegórico eram praticados por Clemente de Alexandria, Orígenes e São Agostinho.

Já na escola de Antioquia, havia grupos que tentaram evitar o letrismo e a alegoria que havia em Alexandria.

No seculo XII, sugiu Nicolau de Lyra que trouxe um significado importante do literal. Foi desta obra que Lutero se abrilhantou, e muitos creem que foi esta obra que influenciou-o a reforma (século XVI). Dai surgiu Calvino, e com ele surgiu grandes princípios para a interpretação moderna. Foi dentro desta época que surgiram várias escolas especializadas em “escatologia”, cada uma com suas interpretações:

Pré-milenismo

Crêem que Jesus arrebatará a sua igreja antes dos mil anos, e após o arrebatamento a terra passará pelo período da grande tribulação em que os judeus vão ser duramente perseguidos junto com os remanescentes que ficarem. Esta posição foi adotada por Agostinho, despopularizado em tempos futuros e revitalizado coma volta dos judeus a terra da palestina. Atualmente esta escola se tornou sinônimo do dispensacionalismo, revitalizado. Há ainda uma discordância entre pre-milenistas clássicos, e, os dispensacionalistas. A principio a Igreja primitiva cria no milênio, mas de forma não sistemática, hoje esta doutrina é conhecida como pré-milenismo histórico.

Pós-milenismo

Crêem que através da evangelização, o mundo finalmente será de Cristo. Cristo voltará a terra no fim do milênio.

Amilenismo

Aqui o milênio é simbólico, e o tempo se refere a primeira e a segunda vinda de Cristo, nada aqui é literal. E a escola mais recente que surgiu logo apos o pós-milenismo.Tendo surgido a mais ou menos 150 anos.

JUDAÍSMO

No Judaísmo, o fim do mundo é chamado de acharit hayamim (fim dos dias). Eventos tumultuosos abalarão a velha ordem do mundo, criando uma nova ordem na qual Deus é universalmente reconhecido como a nova lei que organiza tudo e todos. Uma das sagas do Talmud diz “Deixe o fim dos dias chegar, mas eu não devo estar vivo para presenciá-lo”, porque os vivos na ocasião serão submetidos a tais conflitos e sofrimentos.

O Talmud, no folheto Avodah Zarah, página 9A, estabelece que o mundo como o conhecemos somente irá existir por seis mil anos.

O calendário judaico tem seu início determinado pela hipótese que o tempo começou na Criação do mundo por Deus, conforme relatado no Gênesis. Muitas pessoas (nomeadamente judeus conservadores e alguns cristãos) acreditam que os anos da Torah, ou Bíblia Judaica, devem ser considerados simbólicos. De acordo com antigos ensinamentos judaicos, atualmente ministrados por judeus ortodoxos, os anos relatados são consistentes com a passagem das eras, com 24 horas por dia e uma média de 365 dias por ano. Tal conclusão foi alcançada após realizarem-se as apropriadas calibrações, considerando a incongruência entre o calendário lunar e o calendário solar, já que o calendário judaico é baseado em ambos. O ano de 2006 equivale, assim, a 5766 anos desde a Criação, no calendário judaico. Portanto, de acordo com o cálculo, o fim do mundo, pelos preceitos judaicos, ocorrerá em 30 de setembro de 2239.

De acordo com essa tradição, o fim do mundo irá presenciar os seguintes eventos:

  1. Reunião dos judeus exilados na terra geográfica de Israel .
  2. Derrota de todos os inimigos de Israel.
  3. Construção do terceiro Templo de Jerusalém e a restauração dos sacrifícios e serviços nele.
  4. Revitalização dos mortos ou ressurreição.
  5. Naquele momento, o Messias judeu se tornará o monarca ungido de Israel. Ele dividirá as tribos de Israel nas porções de terra originais. Durante o período, Gogue, rei de Magogue, atacará Israel – desconhece-se quem é Gogue e qual é a nação Magogue. Magogue travará uma grande batalha, na qual muitos morrerão de ambos os lados. Mas Deus intervirá e salvará os judeus. Esta é a batalha designada como Armagedom. Deus, tendo eliminado este inimigo final para sempre, irá conseqüentemente banir todo mal da existência humana.

Depois do ano 6000 (no calendário judeu), o sétimo milênio será uma era de santidade, tranqüilidade, vida espiritual e paz mundial, conhecida como o Olam Haba (mundo futuro), durante o qual todas as pessoas conhecerão a Deus diretamente. A festividade judaica do Rosh Hashanah tem muitos aspectos em comum com a crença islâmica de Qiyamah.

No Judaísmo, contudo, o relato do fim dos dias é muito pouco claro, sem se referir a quando tais eventos ocorrerão. Por exemplo, não se esclarece com precisão se o fim dos dias irá ocorrer antes, durante ou depois do ano 6000. Muito depende da forma como se interpreta a lei judaica. Alguns também afirmam que estes eventos tumultuados trarão dificuldades espirituais, tais como a imortalidade.


A CRIAÇÃO

MENOS ACEITA

O Design inteligente (Desenho Inteligente ou Projeto Inteligente, em inglês Intelligent Design) é a assertação de que “certas características do universo e dos seres vivos são mais bem explicadas por uma causa inteligente, e não por um processo não-direcionado como a seleção natural”. Ele é uma forma moderna do tradicional argumento teleológico para a existência de Deus, modificado para evitar especificações sobre a natureza ou identidade do criador.

A idéia foi desenvolvida por um grupo de criacionistas americanos que reformularam o argumento em face à controvérsia da criação vs. evolução para contornar uma decisão judicial americana proibindo o ensino de criacionismo como ciência. Seus principais defensores, todos eles associados ao Discovery Institute, baseado nos Estados Unidos, acreditam que o criador é o Deus do cristianismo. Segundo eles, sua pesquisa é análoga à de detetives que, diante de uma pessoa morta, buscam sinais de que aquele evento não foi acidental (ou que isto é muito improvável), indicando que há um assassino.

Os pesquisadores buscam no mundo natural (e principalmente em estruturas biológicas) sinais de planejamento, funcionalidade e propósito. Assim como os detetives podem investigar se há ou não um criminoso sem saber quem ele é, os pesquisadores alegam que poderiam dizer que há uma criação sem saber dados adicionais sobre o criador. A pesquisa se foca nas evidências biológicas e não nas conseqüências das descobertas. Defensores da criação inteligente alegam que ela seja uma teoria científica, e buscam fundamentalmente redefinir a ciência para que a mesma aceite explicações sobrenaturais.

O consenso da comunidade científica é de que a criação inteligente não é ciência, mas na verdade pseudociência. A Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos já declarou que o “criacionismo, design inteligente e outras alegações de intervenção sobrenatural na origem da vida” não são ciências porque elas não podem ser testadas por métodos científicos. A Associação de Professores de Ciências dos Estados Unidos e a Associação Americana para o Avanço da Ciência a classificaram como pseudociência. Outros na comunidade científica concordaram com a classificação, e alguns já a classificaram como ciência-lixo.

O termo “criação inteligente” originou-se em resposta a decisão judicial de 1987 da Suprema Corte Americana no caso Edwards v. Aguilard que envolveu a separação da igreja e do estado. Seu primeiro uso significativo em publicações foi em “Of Pandas and People” (Sobre Pandas e Pessoas), um livro didático de 1989 publicado com a intenção de ser usado em aulas de biologia do ensino médio. Vários livros adicionais sobre a criação inteligente foram publicados nos anos de 1990. Na metade da década de 1990, defensores da teoria começaram a se aglomerar ao redor do Discovery Institute e a defender mais publicamente sua inclusão no currículo da escola pública. Com o Discovery Institute e seu “Center for Science and Culture” (Centro para Ciência e Cultura) servindo como alicerce central no planejamento e financiamento, o “movimento da criação inteligente” cresceu significativamente em publicidade no final da década de 1990 e no início de 2000, culminando no “julgamento de Dover”, em 2005, que contestou o ensino intencional da criação inteligente em salas de ciências do sistema público de ensino.

No caso Kitzmiller v. Dover Area School District, um grupo de pais de estudantes do ensino médio contestaram a exigência de um distrito escolar público para que professores apresentassem a criação inteligente em aulas de biologia como uma “explicação alternativa para a origem da vida”. O Juiz Distrital Americano John E. Jones III sentenciou que a criação inteligente não é ciência, e que “não pode se desacoplar de seus antecedentes criacionistas, e consequentemente religiosos” e concluiu que a promoção da ideia da criação inteligente realizada pelo distrito escolar violava a Cláusula de Estabelecimento da Primeira emenda da constituição dos Estados Unidos da América.

O termo “design inteligente” começou a ser usado após a sentença de 1987 da Suprema Corte Americana no caso Edwards v. Aguillard que decidiu que a exigência de ensinar a “Ciência da Criação” ao lado da evolução era uma violação da Cláusula de Estabelecimento, que proíbe a ajuda estatal à religião. No caso Edwards, a Suprema Corte também havia decidido que “ensinar uma variedade de teorias científicas sobre as origens da humanidade para estudantes pode ser validamente feito com a clara intenção secular de melhorar a efetividade da instrução científica”. Em esboços do livro didático de ciência criacionista “Of Pandas and People”, praticamente todas as derivações da palavra “criação”, como “criacionismo”, foram substituídas com as palavras “design inteligente”. O livro foi publicado em 1989, seguido por uma campanha promovendo-o para ser usado no ensino do design inteligente em classes de biologia do ensino médio do sistema público.

A mesma sentença judicial da Suprema Corte influenciou o jurista aposentado Phillip E. Johnson, em seu livro de 1991 “Darwin on Trial” (Darwin no banco dos réus), a defender a redefinição da ciência para que a mesma permitisse alegações de criação sobrenatural. Um grupo incluindo Michael Behe, Stephen C. Meyer e William Dembski juntou-se a Johnson com o objetivo de derrubar o naturalismo metodológico do método científico (que ele descreveu como “materialismo”) e o substituí-lo com o “realismo teísta” através do que foi subsequentemente chamado de “estratégia da cunha” (wedge strategy). Behe contribuiu para a revisão de 1993 do livro “Of Pandas and People”, criando os alicerces das idéias que ele posteriormente nomearia de “complexidade Irredutível”.

Em 1994 Meyer contatou o Discovery Institute, e no ano seguinte eles obtiveram financiamento para criar o Centro para a Renovação da Ciência e Cultura, com o propósito de promover a busca do movimento do design inteligente por apoio político e público para o ensino do “design inteligente” como uma alternativa a evolução baseada na criação, particularmente nos Estados Unidos.

O design inteligente é apresentado como uma alternativa às explicações naturais para a origem e diversidade da vida. Ela se situa em oposição à ciência biológica convencional, que depende do método científico para explicar a vida através de processos observáveis como mutações e a seleção natural.

O propósito declarado do design inteligente é o de investigar se as evidências empíricas existentes implicam ou não que a vida na Terra precisou ser concebida por um agente ou agentes inteligentes. William Dembski, um dos principais defensores do design inteligente, já afirmou que a alegação fundamental do design inteligente é que “existem sistemas naturais que não podem ser adequadamente explicados em termos de forças naturais não-direcionais e que exibem características que em qualquer outra circunstância nós atribuiríamos à inteligência.” No manifesto do Discovery Institute que vazou para a mídia e ficou conhecido como o “Documento da Cunha” (Wedge Document), entretanto, era dito aos defensores do movimento que:

“Nós estamos crescendo nesse momentum, aumentando a cunha com uma alternativa científica positiva às teorias científicas materialistas, que veio a ser conhecida como a teoria do design inteligente. A teoria do Design promete reverter a dominância sufocante da visão de mundo materialista, e a substituí-la com uma ciência consoante a convicções teístas e cristãs.”

Defensores do Design Inteligente procuram por evidências do que eles chamam de “sinais de inteligência”: propriedades físicas de um objeto que apontam para um projetista (designer) (veja: argumento teleológico). Por exemplo, defensores do design inteligente argumentam que um arqueólogo que encontra uma estátua feita de pedra em um campo pode justificavelmente concluir que a estátua foi projetada, e pode sensatamente tentar identificar o conceptor. O arqueólogo não estaria, entretanto, justificado ao fazer a mesma alegação baseado em um pedregulho irregular do mesmo tamanho. Defensores do design inteligente argumentam que sistemas vivos apresentam grande complexidade, a partir do que eles podem inferir que alguns aspectos da vida são projetados.

Eles também afirmam que embora as evidências que possam apontar para a natureza de uma “causa ou agente inteligente” possam não ser diretamente observadas, seus efeitos na natureza podem ser detectados. Dembski, em seu livro “Signs of Intelligence” (Sinais de inteligência), afirma: “Defensores do design inteligente consideram-no como um programa de pesquisa científica que investiga os efeitos de causas inteligentes… e não causas inteligentes per se”.

Em sua opinião, ninguém pode testar a identidade de influências exteriores a um sistema fechado, de dentro do sistema fechado, logo questão relacionadas à identidade do designer caem fora do âmbito do conceito. Em 20 anos desde que o design inteligente foi formulado, nenhum teste rigoroso que possa identificar os alegados efeitos foi proposto. Nenhum artigo apoiando o design inteligente já foi publicado em periódicos científicos revisados por pares, e nem o design inteligente já foi o sujeito de estudo de qualquer pesquisa ou estudo científico.

CONCEITOS INTEGRAIS

Complexidade Irredutível

O termo “complexidade irredutível” foi introduzido pelo bioquímico Michael Behe, que o define como “um sistema único composto de várias partes compatíveis que interagem entre si e que contribuem para sua função básica, onde a remoção de uma das partes faria com que o sistema efetivamente cessasse de funcionar”.

Behe usa a analogia de uma ratoeira para ilustrar esse conceito. Uma ratoeira consiste de vários pedaços integrantes – a base, o pegador, a mola e o martelo – partes que precisam estar no lugar para que a ratoeira funcione. A remoção de qualquer um dos pedaços destrói a função da ratoeira. Defensores do design inteligente afirmam que a seleção natural não poderia criar sistemas irredutivelmente complexos, porque a função seletiva só está presente quando todas as partes estão montadas juntas. Behe argumenta que mecanismos biológicos irredutivelmente complexos incluem o flagelo bacteriano da E.coli, a cascata da coagulação do sangue, o cílio, e o sistema imune adaptativo.

Críticos apontam que o argumento da complexidade irredutível assume que as partes necessárias do sistema sempre foram necessárias e consequentemente não poderiam ter sido adicionadas sequencialmente. Argumenta-se que algumas partes que são inicialmente só um pouco vantajosas podem posteriormente se tornar necessárias à medida que outros componentes mudam. Além disso, eles argumentam, a evolução frequentemente procede alternando partes preexistentes ou as removendo do sistema, ao invés de sempre adicioná-las .

Isso é algumas vezes chamado de “objeção do andaime”, criando uma analogia com andaimes, que podem suportar um prédio “irredutivelmente complexo” até que o mesmo seja completado e possa sustentar a si mesmo. Behe admitiu, ter usado uma “prosa irregular”, e que seu “argumento contra o Darwinismo não se sustenta à prova lógica”. A complexidade irredutível permanece um argumento popular entre defensores do design inteligente; no julgamento de Dover, a corte decidiu que “A alegação do Professor Behe para a complexidade irredutível foi refutada em artigos de pesquisa revisados por pares e foi rejeitado pela comunidade científica em geral”.

Complexidade especificada

Em 1986 o químico criacionista Charles Taxon usou o termo “complexidade especificada”, proveniente da teoria da informação, quando alegava que mensagens transmitidas pelo DNA na célula eram especificadas por uma inteligência, logo originaram-se de um agente inteligente. O conceito de “complexidade especificada” do design inteligente foi desenvolvido na década de 1990 pelo matemático, filósofo, e teólogo William Dembski. Dembski afirmava que quando alguma coisa exibia complexidade especificada (ou seja, complexo e “especificado”, simultaneamente), poderíamos inferir que ela foi produzida por uma causa inteligente (ou seja, que foi projetada) ao invés de ser o resultado de processos naturais. Ele fornece os seguintes exemplos: “Uma única letra do alfabeto é especificada sem ser complexa.

Uma sentença longa de letras aleatória é complexa sem ser especificada. Um soneto shakespeariano é tanto complexo quando especificado.”. Ele afirma que detalhes de seres vivos podem ser similarmente caracterizados, especialmente os “padrões” de seqüências moleculares em moléculas biológicas funcionais como o DNA.

Dembski define sua informação especificada complexa (IEC) como qualquer coisa com menos de 1 em 10150 chance de ocorrer ao acaso (naturalmente). Críticos afirmam que isso caracteriza o argumento como uma tautologia: informação especificada complexa não pode ocorrer naturalmente porque Dembski a definiu assim, logo a verdadeira questão foca-se em saber se as IECs realmente existem na natureza ou não.

A solidez conceitual do argumento da complexidade especificada/IEC de Dembski é largamente desacreditada pelas comunidades científica e matemática. A complexidade especificada ainda não foi demonstrada como tendo vastas aplicações em outros ramos de estudo como alegado por Dembski. John Wilkins e Wesley Elsberry caracterizam o “filtro explanatório” de Dembski como eliminativo, porque ele elimina explicações sequencialmente: primeiro regularidade, depois acaso, e finalmente caindo em default para o design. Eles argumentam que esse procedimento é falho como um modelo de inferência científica porque a maneira assimétrica com que trata possíveis explicações diferentes o torna propenso a tirar falsas conclusões.

Richard Dawkins, outro crítico do design inteligente, argumenta em “Deus, um delírio” que permitir que um designer inteligente seja levado em conta para explicar a complexidade improvável somente adia o problema, uma vez que tal criador teria que ser pelo menos tão complexo quanto a coisa criada.

Outros cientistas também argumentaram que a evolução por meio da seleção natural é mais capacitada para explicar a complexidade observável, como é evidente pelo uso da evolução seletiva para projetar a eletrônica de certos sistemas automotivos e aeronáuticos que são considerados problemas complexos demais para os “designers inteligentes” humanos. Isto, apesar destes métodos usarem a inteligência humana para definir a aptidão dos resultados obtidos tornando o método teleológico, ou seja, com um proposito muito bem definido por um “designer inteligente”, análogo ao argumento teleológico.

Universo bem afinado

Defensores do design inteligente ocasionalmente propõem argumentos fora do ramo da biologia, mais notavelmente um argumento baseado no conceito das “constantes universais bem afinadas”, que tornam possíveis a existência da matéria e da vida, e portanto alegando que as constantes não devem ser solenemente atribuídas ao acaso (processos naturais). Essas incluem os valores das constantes físicas fundamentais, a força relativa das forças nucleares, o eletromagnetismo, a gravidade entre partículas fundamentais, também como as taxas das massas de tais partículas.

Defensor do design inteligente e filiado do Centro para Ciência e Cultura, Guillermo Gonzales argumenta que se qualquer um desses valores fosse até minimamente diferente, o universo seria dramaticamente diferente, tornando impossível a formação de muitos elementos químicos e de estruturas características do Universo, como galáxias. Logo, defensores argumentam, um designer inteligente da vida foi necessário para garantir que as características específicas se dessem presentes, caso contrário a vida seria, em termos práticos, impossível de ter existido.

Embora a alegação seja perfeitamente viável para a filosofia (lógica) e pela matemática (probabilidade), a grande maioria dos cientistas responde a esse argumento apontando que o mesmo não pode ser testado e, consequentemente, não é cientificamente produtivo. Alguns cientistas argumentam que mesmo quando tomados como uma mera especulação, esses argumentos são parcamente suportados por evidências existentes. Victor J. Stenger e outros críticos afirmam que tanto o design inteligente quanto a forma fraca do princípio antrópico são essencialmente uma tautologia; em sua opinião, esses argumentos se sustentam na alegação de que a vida é capaz de existir porque o Universo é capaz de suportar vida. A alegação da improbabilidade de um universo que é capaz de suportar vida também foi criticada como sendo um argumento pela falta de imaginação por assumir que nenhuma outra forma de vida além da nossa é possível.

A vida como conhecemos poderia não ter existido se as constantes fossem diferentes, mas uma forma de vida diferente poderia ter se formado no nosso lugar. No entanto, tal alegação, na mesma proporção da primeira, não possui uma única evidência e, de fato, todas as formas de vidas conhecidas são baseadas em carbono, tornando tal resposta pura especulação e, notadamente, “infalsiável”, daí não-científica. Um número de críticos também sugere que muitas das variáveis apontadas parecem ser bem interconectadas e que cálculos feitos por matemáticos e físicos sugerem que a emergência de um universo similar ao nosso é bem provável.

O notável de tal alegação é que a mesma inter-relação entre muitas das variáveis apontadas também é utilizada pelos próprios defensores do Design Inteligente como uma evidência pelo design. Além disso, a teoria do multiverso é comumente defendida por cientistas (incluindo Stephen Hawking e Richard Dawkins) como uma possível explicação que refutaria a suposta necessidade de um Criador por trás do universo bem definido, alegando que a existência de vários universos além do nosso tornaria extremamente possível que num deles houvesse vida. Defensores do DI desconsideram esta hipótese alegando que esta proposta não só não é falsiável (daí não-científica), como também não possui nenhuma evidência que a suporte (ou seja, não passa de especulação imaginativa).

Além do mais, levantaria a questão cosmológica de como estes universos teriam surgido (expressado na pergunta “o que/quem inventou a ‘máquina de produzir universos?’”), voltando ao problema das origens.

Defensor do design inteligente, Granville Sewell já afirmou que a evolução de formas complexas de vida representa uma diminuição da entropia, consequentemente violando a segunda lei da termodinâmica e apoiando o design inteligente. Isso, entretanto, é uma equivocação dos princípios da termodinâmica. A segunda lei da termodinâmica aplica-se a sistemas fechados somente. Se esse argumento fosse verdadeiro, seres vivos não conseguiriam crescer, já que isso também seria uma diminuição da entropia. Entretanto, como na evolução, o crescimento de seres vivos não viola a segunda lei da termodinâmica, porque seres vivos não são sistemas fechados – eles possuem uma fonte externa de energia (por exemplo, comida, oxigênio, luz do sol) cuja produção depende de um aumento liquido da entropia.

Criador inteligente

Argumentos a favor do design inteligente são formulados em termos seculares e intencionalmente evitam identificar o agente (ou agentes) que eles positam. Embora não afirmem que Deus seja o criador, o criador é frequentemente e implicitamente hipotetizado como tendo intervindo de uma maneira que somente um deus poderia intervir. Dembski, em “The Design Inference” (A Inferência do Design), especula que uma cultura alienígena poderia preencher os requisitos de um designer. A descrição autoritativa do design inteligente, entretanto, explicitamente afirma que o universo demonstra características de ter sido projetado.

Reconhecendo o paradoxo, Dembski conclui que “nenhum agente inteligente que é estritamente físico poderia ter presidido a origem do universo ou a origem da vida”. Os principais defensores do design inteligente já fizeram declarações de que eles acreditam que o designer seja o Deus cristão, em contraste exclusão de todas as outras religiões.

Além do debate sobre se o design inteligente é ou não científico, um número de críticos chegam até a argumentar que a evidência existente torna a hipótese de um design bem improvável, independentemente de seu status no mundo científico. Por exemplo, Jerry Coyne, da Universidade de Chicago, pergunta por que um designer teria “nos dado os caminhos para a produção de vitamina C, mas então a destruído ao desativar uma de suas enzimas” e por que ele ou ela não iria “empilhar ilhas oceânicas com répteis, mamíferos, anfíbios e água fresca, apesar da adequação de tais ilhas para essas espécies”.

Coyne também aponta o fato da “flora e a fauna dessas ilhas lembram as da terra continental mais próxima, mesmo quando os ambientes são bem diferentes” como evidência de que espécies não foram colocadas lá por um designer. Anteriormente, no livro A Caixa Preta de Darwin, Behe argumentou que nós somos simplesmente incapazes de entender os motivos do designer, logo tais questões não podem ser respondidas definitivamente. Criações estranhas poderiam, por exemplo, “ter sido colocadas lá por um designer… por razões artísticas, para se mostrar, por algum motivo prático ainda não determinado, ou por alguma razão desconhecida”. Coyne responde que, à luz da evidência, “ou a vida resultou não de um design inteligente, mas da evolução; ou o designer inteligente é um brincalhão cósmico que projeta tudo para que o mesmo pareça ter evoluído”.

Assertar a necessidade de um criador para a complexidade também levanta a seguinte questão de “Quem criou o criador?” Defensores do design inteligente afirmam que essa questão é irrelevante ou fora do escopo do design inteligente. Richard Wein contra-argumenta que as perguntas não respondidas que uma teoria cria “precisam ser balanceadas contra o aperfeiçoamento de nosso entendimento do que a explicação fornece”. Invocar um ser inexplicável para explicar a origem de outros seres (nós mesmos) não passa de petição de princípio.

“A nova questão levantada pela explicação é tão problemática quanto a questão que a explicação pretende responder”. Richard Dawkins vê a assertação de que o designer não precisa ser explicado, não como uma contribuição ao conhecimento, mas como um “clichê exterminador de pensamento”. Na ausência de evidências observáveis e mensuráveis, a própria questão “Quem criou o criador?” leva a uma regressão infinita de onde defensores do design inteligente só podem escapar ao recorrer ao criacionismo religioso ou à contradição lógica.

MAIS ACEITA

TEORIA DO BIG BANG

O Big Bang é a teoria cosmológica dominante do desenvolvimento inicial do universo. Os cosmólogos usam o termo “Big Bang” para se referir à ideia de que o universo estava originalmente muito quente e denso em algum tempo finito no passado e, desde então tem se resfriado pela expansão ao estado diluído atual e continua em expansão atualmente. A teoria é sustentada por explicações mais completas e precisas a partir de evidências científicas disponíveis e da observação. De acordo com as melhores medições disponíveis em 2010, as condições iniciais ocorreram por volta de 13,3 a 13,9 bilhões de anos atrás.

Georges Lemaître propôs o que ficou conhecido como a teoria Big Bang da origem do Universo, embora ele tenha chamado como “hipótese do átomo primordial”. O quadro para o modelo se baseia na teoria da relatividade de Albert Einstein e hipóteses simplificadoras (como homogeneidade e isotropia do espaço). As equações principais foram formuladas por Alexander Friedmann. Depois Edwin Hubble descobriu em 1929 que as distâncias de galáxias distantes eram geralmente proporcionais aos seus desvios para o vermelho, como sugerido por Lemaître em 1927.

Esta observação foi feita para indicar que todas as galáxias muito distantes e aglomerado de galáxias têm uma velocidade aparente diretamente para fora do nosso ponto de vista: quanto mais distante, maior a velocidade aparente. Se a distância entre os aglomerados de galáxias está aumentando hoje, todos deveriam estar mais próximos no passado. Esta idéia tem sido considerada em detalhe volta no tempo para as densidades e temperaturas extremas, e grandes aceleradores de partículas têm sido construídos para experimentar e testar tais condições, resultando em significativa confirmação da teoria, mas estes aceleradores têm capacidades limitadas para investigar em tais regimes de alta energia.

Sem nenhuma evidência associada com a maior brevidade instantânea da expansão, a teoria do Big Bang não pode e não fornece qualquer explicação para essa condição inicial, mas sim, que ela descreve e explica a evolução geral do Universo desde aquele instante. As abundâncias observadas de elementos leves em todo o cosmos se aproximam das previsões calculadas para a formação destes elementos de processos nucleares na expansão rápida e arrefecimento dos minutos iniciais do Universo, como lógica e quantitativamente detalhado de acordo com a nucleossíntese do Big Bang.

Fred Hoyle é creditado como o criador do termo Big Bang durante uma transmissão de rádio de 1949. Popularmente é relatado que Hoyle, que favoreceu um modelo cosmológico alternativo chamado “teoria do estado estacionário”, tinha por objetivo criar um termo pejorativo, mas Hoyle explicitamente negou isso e disse que era apenas um termo impressionante para destacar a diferença entre os dois modelos. Hoyle mais tarde ajudou consideravelmente no esforço de compreender a nucleossíntese estelar, a via nuclear para a construção de alguns elementos mais pesados até os mais leves.

Após a descoberta da radiação cósmica de fundo em 1964, e especialmente quando seu espectro (ou seja, a quantidade de radiação medida em cada comprimento de onda) traçou uma curva de corpo negro, muitos cientistas ficaram razoavelmente convencidos pelas evidências de que alguns dos cenários propostos pela teoria do Big Bang devem ter ocorrido.

O FIM

Quando se trata desse assunto a Ciência lida apenas com probabilidades, nada é certo. Cientificamente, há teorias de que o nosso planeta terá um fim. Os cientistas, no entanto, não afirmam que esse fim acontecerá inevitavelmente conforme suas teses.
As previsões científicas são várias: aquecimento, resfriamento, soterramento dos oceanos, falta de alimentos para uma superpopulação, guerra nuclear, etc.

O AQUECIMENTO – Conforme observações científicas, a concentração de dióxido de carbono na atmosfera faz elevar a temperatura. Crê-se que a extinção dos dinossauros se deu em razão da queda de um meteoro que aumentou a concentração desse gás na atmosfera, elevando a temperatura subitamente, ocasionando a morte dos grandes répteis.

O RESFRIAMENTO – É conhecida a afirmação de que o Sol perde gradativamente seu calor e poderá ocorrer o resfriamento e a extinção da vida na Terra.

O ATERRAMENTO DOS OCEANOS – As chuvas estão levando constantemente toneladas de terra para o mar. Paulatinamente ocorrerá o enchimento dos oceanos, vindo as águas a invadirem as terras atualmente emersas.

FALTA DE ALIMENTOS – A população mundial cresce demais, em proporção maior do que a capacidade de aumento de produção. Poderá chegar o tempo em que não haja alimentos para tanta gente.

A GUERRA NUCLEAR – Já há muito tempo, considerou-se que a capacidade dos arsenais atômicos era de destruir o nosso planeta dez vezes.

“CHOQUE COM OUTRO ASTRO – Embora a Astronomia tenha comprovado que os astros obedecem a leis matemáticas fixas, admitem muitos cientistas a possibilidade de a Terra ser atropelada por outro corpo celeste.” (Alfons Balbach, em “Os Grandes Fatos e Problemas do Mundo”, pág. 16). Informações científicas mais recentes mostram que milhões de corpos celestes cruzam constantemente o espaço, tendo o nosso planeta o risco de se chocar com alguns deles. Esse choque já ocorreu em tempos remotos, com corpos de pequenas dimensões, eliminando algumas formas de vida. É esta a hipótese do desaparecimento dos dinossauros, baseada na existência de cratera indicadora da colisão, no período em que eles desapareceram. Tal acidente poderá ocorrer com outros maiores, extinguindo toda a vida do planeta.

Calcula-se, segundo reportagem divulgada pelo Fantástico em 93, que há cerca de DOIS MIL asteróides de aproximadamente 2km de diâmetro que podem chocar a qualquer momento com a Terra. Se levarmos em conta aqueles equivalentes a um campo de futebol, o número sobe para CEM MIL. As probabilidades de um desses asteróides se chocar com a terra são, segundo o matemático Oswald Sousa, trezentas e onze vezes maior do que as de alguém acertar na SENA marcando um único cartão. Um choque desse, entretanto, não ocorreria inesperadamente; pois os observatórios atuais captam a presença de um asteróide muito tempo antes de ele se aproximar da Terra.

O único item dessa lista de catástrofes, que sem dúvida, representa o fim do nosso planeta e de tudo que há nele, é a morte do Sol, quando ele se exaurir daqui uns bilhões de anos. Quando isso acontecer ele se tornará uma gigante Vermelha e nesse processo, qualquer coisa que habite a Terra vai virar pó. O planeta vai virar combustível depois de um tempo com a expansão solar. Mas até lá, ainda temos muito tempo pela frente, não?

Encontrada Bíblia de 1500 anos que contém o evangelho de Barnabé

A descoberta  causou enorme preocupação ao Vaticano, isso porque a bíblia encontrada contém o evangelho de Barnabé, que teria sido um dos discípulos de Cristo que viajava com o apóstolo Paulo e descreve Jesus de maneira semelhante à pregada pela religião islâmica.

O livro teria sido descoberto no ano 2000 na Turquia, e foi mantido em segredo na cidade de Antara. O livro, feito em couro tratado e escrito em um dialeto do aramaico, língua falada por Jesus, tem as páginas negras, por causa da ação do tempo. De acordo com as notícias; peritos avaliaram o livro e garantiram que o artefato é original.

Autoridades religiosas de Terão insistem que o texto prova que Jesus nunca foi crucificado, não era o Filho de Deus, mas um profeta, e chama Paulo de “Enganador.” O livro também diz que Jesus ascendeu vivo ao céu, sem ter sido crucificado, e que Judas Iscariotes teria sido crucificado em seu lugar. Falaria ainda sobre o anúncio feito por Jesus da vinda do profeta Maomé, que fundaria o Islamismo 700 anos depois de Cristo.

O texto prevê ainda a vinda do último Messias islâmico, que ainda não aconteceu.O Vaticano teria demonstrado preocupação com a descoberta do livro, e pediu às autoridades turcas que permitissem aos especialistas da Igreja Católica avaliar o livro e seu conteúdo.

Acredita-se que a igreja Católica durante o Concílio da Nicéia tenha feito a seleção dos Evangelhos que fariam parte da Bíblia, suprimindo alguns, dentre deles possivelmente o Evangelho de Barnabé. Há ainda a crença de que existiram muitos outros evangelhos, conhecidos como Evangelhos do Mar Morto.

CONFIRA O VÍDEO !

Aprendendo Telepatia: excelente texto para estudos

Telepatia não é difícil de aprender, o principal bloqueio está na crença, a pessoa deve crer que pode conseguir a transmissão telepática e a recepção. Há outro preliminar importante, você precisa ter uma mente limpa para enviar e receber. Normalmente seu ambiente externo é um reflexo do seu ambiente interno, se você vive em um lugar bagunçado e se você é desorganizado a chance é que isso reflita uma perda de energia dentro de você.

Essa é a primeira coisa que você deve fazer; livrar-se da bagunça; fazer um vazio na sua vida. Transmutar a energia do seu lugar para uma mais positiva mantendo seu lugar o mais limpo possível.

Há muita discussão sobre isso no campo do Feng-shui, eu encorajo que a pessoa interessada leia mais sobre isso, há muito a dizer sobre a energia no lugar onde vivemos.

É igualmente bom ter o hábito de ter alguma disciplina mental na forma de algum exercício de concentração.  Quanto melhor sua habilidade para se concentrar, melhor você será para enviar e receber uma transmissão telepática.

O exercício de concentração mais simples que você pode fazer é melhorar sua consciência dizendo a você mesmo palavras positivas que elevam suas vibrações e fazem de você uma pessoa mais consciente, exemplos de afirmações positivas são “Eu sou abundante”, “Eu sou generoso e cheio de recursos”, “Eu tenho paz mental”, é fácil fazer suas próprias afirmações, diga a você mesmo as qualidades que você quer adquirir, de certo modo você está mentindo a si mesmo, mas é uma boa mentira e tudo começa com a crença de que isso é possível. Você pode também melhorar sua autoconsciência e elevar suas vibrações mudando sua postura e padrão respiratório, quando você caminha, caminhe com uma postura mais confiante, também o stress e a pressão que temos que lidar em nossas vidas não nos ajuda a termos uma respiração natural. Qi gong e Yoga têm práticas que ajudam a obter um hábito respiratório correto que usa a capacidade total dos pulmões.

Aprendendo a recepção telepática

Por 10 a 15 minutos sente-se confortavelmente ou deite-se. Comece observando seus pensamentos, fique familiarizado com seu próprio fluxo de pensamentos, não julgue, nem faça comentários ou siga uma certa seqüência de pensamentos, é aqui que alguma experiência em concentração ajuda mesmo.

Quando você pode distinguir bem seu próprio fluxo de pensamentos, você descobrirá uma camada de pensamentos desconectados, de imagens e até sons.

É difícil dizer o que você conseguirá com esse exercício, imagens podem envolver pessoas que você conheça ou não, vozes podem ser familiares ou não, imagens podem surgir.

Escreva uma descrição de tudo que você percebeu, se envolve alguém que você conhece você terá que verificar com aquela pessoa se o que você recebeu foi uma legítima recepção.

Nem tudo que você receber será telepático, para ficar melhor nisso, você tem que conhecer melhor sua própria energia; dessa maneira você será capaz de separar telepatia de sua energia e de sua imaginação.

Aprendendo a transmissão telepática

Esse é um exercício de iniciante, o mais fácil que você pode fazer, que consiste de enviar amor para alguém.

Deite ou sente-se confortavelmente, feche seus olhos e imagine uma esfera violeta brilhante de luz violeta encima de sua cabeça, essa simboliza o seu chakra coronário que guarda a energia da sabedoria, agora se concentre no centro do seu peito e imagine uma luz rosa brilhante que guarda a energia do amor.

Imagine uma corrente de luz violeta vindo de seu chakra coronário para o chakra cardíaco, isso faz sua energia do coração mais sábia porque sem sabedoria seu coração é sentimental e irracional; faça a luz do coração chegar até seu chakra coronário porque sem a energia do coração seu chakra coronário é frio e distante, brinque com isso até você ter uma boa sensação, para terminar imagine um fluxo de luz vindo de seu chakra cardíaco para o chakra cardíaco de alguém que você escolher. Faça isso por alguns minutos, você sabe quando a outra pessoa recebeu sua transmissão telepática pelo modo como você se sente, se você está se sentindo melhor e mais feliz é um excelente sinal que sua mensagem foi recebida, em alguns casos raros, você pode se sentir exaurido e frustrado, isso acontece quando você envia amor a alguém que fechou coração dela para você.

Não procure por respostas na outra pessoa porque você pode não recebê-la, a única medida do sucesso é a maneira que você se sente ao fazer isso, normalmente se você faz esse exercício muitas vezes com a mesma pessoa, seu relacionamento vai começar a melhorar de um novo modo, mais amável eu diria.

Divirta-se aprendendo telepatia!

Telepatia Para Iniciantes

Essa técnica é para pessoas que querem fazer telepatia, mas nunca fizeram isso antes. Essa técnica presume que você é um completo novato quase sem habilidades. Você pode usar essa técnica para contatar alguém que conheceu no passado para encontrar com a pessoa de novo e é claro que você pode usar para contatar qualquer um.

Se você tem uma vida desordenada, assiste muita TV, joga muito videogame e ouve música alta, tire uma hora para digerir tudo isso, vá caminhar num parque e então volte para a técnica.

Trabalho de preparação:

Pela manhã, preste atenção em como se sente. Tome nota disso. Este é seu nível base de sentimento.

Técnica:

1.       Faça cinco minutos de alongamento, estique todos os grupos de músculos.

2.       Faça dez minutos de respiração nasal.

3.       Deite ou sente-se ereto, relaxe, feche seus olhos e conte de 100 a 1. Imagine cada número em seu olho mental, respirando-os. Agora, você deve ter o estado mental apropriado para fazer a comunicação. Preste atenção em como se sente. Como você se sente? Isso é muito importante.

4.       Imagine-se num lugar calmo, pode ser uma praia, uma montanha, perto de um lago, uma floresta, um parque, um deserto, qualquer lugar que você ache que seja pacifico e calmo. Caminhe no local, não force a imagem, deixe aparecer por si só.

5.       Imagine a pessoa que você quer contatar na sua frente. Tente conseguir o máximo de detalhes. Preste atenção em seus sentimentos, você pode já estar recebendo impressões. Iniciantes normalmente registram a impressão na forma de sentimentos no plexo solar.

6.       Aqui há três possibilidades:

A.       Conversar com essa pessoa longamente. Como se sente? Se se sente exaurido, e é difícil de manter a conversa, sente que não é adequado então significa que ou a pessoa não está disponível para você ou você está recebendo impressões negativas dessa pessoa. Se parece confortável e você consegue conversar interminavelmente significa que as coisas estão indo bem. Um sinal do sucesso é a conversa muito fácil de manter que você até se perde no papo.

B.      Construa um enredo, o enredo pode ser tão longo quanto meia hora. Por exemplo, imagine você e essa pessoa caminhando ou visitando algum lugar. Se você pode fazer isso sem esforço isso é um bom sinal. Se você se sente exaurido ou desconfortável então há um problema.

C.      Vá até essa pessoa, preste atenção aos seus sentimentos e então comece a conversar com essa pessoa. Preste uma atenção especial aos seus sentimentos, compare-os com seu sentimento base da manhã. Você pode estar recebendo uma transmissão. Você não tem que se concentrar num comando, como “vem aqui” ou acolá. Apenas tenha a vontade de enviar impressões positivas. Continue a transmitir até se cansar.

D.      Termine a sessão e deixe-a completamente, esqueça. Esse é o passo mais importante.

Teoria:

Quando você se conecta dessa maneira você está enviando energia e impressões positivas. Se você fizer corretamente a pessoa irá gostar de sua energia e impressão. Quando você deixa isso de lado e esquece, a pessoa não irá mais sentir a energia e irá querer conectar-se. Isso causa a atração e faz a pessoa querer encontrar com você.

Troubleshooting(Localização de Defeitos):

Alguns problemas podem aparecer, se você não consegue relaxar e se concentrar. Nesse caso, é melhor você aprender isso primeiro.

Você se conecta, mas se sente muito mal e triste. Isso não é nada bom. Mande para essa pessoa seu amor e termine a transmissão. Nesse ponto, você não é hábil o suficiente para entender o que está acontecendo. É melhor não bagunçar as coisas.

 

Os mistérios da arca da aliança

Além de carregar os 10 mandamentos, a Arca da Aliança também foi designada para ser o trono do próprio Deus. Quais seriam os segredos e os reais objetivos dessa Arca?

A Arca da Aliança é descrita na Bíblia como o objeto em que as tábuas dos Dez mandamentos teriam sido guardadas, e também como veículo de comunicação entre Deus e seu povo escolhido. A Arca foi objeto de veneração entre os hebreus até seu desaparecimento, especula-se que ocorreu na conquista de Jerusalém por Nabucodonosor, segundo o livro de II Macabeus, o profeta Jeremias foi o responsável por esconder a Arca.

Origem

A Arca é primeiro mencionada no livro do Êxodo. Sua construção é orientada por Moisés, que por sua vez recebera instruções divinas quanto à forma e tamanho do objeto. Na Arca estavam guardadas as duas tábuas da lei; a vara de Aarão; e um vaso do maná. Estas três coisas representavam a aliança de Iahweh com o povo de Israel, para judeus e cristãos a Arca não era só uma representação, mas era a própria presença de Deus.

Construção

A bíblia descreve a Arca da Aliança (Êxodo 25:10 a 16) da seguinte forma: caixa e tampa de madeira de acácia, com 2 côvados e meio de comprimento (um metro e onze centímetros ou 111cm), e um côvado e meio de largura e altura (66,6 cm). Cobriu-se de ouro puro por dentro e por fora.

Para transportá-la foram colocadas quatro argolas de ouro puro, cada uma, nas quatro laterais da mesma, duas de um lado e duas do outro, para que varais pudessem ser encaixados. As varas para este transporte eram de acácia também e toda recoberta de ouro puro. As varas eram metidas nas argolas de ouro e assim a Arca da Aliança era transportada pelo meio do povo. Os varais não podiam ser retirados da arca após sua colocação.

Sobre a tampa, chamada Propiciatório “o Kapporeth”(Êxodo 25: 17 a 22), foram esculpidos dois querubins de ouro ajoelhados de frente um do outro, com os rostos voltados um para o outro, com as asas esticadas para frente, tocando-se na extremidade. Suas faces eram voltadas uma para a outra e as asas cobriam o propiciatório encontrando-se como um arco. Esta peça era uma peça só, não sendo fundidas em separado. Segundo relato do verso 22, Deus se fazia presente no propiciatório no meio dos dois Querubins de ouro em uma presença misteriosa que os Judeus chamavam Shekinah ou presença de Deus.

Foi colocado dentro da Arca as Tábuas com os Dez Mandamentos escritos por Deus, um pote com Maná e o Cajado de Arão que floresceu.

A Arca fazia parte do conjunto do Tabernáculo, com outras tantas especificações. Ela ficaria repousada sobre um altar também de madeira coberto de ouro, com uma coroa de ouro ao redor. Como os hebreus ainda vagavam pelo deserto no momento da construção da arca, esta precisava ser carregada, e por isso a previsão para os varais. Somente os sacerdotes poderiam transportar a arca ou tocá-la e no dia da expiação, quando o Shekiná se manifestava, somente o Sumo-Sacerdote poderia adentrar no templo. Estando ele em pecado, morreria instantaneamente.

Outros relatos Bíblicos se referem ao roubo da arca por outros povos inimigos de Israel, que sofreram chagas e doenças enquanto tinham a arca em seu poder. Homens que a tocavam que não eram levitas ou sacerdotes morriam instantaneamente.

Função e simbologia

A partir do momento em que as tábuas dos Dez Mandamentos foram repousadas no interior da Arca e esta foi fechada, ela é tratada como o objeto mais sagrado, como a própria representação de Deus na Terra. A Bíblia relata complexos rituais para se estar em presença da Arca dentro do Tabernáculo (o que normalmente era feito por Moisés ou algum sacerdote levita).

Segundo os relatos, Deus revelava-se como uma figura etérea que se manifestava sobre os querubins que esticavam suas asas sobre a Arca. Tocar a Arca era um ato de atrevimento punido severamente, e a Bíblia conta de alguns casos em que pessoas tiveram morte instantânea apenas por tocar na Arca (em I Samuel, um israelita tenta agarrar a Arca que está caindo no chão, e mesmo assim é morto). Os varais permitiriam que ela fosse transportada sem que fosse tocada.

A Arca como instrumento de guerra

A Arca representava o próprio Deus entre os homens. A crença na presença ativa de Deus fez com que os hebreus, por várias vezes, carregassem a Arca à frente de seus exércitos nas batalhas realizadas durante a conquista de Canaã. Inicialmente, a presença da Arca era suficiente para que pequenos contingentes hebreus aniquilassem exércitos cananeus inteiros, e quando os comandantes hebreus dispensavam a Arca, sofriam derrotas desastrosas.

Ainda restava o assentamento de sete Tribos de Israel na Terra de Canaã para que a conquista estivesse completa, quando Josué determinou a construção de um Tabernáculo permanente na cidade de Siló, onde a Arca ficaria protegida.

A captura da Arca pelos Filisteus e seu retorno

Nos últimos anos do período dos Juízes de Israel, a Arca da Aliança era guardada em Siló pelo sacerdote Eli, e seus filhos Hofni e Finéias. O profeta Samuel era jovem, e recebera uma revelação divina condenando Eli e seus filhos à desgraça, por causa de crimes cometidos por seus filhos.

Neste tempo, segundo o relato bíblico, os filisteus invadiram a Palestina, vencendo o exército israelita próximo à localidade de Ebenézer. Os israelitas, vendo-se em situação adversa, apelaram para a Arca, e a trouxeram de Siló. A maldição sobre Eli teria tido lugar, pois a Arca não surtiu efeito na batalha: os israelitas foram derrotados, e a Arca foi capturada. Os filhos de Eli foram mortos. Eli, ao saber da notícia, caiu de sua cadeira e morreu com o pescoço quebrado.

Os filisteus teriam tomado a Arca como butim de guerra, e a levaram ao templo de Dagom, em Asdode. O relato bíblico conta que a simples presença da Arca naquele local foi o suficiente para que coisas estranhas ocorressem: por duas vezes, a cabeça da estátua de Dagom apareceu cortada. Em seguida, moléstias (hemorroidas, especificamente, além de um surto de ratos) teriam assolado a população de Asdode, inclusive príncipes e sacerdotes filisteus, o que fez com que os príncipes daquela cidade enviassem a Arca a Ecrom, outra cidade filisteia. Porém, em Ecrom a população reagiu negativamente à presença da Arca, e a enviou de volta ao território de Israel numa carroça. O tempo de permanência da Arca na Filístia teria sido de sete meses.

A carroça, puxada por vacas, parou em Bete-Semes, onde foi recebida por um certo Josué (personagem diferente do Josué, comandante da Conquista de Canaã). Os bete-semitas, movidos pela curiosidade, olharam para o interior da Arca, e morreram instantaneamente. Em seguida, foi transportada para Quireate-Jearim, onde ficou aos cuidados de Eleazar por 20 anos.

A Arca em Jerusalém e o Templo de Salomão

No início de seu reinado Davi ordenou que a Arca fosse trazida para Jerusalém, onde ficaria guardada em uma tenda permanente no distrito chamado Cidade de Davi. Com o passar do tempo, Davi tomou consciência de que a Arca, para ele símbolo da presença de Deus na Terra, habitava numa tenda, enquanto ele mesmo vivia em um palácio. Então Davi começou a planejar e esquematizar a construção de um grande Templo. Entretanto, esta obra passou às mãos de seu filho Salomão.

No Templo, foi construído um recinto (chamado na Bíblia de “oráculo”) de cedro, coberto de ouro e entalhes, dois enormes querubins de maneira à semelhança dos que havia na Arca, com um altar no centro onde ela repousaria. O recinto passou a ser vedado aos cidadãos comuns, e somente os levitas e o próprio rei poderiam se colocar em presença da Arca.

Desaparecimento

A Arca permaneceu como um dos elementos centrais do culto a Deus praticado pelos israelitas durante todo o período monárquico, embora poucas referências sejam feitas a ela entre os livros de Reis e Crônicas.

Em 587 a.C (ou [[607 a.C, segundo alguns estudiosos), Nabucodonosor, rei da Babilônia, invadiu o reino de Judá e tomou a cidade de Jerusalém. O relato bíblico menciona um grande incêndio que teria destruído todo o templo. A Arca desaparece completamente da narrativa a partir desse ponto, e o próprio relato é vago quanto ao seu destino.

Para os católicos e para os judeus que se utilizam da Septuaginta, Sagradas Escrituras na versão grega dos LXX, o desaparecimento da Arca é narrado no livro de II Macabeus, não aceito pelos protestantes. Nessa situação o profeta Jeremias haveria mandado que levassem a Arca até o monte Nebo para ali a escondeu em uma caverna (2 Mac 2).

“O escrito mencionava também como o profeta, pela fé da revelação, havia desejado fazer-se acompanhar pela arca e pelo tabernáculo, quando subisse a montanha que subiu Moisés para contemplar a herança de Deus. No momento em que chegou, descobriu uma vasta caverna, na qual mandou depositar a arca, o tabernáculo e o altar dos perfumes; em seguida, tapou a entrada. Alguns daqueles que o haviam acompanhado voltaram para marcar o caminho com sinais, mas não puderam achá-lo. Quando Jeremias soube, repreendeu-os e disse-lhes que esse lugar ficaria desconhecido, até que Deus reunisse seu povo e usasse com ele de misericórdia. Então revelará o Senhor o que ele encerra e aparecerá a glória do Senhor como uma densa nuvem, semelhante à que apareceu sobre Moisés e quando Salomão rezou para que o templo recebesse uma consagração magnífica.” (2 Mac, 2, 4-7)

A busca pela Arca

A Arca da Aliança desapareceu da narrativa bíblica depois do incêndio ao Templo. Por isso, não há certezas da sua existência nem da sua destruição. É possível que, antes de atear fogo ao Templo, os soldados de Nabucodonosor tenham tomado todos os objetos de valor (incluindo a arca coberta de ouro) e a levado como prêmio pela conquista. Uma vez em posse dos babilônicos, ela pode ter sido destruída para se obter o ouro, ou ter sido conservada como troféu. Babilônia também foi conquistada posteriormente por persas, macedônios, partos e outros tantos povos, e seus tesouros (incluindo possivelmente a Arca) podem ter tido incontáveis destinos possíveis.

De qualquer modo, ela tem sido um dos tesouros arqueológicos mais cobiçados pela humanidade, e inúmeras expedições à Mesopotâmia e à Palestina foram realizadas, sem sucesso. Existem hoje em vários museus réplicas da Arca baseadas nas descrições bíblicas, mas a verdadeira jamais foi encontrada.

Corre uma estória entre alguns de que a Arca teria sido retirada do templo e escondida em um lugar seguro antes que os invasores a capturassem. É possível que tal estória seja verdadeira devido ao fato de que a Arca era o objeto mais valioso e importante em todo o Israel, sendo razoável acreditar que a primeira providência dos judeus, após o início do ataque dos invasores, tenha sido transportar, de forma discreta, a Arca para um local seguro. Segundo essa estória, que alguns chamam de lenda, a Arca encontra-se atualmente guardada por pessoas de confiança dos antigos.

O cineasta George Lucas inspirou-se na busca pela Arca para o roteiro de seu filme ”Indiana Jones e os Caçadores da Arca Perdida”.

O propósito do tabernáculo era alojar a Arca na qual foram colocadas as tábuas dos Dez Mandamentos.
A Arca tinha 2 1/2 côvados x 11/2 côvado, um baú de madeira retangular com sua tampa, o Propiciatório,
com os Querubins da glória um de frente ao outro com suas asas estendidas. O sangue era aspergido abaixo,
entre os anjos do juízo, que estavam olhando. Quando eles viam o sangue, a ira de Deus era aplacada.

A Arca foi revestida de ouro puro e tinha uma coroa de ouro.

Apenas uma vez por ano, no Yom Kippur, o Sumo Sacerdote poderia ir além do véu. O véu separou o homem do Santo dos Santos. Estava atrás deste véu, um cômodo de 10 côvados quadrados, chamado de Santo dos Santos, que era a parte mais sagrada de toda a estrutura do tabernáculo. Esta era a Arca da Aliança, que foi mencionada primeiro, antes de toda a mobília no tabernáculo. A tampa em cima da arca era conhecida como o Propiciatório, que foi considerado uma parte separada da mobília, mas era um com a arca. A arca estava no centro do acampamento, e a nuvem da glória era vista sobre o propiciatório, na parte mais interior do tabernáculo.

Ex 25,10-22: “Também farão uma arca de madeira de acácia; o seu comprimento será de dois côvados e meio, e a sua largura de um côvado e meio, e de um côvado e meio a sua altura. E cobri-la-á de ouro puro; por dentro e por fora a cobrirás; e farás sobre ela uma coroa de ouro ao redor; E fundirás para ela quatro argolas de ouro, e as porás nos quatro cantos dela, duas argolas num lado dela, e duas argolas noutro lado. E farás varas de madeira de acácia, e as cobrirás com ouro. E colocarás as varas nas argolas, aos lados da arca, para se levar com elas a arca. As varas estarão nas argolas da arca, não se tirarão dela.Depois porás na arca o testemunho, que eu te darei.

Também farás um propiciatório de ouro puro; o seu comprimento será de dois côvados e meio, e a sua largura de um côvado e meio. Farás também dois querubins de ouro; de ouro batido os farás, nas duas extremidades do propiciatório. Farás um querubim na extremidade de uma parte, e o outro querubim na extremidade da outra parte; de uma só peça com o propiciatório, fareis os querubins nas duas extremidades dele. Os querubins estenderão as suas asas por cima, cobrindo com elas o propiciatório; as faces deles uma defronte da outra; as faces dos querubins estarão voltadas para o propiciatório. E porás o propiciatório em cima da arca, depois que houveres posto na arca o testemunho que eu te darei. E ali virei a ti, e falarei contigo de cima do propiciatório, do meio dos dois querubins (que estão sobre a arca do testemunho), tudo o que eu te ordenar para os filhos de Israel.”

Depois porás na arca o testemunho, que eu te darei. Também farás um propiciatório de ouro puro; o seu comprimento será de dois côvados e meio, e a sua largura de um côvado e meio. Farás também dois querubins de ouro; de ouro batido os farás, nas duas extremidades do propiciatório. Farás um querubim na extremidade de uma parte, e o outro querubim na extremidade da outra parte; de uma só peça com o propiciatório, fareis os querubins nas duas extremidades dele. Os querubins estenderão as suas asas por cima, cobrindo com elas o propiciatório; as faces deles uma defronte da outra; as faces dos querubins estarão voltadas para o propiciatório. E porás o propiciatório em cima da arca, depois que houveres posto na arca o testemunho que eu te darei. E ali virei a ti, e falarei contigo de cima do propiciatório, do meio dos dois querubins (que estão sobre a arca do testemunho), tudo o que eu te ordenar para os filhos de Israel.”

A arca era um baú de madeira retangular (madeira de acácia) revestido com puro ouro, por dentro e por fora. Tendo 2,5 côvados de comprimento por de 1,5 côvados de altura (1,15 x 0,70 m) tinha uma moldura de ouro, ou coroa ao redor do topo (no hebraico¸ uma palavra diferente da usada para a beira do altar de incenso).

A arca estava no chão sujo do Santo dos Santos, com suas quatro argolas de ouro onde as varas de ouro eram inseridas, e mantidas ali, em posição de partida.

Dentro da arca haviam 3 coisas. As 2 tábuas da Lei.

Um pote dourado com o maná e a vara de Arão que floresceu.

A Arca da aliança era onde justiça de Deus, o seu juízo para o pecado eram satisfeitos. Existem quase 200 referências no Antigo Testamento sobre a Arca. Aqui estão alguns nomes mencionados nas Escrituras para a Arca da Aliança:

Seus Nomes

Ex 25:22 ” E ali virei a ti, e falarei contigo de cima do propiciatório, do meio dos dois querubins (que estão sobre a arca do testemunho), tudo o que eu te ordenar para os filhos de Israel.”
Js 3:6 ” E falou Josué aos sacerdotes, dizendo: Levantai a arca da aliança, e passai adiante deste povo. Levantaram, pois, a arca da aliança, e foram andando adiante do povo.”

Js 3:13 ” Porque há de acontecer que, assim que as plantas dos pés dos sacerdotes, que levam a arca do Senhor, o Senhor de toda a terra, repousem nas águas do Jordão, se separarão as águas do Jordão, e as águas, que vêm de cima, pararão amontoadas.”

1Sm 5,7 ” Vendo então os homens de Asdode que assim foi, disseram: Não fique conosco a arca do Deus de Israel; pois a sua mão é dura sobre nós, e sobre Dagom, nosso deus.”

2Cr 6,41 ” Levanta-te, pois, agora, Senhor Deus, para o teu repouso, tu e a arca da tua fortaleza; os teus sacerdotes, ó Senhor Deus, sejam vestidos de salvação, e os teus santos se alegrem do bem.”hist_igreja_menor

2Cr 35,3 ” E disse aos levitas que ensinavam a todo o Israel e estavam consagrados ao Senhor: Ponde a arca sagrada na casa que edificou Salomão, filho de Davi, rei de Israel; não tereis mais esta carga aos ombros; agora servi ao Senhor vosso Deus, e ao seu povo Israel.”

Sl 78,60-61 ” Por isso desamparou o tabernáculo em Siló, a tenda que estabeleceu entre os homens. E deu a sua força ao cativeiro, e a sua glória à mão do inimigo.”

Seu Conteúdo

1) As 2 tábuas de pedra (Os 10 Mandamentos)

É importante notar que a arca continha as duas tábuas do Decálogo (os Dez Mandamentos). Lembrando que Deus tinha feito uma aliança com Israel, mas o seu povo tinha quebrado. Por sua graça, Deus renovou a aliança, e ordenou que o registro (as tábuas de pedra) deveriam ser depositados na santa arca. O Livro da Aliança que tratava de outros aspectos da lei e das ordenanças, foi depositado ao lado da arca. Mas os 10 Mandamentos foram armazenados dentro da própria arca.

Ex 25,16 ” Depois porás na arca o testemunho, que eu te darei.”

2) um pote de ouro contendo um ômer de maná (Hb 9,4)

Também foram colocados dois outros artigos dentro da arca. Um deles era um pote contendo um ômer (3,6 litros) de maná (Hb 9,4) como um memorial da provisão de Deus:

Ex 16:32-33 ” E disse Moisés: Esta é a palavra que o SENHOR tem mandado: Encherás um ômer dele e guardá-lo-ás para as vossas gerações, para que vejam o pão que vos tenho dado a comer neste deserto, quando eu vos tirei da terra do Egito. Disse também Moisés a Arão: Toma um vaso, e põe nele um ômer cheio de maná, e coloca-o diante do Senhor para guardá-lo para as vossas gerações.”

Também era um tipo de Cristo que era o Pão Vivo que desceu de céu:

Jo 6,50-51 ” Este é o pão que desce do céu, para que o que dele comer não morra. Eu sou o pão vivo que desceu do céu; se alguém comer deste pão, viverá para sempre; e o pão que eu der é a minha carne, que eu darei pela vida do mundo.”

3) depois eles colocaram a vara de Arão que floresceu (Num 17)

O terceiro artigo colocado era a vara de Arão que da qual saíram brotos, floresceu e frutificou amêndoas maduras em uma única noite, como sinal da escolha de Deus por Arão para o sacerdócio (Hb. 9,4).

Num 17,7-8 ” E Moisés pôs estas varas perante o Senhor na tenda do testemunho. Sucedeu, pois, que no dia seguinte Moisés entrou na tenda do testemunho, e eis que a vara de Arão, pela casa de Levi, florescia; porque produzira flores e brotara renovos e dera amêndoas.”

Extraterrestre?

A Tradição Egípcia sempre fazia uma alusão velada a esta Arca, conforme se pode constatar na imagem do deus Ba-Neb-Tettu, cujo simbolismo é por demais expressivo para aqueles que o entendem: este deus egípcio esotericamente representava a “alma viva de RA”, ou o DISCO – de onde provêm as radiações do Espírito Divino. A deusa MAAT que representava a verdade, talvez uma versão dos “Querubins” que conforme a versão bíblica guarneciam a Arca Sagrada.

Nessa imagem, podemos ver ainda, no fecho da arca, o sinal cujo significado é “Mistério Velado”. Porém, o mais expressivo de todos é o símbolismo da serpente alada, a guardiã do conjunto, que em síntese significa SABEDORIA e proteção EXTRATERRESTRE!!!! Na própria tumba de Tutankamon, faraó da XVIII Dinastia, os arqueólogos encontraram uma outra representação dessa Arca, sobre a qual repousa a estátua do deus-chacal Anúbis – o que significava uma clara advertência aos profanadores!

Os faráos das antigas Dinastias eram todos eles altos iniciados e por isso mesmo guardiães da Sagrada Herança e da Antiga Tradição. Era, pois, comum nas suas tumbas a colocação de certos utensílios que os arqueólogos tradicionais interpretavam como “adornos”, mas que na verdade continham um profundo simbolismo velado, somente alcançado e entendido por aqueles que também sejam iniciados! A Arca é um desses símbolos, assim como o Tabérnaculo que por sua vez representava o Templo Sagrado que a abrigava. Há muitas controvérsias, mas ao que tudo indica teria sido Ramsés II, soberano da XIX Dinastia (1290 – 1224 A.C.) Trecho do Livro:“INSÓLITO” do autor Sergio Russo 

http://ideiaquilvicenda.blogspot.com/2013/08/a-arca-da-alianca-faraos-e.html
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Trecho do Livro: LE LIVRE DU MYSTERIEUX INCONNU

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Trecho do Livro:LE LIVRE DU MYSTERIEUX INCONNU

Bíblia fundida a um metal é encontrada nos escombros das Torres Gêmeas – Saiba o que está escrito!

Nos escombros das Torres Gêmeas, foi encontrada uma Bíblia fundida a um bloco de aço. São visíveis apenas alguns versículos, que dão uma poderosa lição divina.

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Esta história foi conhecida há pouco tempo atrás, mas começou a circular após o 15º aniversário do 11 de setembro de 2001. Em 30 de março de 2002, enquanto os bombeiros ainda estavam trabalhando incansavelmente para remover os escombros, um deles fez esta descoberta bastante notável: a bíblia fundiu-se com um bloco de aço. O livro sagrado, que se tornou um com o metal, foi aberto no Sermão da Montanha. O bombeiro avisou ao fotógrafo Joel Meyerowitz, que trabalhava no local.

Quando Joel Meyerowitz recebeu o objeto, foi fortemente tocado pela passagem onde a Bíblia estava aberta: “Ouvistes o que foi dito:  Olho por olho e dente por dente ; Mas eu vos digo que não resistais ao mal; mas se alguém te bater na face direita, você dê a ele a face esquerda”.

Em 2012, Joel Meyerowitz entregou o objeto para o Museu da Memória de 11 de Setembro, no qual é exposto tal como foi encontrado.

Pope Francis Visits 9/11 Memorial And Museum In Lower Manhattan

Marcia Peltier entrevista Divaldo Franco

Incansável Divaldo!

Como ilumina as nossas almas e recarrega as nossas mentes.

Um mundo de ensino que ele nos premia com as suas convicções com seus ensinamentos, com a sua clareza e didática perfeita.

Felizes somos nós que podemos apreciar uma dádiva notável e contemporânea como Divaldo

Que assim seja.

Assista a entrevista e perceba a serenidade de seus ensinamentos.

Compartilhe com todos.

No Santuário de Fátima, papa Francisco pede fim das guerras que dilaceram o mundo. Papa vai canonizar crianças as quais é atribuído um milagre no Brasil.

pa Francisco, visitando um dos santuários mais famosos do catolicismo, rezou nesta sexta-feira (12) pelo fim das guerras que, segundo ele, dilaceram o mundo, e pediu aos fiéis para “derrubarem todos os muros” para espalhar justiça e paz.

No início de uma viagem de menos de 24 horas em solo português, Francisco desembarcou no Santuário de Fátima, onde a Igreja Católica ensina que a Virgem Maria apareceu para três crianças portuguesas há 100 anos, no que então era um pobre vilarejo agrícola.

O principal motivo da viagem à cidade na região central de Portugal, que recebe cerca de 7 milhões de pessoas por ano, é uma grande missa a céu aberto no próximo sábado para declarar santas duas das crianças. As duas crianças, Francisco e Jacinta Marto, morreram pouco após as aparições, aos 9 e 10 anos. Eles serão declarados santos por um milagre reconhecido pelo Vaticano pela cura de um menino brasileiro de um traumatismo craniano. A terceira criança, Lucia dos Santos, se tornou uma freira e morreu em 2005, aos 97 anos.

Observado por centenas de milhares de pessoas, Francisco leu uma longa prece perante uma pequena estátua da Virgem Maria, deixando uma rosa dourada aos seus pés.

Fiéis carregam estátua da Virgem de Fétima nesta sexta-feira (12) durante visita papal (Foto: TIZIANA FABI / AFP)Fiéis carregam estátua da Virgem de Fétima nesta sexta-feira (12) durante visita papal (Foto: TIZIANA FABI / AFP)

Fiéis carregam estátua da Virgem de Fétima nesta sexta-feira (12) durante visita papal (Foto: TIZIANA FABI / AFP)

“Imploro para o mundo que haja harmonia entre todos os povos”, disse, denunciando sangue “despejado nas guerras que estão destruindo nosso mundo”.

Desde sua posse, em 2013, Francisco fez centenas de apelos pela paz, incluindo pedidos de mediação internacional para reduzir tensões entre os Estados Unidos e a Coreia do Norte.

Um cartaz na multidão dizia: “Por favor, reze pela paz na Coreia”.

Peregrinos participam de vigília de velas nesta sexta-feira (12) no Santuário de Fátima, em Portugal (Foto: REUTERS/Pedro Nunes)Peregrinos participam de vigília de velas nesta sexta-feira (12) no Santuário de Fátima, em Portugal (Foto: REUTERS/Pedro Nunes)

Peregrinos participam de vigília de velas nesta sexta-feira (12) no Santuário de Fátima, em Portugal (Foto: REUTERS/Pedro Nunes)

Em sua prece, que a grande multidão escutou em quase silêncio, Francisco também falou sobre outro importante tema de seu papado: justiça para os pobres, refugiados e abandonados.

“Iremos seguir todos os caminhos e em todos os lugares fazer nossa maneira peregrina; iremos derrubar todos os muros e cruzar todas as fronteiras à medida que vamos a todas as periferias para tornar conhecida a justiça e paz de Deus”, disse.

Cura de brasileiro

Nesta quinta, os pais do menino brasileiro cuja cura foi atribuída a um milagre dos Pastorinhos falaram sobre a alegria pela canonização dos beatos.

O milagre da cura de Lucas foi reconhecido em 23 de março de 2017 e o Papa Francisco anunciou a cerimônia de canonização em 20 de abril. Os beatos serão os mais jovens santos não-mártires da Igreja Católica.

Durante o testemunho, os pais dirigiram os agradecimentos a Francisco e Jacinta, aos profissionais de saúde que trabalharam na recuperação de Lucas, à Postulação da Canonização dos dois beatos e ao Santuário de Fátima.

Papa Francisco ainda participa de procissão das velas e da oração noturna do rosário nesta sexta-feira (12) no Santuário de Fátima (Foto: REUTERS/Rafael Marchante)Papa Francisco ainda participa de procissão das velas e da oração noturna do rosário nesta sexta-feira (12) no Santuário de Fátima (Foto: REUTERS/Rafael Marchante)

Papa Francisco ainda participa de procissão das velas e da oração noturna do rosário nesta sexta-feira (12) no Santuário de Fátima (Foto: REUTERS/Rafael Marchante)

De acordo com Batista, o menino caiu de uma janela com 6,5 metros, quando tinha cinco anos. Com a queda, ele bateu a cabeça no chão e sofreu um traumatismo craniano, com perda de tecido cerebral. Lucas foi internado em estado grave e sofreu duas paradas cardíacas. Os médicos deram poucas esperanças de sobrevivência.

Conforme relato do pai, a família começou a rezar a Jesus e a Nossa Senhora de Fátima, a quem tem muita devoção. No dia seguinte ao acidente, eles ligaram para o Carmelo de Campo Mourão, também na região centro-oeste do Paraná, pedindo orações para Lucas.

Na primeira ligação, a irmã que recebeu o telefonema não passou o recado, pensando que a criança não sobreviveria. A mensagem só foi transmitida à comunidade no dia seguinte.

“Uma irmã correu para as relíquias dos Beatos Francisco e Jacinta, que estavam junto do Sacrário e sentiu esse impulso de oração: “Pastorinhos, salvem esse menino, que é uma criança como vocês”. Conseguiu convencer toda a comunidade do Carmelo a rezar apenas com a intercessão dos Pastorinhos”, diz o relato do pai.

Em 9 de março, Lucas já apresentou melhoras, acordando bem e lúcido, perguntando pela irmã. Em 11 de março saiu da Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) e no dia 15 do mesmo mês teve alta.

Ainda de acordo com Batista, a criança não teve nenhuma sequela.

Papa Francisco toca a imagem de Nossa Senhora de Fátima durante cerimônia no santuário português, nesta sexta-feira (12) (Foto: Jose Sena Goulao/Reuters)Papa Francisco toca a imagem de Nossa Senhora de Fátima durante cerimônia no santuário português, nesta sexta-feira (12) (Foto: Jose Sena Goulao/Reuters)

Papa Francisco toca a imagem de Nossa Senhora de Fátima durante cerimônia no santuário português, nesta sexta-feira (12) (Foto: Jose Sena Goulao/Reuters)

Papa chega ao santuário de Fátima (Foto: Tony Gentile/Reuters)Papa chega ao santuário de Fátima (Foto: Tony Gentile/Reuters)

Papa chega ao santuário de Fátima (Foto: Tony Gentile/Reuters)

Papa acena a fiéis ao chegar ao Santuário de Nossa Senhora de Fátima (Foto: Nuno Veiga/Reuters)Papa acena a fiéis ao chegar ao Santuário de Nossa Senhora de Fátima (Foto: Nuno Veiga/Reuters)

Papa acena a fiéis ao chegar ao Santuário de Nossa Senhora de Fátima (Foto: Nuno Veiga/Reuters)

Papa Francisco chega ao Santuário de Nossa Senhora de Fátima (Foto: Tony Gentile/Reuters)Papa Francisco chega ao Santuário de Nossa Senhora de Fátima (Foto: Tony Gentile/Reuters)

Papa Francisco chega ao Santuário de Nossa Senhora de Fátima (Foto: Tony Gentile/Reuters)

FANTÁSTICO: Principal médium do país psicografa diante das câmeras pela primeira vez, assista o vídeo

É a primeira vez que Divaldo Franco autoriza gravação de uma reunião mediúnica completa. Médium é considerado o sucessor de Chico Xavier.

O mais importante médium em atividade no Brasil psicografa diante da câmera do Fantástico. É a primeira vez que Divaldo Franco autoriza a gravação de uma reunião mediúnica completa.

Considerado, por muitos, o sucessor de Chico Xavier, Divaldo lidera uma obra social que já tirou 160 mil pessoas da miséria ao longo de seis décadas. Aos 87 anos, ele diz que sua missão está terminando.

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O teatro inteiro indo abaixo, como se um ator famoso subisse ao palco. Filas, autógrafos, assédio de escritor de sucesso. Selfies, flashes, comoção, como se fosse um astro do rock. Mas o pop star do espiritismo está longe de ser o que parece.

“E não à toa é um admirador muito grande de São Francisco de Assis. Se eu fosse defini-lo como pessoa, eu diria que ele é um franciscano”, diz a escritora Ana Landi.

Favela do Pau da Lima, Salvador, Bahia. Em meio ao abandono da periferia, um oásis construído ao longo de 63 anos. Um portão azul dá acesso à escola e comida a 3,5 mil crianças pobres. E atendimento médico a 2,5 mil adultos. Todos os dias e tudo de graça.

Quatrocentos voluntários atendem à convocação do fundador. “Nós aprendemos com ele que ajudar o próximo é a maior benção da vida”, conta a pedagoga Clese Cerqueira.

Ele é o médium em atividade mais importante do Brasil. O Fantástico encontrou Divaldo Franco à hora do café da manhã.

Fantástico: Com licença. Muito bom dia.
Divaldo Franco: Bom dia.
Fantástico: Atrapalhar o café? Muito prazer.

Aos 87 anos, Divaldo anda com desenvoltura pela Mansão do Caminho. Uma verdadeira cidade com ruas, casas, biblioteca, hospital, padaria, que ele planejou e ajudou a construir.

Fantástico: Tem cada ladeirão, né?
Divaldo Franco: Tem. Porque eram morros. Isso aqui foi feito à picareta, quando nós começamos.
Fantástico: As ruas foram abertas a picareta?
Divaldo Franco: Tudo a picareta.

“Nunca veio um trator aqui. Isso aqui tudo aqui foi feito no braço, no braço do amor”, diz a professora Nailda Lima.

Nailda tem 70 anos. Chegou à mansão pequenininha, e foi uma das 641 crianças órfãs de quem Divaldo obteve a guarda na Justiça. “Fomos criados com todo o amor, com toda a liberdade de criança”, conta.

Desde a fundação, em 1952, a Mansão do Caminho já tirou 160 mil pessoas da miséria, oferecendo escola e profissão.

Nailda: Me formei em 1968, em professora. A primeira a casar fui eu, com tio Divaldo, onde eu tive essa benção.
Fantástico: Aparece naquela fotografia espiando no quarto. O que ele tá fazendo?
Nailda: Ele está dizendo: ‘você vai dormir aqui’.

Brincalhão, sem dúvida, mas o sempre alinhado Divaldo Franco teria a vaidade dos normais?

Fantástico: O senhor, imagino, pinta o cabelo.
Divaldo Franco: Sem dúvida.
Fantástico: É vaidade?
Divaldo Franco: Não. Gosto, me faz bem. E a autoestima me impõe tornar-me, pelo menos, menos assustador para os outros. E lembrei que Chico Xavier quando colocou a peruca disse assim: eu não tenho direito de assustar os outros com a minha feiura.

Os dois maiores médiuns brasileiros se conheceram ainda jovens. Foi Divaldo quem procurou Chico. “Ele nunca me tinha visto. E então chegou-se a mim, estendeu a mão e disse: ‘olá, Divaldo. Como vai?’”, conta Divaldo Franco.

Sempre foram muito próximos. Mas alguns seguidores de Chico acusaram Divaldo de plagiar obras psicografadas pelo médium mineiro. Então Divaldo se afastou deles.

Fantástico: Algumas pessoas que eram ligadas a Chico Xavier torcem um pouco o nariz pra você. Isso é verdade?
Divaldo Franco: É verdade. É natural.
Fantástico: Por quê?
Divaldo Franco: São fenômenos humanos. As pessoas nos veem conforme sua própria ótica.

A escritora Ana Landi, autora da primeira biografia não espírita de Divaldo, que será lançada nesta segunda-feira (23), diz que os dois se reaproximaram. E que depois da morte de Chico, Divaldo fez questão de visitar seus seguidores.

“Como se fechasse um ciclo, né? Em que duas das figuras mais importantes do espiritismo no Brasil e talvez no mundo fizessem as pazes mesmo sem o Chico presente”, diz Ana Landi.

Divaldo Franco rejeita o posto de sucessor de Chico Xavier. Diz que é apenas mais um médium. E que afora o dom especial, como se fosse um sexto sentido, o médium é uma pessoa comum.

“Não tem nenhuma característica exterior. Quando, por exemplo, alguém diz que é médium, e tem determinados gestos estranhos, faz caretonas, está arrepiado, isto é um distúrbio do sistema nervoso, nada tem a ver com a mediunidade”, afirma Divaldo Franco.

Divaldo convida o Fantástico para uma reunião mediúnica liderada por ele. É a primeira vez que ele autoriza a entrada de uma equipe de televisão. Vários médiuns sentam em volta da mesa. Divaldo fica na ponta.

De acordo com o que os espíritas acreditam, os médiuns recebem comunicações de pessoas que já morreram, dando voz a elas. De olhos fechados, sob a luz de uma lâmpada verde, Divaldo psicografa diante da câmera.

Dois espíritos teriam lhe enviado mensagens. Joana de Ângelis, sua mentora espiritual, e o poeta indiano Tagore, Prêmio Nobel de Literatura de 1913, morto em 1941, que lhe ditou um poema. “As flores juvenis emurcheceram e alcancei a idade adulta em vãs tentativas de encontrar algo que me plenificasse”, lê Divaldo.

Divaldo psicografou 258 livros, que já venderam 10 milhões de exemplares pelo mundo afora. O dinheiro dos livros é todo revertido para as obras sociais. Ele não fica com um tostão. Mora na Mansão do Caminho, e vive com a modesta aposentadoria de funcionário público.

“Nós não temos o direito de viver profissionalmente desse mecanismo de iluminação de consciências”, afirma Divaldo Franco.

A amizade acima da religião o fez aproximar-se de irmã Dulce, a famosa freira católica que ele visitava com frequência. Vendo que ela estava mal acomodada em uma cadeira de madeira, quis dar uma cama de presente. “Porque é tão desconfortável essa cadeira. Ela sorriu e disse: ‘não faça isso. Essa cadeira é missionária’. Com ela eu já consegui dez camas para o nosso hospital. Todo mundo chega, vê, compadece, manda uma cama e eu mando lá para a UTI e fico aqui esperando”, relembra Divaldo.

Essa amizade fácil com outras lideranças é um traço da personalidade conciliatória de Divaldo em que o princípio da tolerância é exercido, digamos, de maneira radical. Noventa por cento das crianças atendidas, que vivem nas comunidades vizinhas, são de famílias católicas ou evangélicas. Não existe nenhum tipo de filtro religioso. O filtro que existe é o da necessidade absoluta.

Edinilson Pereira da Silva: Márcia! Cadê Márcia? Bom dia. Nós somos da Mansão do Caminho.

A missão de Edinilson Pereira da Silva é encontrar as crianças que mais precisam da Mansão do Caminho. “Eu vi uma situação sub-humana. Onde é uma casa, se é que nós podemos chamar de casa, um só vão, junto de um despenhadeiro”, conta.

Márcia já tem um filho na mansão. “O pai dele rejeitou ele e a Mansão do Caminho que abraçou ele. Foi o pai e a mãe nas horas em que ele estava mais precisando”, afirma a dona de casa Márcia Pinto. E agora quer que seus outros quatro meninos tenham a mesma sorte. “Tudo o que eu quero é meus filhos crescendo em Cristo e ter uma vida melhor do que a minha”, deseja Márcia Pinto.

Márcia é evangélica, mas Edinilson nem quis saber.

Edinilson Pereira da Silva: O nosso objetivo é atender o povo, não a religião.
Fantástico: Você nem perguntou?
Edinilson Pereira da Silva: Não é importante. Não é relevante. Não existe esse item no nosso cadastro.

O próprio Edinilson foi acolhido por Divaldo aos três anos de idade. Estudou e virou padeiro profissional. Por gratidão, visita famílias que podem ter o mesmo destino. “Me sinto gratificado quando vejo aqueles visitados adentrar a Mansão do Caminho. Eu me sinto emocionado com esse trabalho”, conta.

Divaldo diz que sua missão está chegando ao fim.

Fantástico: Você sabe o dia em que vai morrer?
Divaldo Franco: Não, mas sinto que está se aproximando. Aos 87 anos, não se pode esperar muito.

Mas diz que já tem outros livros prontos. Quer garantir a continuidade de projetos como o do hospital de parto natural. “Pariam na rua. Várias vezes demos socorro e pariam dentro da Kombi. Então veio a ideia de fazer o centro de parto e aqui estamos”, conta Divaldo Franco.

O homem que diz conversar com os mortos já trouxe à vida 1,5 mil bebês. É o caso de Murilo que veio ao mundo com 49 centímetros e pouco mais de 3 quilos mostrando para que serve uma vida luminosa.

“Para poder transmitir um pouco de sol. Porque há tantas pessoas em pleno inverno nesses dias de claridade. E passar deixando pegadas que apontam o caminho de felicidade aos que vem atrás”, diz Divaldo Franco.

Pastora oferece oração de 1 hora por apenas R$ 1.500 e garante o milagre. 30 minutos fica R$ 850,00 mais a profecia. “Por que Deus sempre me usa na profecia”, justifica ela.

Pastora Patrícia, fundadora da Igreja A Benção é Hoje e Não Amanhã. É assim que se apresenta uma mulher em áudio distribuído via whatsapp.

Na mensagem ela se diz “uma pessoa íntima de Deus” e está fazendo uma promoção: 5 minutos de oração R$ 150,00. 10 minuto de oração, R$ 300,00. 30 minutos fica R$ 850,00 mais a profecia.

“Por que Deus sempre me usa na profecia”, justifica ela.
A pastora oferece ainda 1 hora de oração por R$ 1.500,00, mais a profecia, mais a revelação e mais o material de estudo bíblico e a certeza do milagre.

“Então assim, eu sempre aconselho essa de uma hora, né, porque o milagre é certo. Então vamos, né, os irmãos dizem assim, mas tá caro”, comenta ela. E completa: “não tá caro, sabe irmãos, Deus tem abençoado, sabe. Então assim, os irmãos pagam R$ 1.500 na oração mas assim, o milagre é certo, entendeu?”.

Na sequência a pastora passa o número do telefone dela para contato (14)9 9188-8526. E pede: “repassem essa oração irmãos, vamos aí ajudar as pessoas que necessitam, amém! Vamos aí ajudar as pessoas que necessitam, amém? A paz do Senhor a todos e que Deus abençoe vocês grandemente”.

Ligamos para o telefone indicado na mensagem, mas só deu caixa postal.

Pesquisando mais um pouco achamos isso, é um boato!

É claro que muita gente ficou alvoroçada. Mas será mesmo que há uma pastora Patrícia tentando vender orações pelo WhatsApp? A resposta é não. Vamos aos fatos.

Para começar tentamos achar o nome da tal igreja A Benção é Hoje e Não Amanhã (nome maravilhoso, por sinal). Como é de se imaginar. Não encontramos. Isso já nos faz desconfiar que a “oferta” está mais para trote.

Sem uma “igreja oficial”, as pessoas partiram para cima de duas pessoas. A pastora Patricia Anghinoni Bonissoni, da 7ª Igreja do Evangelho Quadrangular da cidade de Francisco Beltrão (PR). Ao saber da história, ela fez o desmentido por meio deste vídeo.

Ela também escreveu isso:

Existe uma criminosa no aplicativo WhatsApp, fingindo ser eu, com o perfil “Patrícia Pastora”, usando as minhas fotos, cobrando para orar, fazer revelações e profecias! Jamais cobrei por qualquer atendimento pastoral, seja visita ou oração! Nunca fiz revelações ou profecias, com Deus não se brinca! Se você receber um whats destes, me mande o telefone para denunciar esta criminosa à polícia.

Outra pastora Patrícia atingida foi a Patrícia Ventura, da Igreja Pentecostal Missão na fé, de Magé (RJ). Ao saber da informação, ela também fez um desmentido:

Pessoal esses minhas fotos ai Que estão, colocado juntos com os Áudio! Sim Essa sou Eu! Mais sou do Rio de Janeiro! Sou Pastora Fundadora Sim! Mais da Igreja Pentecostal Missão na fé. No Rio de Janeiro Magè Comendador reis! Esse Primeiro foto está na Revista de SÃO PAULO! Cobrar pra fazer oração! SER FOR PRA FAZER A OBRA DE DEUS por Dinheiro! Eu prefiro fi ficar em casa sentada, vendo Televisão! A nossa igreja tem 6 anos e ainda é Pequena! Saber porque! Eu não me vendo!

Resumindo: a história que aponta que a pastora Patrícia está vendendo orações pelo WhatsApp é falsa. Não só a igreja que afirmou ser fundadora não existe como também pastoras homônimas têm sofrido consequências ruins do boato.

Como identificar quando estamos sendo atacados?

Na maioria das vezes sem saber nos defender ou renovar nosso campo energético fortalecendo-o, acabamos criando um sistema de ataque x agressão, visando nossa defesa.

Ao sentirmos que nos sugam energeticamente criamos uma aura porco espinho que é uma forma de defesa x sugação.

Tornamos nosso campo áurico carregado de cor escura.

As pessoas que sugam nossa energia o fazem:

através de um toque, com o qual nos sentimos mal;

nos agridem com palavras;

nos olham com olhar de peixe morto, olhar vazio ou vidrado, olhar de sugação, passam a impressão que estão fora de si ou em consciência alterada, podem ser pessoas com problemas sérios, drogados, traumatizados ou mesmo problemas mentais e psicológicos, essas pessoas estão desligadas de sua fonte de sentimentos e não se abastecendo, buscam sugar os outros.

A sucção oral… a pessoa fala em excesso, não nos dando tempo para pensar, tentando nos convencer de seu ponto de vista, contando seus problemas, sua fala é tediosa e vamos sentindo uma canseira;

A sucção visual, a pessoa nos olha como se fosse um aspirador, a sensação deste olhar é que ela nos penetra e nos deixa vazios ou nus. pessoas masoquistas, pessimistas e que vivem apenas se queixando ou se lamentando de tudo.

A sucção verbal, através da palavra nos agridem ou nos ofendem, também conseguem nos humilhar, devemos nos cuidar para não entrar no ataque, pois é este o objetivo latente do agressor, e se nos dispusermos a discutir, despendemos mais forças e é isso que ele precisa e quer, mais energia.

explosões de raiva ou ataques histéricos, é o agredir e esvaziar, desta forma criam uma espécie de defesa e vão desgastando os outros.

Os ataques psíquicos podem ser causados por agentes físicos ou não… pessoas inimigas, invejosas, elas elaboram uma energia com o pensamento com a qual podem atingir suas vítimas.

Vale ressaltar, que estes ataques não precisam necessariamente serem propositais. Em geral, por mais dominadoras e possessivas ou dominadoras essas pessoas possam ser,normalmente são pessoas carentes e que desejam e merecem, sobretudo,  afeto e atenção.

Quando você se sentir extremamente sobrecarregado, encoste-se de costas à uma árvore e a abrace “por trás” e fique assim por alguns minutos, o suficiente para sentir-se melhor, não exceda muito tempo, você pode ter uma descarga excessiva e sentir-se fragilizado.

Ao contrário, quando você se sentir esgotado, cansado, exausto, triste, melancólico, deprimido, sem forças… abrace a árvore de frente… por alguns minutos, não muito também, se caso exceder o tempo e vier a ter febre ou qualquer outro sintoma desconfortável, tome uma ducha rápida, fria. Enquanto abraça a árvore, Sinta seu chakra cardíaco inflando de energia amorosa e carinhosa, sinta-se fortalecido e energizado, com capacidade indefinível de amar e aceitar as coisas individualmente, sinta o poder do amor da Natureza e do seu próprio AMOR A SI MESMO

Você também pode andar com os pés descalços e fortalecer seus laços com a Terra (na areia da praia, na grama de casa, do parque, na terra, qualquer lugar, desde que seja solo nu, sem piso ou qualquer outro revestimento artificial ou sintético – o que pode aumentar ainda mais sua energia estática e te proporcionar ainda mais irritação e nervosismo – por ex.: carpet), trocando energias através dos seus chakras secundários dos pés que levam energia diretamente para seu chakra básico, esse é seu contato de equilíbrio com a vida e o momento. Quando você se harmoniza através do contato dos pés com o Solo nu, você se sente a vontade na vida, sente força nos seus objetivos e vontade de viver, além de alimentar seu “instinto natural”.

O contato com a Natureza, não é apenas “olhar” ou passear no parque ou qualquer que seja o local escolhido, mas sim:  SENTIR, VER E  OUVIR o que ELA está nos passando. Estar conectado verdadeiramente e inteiramente. Não passe despercebido pelas belezas e presentes que Ela te oferece a todos os momentos e todos os dias. Quando se propuser a andar no solo com os pés descalços, sinta, leve sua consciência para este contato. Quais as sensações despertadas, analise e entregue-se a esse momento único. Quais as recordações que são afloradas, quais as sensações despertadas, qual a temperatura do solo, dos seus pés, qual a textura, como você sente o atrito e o movimento…

Perceba também o céu, ouça o vento, veja as flores, as árvores… Inspire profundamente o dourado do Sol, o verde das plantas, o azul do céu… Inspire cada cor uma de cada vez, imagine como se essas cores associadas às paisagens, pudessem ser sorvidas pelo nariz e absorvidas pelo seu corpo, indo para cada célula e deixando cada célula com aquela cor. Faça isso com uma cor de cada vez. Sinta o Sol, que te aquece, e as vezes até em excesso – o que as vezes pode causar em você uma certa “revolta” porque “- estou morrendo de calor!-” , até o frio, que proporciona um aconchego e que as vezes é intenso e você diz: “- ah! eu odeio o frio!-“, lembre-se que cada uma das estações traz uma etapa nova, um novo ciclo, um novo momento, são bem marcados para justamente nós “vermos” e podermos “acompanhar” essas transformações… mas o que realmente acabamos por fazer? Reclamando do frio e querendo calor no inverno e reclamando do calor e querendo frescor no verão???!!!  A contradição é mais uma das peculiaridades do homem nos últimos tempos… O que você QUER DE VERDADE??? Qual seu VERDADEIRO ANSEIO? Se você conseguir responder a estas questões, terá já meio caminho andado em direção à felicidade e realização! Pense nisso enquanto caminha e se conecta com o amor da Natureza!

Com a fonte de amor,  inerente em cada ser vivo:

O amor é inerente a cada ser vivo. Desde as plantas, animais até minerais. A Natureza, como já expliquei acima, é amorosa em todos os sentidos e nos oferece esse amor de várias formas. Nós é que temos que entrar em harmonia com ela, nós é que abusamos e a destruímos. Mas apesar da Natureza estar mostrando algumas faces que alguns consideram como “revolta da natureza”, nada mais é do que resposta às nossas ações. Fenômenos climáticos que causam maremotos, incêndios, terremotos e outras catástrofes “naturais” são conseqüências, muitas vezes, das ações que o ser humano vem fazendo à Terra.Mas isso também é para chamar nossa atenção, é como o bebê que não recebe seu alimento e chora alto. O amor a que estou me referindo não é apenas esse, mas o todo: o amor que você tem no seu coração pelos seus filhos e familiares, amigos e parentes, e aquele que você deveria nutrir pelos seus “não tão amigos assim”. Procurando AMAR MAIS E QUESTIONAR MENOS, com certeza estaremos vivendo melhor e nos defendendo de fluxos negativos. Não há poder maior do que o poder doAMOR.

Com a Harmonia de ligação com o Universo:

O Universo infinito também tem poder para nos auxiliar na defesa energética. Veremos adiante algumas práticas que utilizam este meio.

Com a harmonia dos Pensamentos:

A pessoa é aquilo que ela pensa que é. Se você achar que uma coisa vai dar certo, ou que ela vai dar errado, nas duas situações você estará correto. O nosso maior poder energético está no PENSAMENTO. Cuidado com aquilo que você pensa. o Pensamento é energia pura e se você quiser provas científicas deste poder, leia mais sobre Física Quântica (neste caso eu recomendo “Alice no País do Quantum”) e leia também a respeito da Inteligência Emocional (neste caso eu recomendo “Auto Engano” de Daniel Golleman – ou qualquer outro livro dele). Se você pensar que é suscetível à energias negativas e que elas te perseguem onde quer que você vá… esteja certo disso, porque é isso o que acontecerá mesmo que você possua uma estrutura energética menos suscetível. Por isso é importante sobre tudo ter bons pensamentos, “ser otimista” e não “ter otimismo”- é diferente… Acreditar que coisas boas estão reservadas para você e que a cada momento você está mais preparado para recebê-las. Por mais dificuldades que você esteja enfrentando, imagine sempre que a solução está vindo e que você está superando tudo e se tornando uma pessoa cada vez melhor, e melhor… E que tudo dá certo no final… e se ainda não deu… é sinal que o fim ainda não chegou!!! Se mesmo assim pensamentos negativos invadirem sua mente procure desviar este fluxo. Se a questão envolvida é EMOCIONAL, analise sob o ponto de vista RACIONAL, e se a questão for RACIONAL, analise sob o ponto de vista EMOCIONAL. Desta forma você estará quebrando um círculo vicioso e não ficará se cobrando por algo que fez de uma forma e não de outra. Manter o equilíbrio nos pólos cerebrais (Hemisfério direito – emocional e Hemisfério Esquerdo – racional) para tirar uma conclusão é a melhor maneira de não gerar culpa e nem culpados. Lembre-se também que você É O RESPONSÁVEL PELAS SUAS ATITUDES  pois são RESULTADOS DOS SEUS PENSAMENTOS. Mantendo este equilíbrio mental, com certeza fica mais fácil manter o equilíbrio energético áurico.

ATAQUES DIRIGIDOS

Da mesma forma que o ataque energético pode ser efetuado sem a percepção consciente do agressor ou mesmo do agredido, também pode ocorrer o ataque dirigido.

O mais interessante destes ataques é que eles têm uma peculiaridade: “parecem que vêm de fora”. E de fato, pode ser isso mesmo.

Com o claro objetivo de absorver, nutrir-se ou repelir, obsessores encarnados e desencarnados podem agir:

1) ATAQUE MENTAL:

O ataque mental é aquele que age diretamente nos nossos pensamentos e/ou se aproveitam dele (o que eu particularmente acredito mais). Por exemplo: se você está passando por um momento delicado em sua vida e tem coisas que estão mal resolvidas ou ainda coisas que podem ou não dar certo. O Obsessor age favorecendo seus pontos fracos. Aproveita-se de sua insegurança ou de seu medo nutrindo negativamente seus pensamentos a tal ponto, que de fato, as coisas acabam dando errado. Mas na verdade elas não deram errado por causa disso ou por causa daquilo, ela acabou dando errado simplesmente porque você acabou por ficar tão envolvido energeticamente com aqueles “medos” que atraíram energeticamente todo e qualquer processo vibratório de mesma intensidade, seguindo uma ordem natural de familiaridade energética. Isto é:  você foi responsável, de uma forma ou de outra, pelas coisas que você atraiu.

Aí você pode perguntar: – ah! Mas e o Obsessor que me “persegue” (esses ‘encostos’) ??? – o obsessor se aproveita da energia que você está despendendo em maus pensamentos – porque ele também é responsável pela própria condição e precisa se nutrir de alguma forma. E então ele te encontra… num rodamoinho de pensamentos… e vários deles justamente como os que ele precisa, ou como ele mesmo os têm.

Como efeito deste tipo de perturbação, pode-se exemplificar: ruminação mental, pensamentos repetitivos, pensamentos negativos, pessimismo, insônia ou excesso de sono, pesadelos, irritação sem causa aparente, falta de concentração, mudança repentina de humor, depressão, tristeza profunda, etc.

O nosso campo áurico, revela através de sua cor e de seu tamanho o nosso estado energético, porém apenas naquele dado momento em que se está fazendo a análise, ou no momento em que um vidente a encontra. Sofremos alterações energéticas a todos os momento e por isso é muito importante a vigia constante e principalmente o auto-conhecimento para sabermos interpretar e saber o que está acontecendo conosco em determinado momento.

O pensamento produz energias que podem ser positivas ou negativas. A bondade, o amor, a harmonia erguem naturalmente proteções e defesas em nosso campo áurico.

Simplesmente pelo fato de que não nos atinge aquilo que não está vibrando no nosso nível.

Não faria sentido se eu explanasse esses pontos sem pelo menos sugerir alguma defesa.

Primeiramente, é totalmente imprescindível vigiar e cuidar daquilo que pensamos e principalmente de COMO pensamos, temos que estar atentos às nossas reações e aos nossos comportamentos e sensações.

2) ATAQUE EMOCIONAL

O ataque emocional é aquele que age diretamente em nossas emoções. O obsessor, percebendo ou não sua susceptibilidade aos pensamentos, parte então para o ataque emocional de forma a desestruturar as emoções, envolvendo seus sentimentos com rancor, repulsa, ódio, desconfianças, etc…

Por exemplo: Você encontra seu namorado(a) e ele lhe diz que se atrasou por algum motivo. Logo, o obsessor vai se aproveitar desta situação para enriquecer sua imaginação, despertando sentimentos de ciúmes, desconfianças e raiva. Mesmo que a pessoa em si lhe dê bons motivos e que você normalmente acreditaria, principalmente porque confia e ama esta pessoa, vai acabar sendo inundado por sentimentos que parecem vir de fora. E então você se pega discutindo e brigando até mesmo sem motivos, levado apenas por emoções negativas e que de fato você nem saberia explicar de onde veio.

Esses ataques provocam discussões, mal entendidos, dificuldades financeiras, perda de emprego, etc… Em seguida você acaba dominado por sentimentos de culpa, e transforma-se num círculo vicioso.

A maneira adequada a se proteger desses ataques é a mesma do ítem anterior. Estar atento e se conhecer bem. Saber exatamente quais são seus sentimentos e perceber as influências quando elas estão tentando se infiltrar nas lacunas que nós deixamos.

3) ATAQUES FÍSICOS:

Os ataques físicos são diretos, simples e objetivos. Normalmente utilizados por obsessores brincalhões ou que querem chamar a atenção de qualquer jeito. uma vez que você, supostamente, não permitiu seu acesso através de seu campo áurico. Então começam as brincadeiras. Mexe em cortinas, tropeções e outros pequenos incidentes.

O básico é tentar compreender o que esse incidente tem a lhe dizer. Tente compreender seu ritmo e seu caminho. Fique atento a todos os detalhes possíveis, mas não impressione-se com esses fenômenos, se podemos chamar assim. Dirija um pensamento amoroso e o distancie de seu círculo. Você não pode ajudá-lo, existem lugares próprios para isso, então peça que ele encontre um mentor iluminado e que o acompanhe. Não fique prisioneiro dos obsessores. Liberte-se. Por mais fenômenos que eles queiram mostrar seu poder, nenhum deles é suficiente forte para te atingir, a menos, lógico, que você permita. Acredite em você, acredite na força impulsionadora do Universo, independente de religião, é importante você acreditar num Ser superior, acredite nele, tenha fé e pratique, faça sua parte, que o Universo faz o restante.

AUTODEFESA PSÍQUICA

Você já deve ter se sentido fraco ou incapaz de se concentrar diante de uma certa pessoa. Essa situação as vezes pode acontecer com algum amigo com problemas, ou até mesmo constantemente com uma certa pessoa que não tem aparente motivo para “sugar” sua energia.

É importante saber agir em situação que você sente sua energia saindo sem seu consentimento.

Muitas vezes não se tratam de vampiros energéticos ou criaturas “malignas”, e sim pessoas susceptíveis a energias.

Segue abaixo um texto de como evitar discretamente que sua energia saia de seu corpo.

Fique de lado, de forma a não ficar diretamente de frente para a pessoa e, quando encontrar o olhar fixo, concentre-se apenas do olho esquerdo da pessoa.

Cruze as pernas ou pelo menos os tornozelos, cruze os braços e mantenha-se cruzados se possível na parte superior do abdômen.

Fala ligeiramente para o lado e, quando não estiver falando, fique com a boca fechada e com a cabeça levemente inclinada para a frente.

No conjunto, essa é uma “autodefesa psíquica” muito discreta que pode ser usado em qualquer lugar sem chamar atenção.

O bom senso, sem dúvida, é evidente. Você não deve se relacionar diretamente com a pessoa da qual está se defendendo, na sua posição corporal. Com relação ao olho esquerdo da outra pessoa, você não deve estar receptivo a qualquer sugestão mental para mudar sua postura: o olho direito é o dominante. Se você se concentra no olho esquerdo da pessoa que está a sua frente (ou seja, o olho que está a frente para seu olho direito!) você não poderá ser facilmente dominado e também ninguém dirá que você está evitando o olhar. A região “astro-sensitiva” da parte superior do abdômen também é bem protegida.

VENCENDO O JOGO DA PROTEÇÃO

Meus muito amados,

Na 3a. e 4a. dimensões, é necessária a proteção. Isto é porque a dualidade está presente e ativa como polaridade. À medida que vocês mudam da concha terrestre para o Ser de Luz Divina, energias anti-evolucionárias testam sua força.
Cada vez que vocês se elevam em suas Iniciações, vocês são testados para ver se vocês podem sustentar seu novo nível de energia, ou se vocês cairão em desconfiança, raiva e desespero.
Talvez seja melhor pensarem nisto como um jogo de dualidade, como um jogo de xadrez. Freqüentemente, seres ou circunstâncias que vem para testá-los, tem permissão da Luz para fazê-lo.

Há ferramentas requeridas para participar deste jogo. Vocês poderão pedir o auxílio dos Planos Internos:

Primeiramente, O Arcanjo Miguel e as Legiões de Luz e Poder são encarregadas de ajudar a humanidade. Chame três vezes (3x) o Arcanjo Miguel.

“Arcanjo Miguel (3x), venha aqui AGORA! Estou tendo problemas…(Explicar as circunstâncias nas quais você precisa ajuda). Por favor, limpe e me assista com este problema”.

A Espada de Miguel

O Arcanjo Miguel carrega uma Espada etérica de um brilho azul deslumbrante. À medida que Ele brande esta Espada, a Luz de 10.000 sóis corta através de toda a escuridão.
Quando você e Miguel trabalham juntos e você passa as suas Iniciações, Miguel lhe dará uma réplica etérica de Sua Espada. Certamente você poderá pedir sua espada a Ele, e ela será oferecida a você no tempo certo.

Recite o Decreto de Lord Miguel:
“Amado Arcanjo Miguel (3x), por favor, dá-me a minha Espada da Verdade”. (3x)

(Levante a sua mão dominante e espere).

Se este for o seu Momento Divino para esta Iniciação, o Arcanjo Miguel colocará a Espada em sua mão. Mesmo que você não a possa ver, você sentirá o seu peso em sua mão.

Nosso sincero agradecimento ao nosso abençoado irmão e amigo Arcanjo Miguel, chamado Cristo Miguel por alguns seres. Lord Miguel é o Aspecto Mais Elevado do Arcanjo Miguel. Ele é o criador do nosso universo.

Nossa profunda estima a ambos!

Eu sou Lord Maria
Mãe de Todo o Povo

O ARCANJO MIGUEL FALA
Guerreiros da Luz,

Vocês ainda serão testados, pois vocês devem aprender experimentalmente como sustentar o seu campo aurico e seu espaço psíquico em suas casas, carros, meio ambiente e no local de trabalho.
A Espada é usada para liberá-los de energias não desejadas ou forças que querem distraí-los de sua sempre-presente conexão com o fluxo, Deus Pai-Mãe.
Todas essas energias anti-evolutivas são, é claro, ilusões, mas na 3a. e 4a. dimensões elas parecem muito reais.
Como as mariposas são atraídas para a luz, sua Luz atrai a escuridão. Isto não deve ser temido.
Nunca um teste difícil demais é dado para vocês superarem. Peçam ajuda. Isto é parte do jogo. Aprendam suas lições. Sejam vigilantes em sua rotina de limpeza e percebam que Eu Estou sempre pronto para assisti-los.

“Mas, Miguel, como você pode estar em todo lugar ao mesmo tempo?” vocês poderão perguntar. Não existe tempo e espaço. Eu Sou Um com tudo. Portanto, Eu estou sempre à disposição de vocês.

A Nobre Espada de Miguel

Sinta o peso de Minha Espada em sua mão. Sua espada é uma réplica exata da Minha, exceto pelo fato de que ela foi desenhada para você. Dar-lhe uma Espada além do seu alcance não seria uma bondade para com você.
Um exemplo de Minha grande Espada é Excalibur, a espada do Rei Artur. Excalibur do Rei Artur era a Minha Verdadeira Espada. Ela possuía total potência, mas mesmo Artur, um dos meus Corpos, não poderia suportar por muito tempo a Pureza de seu Poder. Para isso, ele teve que ceder Guinevere para Lancelot, pois eles eram Chamas Gêmeas. Além disso, ele deveria servir ombro a ombro com eles. Este tipo de Sabedoria, Força e Compaixão teriam permitido a ele servir igualmente ao Cristo e à Deusa. O reino teria passado para a 5a. dimensão, além da dualidade, e uma Idade de Ouro teria se manifestado.
Na verdade, o Rei Artur não falhou. Ele era um grande homem, que serviu como um arquétipo para a humanidade. Artur retorna através de cada pessoa que ultrapassa seu próprio ego e que se eleva além do humano para servir somente à Vontade Divina. Então ele conhece a total entrega, não ao inimigo, mas à Sua Divina Presença. Somente então alguém pode servir à Causa Maior.

Usando sua Espada da Verdade

As crianças, particularmente as crianças Índigo, estão compartilhando com a humanidade o poder de pretender. Pretendendo, vocês estão manifestando imagens e pensamentos nos planos sutis. Pretenda que sua espada é real. Na verdade, ela é. Guarde-a etericamente em uma bainha ao seu lado. Ela está imediatamente pronta para qualquer ação que você deseje…
Sua Espada da Verdade pode ser usada de várias maneiras:

1. Libere seu chakra coronário a cada manhã. Delineie ao redor do seu corpo, braços, torso, pernas e pés. Trace seu perfil total com a Espada. Isto limpa energias não desejadas ou antigas, purificando sua aura para o dia.

2. Você pode segurar a sua Espada e move-la num círculo. “Em nome do Arcanjo Miguel, eu limpo este espaço”. Você pode ir a cada cômodo e purificar o espaço.

3. Desenhar com a espada um símbolo de infinito, o Oito Cósmico ( ) é também poderoso. Você pode limpar um cômodo e então trazer um vórtex com o Oito Cósmico.

4. Os chakras podem ser limpos com o símbolo do infinito. Para desenhar o Oito Cósmico, use sua Espada sobre cada chakra que você pretende limpar. Limpe também os chakras 8 a 12, acima de sua cabeça.

5. Quando você terminar, pergunte, “Todos os meus chakras já estão limpos?”. Receba a resposta internamente , use um pendulo ou o teste do músculo do dedo ( este é um processo de conseguir um “sim” ou “não” de seu corpo, juntando o dedo indicador e o dedão das duas mãos juntas, o que forma uma espécie de cadeia de conexão. Peça ao seu Eu Superior, Mestres ou Guias para acertar este processo com você. Se sua resposta for um “sim”, seus dedos, mesmo exercendo uma pressão, permanecerão fechados. Se a resposta for um “Não”, os dedos se separarão. Tente isto. Pergunte seu nome, idade, questões das quais você conhece a resposta. Isto é um instrumento muito valioso para verificar a sua intuição.).

Você está cordeado?

O termo “cordeado” (atado com cordas) refere-se a uma conexão etérica entre seus chakras e outros seres. Muita energia pode ser perdida desta maneira. Cordear pode ser uma forma de controlar você e não é recomendada pelos Mestres. Alguns mestres terrestres cordeiam seus alunos de propósito, o que é muito anti-ético.
Algum dos seus chakras está cordeado? Você pode desejar checar os chakras 1 até 8, ir através do 12 e mais alto. Se você está cordeado, invoque a mim, Arcanjo Miguel, para vir e remover as cordas. Você pode aprender a puxar gentilmente as cordas, liberar suas pequenas raízes e devolve-las àquele que as enviou, com perdão e sua firme intenção de que não mais ocorra o cordoamento.
Uma mãe e seu filhinho – do nascimento aos e anos de idade – ou uma criança doente podem ser cordeados juntos para fortalecer a criança. Pergunte à Mãe Maria se isto é apropriado em seu caso individual.
A maior parte das pessoas que estão cordeadas juntas, não se cordeia conscientemente com outra pessoa. Eles simplemente pensam no companheiro ou na criança e a corda se forma. As cordas podem faze-lo sentir-se fraco e cansado. Neste caso, pergunte a si mesmo, “Eu estou cordeado?”. Se estiver, limpe isso imediatamente. Eu Estousempre pronto a assisti-lo em quaisquer casos relacionados com proteção.

Eu Sou Lord Miguel
Canal – Mary Clarice McChrist
Livro – The Blessed Mother’s Blue Rose of the Healing Heart – Mary Clarice McChrist

Blasfêmia: Loja vende versões de Nossa Senhora como Batman e outros personagens

Uma loja em Brasília está vendendo versões de Nossa Senhora em versões do Batman, Galinha Pintadinha, David Bowie, Mulher Maravilha, Malévola, Frida Kahlo e Minnie, entre outros personagens das histórias em quadrinhos e da cultura pop.

As imagens vendidas pela loja de decoração Santa Blasfêmia, no entanto, viraram alvo de uma petição dirigida ao Ministério Público do Distrito Federal.

“As características fundamentais destas estatuetas foram dadas pela Igreja Católica há pelo menos alguns milhares de anos. O seu uso indevido, além de ser contra a ética, constitui-se como um ato de violência à dita Instituição, bem como ao meu sentimento religioso”, afirma o texto. Para os signatários da petição, as versões da Nossa Senhora estariam em desacordo com artigo 208 do Código Penal, que estabelece crimes contra o sentimento religioso.

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6 ‘milagres’ que terminaram terrivelmente mal

O pastor que acreditava estar protegido do veneno de cobras e morreu, o religioso que matou o fiel alegando que poderia ressuscitá-lo e outros ‘milagres’ igualmente bizarros. Conheça 6 ‘milagres’ que terminaram terrivelmente mal.

Você acredita em milagres? Apostaria sua vida em um? E de seus familiares? Pois foi exatamente isso que aconteceu nestes seis casos, e o resultado não foi nenhum milagre, mas mortes que poderiam ser evitadas com um  pouco mais de conhecimento e um pouco menos de fé.

1. O pastor que acreditava que podia lidar com animais até que uma cobra o picou e ele morreuMilagres-que-acabaram-muito-mal-1-1

Em fevereiro de 2014 o pastor pentecostal Jamie Coots foi mordido por uma serpente, o resultou em sua morte. Coots interpretada literalmente uma passagem da Bíblia que dá a entender que veneno de cobra e suas mordidas não prejudicariam os crentes, desde que tenham sido ungidos por Deus. No entanto, o veneno de cobra não faz distinção entre cristãos, muçulmanos ou ateus.

Coots também esperava que a tradição de “encantador de serpentes” da igreja fosse passada para seu filho mais velho, apelidado de Little Cody, e assim foi, mas mais cedo do que o esperado.

Apenas alguns meses após a morte de seu pai, Cody foi mordido por outra cobra em um rito como que fez seu pai, mas desta vez teve mais sorte e se salvou. Cody afirmou que foi salvo graças a sua fé e orações, decepcionando quem esperava que ele tivesse aprendido algo com a morte do pai.

2. Em setembro 2014 Muhammad Sabir foi preso por matar Muhhammad Niaz com o pretexto de que ele poderia ressuscitá-loMilagres-que-acabaram-muito-mal-3

O mestre Sufi tinha ganhado popularidade na cidade de Mubarakabad (Bahawalnagar) porque nos últimos cinco anos foi operador de vários supostos milagres.

O ritual da tragédia consistia em por Niaz em uma mesa quadrada com as mãos e pés amarrados. Após ter feito isso, Sabir cortou a garganta de seu fiel seguidor, enquanto recitava palavras que lhe “dariam o poder de trazê-lo de volta à vida”. Testemunhas disseram que quando Sabir percebeu que seu milagre não traria Niaz de volta à vida, ele tentou fugir. Felizmente ele não foi muito longe e logo foi preso pela polícia indiana e julgado. O corpo de Niaz foi entregue à família para homenagea-lo e enterrá-lo.

3. O casal que deixou dois filhos morrerem por terem fé na cura divinaMilagres-que-acabaram-muito-mal-4

Herbert e Catherine Schaible foram condenados a sete anos de prisão depois que seu filho Brendon de apenas 8 meses morreu.

A história desses “grandes” pais é a seguinte. Herb e Cath eram membros da Igreja do Primeiro Centenário do Evangelho, na Filadélfia. De acordo com suas crenças, as orações são o único meio de salvação possível e quando o seu pequeno filho ficou doente e começou a apresentar sintomas como vômito e diarreia eles só eles oraram. Como suas orações não tiveram efeito, eles pensaram que precisavam somente rezar mais para solucionar tudo.

Leia também: A ciência venceu a Bíblia?

O resultado, obviamente, é que a pobre criança acabou morrendo. E, infelizmente, não foi a única criança que morreu por causa de sua fé, já que o irmão mais velho de Brendon, Kent, morreu de pneumonia em 2009, quando ele tinha apenas 2 anos de idade.

As autoridades norte-americanas os julgaram, condenaram e removeram a custódia dos filhos restantes.

4. O curandeiro e a esposa que foram mortos porque eles não conseguiram realizar o milagre da fertilidadeMilagres-que-acabaram-muito-mal-5

A história deste casal é o seguinte: Manjhi Janaki e sua esposa Laxmi Devi viviam na aldeia de Gaya, perto de Mohanpur (Índia). Acontece que Janaki fez determinados negócios com um parceiro de vila, Sohrai Manjhi.

Este negócio era que, por uma modesta quantia de dinheiro, Janaki realizaria um ritual de fertilidade milagroso para que Sohraii fosse pai. O tempo passou e nada aconteceu, então Sohrai decidiu pedir seu dinheiro de volta para Janaki. Ao se recusar a devolvê-lo, a situação começou a ficar tensa e Janaki apenas bateu com um objeto pontiagudo em Sohrai, causando a morte. Quando sua esposa foi ajudá-lo, esta também foi atingida pelo pai frustrado morrendo da mesma forma.

Sohrai fugiu da aldeia e até hoje nada se sabe de seu paradeiro.

5. O pastor que foi morto durante a execução de um exorcismoMilagres-que-acabaram-muito-mal-6

Em março de 2015, um homem de 38 anos chamado Roland Zinneh viajou para os arredores de Germantown na Filadélfia para falar com Dagadu sobre algumas alucinações. Ao chegar a casa, o sacerdote o levou para o porão onde foi submetido a uma série de rituais para acalmar seu espírito e eliminar essas alucinações. Tudo parecia bem, até que a mulher de Zinneh ouviu sons estranhos vindos do porão.

Ao descer encontrou Dagadu sentado em uma cadeira, imóvel, com a língua de fora. Ela rapidamente correu para encontrar um telefone e ligar para o 911. Quando a polícia chegou à casa, Zinneh estava pulando na porta da casa como uma dança e dizendo que o diabo tinha possuído Dagadu e que teve que matá-lo .

6. A mulher australiana morta por seu marido enquanto era exorcizadaMilagres-que-acabaram-muito-mal-7

O caso de Joan Vollmer é mais um para a lista de mortes destes ritos. A história remonta a 1993, na pequena cidade de Antuérpia, na Austrália. Seu marido Ralph Vollmer estava convencido de que sua esposa estava possuída. Sua reivindicação foi baseada na afirmação de que Joan passou a usar uma linguagem terrivelmente suja, comportava-se como uma prostituta e ocasionalmente emitia sons como porcos e cães.

Primeiramente Ralph contou com a ajuda de dois exorcistas amadores: a mãe de 4 filhos Leanne Reichenbach e o agricultor David Killingner. Os 3 se conheciam a certo tempo e o que os uniu foi seu fervor religioso.

Eles começaram o seu rito especial de exorcismo da Sra Vollmer a amarrando em uma cadeira, porque, segundo eles, ela se jogava ao chão e adotava posições bastante obscenas. Seu marido decidiu juntar suas pernas e amarrá-las, porque, tendo as pernas abertas, o poder do mal parecia aumentar.

Após a realização de vários desmandos infundadas no corpo da Sra Vollmer, eles chamaram o exorcista de 22 anos autodenominado Mateus  Nuske. Este exorcista decidiu queimar algumas posses de Joan porque, segundo ele, o mal habitava neles. A última ideia foi Suske foi apertar violentamente o estômago e o peito de Joan em uma tentativa de mover o demônio de sua barriga à boca para ser expelido.

Após causarem um grande número de lesões na Sra Vollmer, eles lhe causaram asfixia e uma parada cardíaca. E a história não termina aqui, já que o quarteto estava convencido de que tinham expulsado o espírito que possuía e a deixaram lá, em uma cadeira, à espera de sua ressurreição milagrosa.

Claro que ela não voltou à vida e após dois dias o corpo começou a se decompor e emitir um odor fétido.

Os 4 indivíduos foram julgados e condenados a penas de prisão. Mais tarde soube-se que Joan estava sofrendo de problemas psiquiátricos por causa de abuso sexual sofrido na infância, esquizofrenia e traumatizada pelo suicídio de seu primeiro marido.

URGENTE – “A paz mundial está por um fio, interrompida mais uma vez pela ganância do homem.” LEIA TODA A MENSAGEM DE ADOLPH FRITZ

Recado do centro Espiritual Adolph Fritz :
Olá, queridos amigos

Nessa quarta-feira fazemos um post muito importante. Hoje a noite na sede do Centro Espiritual Dr. Adolph Fritz, Em Rosário do Sul, o nosso querido Pai João de Aruanda se manifestou especialmente para deixar um recado muito importante e um pedido especial de que o mesmo fosse transmitido a todos. Então transcrevemos abaixo, com algumas adaptações de linguagem para facilitar o entendimento. E, juntamente com o Pai João, pedimos que todos se unam em oração. Antes de dormir, que cada um ofereça suas energias e ectoplasma para que o plano espiritual possa ter mais força para trabalhar em favor da paz mundial.

“A paz mundial, meus filhos, está por um fio, interrompida mais uma vez pela ganância do homem. Nós estamos em uma grande movimentação espiritual nesse momento para que essas energias que estão compactuando a favor desse acontecimento não alcancem o seu objetivo.

É muito necessário que todos vocês, trabalhadores da causa, se unam em radiação com outros grandes grupamentos mediúnicos que já estão ao par dos acontecimentos espirituais, e isso vocês verão ao longo dos dias que estão por vir, pois inúmeras casas de caridade e amor estarão recebendo esse mesmo pronunciamento, o mesmo recado. Agora é muito necessário que as orações de todos estejam em conjunto. Alguns trabalhadores de nossa corrente, inclusive alguns guardiões, já foram designados em missão para estarem presentes juntos aos locais dos acontecimentos nesse exato segundo, minuto e hora.

É muito necessário que ao longo do dia de vocês, cada um resguarde um momento de oração, pensando e mentalizando as figuras dos líderes da Coreia do Norte e dos Estados Unidos para que as energias espirituais possam envolvê-los, tirando de seus corações aquilo que eles encarnaram para serem os causadores.

Dentro desta nação hoje, o líder coreano vem com o mesmo propósito de Adolph Hitler na sua encarnação e trajetória. Esse líder, reencarnado, com a imensa inteligência militar e com a imensa inteligência estratégica de guerra, é um espírito que vem desde o tempo de Gengis Khan. E ele vem com esse propósito de trazer para o seu povo e a sua nação, a libertação que ele acha que é a libertação justa e a libertação do amor.

Não existe amor através da dor.
Não existe a libertação através da escravidão.

Então vamos, desde já, nos colocar em sintonia, nos colocar em oração e estarmos juntos com as energias de todos, somadas com as energias dos benfeitores espirituais que estão trabalhando. O amor de Cristo é grandioso, mas necessita que toda ferramenta mediúnica, que toda psíquica energética (energia psíquica) esteja em conjunto com as inúmeras correntes que estão neste momento trabalhando junto ao povo do oriente para que possa permanecer a paz no mundo terreno.

Um viva Deus na terra e um louvado seja Cristo, né meus filhos?
Neste exato momento o ‘Nego Véio’ vai se recolocar no seu posto junto às falanges que estão trabalhando.
Um viva Deus na Terra.”

Então, queridos irmão, reforçamos o pedido para que estejamos juntos em oração e nossa energia possa tocar o coração dos grandes líderes mundiais que encontram na guerra uma solução para os problemas. Nos ajudem a divulgar essa corrente de orações para que mais e mais pessoas possam se unir a essa grande missão.

Fraterno abraço e muita luz.

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Monge mumificado de 200 anos ainda pode estar vivo, diz especialista e médico do Dalai Lama

Um monge mumificado encontrado na Mongólia, na posição de lótus, “não estaria morto”, de acordo com um especialista que é também médico do Dalai Lama. Segundo Barry Kerzin, famoso monge budista, o homem mumificado – ainda não identificado – estaria a apenas uma etapa de se tornar um Buda na vida real. Os restos mumificados foram encontrados em 27 de janeiro, na província Songinokhairkhan.

Exames forenses ainda precisam ser concluídos, mas acredita-se que a múmia tenha em torno de 200 anos de idade e foi preservada em pele de gado. Contudo, o monge Barry Kerzin insiste que o homem mumificado, na verdade, está em uma “meditação muito profunda” e em um estado espiritual raro e muito especial conhecido como ‘tukdam’.

Nos últimos 50 anos, acredita-se que ocorreram em torno de 40 casos semelhantes na Índia com monges tibetanos. “Eu tive o privilégio de cuidar de alguns meditadores que estavam em um estado tukdam”, disse Kerzin, de acordo com notícia divulgada pelo Siberian Times.

“Se a pessoa é capaz de permanecer neste estado por mais de três semanas – o que raramente acontece – seu corpo gradualmente encolhe e, no final, tudo o que resta da pessoa é o seu cabelo, unhas e roupas. Normalmente, neste caso, as pessoas que vivem ao lado do monge enxergam um arco-íris que brilha no céu durante vários dias. Isso significa que ele encontrou um ‘corpo de arco-íris’. Este é o mais elevado estado perto do estado de Buda”, explica Kerzin.

Roubo do monge mumificado

O monge mumificado também virou história de polícia. Seu corpo havia sido roubado de uma outra parte do país e seria vendido no mercado negro. Um homem de 45 anos, identificado como Enhtor, foi preso. Ele chegou a esconder a múmia em sua própria casa, em Ulaanbaatar.

Sri Prem Baba – Nosso guru brasileiro

Ele participou no programa matinal de Ana Maria Braga e deu o seu recado para que todos tenhamos uma vida melhor. Assistam o vídeo que foi ao ar no dia 1 de Janeiro, dia internacional da paz.

Sri Prem Baba é um líder humanitário e mestre espiritual da antiga linhagem Sachcha que está a serviço da transformação planetária e da paz global, trabalhando através do exercício do amor e da compaixão para restabelecer e elevar os valores humanos, espirituais e sociais.

Ele nasceu no Brasil onde passa alguns meses do ano e onde construiu o Sachcha Mission Ashram (Nazaré Paulista, São Paulo), e divide o restante do tempo entre o Sachcha Dham Ashram em Rishikesh (Índia) e outros lugares do mundo para onde viaja visitando os diversos centros que estão se desenvolvendo com base nos seus ensinamentos.

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Seu trabalho é construir pontes: entre ocidente e oriente, entre ciência e religião, psicologia e espiritualidade e entre os diversos saberes com o propósito de criar união. Para isso, ele desenvolveu um método de autoconhecimento chamado Caminho do Coração no qual são utilizadas diversas ferramentas.

O Caminho inicia com a purificação e integração da personalidade através da autoinvestigação e da identificação dos condicionamentos que causam as repetições negativas; passa pelo descondicionamento da mente e pela desidentificação das imagens que geram a destrutividade, o que possibilita o despertar da consciência maior e a sustentação do êxtase.

Sri Prem Baba trabalha para que possamos ser canais do amor divino através da manifestação dos nossos dons e talentos, ou seja, para que possamos entregar os presentes que trouxemos para o mundo, realizando assim o dharma ou propósito da vida que é, em essência, a entrega a Deus e a caridade universal.

Diante do inquestionável fato de que a educação é uma das formas mais eficazes de promover mudanças no perfil de uma sociedade, recentemente Prem Baba ji fundou no Brasil o Instituto Mundo Melhor, uma organização social sem fins lucrativos que tem como missão promover a educação integral.

Além da Mediação de Conflitos, que vem sendo aplicada em diversas comunidades desde 2010, o Mundo Melhor está desenvolvendo o projeto Cultura de Paz e Prosperidade que tem como principal valor a não-violência e como objetivo promover a mudança de cultura da economia vigente, hoje baseada no medo da escassez, que na verdade é a fonte da miséria e da pobreza no mundo.

Esse projeto pretende oferecer uma base sólida para a mudança do paradigma dessa economia baseada no medo para uma economia baseada no amor, na cooperação, confiança e na compreensão de que todos podem ser prósperos juntos.

Segundo a visão de Prem Baba, a cultura de paz está intimamente relacionada com a prosperidade, visto que prosperidade não é acúmulo de riqueza, mas sim ter suas necessidades atendidas sem que, para isso, haja necessidade de competição – que é uma das principais sementes dos conflitos.

Como o conceito proposto por Prem Baba exige uma resignificação de valores cultuais e sociais, o Cultura de Paz e Prosperidade nas Escolas trabalhará com crianças, pois elas ainda não estão totalmente condicionadas pelos padrões atuais.

Para dar suporte a esse trabalho o Instituto Mundo Melhor terá um vasto programa de capacitação e vivência com os professores para que eles possam se tornar multiplicadores desse novo modelo de educação. Esta iniciativa reflete o reconhecimento de que uma educação integral, baseada em valores universais, é ferramenta fundamental na formação de cidadãos mais conscientes de seu papel social e humanitário.

Sri Prem Baba também está apoiando outros projetos sociais, entre eles o movimento Ganga Action Parivar, fundado pelo respeitável Pujya Swami Chidananda ji (Parmarth Niketan). Ao se conhecerem, Sri Prem Baba e Pujya Swami ji imediatamente se uniram, pois viram que compartilhavam das mesmas aspirações.

Ambos já estavam trabalhando em prol da preservação da Ganga e buscavam também soluções para o problema do lixo e do esgoto. Movidos por essa intenção que visa também facilitar a jornada do peregrino espiritual nos lugares sagrados, Sri Prem Baba e Pujya Swami ji criaram o projeto ecológico “Global Sangam for Environmental Preservation and World Peace” que está sendo realizado no Kumbh Mela 2013.

O acampamento, que está localizado bem em frente ao sangam, próximo ao Sachcha Ashram, foi batizado pelos discípulos de Sri Prem Baba ji de “Together 2013”, pois reúne buscadores espirituais de todas as partes do mundo que também estão apoiando a mesma causa.

A ideia é proporcionar um espaço onde iniciativas e ideias verdes possam ser apresentadas e disseminadas para toda a Índia e posteriormente para todo o mundo. No momento, o foco principal é a purificação das águas e a limpeza das margens da sagrada Mãe Ganga.

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A união dessas duas forças – Ganga Action Parivar e o Caminho do Coração – cria a combinação perfeita entre a ecologia externa e a interna, entre o karma e o bhakti yoga, entre a ação e a devoção.

Prem Baba acredita que somente quebrando as barreiras da separação é que o parivartan (transformação planetária) e o sankalpa da linhagem Sachcha, que consiste em essência em transformar o sofrimento em alegria, serão realizados.

“Tudo é Um. Alguns me veem fazer um ritual védico e acreditam que eu sou hinduísta; outros me veem cantar alguma música crística e acham que eu sou cristão; alguns me veem cantar um mantra budhista e acham que eu sou budhista… Mas, eu não sou hinduísta, não sou cristão, nem budhista e, ao mesmo tempo, sou tudo. Eu sou a Verdade. Eu pego a essência (somente o que é verdadeiro) de cada tradição.”

“A minha religião é o amor.”

Sri Prem Baba

Fonte: http://www.sriprembaba.org/pt-br/pai-do-amor

Psicografia de Divaldo Franco com Joanna de Ângelis: Solidão

Um vídeo maravilhoso, com o texto de Joanna de Ângelis!

Spectro cruel que se origina nas paisagens do medo, a solidão é , na atualidade, um dos mais graves problemas que desafiam a cultura e o homem.

A necessidade de relacionamento humano, como mecanismo de afirmação pessoal, tem gerado vários distúrbios de comportamento, nas pessoas tímidas, nos indivíduos sensíveis e em todos quantos enfrentam problemas para um intercâmbio de ideias, uma abertura emocional, uma convivência saudável.

Enxameiam, por isso mesmo, na sociedade, os solitários por livre opção e aqueloutros que se consideram marginalizados ou são deixados à distância pelas conveniências dos grupos.

A sociedade competitiva dispõe de pouco tempo para a cordialidade desinteressada, para deter-se em labores a benefício de outrem.

O atropelamento pela oportunidade do triunfo impede que o indivíduo, como unidade essencial do grupo, receba consideração e respeito ou conceda ao próximo este apoio, que gostaria de fruir.

A mídia exalta os triunfadores de agora, fazendo o panegírico dos grupos vitoriosos e esquecendo com facilidade os heróis de ontem, ao mesmo tempo que sepultam os valores do idealismo, sob a retumbante cobertura da insensatez e do oportunismo.

O homem, no entanto, sem ideal, mumifica-se. O ideal é-lhe de vital importância, como o ar que respira.

O sucesso social não exige, necessariamente, os valores intelecto-morais, nem o vitalismo das ideias superiores, antes cobra os louros das circunstâncias favoráveis e se apoia na bem urdida promoção de mercado, para vender imagens e ilusões breves, continuamente substituídas, graças à rapidez com que devora as suas estrelas.

Quem, portanto, não se vê projetado no caleidoscópio mágico do mundo fantástico, considera-se fracassado e recua para a solidão, em atitude de fuga de uma realidade mentirosa, trabalhada em estúdios artificiais.

Parece muito importante, no comportamento social, receber e ser recebido, como forma de triunfo, e o medo de nao ser lembrado nas rodas bem sucedidas, leva o homem a estados de amarga solidão, de desprezo por si mesmo.

O homem faz questão de ser visto, de estar cercado de bulha, de sorrisos embora sem profundidade afetiva, sem o calor sincero das amizades, nessas áreas, sempre superficiais e interesseiras. O medo de ser deixado em plano secundário, de não ter para onde ir, com quem conversar, significaria ser desconsiderado. atirado à solidão.

Há uma terrível preocupação para ser visto, fotografado, comentado, vendendo saúde, felicidade, mesmo que fictícia.

A conquista desse triunfo e a falta dele produzem solidão.

O irreal, que esconde o caráter legítimo e as lidimas aspirações do ser, conduz à psiconeurose de auto-destruição.

A ausência do aplauso amargura, face ao conceito falso em torno do que se considera, habitualmente como triunfo. Há terrível ânsia para ser-se amado, não para conquistar o amor e amar, porém para ser objeto de prazer, mascarado de afetividade. Dessa forma, no entanto, a pessoa se desama, não se torna amável nem amada realmente.

Campeia, assim, o “medo da solidão”, numa demonstração caótica de instabilidade emocional do homem, que parece haver perdido o rumo, o equilíbrio.

O silêncio, o isolamento espontâneo, são muito saudáveis para o indivíduo, podendo permitir-lhe reflexão, estudo, auto-aprimoramento, revisão de conceitos perante a vida e a paz interior.

O sucesso, decantado como forma de felicidade, é, talvez, um dos maiores responsáveis pela solidão profunda.

Os campeões de bilheteira, nos shows, nas rádios, televisões e cinemas, os astros invejados, os reis dos esportes, dos negócios, cercam-se de fanáticos e apaixonados, sem que se vejam livres da solidão.

Suicídios espetaculares, quedas escabrosas nos porões dos vícios e dos tóxicos comprovam quanto eles são tristes e solitários. Eles sabem que o amor, com que os cercam, traz, apenas, apelos de promoção pessoal dos mesmos que os envolvem, e receiam os novos competidores que lhes ameaçam os tronos, impondo-lhes terríveis ansiedades e insegurancas, que procuram esconder no álcool, nos estimulantes e nos derivativos que os mantém sorridentes, quando gostariam de chorar, quão inatingidos, quanto se sentem fracos e humanos.

A neurose da solidão é doença contemporânea, que ameaça o homem distraído pela conquista dos valores de pequena monta, porque transitórios.

Resolvendo-se por afeiçoar-se aos ideais de engrandecimento humano, por contribuir com a hora vazia em favor dos enfermos e idosos, das crianças em abandono e dos animais, sua vida adquiriria cor e utilidade, enriquecendo-se de um companheirismo digno, em cujo interesse alargar-se-ia a esfera dos objetivos que motivam as experiências vivenciais e inoculam coragem para enfrentar-se, aceitando os desafios naturais.

O homem solitário, todo aquele que se diz em solidão, exceto nos casos patológicos, é alguém que se receia encontrar, que evita descobrir-se, conhecer-se, assim ocultando a sua identidade na aparência de infeliz, de incompreendido e abandonado.

A velha conceituação de que todo aquele que tem amigos nao passa necessidades, constitui uma forma desonesta de estimar, ocultando o utilitarismo sub-reptício, quando o prazer da afeição em si mesma deve ser a meta a alcançar-se no inter-relacionamento humano, com vista à satisfação de amar.

O medo da solidão, portanto, deve ceder lugar, à confiança nos próprios valores, mesmo que de pequenos conteúdos, porém significativos para quem os possui.

Jesus, o Psicoterapeuta Excelente, ao sugerir o “amor ao próximo como a si mesmo” após o “amor a Deus” como a mais importante conquista do homem, conclama-o a amar-se, a valorizar-se, a conhecer-se, de modo a plenificar-se com o que é e tem, multiplicando esses recursos em implementos de vida eterna, em saudável companheirismo, sem a preocupação de receber resposta equivalente.

O homem solidário, jamais se encontra solitário.

O egoísta, em contrapartida, nunca está solícito, por isto, sempre atormentado.

Possivelmente, o homem que caminha a sós se encontre mais sem solidão, do que outros que, no tumulto, inseguros, estao cercados, mimados, padecendo disputas, todavia sem paz nem fé interior.

A fé no futuro, a luta por conseguir a paz intima – eis os recursos mais valiosos para vencer-se a solidão, saindo do arcabouço egoísta e ambicioso para a realização edificante onde quer que se esteja

Autor: Joanna de Ângelis
Psicografia de Divaldo Franco. Do livro: O Homem Integral

Magreza de Padre Marcelo Rossi comove fiéis

“Na Bíblia, Jesus fala que o jejum deixa as pessoas mais inspiradas’’, lembra Padre Marcelo Rossi, ao comentar que passou por um período de restrição alimentar enquanto compunha as canções de “O tempo de Deus’’, CD que ele lança essa semana. O regime severo, no entanto, foi além da motivação criativa, chegando à anorexia. Por só se alimentar de alface e hambúrguer num período de depressão, o homenzarrão de 1,95m de altura foi dos 128kg aos 60kg, no fim do ano passado. Mas apesar de ainda despertar intenso burburinho pela magreza — sua presença no Círio de Nazaré, em Belém do Pará, no último dia 12, causou verdadeira comoção nas redes sociais — ele garante que a saúde está 100%.

— Estou de volta aos meus 80 e poucos quilos, que é o meu peso normal. Mas como as pessoas me viram muito inchado durante meses, estranham. Chegaram a dizer que eu estava com câncer, meu Deus! Até a minha mãe estranhou. Já voltei a ter uma dieta equilibrada, pratico a minha caminhada e a minha corrida na esteira diariamente, estou muito bem — afirma Padre Marcelo, que não teve acompanhamento médico durante o restabelecimento: — A oração foi a minha salvação. Também não usei remédio antidepressivo, só minha conexão com Deus.

Padre Marcelo Rossi no “Altas Horas”, no último sábado
Padre Marcelo Rossi no “Altas Horas”, no último sábado Foto: Zé Paulo Cardeal / TV Globo

A depressão foi desencadeada por um acidente na esteira há quatro anos. O padre quebrou a perna, ficou numa cadeira de rodas por seis meses usando anti-inflamatórios e ganhou peso. Ferido em sua vaidade pelos comentários dos fiéis sobre seu sobrepeso, o homem sempre atlético, formado em Educação Física, tomou a atitude radical na alimentação.

— Sou vaidoso com relação ao corpo e ao cabelo. Tomo Finasterida (remédio para cortar a queda de cabelo) há anos, sem me preocupar com as consequências. Sou celibatário, isso não tem importância para mim (um dos efeitos do medicamento é a impotência sexual) — revela.

O padre também diz que se tornou alvo de energias ruins:

— Perdi meus três cachorros, e isso me deixou infeliz. Eles morreram um atrás do outro, do nada. A inveja e o mal existem, mas não posso reclamar, só rezar mais.

Agora livre da doença, ele a analisa com outros olhos.

— A depressão foi uma bênção de Deus na minha vida. Achava que isso era frescura, escutava testemunhos e não dava muita bola — diz ele, que transformou o sofrimento nas canções do novo disco e num livro sobre ansiedade e depressão, a ser lançado em 2015: — Assim como o CD “O tempo de Deus’’, creio que o livro vai ajudar pessoas que sofrem do mesmo mal.

“O tempo de Deus’’, com 14 músicas, chega aos consumidores a R$ 10.

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Mais robusto e corado, antes de enfrentar a depressão
Mais robusto e corado, antes de enfrentar a depressão Foto: Divulgação

Dificuldade para andar pelas ruas

Em 2014, Padre Marcelo Rossi completa 20 anos de sacerdócio. Desde 1998, quando lançou o primeiro de seus 13 discos, o representante do movimento de Renovação Carismática Católica tornou-se um fenômeno de mídia e popularidade ao incentivar fiéis a cantarem e dançarem como forma de oração. O sucesso de milhões de discos e livros vendidos lhe trouxe a fama. E com ela, o religioso trava uma luta diária:

— Pago um alto preço. Se quero visitar alguém no hospital, ir à farmácia ou ao supermercado, não posso ir de dia, só de madrugada. Mesmo assim as pessoas que me encontram me param, querem conversar, tirar foto. Até para votar é difícil. Tive que trocar de local de votação porque muita gente descobriu onde eu ia por anos, e me cercava. Agora, chego cedinho, não furo fila, mas cumpro o meu dever rapidinho e vou embora para não gerar tumulto.

Sobre as eleições atuais, ele se diz totalmente contrário à união de religião com política:

— A Igreja Católica já aprendeu que essa mistura não dá certo. Padre ou pastor que se candidata a cargo público está errado. Jamais votaria num desses.

Com o padre Fábio de Melo e Xuxa: sempre na mídia
Com o padre Fábio de Melo e Xuxa: sempre na mídia Foto: Matheus Cabral / Divulgação

Acusação de exibicionismo não o abala

A perda da privacidade pode ter chegado a níveis muito mais dramáticos do que simplesmente a idolatria de seus fiéis, no caso de Padre Marcelo. Uma reportagem publicada pelo site Uol, no último dia 30 de setembro, afirma que o religioso foi investigado pelo Vaticano por cerca de dez anos. A averiguação teria sido motivada pela denúncia de um religioso brasileiro que teria acusado o padre de exibicionismo e de se desvirtuar das práticas católicas, transformando suas missas em “circos’’.

— Não tem sentido, e eu nunca desconfiei de nada nesse sentido. Mesmo que essa investigação tenha acontecido, não tenho nada a esconder. Em 2010, recebi das mãos do então Papa Bento XVI o Prêmio Cardeal Van Thuan, reconhecendo minha dedicação como evangelizador moderno. Sendo assim, chego à conclusão de que não encontraram nada que depusesse contra mim, e que estou aprovado no trabalho que realizo junto à Igreja — afirma o padre, mencionando uma outra ocasião em que descobriu ter tido seu celular clonado: — Foi em 98. Um amigo meu que trabalha com isso analisou e me alertou que estavam tentando pegar algum vacilo meu. Mas não adianta, eu não devo nada.

Padre Marcelo procura amenizar polêmicas também ao falar sobre sua relação com outro religioso midiático, Padre Fábio de Melo. Por muitos anos e até hoje há insinuações de que exista alguma rixa entre os dois.

— Padre Fábio é um grande amigo. Vou fazer o lançamento do meu CD em seu programa, na Canção Nova. Eu dei umas dicas a ele, ele também me abriu a cabeça para outros modos de pensar, porque eu era um pouquinho radical, principalmente com relação à batina, que ele não usa. A questão é: somos unidos, porém diferentes. Mas unidos, o que é mais importante.

Leia mais: http://extra.globo.com/noticias/rio/magreza-de-padre-marcelo-rossi-comove-fieis-mas-religioso-diz-ter-voltado-ao-seu-peso-normal-14299073.html#ixzz3GqKqWrPP

 

Palavras de São Miguel Arcanjo

Este lar é protegido e guardado por Anjos Guardiões sob a orientação de São Miguel Arcanjo.

Suas espadas estão colocadas sobre as portas de entrada, para que nenhuma presença negativa e nenhum mal possa aqui entrar, suas asas estão abertas em volta desta casa amparando-nos e protegendo-nos, seus mantos estão estendidos sobre cada um dos membros desta família para que possamos participar de todas as nossas atividades diárias em completa segurança e profundo bem-estar, sobre esta casa, está a grande luz protetora de São Miguel Arcanjo, seus Anjos estão colocados nos quatro cantos desta casa protegendo-a em cima e embaixo, à direita e à esquerda, na frente e atrás.

Sob as bênçãos de São Miguel Arcanjo cada pessoa que aqui entrar sentir-se-a envolvida pelo amor, saúde, prosperidade. Faça essa mesma oração pedindo que São Miguel acompanhe sempre seus familiares livrando de os todos perigos. Amém, Amém e Amém!

Fonte

Entenda o que muda nas missas com o novo documento do papa

No último dia 9, um sábado, enquanto as atenções do mundo católico voltavam-se para a viagem do papa Francisco à Colômbia, o Vaticano divulgou um importante texto com força de alterar o Código de Direito Canônico.

Chamado de motu proprio, quando é criado por iniciativa exclusiva do papa, o documento deu às conferências episcopais (a CNBB no Brasil, por exemplo) a incumbência de adaptar os livros litúrgicos, aqueles usados nas missas, nos casamentos e nos batizados, por exemplo. A

té então, as conferências basicamente os traduziam. Na prática, as cerimônias católicas poderão adotar uma linguagem mais próxima à realidade do fiel, como a adoção de expressões locais – sem, obviamente, ferir o rito romano.

Os textos editados têm ainda de ser enviados para a Santa Sé, mas não serão mais revisados – e, sim, confirmados. A medida é, sem dúvida, modelo de descentralização do poder romano.

O motu proprio de Francisco, porém, provoca outro impacto tão ou mais significativo sob ponto histórico: o desestímulo das missas em latim, conhecidas como tridentinas.

O rito vinha ganhando fôlego na Santa Sé nos últimos anos.

O motu proprio de Francisco também surge para aplacar as chamadas “guerras litúrgicas”, que ganhou força sobretudo no prelado americano.

O termo refere-se a uma série de batalhas internas sobre como o culto católico deveria parecer e soar em inglês. De um lado, os progressistas em favor de textos que refletissem as sensibilidades modernas.

De outro, os conservadores que defendiam que a reformulação pós-Vaticano II da liturgia havia cedido demais à modernidade secular e não era mais fiel aos textos originais em latim.

Escute a Mensagem Espírita: “Calma” de Chico Xavier. Coisa linda para limpar a alma…

Se você está no ponto de estourar mentalmente, silencie alguns instantes para pensar. Se o motivo é moléstia no próprio corpo, a intranquilidade traz o pior. Se a razão é enfermidade em pessoa querida, o seu desajuste é fator agravante. Se você sofreu prejuízos materiais, a reclamação é bomba atrasada, lançando caso novo.

Se perdeu alguma afeição, a queixa tornará você uma pessoa menos simpática, junto de outros amigos. Se deixou alguma oportunidade valiosa para trás, a inquietação é desperdício de tempo.

Se contrariedades aparecem, o ato de esbravejar afastará de você o concurso espontâneo. Se você praticou um erro, o desespero é porta aberta a faltas maiores.

Se você não atingiu o que desejava, a impaciência fará mais larga a distância entre você e o objetivo a alcançar. Seja qual for a dificuldade, conserve a calma, trabalhando, porque, em todo problema, a serenidade é o teto da alma, pedindo o serviço por solução.

Autor: André Luiz
Psicografia de Francisco Cândido Xavier

Narração: Paulo Goulart