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URGENTE: Senador avisa que Ministra Carmen Lucia está prestes a convocar as Forças Armadas e fechar o Congresso. VEJA O VÍDEO

A presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) ministra Carmen Lúcia, está analisando a possibilidade de convocar as Forças Armadas e fechar o Congresso Nacional.

A advertência foi feita pelo senador Randolfe Rodrigues, que assevera que a situação é extremamente grave,

a República caiu e o número de autoridades implicadas é enorme.

No aúdio, Randolfe assegura que Temer não tem condições de continuar no cargo,

Rodrigo Maia corre o risco de ser preso e Eunício Oliveira vai virar réu.

Veja abaixo.

Ações contra Lula têm mais provas além das delações da Odebrecht. Notas fiscais, registros de presença e mensagens também embasam processos

SÃO PAULO — Nas ações penais que têm como objeto o pagamento de vantagens indevidas ao ex-presidente Lula por meio de reformas em um sítio de Atibaia (SP) e na compra de dois imóveis em São Paulo, o Ministério Público Federal (MPF) apresentou elementos de prova independentes dos anexos da delação da Odebrecht, que deverão ser encaminhados à Justiça em São Paulo.

No caso do sítio de Atibaia, foram reunidas como provas de uso do imóvel por Lula o fato de terem sido encontrados bens de sua família no local;

o registro de 270 viagens de seus seguranças ao sítio, entre 2011 e 2016; a instalação de câmeras de segurança por funcionários do ex-presidente;

as notas fiscais de bens que ficavam no sitio apreendidas no apartamento de Lula em São Bernardo;

e a existência de mensagens eletrônicas sobre as reformas endereçadas ao Instituto Lula, entre outros elementos.

A compra de um prédio para abrigar o instituto ocorreu por meio da DAG, fornecedora de confiança da Odebrecht usada para omitir a verdadeira origem dos recursos utilizados para adquirir o imóvel.

A compra do prédio também foi citada pelo ex-ministro Antonio Palocci, que admitiu ter administrado a conta de propina do PT na empreiteira.

PALOCCI RESUMIU ESQUEMA

Segundo as investigações, os recursos usados para custear as vantagens ao ex-presidente eram administrados pelo setor de Operações Estruturadas da empreiteira, que administrava um bilionário caixa paralelo destinado a pagar vantagens indevidas a agentes públicos que agiam de acordo com os interesses da empreiteira.

No caso da Odebrecht, o MPF apresentou indícios de favorecimentos à empreiteira baiana em diversos contratos da Petrobras e que resultaram em prejuízo para a estatal.

Mesmo com a decisão da 2ª Turma do STF de envio da colaboração da Odebrecht para a Justiça em São Paulo, depoimentos já prestados por réus do processo também reforçam a tese da acusação.

Perguntado sobre a compra de um prédio para o Instituto Lula, o ex-diretor de relações institucionais da empreiteira Alexandrino Alencar tratou o negócio como uma “contrapartida”:

— Entendo que em retribuição, em contrapartida ao que o próprio presidente Lula fez no passado, em função da importância dele no então governo (Dilma) e, também, no futuro político do próprio ex-presidente Lula — disse ele.

Palocci não só reconheceu administrar a conta propina do PT, assumindo ser o “italiano” identificado em uma planilha de gastos com o partido, como a relacionou a vantagens obtidas na Petrobras:

— É assim: a empresa trabalha com a Petrobras, a Petrobras dá vantagens para a empresa, com essas vantagens a empresa cria uma conta para destinar aos políticos que a apoiaram.

O presidente mantém lá diretores que apoiam a empresa para dar a ela contratos, esses contratos geram dinheiro, ela faz seus gastos, compra seus presentes, remunera os seus diretores, paga seus funcionários e reserva um dinheiro.

Algumas criam operações estruturadas, outras criam caixa 2, outras criam doleiros, e com esse dinheiro pagam propina aos políticos.

Emílio Odebrecht disse ter pedido a Lula que não reestatizasse o setor petroquímico, onde a empresa viria a se tornar monopolista durante o governo petista, com a criação da Braskem. O empresário disse que Lula “sempre teve boa vontade para ouvir” os pleitos da Odebrecht.

O FIM DE DILMA E LULA CHEGOU: Palocci e Polícia Federal fecham acordo de delação premiada

Negociação avançou nos últimos dias; colaboração ainda precisa ser homologada pela Justiça

Preso desde setembro de 2016, o ex-ministro Antonio Palocci assinou acordo de delação premiada com a Polícia Federal.

Fontes vinculadas ao caso confirmaram ao GLOBO que a colaboração avançou com rapidez nos últimos dias.

Em sigilo, além de terem fixado as bases dos benefícios que serão concedidos a Palocci, os investigadores inclusive já teriam concluído a fase de depoimentos.

A colaboração de Palocci, no entanto, ainda não foi homologada pela Justiça.

As revelações do ex-ministro devem dar um novo impulso à Lava-Jato.

As informações e os documentos fornecidos por ele seriam suficientes para abertura de novos inquéritos, operações e até mesmo prisões, segundo revelou ao GLOBO uma fonte que conhece o caso de perto.

Palocci fez acordo com a Polícia Federal depois de tentar, sem sucesso, negociar uma colaboração com os procuradores da força-tarefa da Lava-Jato.

IDIOTA: Rocha Loures diz que ‘não sabia’ de dinheiro dentro de mala da JBS e nega até a própria mãe, ou seja, é um FDP!

É a primeira vez que ex-assessor de Temer se pronuncia à Justiça sobre o dinheiro recebido da empresa de Joesley

RIO — Pela primeira vez desde que foi flagrado na Operação Patmos dando uma famosa corridinha carregando uma mala recheada com R$ 500 mil, o ex-assessor presidencial Rodrigo da Rocha Loures se pronunciou sobre o caso.

O depoimento prestado à Justiça foi obtido com exclusividade por O GLOBO.

A acusação da Procuradoria-Geral da República é que o destinatário final da mala seria o presidente Michel Temer (PMDB), que foi acusado de corrupção passiva no caso.

Em defesa apresentada à Justiça Federal, Rocha Loures afirmou que recebeu a mala do delator Ricardo Saud, do grupo da JBS, “sem saber qual era seu conteúdo” e disse que “desconhecia quaisquer acertos, pagamentos e condições”.

Tampouco entra em detalhes sobre o assunto. Loures se tornou réu neste caso em dezembro do ano passado.

A mãe dele foi encontrada em um puteiro e nega a maternidade….

LULA SERÁ SOLTO EM BREVE. Zanin, o abobalhado, está extasiado e comemora o “golpe” do STF na Lava Jato ao lado da esposa. Onde está aquele meteoro pra acabar com tudo de uma vez?

A situação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva avança celeremente para a impunidade.

“Faz cessar de uma vez por todas o juízo de exceção criado para Lula em Curitiba”, bravateou o advogado.

A decisão também livra o seu sócio e sogro Roberto Teixeira das mãos de Moro.

Motivo de dupla comemoração.

A terça-feira (24) foi animadíssima no 19º andar do edifício localizado na Rua Padre João Manuel, 755, a sede da arapuca denominada ‘Teixeira e Martins Advogados’.

A amplitude do golpe é imensa, incluindo a nulidade do processo do tríplex, que será o próximo passo da estratégia.

Caso a sociedade não se manifeste, será fatalmente o fim da Lava Jato.

URGENTE: Força-tarefa da Lava Jato se reúne após ‘golpe’ no STF. DÓLAR DISPARA EM R$ 3,52 E O BRASIL DESPENCA PARA O MUNDO!

A força-tarefa da Lava Jato está reunida para avaliar o impacto da decisão da Segunda Turma do STF sobre os processos do Instituto Lula e do sítio de Atibaia, diz o site O Antagonista.

A operação precisa reagir de forma brilhante para sair dessa e dar continuidade a operação.
Que Deus ilumine os eminentes procuradores.

Toffoli e Gilmar também tiram o caso da Refinaria Abreu e Lima de Sergio Moro

Na mesma sessão que retirou as delações da Odebrecht contra Lula, Ricardo Lewandowski, Gilmar Mendes e Dias Toffoli decidiram tirar de Sergio Moro os relatos dos executivos da empreiteira sobre os crimes na Refina Abreu e Lima, em Pernambuco.

Os termos da delação serão enviados a uma vara criminal de Recife.

Os investigadores da Operação Lava Jato acreditam que as obras da Refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco, podem ter custado 16% a mais do que deveriam. Para eles, parte dos valores do sobrepreço foram usados para repasses a políticos e partidos.

A investigação nos documentos do consórcio, liderado pela construtora Camargo Corrêa, durou cerca de três meses. Os investigadores analisaram extratos, movimentações financeiras e e-mails.

Nos documentos apreendidos na Camargo Corrêa – construtora responsável pela obra – a Polícia Federal encontrou provas de que a construtora depositou R$ 26 milhões para 30 empresas suspeitas de lavagem de dinheiro.

Entre elas, estão a Costa Global, empresa de consultoria do ex-diretor da Petrobras, Paulo Roberto Costa e a JD Consultoria, que pertence ao ex-ministro José Dirceu.

NOSSA PF É A SALVAÇÃO DA PÁTRIA! PF invade novamente a casa mais conivente com a corrupção no país

A Polícia Federal está cumprindo mandado de busca e apreensão nesta terça-feira (24) no gabinete e também na casa do deputado Eduardo da Fonte (PP-PE) e também no gabinete do senador Ciro Nogueira (PP-PI).

A operação desta terça-feira foi deflagrada, segundo investigadores, para apurar crime de obstrução de Justiça.

Ciro Nogueira está em Portugal com a família.

O ex-parlamentar Márcio Junqueira também é procurado pelos agentes, contra ele tem um mandado de prisão.

De acordo com denúncia do Ministério Público Federal feita em setembro de 2017, os parlamentares seriam integrantes do núcleo

político de uma organização criminosa voltada ao cometimento de delitos contra a Câmara dos Deputados, entre outros,

visando “a arrecadação de propina por meio da utilização de diversos órgãos públicos da administração pública direta e indireta”.

Manuela confessa ser “laranja” de Lula. Esse projeto de pilantra ainda está solta, mas em breve a casa vai cair…

A deputada estadual Manuela D’Avila não se cansa de envergonhar os seus conterrâneos gaúchos.

Enquanto o Rio Grande do Sul teve o primor de proporcionar uma das mais merecidas e criativas recepção para o corrupto e lavador de dinheiro Luiz Inácio Lula da Silva, a deputada assume o papel de ‘laranja’ de Lula.

Em entrevista para o jornal Folha de S.Paulo ela confessou a pilantragem:

“Espero que o Supremo faça um debate sobre a ADC que nosso partido patrocinou para garantir a ele o direito de usufruir da liberdade e, depois, de registrar a sua candidatura.”

E mais: Manuela não quer ser candidata a presidente. É tudo encenação para aparecer na mídia. Ela vai desistir e se candidatar a deputada federal, ou a reeleição.

Que o povo gaúcho lhe dê a resposta nas urnas.

Macarrão: “Não matei. Levei para matar”. Macarrão, ex-amigo do goleiro Bruno e cúmplice do assassinato de Eliza Samudio

Macarrão, ex-amigo do goleiro Bruno e cúmplice do assassinato de Eliza Samudio, tenta reconstruir a vida no interior de Minas após deixar a prisão

Em uma manhã quente do início de fevereiro do ano passado, Luiz Henrique Ferreira Romão, de 32 anos, entrou, de cabeça baixa e roupa suada do trabalho, na principal autoescola de Pará de Minas, cidade de 90 mil habitantes localizada a 90 quilômetros de Belo Horizonte. Embora acumulasse milhares de quilômetros em viagens de carro entre o Rio de Janeiro e a capital mineira, estava ali para tirar sua primeira habilitação. Além de preço e condições de pagamento, queria se certificar de que poderia fazer as aulas em horários rígidos. “Sou presidiário”, avisou. Entre a surpresa e o receio, a gerente do estabelecimento disse que não havia problema. Tentou quebrar a tensão, buscar proximidade e fez a pergunta inevitável sobre qual crime o interessado havia cometido. “Matou?”, perguntou. Romão ergueu os olhos e, sem titubear, confessou com desconcertante segurança: “Não. Eu levei para matar”.

Trinta quilos mais magro e sempre de boné para esconder a recente calvície, Romão, para seu alívio, não tem sido reconhecido nas ruas. Em julho de 2010, ele se tornou personagem de um dos crimes de maior repercussão do país, o desaparecimento e o assassinato da modelo Eliza Samudio, uma das amantes de Bruno Fernandes, então goleiro do Flamengo, com quem teve um filho. Com seu rosto rechonchudo, ele ficou identificado como Macarrão, o fiel amigo e cúmplice do então atleta.

A gerente da autoescola só descobriu que Luiz Henrique Romão era Macarrão quando alertada por outros funcionários do local que fizeram buscas em sites. Não era apenas o corpo que não combinava com a imagem da televisão: o jeito subserviente, quase matuto, reforçado pelo sotaque mineiro arrastado, não condizia com o homem que parecia frio e perverso e chegou a ser acusado de responsável por planejar a morte da modelo que cobrava do goleiro o pagamento de pensão alimentícia para o filho. O corpo de Eliza nunca apareceu.

Condenado em 2012 a 15 anos de prisão pela participação no assassinato, Romão passou sete anos e oito meses atrás das grades. Foram seis anos no presídio de segurança máxima Nelson Hungria, em Contagem, na região metropolitana de Belo Horizonte, onde ocupava uma cela individual. Em junho de 2016, foi transferido para a penitenciária Doutor Pio Canedo, em Pará de Minas, para ter o benefício de trabalhar durante o dia e voltar à prisão para dormir em uma cela com outros 17 detentos. Em 2 de março, conseguiu o direito ao regime aberto por bom comportamento. “Não sou aquele monstro. Meu nome não é Macarrão. Eu sou Luiz Henrique. Sempre fui moleque bom, trabalhador”, repetiu como um mantra ao encontrar-se com ÉPOCA pela primeira vez nos fundos da Igreja do Evangelho Quadrangular, no dia em que completava um mês de liberdade. Era uma segunda-feira à noite, e 20 fiéis haviam acabado de fazer um estudo bíblico. Romão entrou pela porta lateral da igreja, cumprimentou uma mulher pelo aniversário e foi saudado por pessoas que ainda estavam ali. Ficou meio amedrontado quando se deu conta de que tinha visitas.

Macarrão (Foto: EDILSON DANTAS/AGÊNCIA O GLOBO)

Romão ganhou o apelido de Macarrão nos campinhos de terra da periferia de Ribeirão das Neves, região metropolitana de Belo Horizonte. Os cabelos compridos encaracolados, uma mistura do visual do ex-jogador Casagrande com o macarrão instantâneo Miojo, foram a inspiração para a molecada rebatizá-lo na rua. Nunca foi um incômodo. Agora, no entanto, desfazer-se de “Macarrão” virou sua obsessão. O incômodo começou no presídio Nelson Hungria, quando foi rejeitado para trabalhar numa fábrica de peças de gesso porque o dono não queria contratar detento famoso. Havia rejeitado o empresário Marcos Valério, pivô do escândalo do mensalão, e o próprio goleiro Bruno.

Romão insistiu. Passou 45 dias trabalhando de graça, num teste probatório, até ser contratado. Aos poucos, ganhou a confiança do empresário e virou coordenador da empresa, liderando mais de 60 detentos. Dava palestras para estudantes de Direito em visita ao presídio. Foram quatro anos e meio de trabalho na fábrica. Só deixou o cargo ao conseguir transferência para Pará de Minas, para onde a mulher e os três filhos — o último da prole, um menino, foi concebido em uma visita íntima — se mudaram para recomeçar a vida de forma anônima, após terem problemas em duas outras cidades. Em Pará de Minas, a família começou a frequentar a Igreja do Evangelho Quadrangular. Apenas o pastor Luiz Paulo Marques sabia sua história.

Quando Romão progrediu para o regime semiaberto, o pastor saiu pelo comércio local pedindo emprego para ele. Ninguém quis dar. Irritada, uma empresária mandou que o religioso o contratasse. O pastor acatou a sugestão e empregou Romão como zelador. Durante um culto, fez o anúncio na igreja, para cerca de 300 pessoas. Naquela noite de setembro de 2016, pelo menos 20 fiéis deixaram a igreja revoltados e não voltaram mais. “Eu prego o amor”, disse o pastor. “Que amor é esse se eu não estendesse uma mão para um homem que busca se regenerar?”

Na igreja, Romão varre, passa pano, lava banheiros, pinta paredes e faz pequenos reparos. Apenas cinco meses depois de conseguir o trabalho, ele foi à autoescola. A gerente topou dividir o valor da habilitação — R$ 1.600 — em dez vezes, apenas com a assinatura de uma nota promissória. Ele quitou a dívida em cinco meses, pagando R$ 300 por mês e abatendo com pequenas quantias de R$ 25 que lhe sobravam. “Eu errei muito. Não fui santo, não sou vítima. Tenho de ser grato pelas oportunidades que me dão.”

 Diante de desconhecidos, Romão é arredio. Trata todo mundo de “senhor” e “senhora” para reforçar a demonstração de respeito. Quando ganha intimidade, vira conversador e prestativo. Na autoescola, ganhou a confiança dos instrutores e passou a lavar alguns carros. Hoje, presta serviço para a empresa fazendo a conservação da pista de teste de motos e, a cada 15 dias, faz faxina na casa da proprietária do centro de formação de motoristas.

De raciocínio rápido, Romão viu logo na lavagem dos carros uma oportunidade de ganhar um dinheiro extra para complementar o salário recebido na igreja. Cobra R$ 35 para lavar um veículo pequeno e aplicar cera, enquanto nos lava a jato da cidade o serviço sai por R$ 95. Oferece aos clientes buscar o carro sujo e devolvê-lo limpo pontualmente no horário combinado. Para agradar, faz uma montagem de fotos com o antes e o depois do veículo e divulga seus serviços no Instagram e no WhatsApp. A freguesia cresceu rápido, e um conhecido da igreja cedeu um pedaço da área externa de sua serralheria para ele trabalhar. Nas semanas boas, lava seis veículos. Nos intervalos, aproveita para vender tênis e chinelos falsificados, chamados no mercado informal de “réplicas”.

O objetivo de Romão é poder sustentar a família sozinho. Atualmente, mora com a mulher e os três filhos em uma casa com os sogros, dois avós, uma tia e dois cachorros vira-latas. Romão fica com a responsabilidade de pagar a água, a luz e a internet, uma conta mensal de quase R$ 700. Gosta de negócios. Ainda na cadeia, fez cursos profissionalizantes noturnos de informática, fluxo de caixa e outras técnicas de administração de empresas.

Pastor fez apelo para que fiéis dessem emprego a macarrão. Como a estratégia não funcionou, decidiu ele mesmo contratá-lo

Aos 9 anos, Romão ajudou a fundar o 100%, time de futebol com os meninos de seu bairro, Liberdade, em Ribeirão das Neves. Queria ser goleiro. Apesar de nunca ter sido grandalhão, sempre foi ágil. Aos 12 anos, começou a treinar na equipe do Centro de Atenção Integral à Criança e ao Adolescente (Caic). Durante um treino, em uma daquelas brigas de moleques que ninguém sabe por que começam, levou uma bolada no rosto. Um garoto moreno, um ano mais velho e mais alto surgiu para defendê-lo. Bruno Fernandes já se destacava como goleiro e estava ali para treinar outros meninos na posição. Foi a primeira das muitas confusões da dupla que a partir daquele dia se tornou inseparável.

Aos 17 anos, quando Bruno ganhou uma chance no Atlético Mineiro, time de coração dos dois, Romão vibrou. Naquele tempo, trabalhava puxando carrinho no Ceasa de Belo Horizonte e dava seus vales-transporte para que o amigo, sem dinheiro para a passagem, não perdesse o treino. Em ascensão, Bruno logo passou a receber um salário de R$ 25 mil e começou a experimentar os privilégios da vida de jogador profissional em Belo Horizonte. Enquanto Bruno construía sua carreira em campo, Romão seguia trabalhando no Ceasa, mas já começava a ficar conhecido nos bastidores do futebol mineiro pela amizade. Com a falta de habilidade do goleiro para a vida burocrática, Romão o ajudava pagando contas e fazendo compras no supermercado para a família.

Após a saída conturbada do Atlético Mineiro e uma passagem-relâmpago pelo Corinthians, Bruno foi contratado pelo Flamengo em setembro de 2006. No ano seguinte, foi elevado à categoria de ídolo da torcida ao defender dois pênaltis na final do Campeonato Carioca contra o Botafogo. Sempre bem posicionado, rápido na saída de gol e na reposição da bola, além de habilidoso também com os pés, passou a ser cotado para a Seleção Brasileira. Hoje, Romão admite que, se sobrava talento a Bruno, faltavam-lhe dedicação e disciplina.

Finalmente havia chegado a hora de recompensar o amigo de infância, e Bruno contratou Romão por R$ 2 mil. A princípio, ele cuidava da família do goleiro que ficara em Ribeirão das Neves. No início de 2009, Romão se mudou definitivamente para o Rio de Janeiro com a missão de dar o mínimo de equilíbrio à rotina desenfreada de sexo, luxo e festas com pagode de Bruno. Segundo Romão, com um salário de cerca de R$ 103 mil, na ocasião o goleiro devia R$ 120 mil em roupas.

Passou a receber o salário do atleta, a pagar contas e a cuidar até do cardápio do amigo goleiro. Tinha como missão também administrar todas as mulheres da vida do goleiro. Na época, Bruno tinha uma mulher em Belo Horizonte, uma noiva e uma amante no Rio — além de outras meninas que conhecia em festas de outros jogadores. Foi em uma dessas que surgiu Eliza Samudio, em maio de 2009. Romão afirmou só ter sabido da garota mais tarde, quando ela apareceu grávida e Bruno confidenciou “o problema”. Em outubro de 2009, a modelo foi à Delegacia da Mulher, no Rio de Janeiro, denunciar que o goleiro, acompanhando de Romão e de outros dois homens, a ameaçou de morte. Em depoimento em vídeo ao jornal Extra, a modelo contou que o goleiro a obrigou a tomar um remédio abortivo e colocou uma arma em sua cabeça.

Romão aproveitava a boa fase. Embora recebesse um salário de R$ 2 mil, ganhou do amigo um New Beatle e depois um SUV Tucson. Muitas vezes, Bruno lhe dava o “bicho”, prêmio em dinheiro pago aos jogadores após uma vitória. Tinha passe livre em shows de pagode de artistas como Arlindo Cruz, Mumuzinho e Revelação. Aprendeu a apreciar paleta de cordeiro com geleia de hortelã em churrascarias da Barra da Tijuca e do Recreio dos Bandeirantes, a viajar de avião, a usar cordões de ouro e a se vestir com roupas de marca. A proximidade com o ídolo lhe abria portas. “Eu tenho certeza de que fiz um excelente trabalho com o Bruno. Fui chamado para trabalhar com dois jogadores e pensava em virar empresário”, diz. Romão resolveu eternizar a parceria e a devoção ao amigo nas costas tatuando um trecho de uma música do grupo Fundo de Quintal. “Bruno e Maka. A amizade nem mesmo a força do tempo irá destruir.” Ele ainda acrescentou: “Amor verdadeiro”.

No dia 8 de julho de 2010, quando Romão tirou a camisa para fazer a foto do registro no sistema penitenciário de Minas Gerais, a tatuagem foi revelada. Surgiram ali as primeiras insinuações de que a amizade poderia ser também um relacionamento amoroso. Mais tarde, um dos advogados de Bruno, Rui Pimenta, disse que Romão poderia ter assassinado Eliza Samudio por ciúme. É a maior mágoa de Romão. Durante todo o tempo em que passou preso, não tirou a camisa, nem mesmo em dias mais quentes, para evitar piadas. “Nada contra homossexuais, mas eu sempre fui ‘vermão’”, disse, esticado sobre o banco traseiro de um Ford Ka, enquanto aspirava o interior do carro. “Sou casado, pai de família. Eu só pensava nos meus pais e na minha mulher lendo isso.” Romão vai tatuar uma águia por cima da marca incômoda.

A amizade ruiu logo após o crime. No avião em que foram transferidos do Rio para Minas, em 8 de julho, Bruno creditou a Romão o sumiço de Eliza. As imagens gravadas pela polícia foram exibidas no programa Fantástico, da TV Globo, e vistas pelos dois na penitenciária Nelson Hungria. Bruno desculpou-se. Romão seguiu confiando nele. Foi orientado pela defesa do goleiro a ficar em silêncio. Tinha certeza de que não seria abandonado pelo amigo. Só se deu conta de que estava sozinho no dia 11 de abril de 2011, às 11h30, quando os dois foram para pavilhões separados no Nelson Hungria. A última conversa entre eles é um segredo que Romão diz ter compartilhado só com a mulher. “Ouvi o que não precisava ouvir. Sempre fui amigo e honesto com o Bruno. Nunca precisei tirar 1 centavo dele.”

Eliza Samudio, com registro de ocorrência em que acusava o goleiro Bruno de violência após revelação de gravidez (Foto: MARCELO THEOBALD/AGÊNCIA O GLOBO)
Romão com Bruno em barco e a tatuagem que fez em homenagem ao amigo. “Fui o maior puxa- saco do mundo”, disse (Foto: Reprodução)

Às vésperas de seu julgamento, em novembro de 2012, Romão chegou cansado do trabalho na fábrica de gesso. Neto de um pastor presbiteriano, voltou a orar e a ler a Bíblia antes de dormir para aplacar a angústia. Disse que, naquela noite, dormiu sob a luz da lua que entrava pelo pequeno quadrado na parede. Sonhou com os avós em um lugar profundo como um poço dizendo o versículo do livro João, do Novo Testamento: “Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará”. Disse ter acordado disposto a contar tudo em seu depoimento à juíza Marixa Fabiane Lopes Rodrigues.

Contou que, no dia 4 de junho de 2010, acompanhado de um primo menor de idade de Bruno, a mando do goleiro, buscou Eliza e Bruninho, então com 3 meses, numa Range Rover em um hotel na Barra da Tijuca, no Rio, com a desculpa de levá-la ao encontro do jogador no treino do Flamengo. No caminho, Eliza sofreu a primeira agressão: o menor lhe deu uma coronhada com uma pistola. Seu sangue foi encontrado no veículo.

Segundo as investigações, Eliza e Bruninho ficaram dois dias na casa do goleiro no Rio até ela ser levada para Belo Horizonte por Romão, em mais uma viagem a mais de 150 quilômetros por hora. A ideia de sequestrar Eliza, segundo ele, partiu de Bruno. Ele afirmou ter tentado demover o amigo do plano. Achava que registrar a criança era mais fácil, mas não foi capaz de dizer “não” ao jogador. Tinha medo de perder a boa vida que levava. “Pior que o dinheiro é o poder. Fui ganancioso.” Segundo ele, Bruno disse que sabia o que estava fazendo e resolveria “o problema”.

O dia marcado para Eliza morrer foi 10 de junho, uma quinta-feira. Romão foi incumbido, acompanhado do menor, de levar Eliza a seu algoz. Na versão da Justiça, a desculpa dada a Eliza era que receberia o dinheiro prometido por Bruno. Num Ford EcoSport prata, Macarrão saiu do sítio em Esmeraldas e dirigiu 50 quilômetros em silêncio até um ponto de táxi próximo à Toca da Raposa, centro de treinamento do Cruzeiro em Belo Horizonte.

Um homem saiu de um carro preto e tirou Eliza do EcoSport. Ela, com as mãos em posição de prece, teria pedido clemência. Romão foi embora sem olhar para trás. Disse não saber quem era o homem e que não conhecia pessoalmente Bola, o ex-policial Marcos Aparecido dos Santos, condenado por ser o executor da modelo. Disse que só havia falado com ele por telefone uma vez.

Em todo o relato, Romão não deu detalhes do assassinato, ao qual se refere como “o fato”, e de como foi planejado. Comparou o crime a uma pizza compartilhada por diversas pessoas. “Tive a minha parte e estou pagando por ela. Outros tiveram um pedaço maior ou menor, ou só a borda, mas cada um que fale por si.” Tudo o que aconteceu depois de ter deixado Eliza é história que ele disse não saber contar, mas também não quis saber. “Quando se comete um crime, é melhor perguntar pouco para saber menos ainda”, afirmou. Ele nega a versão do menor que afirmou ter visto uma mão de Eliza ser atirada a cães rottweilers. “Aquilo é uma loucura.”

Se depender de Romão, a morte de Eliza e onde está seu corpo seguirão como um mistério. Ao contar sua versão da história, ele evitou mencionar os nomes dos envolvidos. Em quatro encontros com ÉPOCA, mencionou o nome de Eliza apenas uma vez e só se referiu a Bruno como “ex-patrão”. Cheio de mágoa, tem certeza de que ter deixado de ser amigo de Bruno para ser seu funcionário foi o início do fim. “Eu fui o maior puxa-saco que este mundo já conheceu.”

Com Bruno, Romão conheceu a glória do futebol e o inferno da prisão. Isso não foi suficiente para ele deixar de gostar de bola. Pelo menos duas vezes por semana, joga com o pessoal da igreja. Para entrar em quadra ou em campo, tira do armário uma calça de goleiro e o meião do Flamengo, tudo o que lhe restou da amizade com Bruno. Em casa, treina o filho de 5 anos assim que chega do trabalho. Vibra ao ver que ele já chuta com as duas pernas e, como o garoto de cabelos de macarrão do campinho de terra de Ribeirão das Neves, volta a sonhar com o futebol.

COMPARTILHE A TRAIÇÃO: STF tira do juiz Sérgio Moro trechos das delações da Odebrecht sobre Lula

Por 3 votos a 2, turma do STF tira do juiz Sérgio Moro trechos das delações da Odebrecht sobre Lula

Com a decisão da Segunda Turma do Supremo, processos do sítio de Atibaia e do Instituto Lula seguem com o juiz Sérgio Moro, mas ele não poderá utilizar informações prestadas por delatores da construtora.

Com o voto de desempate do ministro Gilmar Mendes, a Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu por 3 votos a 2 retirar do juiz Sérgio Moro, do Paraná – e transferir para a Justiça Federal em São Paulo –, trechos da delação de ex-executivos da construtora Odebrecht que envolvem o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

A maioria dos ministros considerou que as informações dadas pelos delatores da Odebrecht sobre o sítio de Atibaia e sobre o Instituto Lula não têm relação com a Petrobras e, portanto, com a Operação Lava Jato.

Por isso, os ministros entenderam que não há razão para os depoimentos dos delatores serem direcionados a Moro, que é o responsável pela Lava Jato na primeira instância da Justiça Federal.

Os processos em andamento sobre esses temas, no entanto, não saem das mãos de Moro. Isso porque a Segunda Turma do STF julgou nesta terça-feira somente o pedido específico, da própria defesa de Lula, sobre as delações da Odebrecht e não um pedido para retirar da Justiça Federal do Paraná os processos aos quais responde o ex-presidente.

Moro não quis se pronunciar sobre a decisão. “O Juiz federal Sergio Fernando Moro não irá se manifestar sobre este assunto”, informou em nota a assessoria da Justiça Federal no Paraná. A assessoria de imprensa do Ministério Público Federal no Paraná informou que a força-tarefa da Lava Jato ainda está analisando o impacto da decisão e, por enquanto, também não vai se manifestar.

Para a defesa de Lula, a decisão do Supremo demonstra que não há “qualquer elemento concreto que possa justificar a competência da 13ª Vara Federal Criminal de Curitiba nos processos envolvendo o ex-presidente” (leia a íntegra ao final desta reportagem).

Os trechos sobre suspeitas de fraudes na construção do Instituto Lula e em reforma de sítio em Atibaia foram enviados no ano passado para o Paraná por terem relação com ações penais em andamento na 13ª Vara Federal, de Moro, e por se referirem, na avaliação do Ministério Público Federal, ao esquema de corrupção que envolveu a Petrobras e é investigado pela Operação Lava Jato.

No fim do ano passado, a defesa de Lula recorreu da decisão do STF que enviou os trechos dessas delações para Moro. Esse recurso começou a ser julgado em março – o relator Edson Fachin votou pela manutenção dos trechos desses depoimentos com Moro e o ministro Dias Toffoli pediu vista (mais tempo para analisar o caso). Nesta terça-feira, o julgamento foi retomado e concluído.

Caberá agora à Justiça Federal e ao Ministério Público em São Paulo decidirem se será aberta uma nova investigação com base nas informações dos delatores da Odebrecht ou se essas informações serão aproveitadas em processos já em andamento. Eventualmente, Moro poderá solicitar o compartilhamento das informações.

O julgamento
Na primeira parte do julgamento, que durou cerca de 20 minutos, houve empate em 2 a 2, em razão da ausência de Gilmar Mendes.
O relator da Lava Jato, ministro Luiz Edson Fachin, considerou que as delações devem permanecer no Paraná, e foi acompanhado por Celso de Mello.

O ministro Dias Toffoli, no entanto, considerou que não há relação com a Petrobras. Para ele, trechos sobre supostos benefícios a Lula na construção da sede do Instituto Lula e reforma do sítio de Atibaia, além de supostas fraudes na obra do Porto de Mariel, em Cuba, devem ir para a Justiça Federal de São Paulo, na avaliação de Toffoli.

“Ainda que o Ministério Público possa considerar que pagamentos teriam origem em fraude na Petrobras não há demonstração desse liame nos autos”, disse Toffoli.

O ministro Ricardo Lewandowski concordou com Toffoli.

Na segunda parte, Gilmar Mendes votou sobre o tema e acompanhou os colegas Toffoli e Lewandowski.

“Voto por colher os embargos para determinar a remessa dos termos de colaboração e seus elementos de corroboração à seção judiciária de São Paulo. Com as vênias de estilo”, disse o ministro.
Também por 3 votos a 2, a Segunda Turma decidiu remeter para a Justiça Estadual de Pernambuco trechos de delações da Odebrecht sobre supostas fraudes na refinaria Abreu e Lima.

Nota da defesa de Lula
Leia abaixo a íntegra de nota divulgada pela defesa de Lula após o julgamento da Segunda Turma do STF:
“A decisão proferida hoje pela 2ª. Turma do STF confirma o que sempre foi dito pela defesa do ex-Presidente Lula. Não há qualquer elemento concreto que possa justificar a competência da 13ª. Vara Federal Criminal de Curitiba nos processos envolvendo o ex-Presidente. Entendemos que essa decisão da Suprema Corte faz cessar de uma vez por todas o juízo de exceção criado para Lula em Curitiba, impondo a remessa das ações que lá tramitam para São Paulo”.
CRISTIANO ZANIN MARTINS
Advogado do ex-presidente Lula

SALVE!!! FACHIN DETONA OS 2 BANDIDOS! Dupla do PP tentou comprar silêncio de ex-assessor. DEVASSA e buscas nos gabinetes

Lava Jato faz buscas nos gabinetes do deputado Eduardo da Fonte e do senador Ciro Nogueira, do PP

Operação foi autorizada pelo ministro Edson Fachin. Segundo investigadores, a suspeita é de obstrução de Justiça. O senador e o deputado disseram que estão à disposição da Justiça.

lícia Federal (PF) cumpriu mandado de busca nesta terça-feira (24) nos gabinetes e também nos apartamentos funcionais do deputado Eduardo da Fonte (PP-PE) e do senador Ciro Nogueira (PP-PI), presidente nacional da legenda.

O mandado foi autorizado pelo ministro Edson Fachin, relator dos processos da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF). A operação foi deflagrada em conjunto com a Procuradoria Geral da República.

A PF também cumpriu mandado de prisão contra o ex-deputado Márcio Junqueira, de Roraima. Ele foi preso em Brasília. O G1 falou com um advogado de Junqueira em Roraima, mas ele disse não atuar no caso que resultou na prisão. A reportagem continua tentando contato com a defesa do ex-deputado.

As investigações apuram uma suposta tentativa de obstrução de Justiça. De acordo com investigadores, Eduardo da Fonte e Ciro Nogueira são suspeitos de comprar o silêncio de um ex-assessor do senador que vem colaborando com a Justiça. O assessor detalhou que recebia o pagamento em espécie e quem repassava o dinheiro era o ex-deputado Márcio Junqueira.

Segundo investigadores, o ex-assessor colabora com diversas investigações no âmbito da Lava Jato e teria sido ameaçado de morte. Por conta das ameaças, ele foi incluído no programa de proteção à testemunha.

A PF cumpriu oito mandados de busca e apreensão – todos em endereços ligados aos três alvos da operação desta terça-feira.

Defesa do senador Ciro Nogueira
A defesa de Ciro Nogueira disse, por meio de nota, que acompanhou as buscas da PF na casa e no gabinete do senador. A defesa afirmou, ainda, que desconhece as razões da determinação judicial.

“É certo que o Senador sempre se colocou à disposição do Poder Judiciário, prestando depoimentos sempre que necessário e, inclusive, já foi alvo de busca e apreensão. Continuará a agir o Senador como o principal interessado no esclarecimento dos fatos”, disse o advogado do senador.

Segundo a assessoria do senador, ele está em missão oficial em Bruxelas, na Bélgica, participando de um evento da Organização Mundial do Comércio (OMC) de 24 a 26 de abril.

Defesa do deputado Eduardo da Fonte
O deputado Eduardo da Fonte disse que está à disposição da Justiça. “Estou à disposição da Justiça sempre. Confiamos nela e em Deus”, afirmou por meio de sua assessoria.

Segundo a PF, o deputado Eduardo da Fonte estava em seu apartamento em Recife, na praia de Boa Viagem, e acompanhou o cumprimento do mandado de busca e apreensão pela Polícia Federal. Quatro policiais federais participaram da ação. O material apreendido será levado para Brasília, inclusive um telefone celular do parlamentar.
A Polícia Legislativa da Câmara dos Deputados informou que acompanhou a operação de busca e apreensão no gabinete e no apartamento funcional do deputado.

O “golpe” está pronto e novo recurso no STF deve soltar Lula

Um novo recurso da defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva será ser julgado apenas no âmbito da 2ª turma do Supremo Tribunal Federal (STF), aquela que solta todo mundo.

Trata-se de um Agravo de Instrumento sobre uma Reclamação Constitucional contra a execução provisória da pena, que foi negada pelo relator ministro Edson Fachin,

mas que o colegiado composto ainda por Celso de Mello, Ricardo Lewandowski, Dias Toffoli e Gilmar Mendes, dará o seu veredito.

No âmbito do plenário do STF, esses foram os quatro ministros, e mais Marco Aurélio, que formaram a minoria pela soltura do meliante.

Infelizmente, agora terão uma nova oportunidade.

São as aberrações existentes no Judiciário brasileiro.

A soltura de Lula poderá provocar reações imprevisíveis.

A segunda carta do cárcere: de Lula para Gleisi. Leia o desespero do condenado lida por Gleise e veja o vídeo

Lula escreveu a sua segunda carta do cárcere, esta especialmente para a presidente do PT, Gleisi Hoffmann.

O meliante petista clama por sua liberdade e se diz inocente.

A missiva de Lula é patética, nauseante e repleta de mentiras.

Realmente, mesmo preso, o sujeito não se emenda

“Querida Gleisi,

Gostaria que vocês ficassem totalmente a vontade para tomar qualquer decisão, porque 2018 é muito importante para o PT, para a esquerda e para a democracia. E para mim, eu quero a minha liberdade.”

“Tem insinuações de que se eu não for candidato, se eu não tiver holofote, se eu não falar contra a condenação, será mais fácil a votação a meu favor.”

“A Suprema Corte, não tem que me absolver porque sou candidato, porque vou ficar bonzinho, ela tem que votar porque sou inocente e também para recuperar o papel constitucional, que é ser garantia do comportamento da Constituição.”

“Transmita um abraço carinhoso a todos e a todas. Estou com muitas saudades. E vontade de abraçar a cada um pessoalmente.”

“Fiquei feliz com a pesquisa e preciso discutir com os nossos para pensar como fortalecer a ideia da prova. Vou conversar com os advogados para falarem com você.”

“A luta continua. Até a vitória final.”

“Beijos, do seu amigo e companheiro, Lula.”

Veja o vídeo:

É MALUCO? Deputado do PT ameaça invadir sede da Polícia Federal para ver Lula

Em mais uma clara demonstração de incitação a violência, o deputado petista Paulo Pimenta acaba de divulgar nota em que ameaça invadir a Polícia Federal para ver Lula.

Pimenta argumenta que a juíza Carolina Lebbos não tem poder para barrar a inspeção da Comissão Externa da Câmara criada para tal fim e diz estar mantida a inspeção de amanhã.

Confira:

“Na qualidade de coordenador da Comissão Externa, comuniquei aos outros doze membros e ao presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), que a inspeção está mantida para amanhã, terça-feira (24) , às 11h, com o objetivo de verificar in loco as condições em que se encontra detido o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Em nenhum momento a Comissão solicitou à juíza Carolina Lebbos autorização para a inspeção, pois se trata de prerrogativa constitucional da Câmara dos Deputados formar comissões externas para que averíguem condições carcerárias em todo o território nacional, inclusive na sede da Polícia Federal em Curitiba.

A Comissão comunicou à juíza a data da realização da inspeção e lhe solicitou providências junto à Polícia Federal para viabilizar o acesso da delegação parlamentar.

A juíza não poderia invadir prerrogativa da Câmara dos Deputados, definida pela Constituição Federal, e tampouco lhe caberia negar um pedido que não foi feito pela Comissão.

A atitude da juíza é um grave ataque ao Poder Legislativo e um atentado à independência dos três Poderes e ao Estado democrático de direito.”

GLEISI Pode Dar ADEUS AS ELEIÇÕES! Senadora Não Соntаvа Соm A Роѕѕіbіlіdаdе Dе Ser Julgаdа Nо (STF) Ainda Еѕtе Аnо

A senadora Gleisi Hоffmаnn роdе рrесіѕаr rеvеr ѕuа dесіѕãо dе desistir dо Sеnаdо e соnсоrrеr ао саrgо dе deputada fеdеrаl еѕtе аnо, соm vistas a gаrаntіr a mаnutеnçãо do foro рrіvіlеgіаdо.

Gleisi nãо соntаvа соm a роѕѕіbіlіdаdе dе ser julgаdа nо Suрrеmо Tribunal Federal (STF) ainda еѕtе аnо.

Afіnаl, o processo еm ԛuе figura соmо ré, асuѕаdа реlоѕ crimes dе соrruрçãо e lаvаgеm de dіnhеіrо еѕtаvа parado há cerca dе trêѕ anos.

Mаѕ ао que tudo іndіса, o jоgо virou.

Prеѕѕіоnаdо реlа dеmоrа nos саѕоѕ da Lаvа Jаtо na Cоrtе, o rеlаtоr dоѕ рrосеѕѕоѕ rеfеrеntеѕ à investigação, ministro Edson Fасhіn, rеѕоlvеu dar celeridade ао саѕо de Glеіѕі e ԛuеr o processo соnсluídо аіndа no рrіmеіrо ѕеmеѕtrе, ԛuаndо dеvеrá осоrrеr o julgаmеntо dа реtіѕtа, do marido dela, o еx-mіnіѕtrо Paulo Bеrnаrdо, e dо еmрrеѕárіо Ernesto Kuglеr

Fасhіn já еnvіоu o рrосеѕѕо para o соlеgа Cеlѕо dе Mello, ԛuе é o mіnіѕtrо revisor dа Lava-Jato. Ele tеm a rеѕроnѕаbіlіdаdе de analisar o caso mаіѕ dеtіdаmеntе ԛuе оѕ оutrоѕ іntеgrаntеѕ da Sеgundа Turma e vоtаr logo dероіѕ do rеlаtоr.

Assim ԛuе o dесаnо dо STF еlаbоrаr o vоtо, Fасhіn роdеrá аgеndаr o julgаmеntо. Oѕ dоіѕ mіnіѕtrоѕ já alinharam ԛuе o caso fісаrá por роuсо tеmро nо gаbіnеtе dо rеvіѕоr.

ROLANDO LERO VOLTA A CENA! Quem diria? Ex-ministro petista é quem sai em defesa de Aécio

No momento em que o senador Aécio Neves está na linha de fogo do Ministério Público, causa absoluta estranheza perceber quem sai em sua defesa.

O patético advogado de Dilma Rousseff e ex-ministro da Justiça na gestão da petista, José Eduardo Cardozo.

O Estadão transcreve o que foi dito por Cardozo:

“Algumas vezes ele me procurou, mas nunca pediu para mudar o delegado. Pedia imparcialidade da PF, que não fosse perseguido”, revela.

Parece óbvio que há no caso interesses convergentes e certamente inconfessáveis.

Bem diferente da história contada por Osmar Serraglio, que foi ministro da Justiça de Temer. Ao O Globo, ele contou que foi pressionado pelo senador a trocar o delegado que o investigava no caso JBS.

Não é a toa que o PT apoiou a cassação de Delcídio e se omitiu na vez de Aécio.

A podridão é recíproca.

NA SOLITÁRIA!!! Justiça nega visitas de Comissão de Deputados, Dilma Rousseff e outros políticos a Lula

Ex-presidente da República está preso desde 7 de abril na Superintendência da Polícia Federal, em Curitiba.

A Juíza Carolina Moura Lebbos, da 12ª Vara Federal de Curitiba, negou o pedido de políticos que queriam vistar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Ele está preso na Superintendência da Polícia Federal (PF), na capital paranaense, desde 7 de abril. O despacho da juíza é da tarde desta segunda-feira (23).

Deputados, a ex-presidente da República Dilma Rousseff (PT) e outros políticos haviam peticionado, com o intuito de ver Lula. A “Comissão Externa” foi criada pela Câmara dos Deputados para “verificar in loco” as condições em que Lula se encontra na PF.

A senadora e presidente do PT Gleisi Hoffmann, ex-senador Eduardo Suplicy (PT), o ex-ministro Carlos Lupi e o deputado Paulo Pimenta (PT) estão entre os políticos que pretendiam visitar o ex-presidente.

O deputado Wadih Damous (PT) chegou a pedir para visitar Lula na condição de advogado.

Nesta manhã, o Ministério Público Federal (MPF) se posicionou contra, afirmando que o pedido deveria ser indeferido. A juíza acolheu a manifestação do MPF.

“Os parlamentares estão impedidos de advogar em causas que envolvam a Administração Púbica direta e indireta, bem como concessionárias ou permissionárias de serviço público”, diz um trecho do documento protocolado pelo MPF no sistema eletrônico da Justiça Federal.

Visita da comissão de senadores
No dia 17 de abril, 11 senadores da Comissão de Direitos Humanos (CDH) do Senado entraram na Superintendência da Polícia Federal para verificar as condições da prisão do ex-presidente.

“Em data de 17/04/2018 já foi realizada diligência pela Comissão de Direitos Humanos e Participação Legislativa do Senado Federal. Não há justo motivo ou necessidade de renovação de medida semelhante”, justificou Carolina Moura Lebbos no despacho desta segunda-feira.

Outras negativas
A juíza já tinha negado pedidos de senadores para visitar para Lula. Ela também negou o pedido de inspeção do Prêmio Nobel da Paz Adolfo Pérez Esquivel.

Lula preso
Condenado em 1ª e 2ª instâncias, pela Operação Lava Jato, Lula cumpre pena de 12 anos e 1 mês de prisão por corrupção e lavagem de dinheiro. O pestista está detido em uma sala especial na PF.
O espaço reservado é um direito previsto em lei. A sala fica no 4º andar do prédio da PF, com cama, mesa e um banheiro de uso pessoal. Também foi autorizada a instalação de um TV no local.

Renan repete paranoia de Lula, afrontando autoridades e instituições (Veja o Vídeo)

O senador Renan Calheiros, mesmo ainda gozando do nefasto ‘foro privilegiado’, já dispara sua metralhadora giratória contra os seus possíveis futuros algozes, tentando de todo modo desqualificá-los.

Num vídeo publicado recentemente nas redes sociais, o ainda inatingível delinquente, adota a estratégia de ataque, mentiroso, desqualificado e indecoroso.

“O Ministério Público não pode continuar a ser medido pela régua imunda do Janot e dos doidivanas Eduardo Perrela, Deltan Dallagnol, Anselmo Barros e Marcelo Miller’, que foram pegos com a mão na botija da JBS”.

O malandro inclui Deltan Dallagnol, num caso em que ele sequer participou. A delação da JBS foi feita diretamente pela PGR, em Brasília.

Pura maldade e desonestidade.

Veja o vídeo:

O ‘comédia’ em cana, sem cana sofre de abstinência na PF: Lula quer debater processos publicamente com Moro e Dallagnol (Veja o Vídeo)

Um momento do rápido vídeo gravado pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, instantes antes de se entregar para a Polícia Federal, chama a atenção.

No vídeo de 1 minuto e 28 segundos, a partir dos 50 segundos Lula diz exatamente o seguinte:

“Eu vou a Curitiba, saber o que o ‘seo’ Moro quer, o que o ‘seo’ Dallagnol quer. Saber se eles estão dispostos a discutir comigo e debater publicamente os processos.”

A nítida impressão é de que Lula imaginava que a ida a Curitiba se tratava de um mero passeio.

Alguém tem que informar o presidiário que o debate processual já foi travado, em todas as instâncias, e ele foi considerado culpado, está condenado e tem que cumprir a sua pena.

Na realidade, Lula realmente imaginava que fosse um apenas dar passeio.

Lula acreditava piamente que sua impunidade fosse lhe ser assegurada pelo Supremo Tribunal Federal (STF).

Deu ruim…

Veja o vídeo:

Delação de Palocci é “pá de cal” em todas as esperanças do PT e deve prender Dilma. A morte de Celso Daniel será desvendada….

Foi disparada a senha da Polícia Federal.

Segundo o Estadão, de acordo com a PF, o encarcerado Antonio Palocci tem tomado ‘muito banho de sol’.

A mensagem quer dizer que o homem está falando, resolveu abrir a boca e está finalmente delatando.

A negativa do pedido de Habeas Corpus junto ao Supremo Tribunal Federal (STF) e a prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva teve efeito imediato na postura de Palocci.

Quem contava com a ação de Lula para sair impune e vê agora o próprio Lula preso, percebeu que não há como conseguir qualquer benefício se não entregar o ‘embrulho’.

A delação já foi negociada e está em andamento.

A soltura da língua presa de Palocci vai revelar de uma vez por todas que a estadia de Lula na prisão será bem longa e que, em breve, Dilma poderá estar fazendo companhia.

É só aguardar…

“Gilmar é nosso aliado”, diz deputado do PT (Veja o Vídeo). Gilmar Mendes está ficando numa situação complicada, nada condizente com a função que exerce

O ministro Gilmar Mendes está ficando numa situação complicada, nada condizente com a função que exerce.

Além da má fama, baseada em fatos reais, de que solta a bandidagem, impregna na sua imagem uma qualidade que não coaduna com a imparcialidade que obrigatoriamente deve ter um julgador.

Gilmar, segundo o deputado petista Wadih Damous, é ‘aliado’ do PT.

Um aliado ocasional, porque os interesses espúrios se convergem, mas um aliado.

‘Eu estive ontem com o Gilmar. Nós fomos lá levar as denúncias do Tacla Durán pra ele.

Quem vai botar a boca no trombone para apurar as denúncias? É o Gilmar Mendes.

Então, assim, nós temos que aprender a perceber o jogo do xadrez e a fazer política.

O Gilmar hoje é nosso aliado, amanhã volta a ser o nosso inimigo, mas hoje ele é nosso aliado. E nós somos aliados dele.’

É degradante.

Veja o vídeo:

Governador petista concede medalha da Inconfidência para Marielle e Lindbergh e esquece de professora Heley

A Medalha da Inconfidência, maior honraria do governo de Minas Gerais, foi concedida na sexta-feira (20) à vereadora do Rio de Janeiro, Marielle Franco (PSOL), e ao motorista Anderson Gomes, assassinados há pouco mais de um mês.

Trata-se de uma homenagem in memorian, isto é, prestada a uma pessoa já falecida.

Uma homenagem justa, até mesmo em função da maneira trágica como foram assassinados.

De qualquer forma, fica uma sensação de injustiça no ar, em razão do ‘esquecimento’ da professora Heley de Abreu Silva Batista, que, inclusive, é mineira.

Na tragédia da Cheche Gente Inocente, em Janaúba (MG), no dia 05 de outubro de 2017, Heley morreu após tirar crianças do salão em chamas e lutar contra o vigilante Damião Soares dos Santos, que ateou fogo no local.

Heley, pedagoga, 43 anos, deixou três filhos, sendo um bebê de um ano e dois adolescentes, e o marido.

A valente professora é uma verdadeira heroína brasileira e merece todas as homenagens, jamais o esquecimento.

Além de Marielle e Anderson, outras 38 pessoas receberam a honraria, entre elas prefeitos, deputados e o senador Lindbergh Farias, o que demonstra que o governador Fernando Pimentel transformou a tradicional cerimônia num evento partidário.

CARA DE PAU DURA: Ao receber a medalha da Inconfidência, viúva de Marielle levanta a bandeira do MST (Veja o Vídeo)

O governador Fernando Pimentel (PT) conseguiu transformar a cerimônia de entrega da maior honraria do Estado de Minas Gerais, a medalha da Inconfidência, num evento eminentemente político e ideológico.

A população mineira está inconformada com o ‘esquecimento’ da professora Heley de Abreu Silva Batista.

Na tragédia da Cheche Gente Inocente, em Janaúba (MG), no dia 05 de outubro de 2017, Heley morreu após tirar crianças do salão em chamas e lutar contra o vigilante Damião Soares dos Santos, que ateou fogo no local.

Heley, pedagoga, 43 anos, deixou três filhos, sendo um bebê de um ano e dois adolescentes, e o marido.

A valente professora é uma verdadeira heroína brasileira e merece todas as homenagens, jamais o esquecimento.

Em contrapartida, inúmeros políticos sem qualquer ligação com Minas Gerais, receberam a honraria, caso, por exemplo, do senador Lindbergh Farias.

Causou estranheza a postura da viúva da vereadora Marielle Franco, que recebeu a homenagem ‘in memorian’. Ela ostentava a bandeira do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), atualmente uma facção envolvida em inúmeras práticas meramente eleitoreiras, absolutamente questionáveis e até criminosas.

Até então era desconhecida qualquer ligação da vereadora assassinada com o MST.

Enfim, Pimentel escrachou a medalha da Inconfidência.

É lamentável.

Veja o vídeo:

Sem dinheiro e prestes a fechar as portas, Instituto Lula ‘transfere’ funcionários para PT e CUT

Na última semana, a reportagem da revista IstoÉ acompanhou a movimentação e constatou que pouco mais de dez pessoas entram e saem do sobrado diariamente. Um deles é Paulo Okamotto, o presidente da instituição que, atolada em dívidas, vive seu ocaso.

Antes da prisão de Lula, a movimentação de petistas e aliados ainda era constante no Instituto, mesmo com a Lava Jato em pleno curso. O ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, por exemplo, era um habitué. “Desde que o homem foi embora, acabou”. Essa é a frase repetida pelos taxistas dos dois pontos próximos.

Guardadores de carros, manobristas de estacionamentos e garçons testemunham diariamente o esvaziamento do Instituto. A movimentação se restringe ao ir e vir de funcionários, em número cada vez menor, que circulam entre a sede principal e um sobrado na rua detrás também usado como escritório da entidade.

O que ainda chama a atenção são os grafites na porta da garagem, que atraem olhares curiosos de quem entra ou sai do hospital situado no outro lado da rua.

Da época das doações milionárias e das caríssimas palestras proferidas pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ficaram apenas lembranças e alguns processos. O Instituto Lula naufraga em dívidas, operações suspeitas e bloqueios bancários e patrimoniais.

Desde a terça-feira 10, a Justiça indisponibilizou cerca de R$ 30 milhões em recursos e bens da entidade, do próprio Lula, de sua empresa de eventos e palestras — a L.I.L.S. — e de Paulo Okamotto. A decisão foi tomada pela 1ª Vara de Execuções Fiscais de São Paulo com o intuito de tentar quitar as dívidas fiscais com o governo federal e comprometeu definitivamente as finanças da entidade.

Os recursos ainda disponíveis seriam suficientes para cobrir apenas os próximos dois meses, mesmo assim com drástico corte de despesas, inclusive salariais, em uma folha de pagamentos que soma R$ 490 mil mensais. Sem dinheiro para pagar funcionários, alguns foram “transferidos” para a sede do PT, para assessorias parlamentares de petistas ou até mesmo para sindicatos da CUT.

Uma campanha de arrecadação disponível no site da entidade tenta recolher R$ 720 mil para manter as contas em dia até a virada do semestre. Até quarta 18, apenas R$ 163,4 mil haviam sido angariados.

Obama cogita visitar Lula, mas pode se surpreender com reação de Sérgio Moro

Juiz paranaense poderá ser o responsável pela autorização ou não de Obama.

Conforme informações do vereador Eduardo Suplicy (PT-SP), o ex-presidente norte-americano, #Barack Obama, teria pretensões de vir no Brasil visitar o ex-presidente Luiz Inácio #Lula da Silva, que está preso na carceragem da Polícia Federal, em Curitiba. A notícia se propagou rapidamente pelas redes sociais e a grande pergunta que tem aparecido é qual seria a reação do juiz federal Sérgio Moro diante desse fato.

De acordo com a publicação de Suplicy, a visita teria sido recomendada pelo linguista Noam Chomski. Em 2009, numa reunião do G20, Obama teria falado que Lula era o político mais popular da Terra. “Ele é o cara”, disse Obama.

Porém, com a chegada da Operação Lava Jato, começou a ser desmontado um esquema fraudulento que envolvia devastação nos cofres públicos e o petista acabou perdendo boa parte dos seus admiradores.

A visita de Obama poderia causar uma grande reação no juiz Sérgio Moro. O magistrado tem sido rígido e cuidadoso com todas as suas ações. Moro poderia impedir a visita, cumprindo as determinações das Leis Brasileiras.

A juíza Carolina Moura Lebbos, da 12ª Vara Federal de Curitiba, tem sido a responsável em dar a decisão da Justiça sobre os casos que envolvem a prisão de Lula. Porém, uma advogada que não quis se identificar, comentou que todas as decisões da juíza têm antes o aval de Moro. Ela o consulta sempre antes de se decidir por alguma coisa.

Nestes últimos dias, governadores foram proibidos de ver o ex-presidente e até o ativista Adolfo Perez Esquivel, ganhador do Nobel da Paz, em 1980, também ganhou um “não” ao tentar falar com Lula.

Moro e Michelle Obama
Segundo um estudo anual da “YouGov” sobre as figuras públicas que mais são admiradas pelas pessoas, no ranking nacional, estão em primeiros nas listas masculinas e femininas: Sérgio Moro e Michelle Obama.

A pergunta que é feita às pessoas é: “Pensando em pessoas vivas no mundo hoje, quem (homem ou mulher) você mais admira?”.

O mais admirado
No Brasil, o juiz Sérgio Moro ganhou como o mais admirado pelos brasileiros em decorrência de todo o seu esforço no combate à corrupção. Em seguida aparece Obama e em terceiro Silvio Santos. Lula, mesmo com todas as acusações de corrupção e lavagem de dinheiro, ainda chegou ao sétimo lugar.

Na parte feminina, Michelle Obama lidera a lista, seguida pelas atrizes Fernanda Montenegro e Angelina Jolie. A presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Cármen Lúcia, aparece na oitava posição.

VAZOU: Antes da prisão, completamente embriagado, Lula gravou vídeo dizendo que não quis fugir (Veja o Vídeo)

Em vídeo divulgado neste domingo (22) nas redes sociais, o ex-presidente Lula diz que poderia ter fugido, mas ‘preferiu enfrentar os problemas’.

“Primeiro, que eu não tenho medo das denúncias contra mim porque sou inocente. Segundo, poderia ter fugido. Estive na divisa do Paraguai com o Brasil, estive em Foz do Iguaçu, estive do Uruguai e da Argentina, poderia ter saído. Poderia ter ido para uma embaixada”.

No vídeo, Lula ataca novamente o juiz Sérgio Moro, o procurador Deltan Dallagnol e a Rede Globo.

“A Globo é que dá veracidade às mentiras que eles contam.

E resolvi enfrentá-los.

É por isso que estou indo agora para Curitiba e quero pedir muita, mas muita vontade de lutar do povo brasileiro.

Eu estou com a consciência tranquila dos inocentes”, prosseguiu Lula.

Percebe-se claramente, que Lula já estava embriagado no momento da gravação.

Veja o vídeo:

VEJA TAMBÉM:

VÍDEO CONFIRMA QUE LULA BEBIA CACHAÇA DURANTE MISSA: TENTAM TIRAR A GARRAFA DA MÃO DELE, MAS ELE NÃO DEIXA!

O lamentável show de Dilma em San Diego (Veja o Vídeo). Se você não assistiu, não deixe de ver agora…

Não permitam mais que Dilma empunhe um microfone. É verdadeiramente um atentado ao bom senso.

Na Universidade de San Diego, a asneira e o ‘dilmês’ triunfaram:

“É quando você usa a lei e os processos legais para não destruir fisicamente, mas destruir civil e CIDADAMENTE uma pessoa, ou melhor, CIDADANAMENTE”.

Augusto Nunes, em seu brilhante comentário de ‘Um Minuto’ no site da Revista Veja, definiu como ‘curso intensivo de cretinice’.

Veja o vídeo:

Lindbergh tem novamente os bens indisponíveis por farra com o dinheiro público

No ano de 2005 o atual senador petista exercia o mandato de prefeito de Nova Iguaçú, no Rio de Janeiro.

Sua gestão foi marcada por diversos problemas e incontáveis denúncias de irregularidades, bem ao estilo PT.

Um dos casos envolve um convênio firmado no ano mencionado entre a prefeitura e uma tal Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil (FNLIJ).

Na época, foi firmado um contrato, com dispensa de licitação, para realizar a Bienal do Livro no município.

Há indícios de que a fundação causou prejuízos de mais de R$ 1 milhão.

O senador e a instituição respondem esse processo.

Porém, passados 13 anos da ocorrência da bandalheira, o processo ainda se arrasta na 1ª instância.

É a terceira vez que a Justiça determina o bloqueio dos bens do senador.

Por essas e outras que a República de Curitiba é efetivamente diferenciada.

Para o atento Vereza, Joaquim Barbosa beneficiou a quadrilha do PT

A aposentadoria precoce de Joaquim Barbosa no Supremo Tribunal Federal (STF) é algo que realmente não ficou bem explicado.

E a sua atuação no julgamento do ‘mensalão’, na época aplaudida, hoje é bastante questionada.

São fatos que devem ser considerados e analisados, caso a sua pretensa candidatura presidencial se consolide.

O ator Carlos Vereza, cabeça pensante e memória fotográfica, relembra um fato interessante, que Barbosa foi protagonista e que, caso sua atitude fosse outra, poderia ter modificado toda a história recente do Brasil. Muito mal teria sido evitado. Vejamos:

“Sobre Joaquim Barbosa: quando o publicitário Marcos Valério procurou o ex-ministro disposto a revelar os bastidores do assassinato de Celso Daniel, Barbosa o ignorou e não satisfeito, condenou-o a maior pena no julgamento do Mensalão: mais de 40 anos.

E, Marcos, era um elemento de ligação, não era o mais perigoso. José Dirceu e outros petistas, os Capos obedientes do Capo maior, Lula da Silva, escaparam da pena de formação de quadrilha graças a um voto do boquirroto Celso de Mello. Não esqueci.”