STM condena coronéis da Aeronáutica acusados de desviar R$ 2 milhões de unidade no Rio

RIO – Dois coronéis da Aeronáutica, um empresário e um vendedor de uma empresa de informática, foram condenados nesta sexta-feira pelo Superior Tribunal Militar (STM) por um esquema de fraude que desviou R$ 2 milhões da Diretoria de Engenharia da Aeronáutica (Direng). Os crimes aconteceram entre 2006 e 2007. Os militares, no entanto, chegaram a ser absolvidos em primeira instância, mas tiveram a decisção revertida.

Segundo o Ministério Público Militar (MPM), os réus montaram o esquema em que forjaram um processo licitatório para aquisição de materiais de informática e pagaram, sem o poder público receber qualquer material, R$ 1.974.067,00 aos donos da empresa. O vendedor da empresa, que fazia a ponte entre os oficiais e os proprietários, também foi condenado.

Na sua denúncia, o MP Militar informou que a suposta licitação teve por objeto a aquisição de materiais de informática para serem utilizados por diversos setores da Direng. Para tanto, pediram que militares subordinados, principalmente sargentos, assinassem termos de recebimento de material de forma fictícia. Identificada as irregularidades, os réus foram denunciados junto à primeira instância da Justiça Militar da União, na cidade do Rio de Janeiro.

Em juízo, a defesa de um dos réus informou que, em 2006 e 2007, a Diretoria de Engenharia da Aeronáutica tinha previsão de receber verbas da ordem de R$ 82 milhões de reais. Mas, por conta de restrições orçamentárias do governo federal, apenas R$ 81 mil foram repassados ao quartel, valores que deveriam ser gastos com material de informática, a exemplo de aquisições de impressoras e material de expediente. Sem dinheiro para custear as despesas, segundo a defesa, os materiais eram solicitados antecipadamente à empresa de informática, apenas na base da confiança – o popular fiado – e “vales” (promissórias) eram assinados, como garantias de crédito a receber. Ainda de acordo com a defesa de um dos coronéis, a licitação foi feita para “regularizar” as práticas administrativas e a regularidade contábil.

Os quatros foram absolvidos em julgamento da primeira instância, em 2015. Por quatro votos a um, os dois coronéis da Aeronáutica e os funcionários de uma empresa de informática foram absolvidos. Na época o procurador Luciano Moreira Gorilhas, do Ministério Público Militar do Rio, criticou a decisão e chegou a dizer que iria recorrer.

— Fecharam os olhos diante das provas robustas existentes nos autos — afirmou Luciano Gorrilhas, na ocasião.

Na época, o procurador lembrou que havia farta documentação no processo sobre as irregularidades, lembrando que até o depoimento da então chefe da seção de provisões da Direng, Gabriele Cristina da Silva, confirmava que o material adquirido nunca havia chegado ao almoxarifado da unidade militar. A suposta compra, grande parte de cartuchos de impressoras, teria ocorrido em 2007.

Na nova decisão, os dois militares foram condenados a quatro anos e seis meses de reclusão, com o direito de recorrer em liberdade. Um dos empresários foi condenado a pena de dois anos e oito meses de reclusão, com o direito de recorrer em liberdade. O vendedor foi condenado a três anos e três meses de reclusão, também com o direito de recorrer em liberdade. Já o segundo empresário teve a sua absolvição mantida pelos ministros, por não existirem provas de ter o acusado concorrido para a infração penal.

Na primeira instância, os acusados respondiam por prática de estelionato, com pena de reclusão de dois a sete anos. O júri era composto por uma juíza togada (magistrado graduado em Direito e aprovado em concurso) e quatro oficiais da Aeronáutica. A juíza Marilena da Silva Bittencourt votou pela condenação dos réus, mas eles foram absolvidos pelos outros integrantes do júri: os brigadeiros Armando Celente Soares, Sérgio Idal Rosenberg, Fernando César Pereira Santos e Fernando José Teixeira de Carvalho, que compõem o Conselho Especial de Justiça para a Aeronáutica.

Na opinião de Gorrilhas, os julgamentos de militares das Forças Armadas que respondem por crimes correlatos aos da Justiça comum só resultarão em decisões mais justas quando forem de responsabilidade de juiz togado, sem interferência de militares. Ele lembrou que uma proposta de alteração da legislação da Justiça Militar está em tramitação no Congresso Nacional.

Preso, Joesley põe a nocaute o advogado de Dilma: José Eduardo Cardozo, mais conhecido como “Rolando Lero”

A integra do conteúdo ainda não foi divulgada, mas o Jornal da Cidade Online tem conhecimento de que a dupla trama um esquema para ‘cooptar’ ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).

Cardozo fala de cinco ministros do STF, dando a entender que os teria na mão.

Num outro momento crucial da conversa, Joesley reclama da tal lei de combate a organizações criminosas, que seria, segundo ele ‘a fonte de todos os problema’. Cardozo concorda e diz ‘uma p*** cagada’.

Ainda no áudio, Cardozo é bastante deselegante nos comentários sobre Carmen Lúcia e Dilma Rousseff.

Quem define bem a situação é jornalista Claudio Humberto: ‘Pensando bem… áudios de Joesley & cia confirmam antiga teoria: inconscientemente, os criminosos deixam rastros porque querem ser pegos.

Defesa de Lula também mentiu sobre dinheiro bloqueado

Os advogados que defendem os interesses do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em mais uma medíocre aventura, peticionaram requerendo que o juiz Sérgio Moro determinasse a liberação de pelo menos a metade dos valores bloqueados em contas, aplicações e fundos de previdência do ex-presidente, sob a alegação de que pertenceriam a dona Marisa Letícia.

No total, Moro bloqueou R$ 606 mil em contas e pouco mais de R$ 9 milhões em planos de previdência.

O magistrado, sempre tranquilo e paciente, não indeferiu o pedido. Aliás, demonstrou que poderia até atendê-lo, desde que fossem apresentados os documentos de comprovação de origem dos recursos. Para tanto foi dado um prazo de 15 dias.

Passaram-se os 15 dias. Amanhã, no primeiro dia do mês de outubro, serão completados 20 dias, e nada. Nenhum documento foi apresentado.

Escolha uma das alternativas:

(A) Não estão precisando do dinheiro.

(B) Não há como demonstrar a origem da grana.

(C) Ainda não deu tempo de fabricar novos documentos falsos

JORNAL ESTADÃO. Ganhadores de Prêmio Nobel mandam carta a Temer: futuro do Brasil ameaçado

Os cortes orçamentários em Ciência e Tecnologia “comprometem seriamente o futuro do Brasil” e precisam ser revistos “antes que seja tarde demais”, segundo um grupo de 23 ganhadores do Prêmio Nobel, que enviou nesta sexta-feira, 29, uma carta ao presidente Michel Temer, recomendando mudanças na postura do governo com relação ao setor.

O documento, enviado por e-mail ao gabinete da Presidência, faz referência ao corte de 44% no Orçamento deste ano do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), assim como à perspectiva de um novo corte em 2018 – que deverá ser da ordem de 15%, caso o Projeto de Lei Orçamentária Anual enviado pelo governo ao Congresso seja aprovado como está.

“Isso danificará o Brasil por muitos anos, com o desmantelamento de grupos de pesquisa internacionalmente reconhecidos e uma fuga de cérebros que afetará os melhores jovens cientistas” do País, escrevem os pesquisadores.

(…)

Do Estadão

REVISTA ÉPOCA ENTREVISTA Eduardo Cunha: “Fui preso porque sou um troféu político. O Lula é outro”

Trecho da entrevista de Eduardo Cunha, publicada em ÉPOCA desta semana:

ÉPOCA – O ex-procurador-geral da República Rodrigo Janot não aceitou sua proposta de delação premiada. O senhor ainda está disposto a colaborar, caso a nova procuradora-geral, Raquel Dodge, aceite negociar?

Eduardo Cunha – Estou pronto para revelar tudo o que sei, com provas, datas, fatos, testemunhas, indicações de meios para corroborar o que posso dizer.

Assinei um acordo de confidencialidade com a Procuradoria-Geral da República, de negociação de colaboração, que ainda está válido. Estou disposto a conversar com a nova procuradora-geral. Tenho histórias quilométricas para contar, desde que haja boa-fé na negociação.

ÉPOCA – Não houve boa-fé na negociação com Janot?
Cunha – Claro que não. Nunca acreditei que minha delação daria certo com o Janot. Tanto que não deu.

(…)

E eu não sou uma criança. O Janot não queria a verdade; só queria me usar para derrubar o Michel Temer.

ÉPOCA – Como assim?
Cunha – Tenho muito a contar, mas não vou admitir o que não fiz. Não recebi qualquer pagamento do Joesley [Batista, dono da JBS] para manter silêncio sobre qualquer coisa. Em junho, quando fui depor à Polícia Federal sobre esse episódio, disse que tanto não mantinha silêncio algum que ninguém havia me chamado a colaborar, a quebrá-lo.

Naquele momento, o Ministério Público e a Polícia Federal me procuraram para fazer colaboração. Autorizei meus advogados a negociar com o MP.

ÉPOCA – O que deu errado?
Cunha – Janot queria que eu colocasse mentiras na delação para derrubar o Michel Temer. Se vão derrubar ou não o Michel Temer, se ele fez algo de errado ou não, é uma outra história. Mas não vão me usar para confirmar algo que não fiz, para atender aos interesses políticos do Janot. Ele operou politicamente esse processo de delações.

(…)

ÉPOCA – O que há de político nas delações?
Cunha – O Janot, na verdade, queria um terceiro mandato. Mas seria difícil, tempo demais para um só. O candidato dele era o Nicolao Dino [vice de Janot], mas a resistência ao Dino no PMDB era forte. Se o Dino estivesse fora, a Raquel Dodge, desafeto do grupo dele, seria escolhida.

É nesse contexto que aparece aquela delação absurda da JBS. O Janot viu a oportunidade de tirar o Michel Temer e conseguir fazer o sucessor dele na PGR.

(…)

ÉPOCA – Alguma outra razão para a delação não ter saído?
Cunha – O que eu tenho para falar ia arrebentar a delação da JBS e ia debilitar a da Odebrecht. E agora posso acabar com a do Lúcio Funaro.

(…)

ÉPOCA – O senhor está preso preventivamente há quase um ano. Já foi condenado em primeira instância e ainda enfrenta inquéritos e ações penais em Curitiba e em Brasília. Tem esperança de sair da cadeia um dia?
Cunha – Minha prisão foi absurda. Não me prenderam de acordo com a lei, para investigar ou porque estivesse embaraçando os processos. Prenderam para ter um troféu político.

O outro troféu é o Lula. Um troféu para cada lado. O MP e o Moro queriam ter um troféu político dos dois lados. Como Janot já era meu inimigo, todos da Lava Jato estavam atrás de mim. Mas acredito que o Supremo vá julgar meu habeas corpus, parado desde junho, e, ao seguir o entendimento já firmado na Corte, concedê-lo.

Fonte: http://epoca.globo.com/politica/noticia/2017/09/eduardo-cunha-moro-queria-destruir-elite-politica-conseguiu.html

FOLHA DE SÃO PAULO: Dr. Rey pretende ser presidente em 2018 com EUA como modelo

De olho no pleito de 2018, o Dr. Robert Rey, cirurgião plástico brasileiro de Hollywood está em pré-campanha nas redes sociais. Ele é a mais nova aposta na volta do Prona (Partido de Reedificação da Ordem Nacional), o extinto partido do lendário Enéas Carneiro.

Rey foi candidato a deputado federal pelo PSC (Partido Social Cristão) em 2014, mas, não foi eleito –obteve 21.371 votos. Ele atribui a derrota ao sistema eleitoral e à corrupção. “Me pediram um ‘cachezinho’ depois da votação, para manipular a urna. Achei absurdo”, revela.

“Gastei várias solas de sapato, roupas e não vi um candidato sequer nas ruas. Eu estive todos os dias nas ruas”, ressalta.

A decepção, no entanto, não o desanimou para se lançar como pré-candidato à Presidência.

Após as eleições de figuras midiáticas como João Doria (PSDB), além de Enéas, no passado, Rey está otimista e diz acreditar em renovação política.

“Eu sou uma pessoa da mídia. E ela tem o poder de escolher bons candidatos”, diz.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/poder/2017/09/1923136-cirurgiao-das-estrelas-dr-rey-pretende-ser-presidente-em-2018-com-eua-como-modelo.shtml

Governo federal está desde 2014 sem comprar livros de literatura para escolas públicas. Terra sem educação é terra de eleitores perdidos

Última remessa de obras foi em 2014. Programa de compras foi extinto e alternativa está em elaboração de edital: se tudo der certo, nova entrega ocorre só a partir 2019.

O Governo federal vai ficar ao menos quatro anos sem entregar novos livros de literatura para bibliotecas de escolas públicas brasileiras. A última remessa de livros feita pelo Ministério da Educação (MEC) para toda a rede ocorreu em 2014. A partir daquele ano o programa que garantia a compra e a entrega não foi mais executado. A alternativa proposta pelo governo federal só terá possibilidade de enviar novos livros a partir de 2019.

Entre os anos de 2000 e 2014 foram quase 230 milhões de exemplares, a um custo médio de R$ 3,80. Os livros foram distribuídos pelo Programa Nacional Biblioteca da Escola (PNBE), que neste mesmo período investiu R$ 891 milhões em compras. O montante significou, em média, R$ 68,5 milhões por ano na renovação dos acervos para estudantes de todos os anos do ensino básico (infantil, fundamental e médio).

Em nota ao G1, o MEC diz que uma alternativa para a extinção do PNBE está em andamento dentro da estrutura da pasta. A tramitação, que começou em julho, foi também o marco da extinção definitiva do PNBE, que até então estava apenas descontinuado.

O primeiro passo na elaboração de um substituto para o PNBE foi a edição do decreto nº 9099, de 18 de julho de 2017. A medida incorpora ao Programa Nacional do Livro Didático (PNLD) a obrigação de “avaliação e disponibilização de obras literárias, além de acervos para bibliotecas, incluindo ações de qualificação de materiais para aquisição descentralizada pelos entes federativos”.

Como o edital ainda está em elaboração pela Secretaria de Educação Básica (SEB), o MEC não divulgou detalhes de quantos livros e qual o orçamento específico do novo PNLD será destinado para obras de literatura. Também não há informações se o orçamento específico será mantido ou mesmo se os estados serão responsáveis por bancar a “aquisição descentralizada”. 

“O PNBE acabou tendo o destino de tantos outros programas governamentais de promoção do livro e da leitura, interrompidos sem qualquer explicação ou justificativa.” – Regina Zilberman, especialista em literatura e conselheira para o Movimento por um Brasil Literário.

O período recente sem que o PNBE fosse executado coincidiu com a aprovação da valorização da literatura nas diretrizes curriculares. A recém aprovada Base Nacional Comum Curricular (BNCC) do ensino fundamental incluiu “Educação Literária” e a “Leitura” como eixos da área de linguagens. O MEC nega qualquer prejuízo para o cumprimento da nova BNCC do ensino fundamental e “não há descontinuidade das ações do PNBE, que ficaram com o (novo) PNLD”.

‘Substituto’ apenas para 2019

O PNLD inclusive terá um novo nome: Programa Nacional do Livro e do Material Didático (PNLMD). Os livros que serão entregues em 2018 já estão definidos e não incluem obras literárias. Caso o próximo edital em elaboração pela SEB já contemple as novas diretrizes, há possibilidade de que a literatura volte ao cardápio em 2019.

O fim do programa específico para a literatura levou até mesmo a escritora Ana Maria Machado, durante a Bienal do Livro no Rio, a cobrar o ministro da Educação Mendonça Filho em um dos seus discursos. “Eu, muitas vezes, me preocupo que, em um momento de contenção de despesas, a literatura vá perdendo esse espaço que foi conquistado pelo seu próprio mérito.”

A especialista Regina Zilberman concorda com a avaliação da autora. “Em um país de tantas desigualdades como é o nosso, a clivagem (separação) entre o leitor e livro só agudiza esses problemas, deixando as pessoas afastadas das possibilidades infinitas que a linguagem verbal propicia. (…) Esse prejuízo é muito maior do que não saber escrever corretamente ou desconhecer alguns figurões da literatura”, diz Regina.

Para Luís Antônio Torelli, presidente da Câmara Brasileira do Livro (CBL), o PNBE foi uma conquista do setor e chegou a ser copiado fora do país. O fim do programa e a indefinição sobre como o novo PNLMD vai contemplar as obras literárias são vistos com preocupação.

 Segundo Torelli, o setor não teve sinalização clara dos próximos passos e não foi consultado sobre o fim do PNBE e as alternativas. “Falou-se em livro direto para o aluno, o que também é muito bom. Mas não pode se abandonar a biblioteca pública. (…) Esse mesmo marasmo e descaso ocorre nos governos estaduais”, afirma o presidente da CBL.

A perspectiva de que novos livros só cheguem às bibliotecas a partir de 2019 aumenta as críticas do setor.

“É muito tempo sem renovar o acervo” – Luís Antônio Torelli, presidente da Câmara Brasileira do Livro (CBL).

De acordo com a pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, do Instituto Pró-Livro, as bibliotecas escolares são a principal forma de acesso aos livros para 18% da população. A pesquisa mostrou que esses espaços são largamente aprovados por seus frequentadores, mas 41% deles diz não encontrar nelas todos os livros que procura. A pesquisa também mostrou que 56% da população brasileira é considerada leitora, sendo que entre os estudantes, a Bíblia foi citada por 31% dos entrevistados como o livro principal, mesmo percentual que a resposta “contos”, seguindo por “didáticos” com 28%.

Marco no investimento

A especialista Regina Zilberman lembra que o PNBE nasceu no final dos anos 1990 e afirma que ele foi o principal programa de literatura já executado no país. A comparação de Regina é com outros programas governamentais como o Sala de Leitura, dos anos 1980, e até mesmo privados, como o Ciranda dos Livros, promovido pela Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil em parceria com Fundação Roberto Marinho e Hoescht.

Os especialistas lembram que os programas são essenciais porque o livro, quando usado de fato, se desgasta e precisa de reposição. Além da manutenção dos títulos mais populares ou clássicos, os alunos perdem a chance de ter contato com novas obras produzidas recentemente. 

“(…) autores e editoras novas ficam sem oportunidade de circular em meio ao público escolar, que constitui o maior mercado da literatura em nossos dias. Será fácil perceber, em uma biblioteca escolar, a falta dos novos nomes ” – Regina Zilberman.

As exigências de Paul McCartney para os shows no Brasil.

Em breve Paul McCartney afivela as malas para vir ao Brasil. O cantor – ele se apresenta no dia 13 em Porto Alegre, no dia 15 em São Paulo, no dia 17 em Belo Horizonte e no dia 20 em Salvador –

acaba de enviar aos produtores da turnê que fará por aqui sua lista de exigências. Vegetariano e há muitos anos um dos ativistas do Peta, organização não governamental dedicada aos cuidados com o meio ambiente, o músico quer um chef especializado em comida vegetariana à disposição 24 horas por dia e pediu três opções de profissionais, com seus devidos currículos, para escolher um deles.

O estádio Allianz Parque, em São Paulo, onde o músico se apresenta dia 15 de outubro (Foto: Divulgação)

No quesito segurança, Paul só quer se deslocar por aqui em carro blindado. Um segurança, que será enviado pela empresa responsável pelo seguro de vida do cantor, fará uma visita prévia aos locais de shows e hotéis onde ele se hospedará. O músico não gosta de ar condicionado e, para preservar a voz, pediu que os aparelhos dos quartos dos hotéis e de seus camarins permaneçam desligadosdurante todo o tempo.

O estádio do Mineirão, em Belo Horizonte, recebe o show de Paul dia 17 de outubro (Foto: Divulgação)

Paul não bebe álcool e só quer em seu camarim jarras de água de coco, 15 delas por noite, precisamente. Ele também quer frutas tropicais – morango, que ele adora, não pode faltar –, além de chocolate amargo e pipocas de micro-ondas. Nos dias de folga, o eterno beatle pediu para fazer passeios ao ar livre e conhecer os zoológicos e parques das cidades onde vai passar.

Filho de Cabral reativa conta do pai no Facebook para fazer frente a “linchamento”. Disse, “papai também fez coisas boas”

Filho do ex-governador Sérgio Cabral, o deputado federal Marco Antônio Cabral (PMDB-RJ) decidiu reativar a página do pai no Facebook para, segundo disse a interlocutores, fazer frente ao “linchamento”.

Na primeira publicação desde 2014, o texto diz: “Apesar de alguns tentarem responsabilizá-lo por todas as coisas ruins que vêm acontecendo no Estado do Rio, é importante lembrar das grandes conquistas alcançadas entre 2007 e 2014”.

Na semana passada, Cabral foi condenado a 45 anos de prisão.

Atualização: o deputado federal entrou em contato para dizer que não reativou a conta do Facebook de seu pai e que não sabe quem está usando o perfil.

MENTIRA!!!!!

Joesley: ‘Se tem batom na cueca, faz a p… da delação’. Em áudios recuperados pela PF, empresário também analisa como a classe política aderiu à delação

No segundo áudio recuperado pela Polícia Federal, obtido por VEJA, o empresário-delator Joesley Batista conversa com um interlocutor chamado “Gabriel”, supostamente o deputado federal Gabriel Guimarães (PT-MG),

e relata os fatores que um criminoso deve sopesar para decidir fechar um acordo de delação premiada. Ao interlocutor, Joesley diz ter aconselhado um amigo enrolado com práticas ilícitas e expõe seu raciocínio: “Ô, meu, é a coisa mais simples do mundo, porque se você tem problema e o problema é, como se diz, batom na cueca, ô, meu, corre lá e faz a porra dessa delação”.

Os explosivos áudios de Joesley Batista foram peça-chave para embasar a denúncia apresentada pelo Ministério Público Federal contra o presidente Michel Temer (PMDB), mas a sonegação de outras conversas gravadas também levaram o então procurador-geral Rodrigo Janot a pedir

a rescisão do acordo de delação do executivo e do diretor de Relações Institucionais da JBS Ricardo Saud. Hoje os dois estão presos por ordem do Supremo Tribunal Federal (STF).

Ao longo de 38 minutos de conversa, Joesley Batista e seu interlocutor avaliam o que consideram como estragos da lei das organizações criminosas, segundo eles pensada para combater facções como o Primeiro Comando da Capital (PCC),

e não atuações ilícitas praticadas por políticos, e analisam como parte da classe política, assolada por denúncias de corrupção, passou a aderir à delação premiada. Na conversa, Joesley também detalha como montou uma espécie de estratégia de sobrevida, corrompendo o procurador Ângelo Goulart Villela,

e relata como detalhava ao senador Renan Calheiros (PMDB-AL) as tratativas que mantinha com o Ministério Público sobre o acordo de leniência do grupo J&F.

“Só topo tirar o Temer se botar São Tomás de Aquino”, ironiza Carlos Vereza…

Carlos Vereza disse o que pensa sobre política no “Conversa com Bial”quot; de quarta-feira (27). O ator, que há 21 anos interpretou o honesto senador Caxias em “O Rei do Gado”, analisou a crise que envolve o presidente Michel Temer e os comportamentos da direita e esquerda no país.

“Ficam querendo o Pequeno Príncipe para presidente da República. Você tem que transar no meio dos destroços, esse é o tipo de cultura política que a gente tem.

Vou ser massacrado, mas vou dizer: a maioria do povo adotou um refrão, ‘Fora Temer’. Esse refrão não apresenta uma consequência, e eu trabalho com o possível, estou vendo fatos: inflação caindo, juros caindo, investimento estrangeiro voltando, bolsa batendo recordes… só topo tirar o Temer se botar São Tomás de Aquino”, disse.

Mesmo com as denúncias contra o presidente, ele prefere manter tudo como está. “Você trafega com o possível até 2018. É uma loucura tirar agora uma pessoa que realmente não está flutuando acima das contradições da Terra, mas deixa o cara até 2018 e coloca ele em julgamento. Se for culpado, pune. Mas se fizer isso agora, quem vai colocar quem no lugar dele?”, questiona.

Ele conta o que acha que mudou na esquerda dos anos 80 para cá no Brasil. “A esquerda daquela época não tinha mansão dando para o lago Paranoá, não tinha carro importado. A esquerda brasileira acha que o muro de Berlim não caiu, mesmo o Stalin matando mais que o Hitler, mesmo constatando que em nenhum país o socialismo deu certo.

Ela acredita em um esquema cadavérico acreditando que é possível implantar um sistema que matou ao longo da história mais de 100 milhões de pessoas”, detona.

E a direita, como pensa na visão do ator? “A direita brasileira corre o risco de achar que um candidato que seja um populista de direita, autoritário, possa resolver os problemas do país. Também não é verdade. Não é um Messias que vai salvar o país, ainda que tenha um discurso moralista, fundamentalista”.

Ser radical também não é a solução, ressalta. “Intervenção militar não é o caminho. É radicalismo, não tem nuances. Sem nuances a gente não vai caminhar”.

Vereza não liga para como os colegas mais jovens simpatizantes da esquerda possam encará-lo. “Tenho muito carinho por eles, devem me chamar de coxinha, fascista… Sou um livre pensador. Por mais que eu ame meus colegas, não posso abrir mão de ver como um leque o que está na minha frente. É um preço caro, a solidão”, confessa.

Sob comando do genro, Câmara aprova foro privilegiado para Moreira Franco, o “Angorá”. A classe politica não se cansa de afrontar o povo brasileiro

É verdadeiramente inescrupulosa e sem noção.

Nesta terça-feira (26) a Câmara dos Deputados cometeu mais um ato de absoluta imoralidade.

Aprovou a Medida Provisória 782/17, garantindo o status de ministério para a Secretaria-Geral da Presidência da República e a criação do Ministério dos Direitos Humanos.

Na prática, o objetivo da medida é garantir que o atual chefe da Secretaria-Geral, Moreira Franco (PMDB), o ‘Angorá’, sogro de Rodrigo Maia, tenha direito ao foro privilegiado.

Renan, infame, usa uma picaretagem para tentar se livrar de outra Renan, infame, usa uma picaretagem para tentar se livrar de outra

Angorá, além da implicação em inúmeras situações suspeitíssimas, na denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR) contra Michel Temer, ele e o chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha (PMDB) também são acusados de pertencimento à organização criminosa.

O contador de Lula na mira da PF. Muniz Leite, o contador, está em todas as operações envolvendo Teixeira e outros ‘laranjas’ de Lula.

Os recibos da locação do ‘contrato fantasma’ firmado entre Glaucos CostaMarques e Marisa Letícia Lula da Silva, assinados pelo ‘laranja’ durante sua internação num hospital de São Paulo, tiveram na sua produção a participação do contador João Muniz Leite, informa o site ‘O Antagonista’.

Glaucos assinou tudo, quase que coercitivamente e deverá revelar o ocorrido para o juiz Sérgio Moro.

Muniz Leite, o contador, está em todas as operações envolvendo Teixeira e outros ‘laranjas’ de Lula.

Além de ser o responsável pela contabilidade da empresa de Teixeira, também presta assistência para Fernando Bittar, aquele do sítio em Atibaia.

Esse contador pode ajudar a colocar a ‘pá de cal’.

Nos tempos atuais e com a evolução das práticas criminosas, sempre tem um contador envolvido na história.

Senado Aprova Projeto Que Permite Punir Moro E Outros Juízes Com Até 4 Anos De Prisão. Autoria do senador Cássio Cunha Lima (PSDB-PB)

Por 15 votos a zero, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou um projeto de autoria do senador Cássio Cunha Lima (PSDB-PB) que permite punir criminalmente juízes que violem direitos ou prerrogativas de advogados.

A pena prevista é de um a quatro anos de prisão. Caso não haja recurso, a proposta seguirá para análise da Câmara dos Deputados.

A discussão tem gerado uma batalha nos bastidores entre entidades de magistrados e a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), que apoia o projeto. Segundo o texto, caberá à entidade requisitar às autoridades a instalação de investigação sobre uma possível violação.

Se o projeto for aprovado, a OAB também poderá atuar como assistente do Ministério Público no caso.

Um dos casos que poderia ser enquadrado como violação de prerrogativas de advogados foi a autorização, dada pelo juiz Sergio Moro, de escutas em telefones do advogado Roberto Teixeira, que defende o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Teixeira é amigo do ex-presidente e também um dos investigados na Lava Jato. Atualmente, a análise deste tipo de violação cabe ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que pode aplicar somente punições administrativas.

Dez Medidas
Proposta semelhante foi aprovada pelos deputados em novembro do ano passado, durante a discussão sobre o pacote das dez medidas contra a corrupção, mas está parada no Senado.

Pelo texto da Câmara, a pena prevista para juízes, promotores e delegados que violarem prerrogativas de advogados é de um a dois anos de detenção, além de multa.

Na época da aprovação do projeto na Câmara, entidades de classe dos magistrados já haviam criticado a proposta, apontada por eles como uma tentativa de atingir a Operação Lava Jato e coibir a atuação de juízes.

Dos Produtores De ‘O Tríplex’ Vem Ai : ‘A Ilha Da Família Lula’. Estadão Confirma: Mansão em Angra é de sócio de Lulinha, o mesmo do sítio em Atibaia

Se você é brasileiro e pagador de impostos com certeza merece relembrar este caso e saber que o seu dinheiro que serviria para pagar educação, saúde e segurança púbica foi roubado pelo PT para financiar luxo para Lula e sua família e bem como financiar um esquema criminoso de governo.

As informações a seguir são do Estadão:

“O empresário Jonas Leite Suassuna Filho, um dos donos do sítio em Atibaia frequentado pela família do ex-presidente Lula também é proprietário de uma casa na praia em Angra dos reis, no Rio de Janeiro, onde Lulinha já foi visto algumas vezes.

“Amigos de muitos anos sabem do gosto do casal pela casa na Ilha dos Macacos, em Angra dos Reis (sul fluminense), comprada por Suassuna há cerca de cinco anos, mas não sabiam da propriedade no interior paulista. A ligação com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e com um dos filhos do petista, Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, também não é muito comentada por Jonas, segundo amigos. (…)

Ilha. As paredes da fachada em vidro verde, de frente para o mar, cercadas por palmeiras e com a Mata Atlântica ao fundo, chamam a atenção de quem navega ao largo da Ilha dos Macacos, vizinha à turística Ilha Grande, joia do litoral do Estado do Rio. Isolada no trecho voltado para o continente, a casa está a cerca de 300 metros da piscina natural da Lagoa Azul, famosa pelas águas transparentes. É neste cenário raro, de natureza quase selvagem, que fica a residência de veraneio de Jonas Suassuna.

A história que se conta na Ilha Grande, sem comprovação documental e sem testemunhas que o tenham visto, é de que a casa pertence ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, pai de Lulinha. “A gente passa aqui com turistas e mostra essa casa como se fosse do Lula. Eu não tenho certeza, mas o comentário é esse.

Todo mundo diz isso”, afirmou o condutor de táxi boat Bruno Moreira, de 32 anos. Morador da Vila do Abraão, a área urbana da Ilha Grande, distrito de Angra, ele vive da renda obtida com passeios turísticos no arquipélago. Um dos roteiros passa junto à Ilha dos Macacos.

A casa de Suassuna possui um deck usado para pouso de helicópteros e um píer exclusivo para lanchas, vigiado por duas câmeras de segurança. Não há uma praia particular. A faixa de areia ao lado do imóvel é pequena e tomada por pedras. Na subida da maré, ela submerge.
“Quando eles (Suassuna e os convidados) vêm, mandam até ‘coar’ a areia para poder pisar”, disse Odileia Generoso, de 63 anos, moradora de uma das outras três casas da Ilha dos Macacos. Ela conta já ter visto o filho do ex-presidente na casa do vizinho. “Lulinha já esteve aí várias vezes. O Lula, eu só ouvi falar”, afirmou.

Odileia habita há 30 anos uma casa simples, de dois quartos, construída em madeira sobre a areia na Ilha dos Macacos. Da prainha onde mora saía uma trilha que chegava à casa de Suassuna. “Depois da reforma colocaram cerca e não tem como ir para lá andando”, afirmou ela.
Durante a reforma, feita há cerca de dois anos, embarcações traziam os materiais de construção de Angra. Nesta semana, a colunista social Anna Ramalho divulgou, em seu site, que a obra custou entre R$ 3 milhões e 4 milhões, custeados por Suassuna, que teria supervisionado pessoalmente os trabalhos, sendo que em uma ocasião na companhia do sócio Lulinha.

O caseiro que cuida da propriedade de Suassuna, e que se identificou apenas como Sebastião, negou que haja relação do imóvel com Lula e Lulinha.

“Sempre passa um povo aqui de barco xingando o Lula, mas essa casa não tem nada a ver com ele. Aqui é da família Suassuna. O resto é boato, cada um fala o que quer”, afirmou.

O advogado Wilson Pimentel, que há dez anos atende Jonas Suassuna, informou ao Estado que o empresário comprou o imóvel na Ilha dos Macacos há cerca de cinco anos e que já recebeu na casa a visita do ex-presidente Lula e de seu filho Lulinha.”

“A propriedade foi levantada com casa principal – 8 suítes – e mais três bangalôs duplex. Praticamente uma pousada. Custou entre R$ 3 e 4 milhões, na época, e foi toda custeada por Jonas Suassuna, dono da Editora Gol, e sócio de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, na Gamecorp. Chamou a atenção dos profissionais que o pagamento fosse feito sempre em grana viva, com recibos em nome da Gol Empreendimentos.

Suassuna pessoalmente supervisionou toda a obra e seu sócio, Lulinha, esteve várias vezes na Ilha. Numa das ocasiões, em reunião com os arquitetos, foi incisivo: queria mármore de Carrara em toda a casa. Uma das 8 suítes foi feita especialmente para o ex-presidente Lula da Silva e Marisa Letícia. Se ele foi ou não, os rapazes não sabem. Mas um deles, terminada a obra, almoçou na Ilha com Suassuna e Lulinha“

AMIGO DE LULA: ONG de Luciano Huck é condenada por não pagar prêmio a vencedor de concurso

São Paulo – Cotado em alguns círculos até para ser candidato à presidência em 2018, o apresentador da Globo Luciano Huck volta a se ver envolvido em um polêmica, agora relacionada à sua ONG, a Criar que, em parceria com a Brax Brazilian Experience, foi condenada pelo Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) a pagar indenização por danos morais e materiais por não pagarem o prêmio, uma bolsa de estudos nos Estados Unidos, ao vencedor de um concurso promovida por ambas, em 2013.

A justificativa para a ONG de Luciano Huck não dar a viagem, foi que o autor da ação não tinha os documentos exigidos para entrar nos Estados Unidos quando foi declarado vencedor do concurso e apenas os conseguiu faltando poucos dias para a viagem.

A recusa continuou. No ano seguinte, o argumento do apresentador para negar o prêmio prometido ao vencedor foi que não haveria edição do concurso naquele ano, por conta da Copa do Mundo no Brasil. Já a Brax Brazilian Experience alegou que não comprou as passagens por receio de que o autor da ação não fosse admitido pelas autoridades dos EUA.

Ao vencedor só restou o processo. Para condenar Huck, o relator do caso, desembargador Roberto Mac Cracken disse que o autor do processo apresentou o visto para os EUA, e que a ONG Criar e a Brax Brazilian Experience não haviam dado prazo para o reclamante apresentar documentos – o que não deixava dúvida sobre a conduta ilícita dos réus.

Pouco antes dessa condenação, Huck apareceu na TV numa campanha de marketing para uma faculdade mostrando um cartaz com a frase: “Torne-se professor e aumente a sua renda”. A repercussão foi bastante negativa: o apresentador foi acusado de menosprezar os professores, como se a profissão fosse apenas um “bico” e tanto a faculdade, quanto o próprio Huck foram alvos de críticas. O anúncio foi retirado do ar e a instituição de ensino publicou um pedido público de desculpas pela mensagem equivocada sobre a função e a importância dos professores.

Esse blogue mostrou que, em fevereiro deste ano, o queridinho da Rede Globo esteve no centro de uma polêmica ambiental, ao tentar impedir o acesso de pessoas a uma praia em Angra dos Reis, que ele cercou e passou a chamar de sua.

Luciano Huck que tem o hábito de encomendar pesquisas de intenção de votos para a avaliação das suas chances em uma eventual candidatura à Presidência da República. Amigo de Aécio e afilhado político de Fernando Henrique Cardoso (FHC), ele sempre foi identificado como tucano, apesar de não se assumir.

A mãe é casada há décadas com o economista Andrea Calabi, que sempre circulou entre as equipes econômicas do tucanato paulista e federal. Calabi, filiado ao PSDB, foi nomeado no ano passado por Michel Temer para o Conselho de Administração do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Antes disso, para citar algumas de suas ocupações, ele foi presidente do BNDES em 1999 e 2000, durante o governo FHC e foi secretário de Economia e Planejamento e secretário da Fazenda de Alckmin no governo estadual de São Paulo.

Convivendo com políticos, Luciano Huck não pode negar a política. Muito menos pode usar o argumento falacioso de que não é político. É aguardar para ver se a bandeira de sua eventual candidatura vai agradar o mercado financeiro, os ricos e os empresários sonegadores de impostos.

Especialistas divergem se pode haver pedido de prisão de Lula por uso de documento falso, ou seja, falta coragem pra prender..

O GLOBO revelou que recibos apresentados a Moro teriam sido assinados todos num mesmo dia, o que poderia configurar confecção de prova falsa

RIO – Se os recibos apresentados pela defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva para provar a locação de uma cobertura vizinha ao seu apartamento forem considerados falsos pelo juiz Sérgio Moro, principalmente se ficar comprovado que não houve pagamentos referentes a esses documentos ao proprietário do imóvel, o empresário Glaucos da Costamarques, o petista poderia ser acusado de uso de documento falso. Nessa hipótese, há uma possibilidade, mesmo que remota, de ser pedida a prisão preventiva de Lula. É o que avalia um dos especialistas em direito penal ouvidos pelo GLOBO.

Os especialistas consultados, porém, divergem sobre que tipo de provas teriam que ser apresentadas pelo Ministério Público para que essa medida cautelar fosse deferida pelo juiz Sérgio Moro. A maioria deles acredita que a prisão não poderia ser decretada na mesma ação em que foram apresentados os recibos e seria necessário abrir outro procedimento de investigação e um novo processo para punir as pessoas que supostamente estivessem envolvidas na produção e no uso do documento falso.

O professor de direito penal da USP David Teixeira, porém, acredita que se ficar comprovado que Lula e seus advogados usaram documentos falsos com o propósito de ludibriar a Justiça, haveria a possibilidade de pedir a prisão temporária para garantir a ordem pública.

— Sob o ponto de vista processual penal, isso pode criar não a figura da obstrução à Justiça, mas fazer provas fraudulentas pode significar sim uma razão para prisão preventiva para garantia da instrução penal e correta obtenção de provas. E para a garantia da ordem pública no sentido de que não pode o réu solto ficar comentendo crimes. Se o réu solto está a cometer crimes, ainda que para promover a sua própria defesa, isso é um motivo idôneo, jurídico, processualmente sadio para uma prisão preventiva — argumentou Teixeira.

Segundo ele, não haveria como enquadrar a suposta apresentação de documentos falsos como obstrução à Justiça, porque para isso a autoridade policial ou judicial teria que ser impedida de produzir uma prova, o que não é o caso.

Contudo, mesmo Teixeira acredita que é necessário fazer uma perícia em todos os documentos e ficar muito claro que há dolo na atitude para embasar um pedido de prisão preventiva.

COMPROVAÇÃO DO USO DE DOCUMENTO FALSO

Os especialistas ouvidos pelo GLOBO consideram que os erros materiais dos recibos, como as datas inexistentes no calendário ou os erros de digitação, não representam um problema grave para os documentos apresentados pela defesa de Lula.

Na quarta-feira, o GLOBO revelou que os recibos referentes ao ano de 2015 foram todos assinados num único dia por Costamarques a pedido do advogado de Lula, Roberto Teixeira. Nesse dia, o empresário estaria internado no hospital Sírio Libanês para colocação de um stent. Os especialistas dizem que isso não seria um grande problema, desde que houvesse comprovação de que os pagamentos foram feitos mensalmente.

Costamarques, porém, afirma que só passou a receber os pagamentos pelo aluguel a partir de novembro de 2015, justamente quando assinou o bloco de recibos a pedido de Teixeira e quando seu primo e amigo de Lula, o empresário Josá Carlos Bumlai foi preso.

Antes disso, o contrato firmado em 2011 não teria sido cumprido e ele disse a Moro que tomou “um calote” durante quase cinco anos da família Lula. Além desses recibos referentes aos supostos pagamentos de 2015, a defesa de Lula apresentou recibos referentes a outros pagamentos entre 2011 e 2015, mas que não teriam sido assinados numa única vez.

Nesse cenário, na avaliação dos especialistas, ganha força a tese de que os recibos seriam documentos falsos.

— No cotejamento das provas, que certamente o Moro fará, ele deverá analisar todos esses elementos (a comprovação desses pagamentos, o empresário dizendo que não recebeu, o pedido de assinatura dos recibos após a prisão do empresário amigo de Lula e primo de Costamarques, José Carlos Bumlai) e que demonstram indiciariamente a possibilidade dessas provas terem sido forjadas e fabricadas artificialmente para produzir uma pretensa verdade. Se estivermos diante dessa situação, podemos ter um crime de produção de documento falso e uso de documento falso — avaliou o professor de direito processual penal da PUC de São Paulo, Fernando Castelo Branco.

Segundo ele, a palavra “do locador é muito forte, se ele diz que recebeu apenas depois da prisão do Bumlai e parte em dinheiro”.

Castelo Branco, contudo, diz que é indispensável que se prove o dolo dos envolvidos, seja do advogado, do empresário e do ex-presidente. Sem isso, não se pode levar adiante qualquer decisão judicial.

— Para se demonstrar a prática de um crime, seja a produção de documento falso ou o uso do documento falso, é preciso comprovar o dolo. Só o fato do Lula ser favorecido pela apresentação do documento, não o faz corresponsável na prática desse crime. Quem tem que provar é o Ministério Público e tem que mostrar quais foram as pessoas que dolosamente produziram o documento e usaram o documento.

Já Paulo Cesar Corrêa Borges, professor de direito penal da Unesp, ressalta que esse tipo de crime não se prova sem perícia nos documentos originais e outros elementos.

— A perícia é imprescindível nesse crime. Não tem como condenar alguém por uso de documento falso sem provar que é falso. Não apenas olhando para o recibo. Os erros de grafia ou de data são sinais que colocam em dúvida a prova, mas tem outros caminhos para mostrar a ilegalidade, como os pagamentos na conta corrente, a declaração do imposto de renda.

NECESSIDADE DE ABRIR OUTRO PROCESSO

Castelo Branco e Borges também concordam que seria inusual se Moro decretasse a prisão preventiva dos envolvidos no mesmo processo. Eles acreditam que seria necessário abrir um novo procedimento de investigação para evitar que houvesse uma punição antecipada.

— A reação natural seria a seguinte: no processo que já esta sob competência do Moro e caso tudo isso tenha acontecido, ele vai desconsiderar essa prova, não vai dar valoração a ela. E isso acaba perdendo o caráter de prova nesse processo. Paralamente a isso, ele não pode já julgar a prática do uso de documentos falsos. Isso requer instauração de um novo processo e talvez instauração de um inquérito policial antes. Somente depois o Ministério Público pode oferecer denúncia contra os eventuais responsáveis — explicou Castelo Branco.

Borges vai na mesma linha e diz que o uso de documento falso no processo não enseja motivo para prisão do réu. Ele avalia, porém, que ao dizer em depoimento que poderia fornecer recibos ao juízo para comprovar os pagamentos, Lula assumiu a responsabilidade sobre essa prova.

— Mas esse comportamento por si só não justifica um pedido de prisão, porque seria uma punição antecipada pelo crime de (documento) falso. Porque o crime em si vai ter sua punição (no processo), senão poderia caracterizar uma punição antecipada pelo crime — disse Borges.

Ele explicou que se houver outros elementos, por exemplo a comprovação hipotética de houve coação para que Costamarques assinasse os recibos, poderia haver mais elementos para um pedido de prisão. Mas, na avaliação de Borges isso não ocorre neste momento.

Volta de chefões do crime organizado é a nova ameaça para o Rio de Janeiro. Defensoria pede o retorno de detentos que estão há dois anos ou mais em cadeias federais

A Defensoria Pública da União (DPU) apresentou ao Supremo Tribunal Federal (STF) um pedido de habeas corpus em que propõe o retorno de todos os detentos que estão há dois anos ou mais no sistema penitenciário federal aos seus estados de origem.

Caso a solicitação, feita anteontem, seja aceita, poderão voltar para presídios do Rio de Janeiro traficantes como Luiz Fernando da Costa, o Fernandinho Beira-Mar; Márcio dos Santos Nepomuceno, o Marcinho VP; e Antônio Francisco Bonfim Lopes, o Nem, suspeito de ter dado ordem para uma quadrilha invadir a Favela da Rocinha, no último dia 17.

Dados do Depen obtidos pelo GLOBO apontam que 55 presos do Rio estão há mais de dois anos no sistema penitenciário federal. Eles representam quase 30% de um total de 185 detentos na mesma situação. Hoje, as quatro penitenciárias federais do país abrigam 524 condenados.

 Dos 30 presos mais antigos de penitenciárias federais, 20 são do Rio, incluindo os cinco com mais tempo de cadeia. O primeiro da lista é Fernandinho Beira-Mar, encarcerado há 4.090 dias, desde 19 de julho de 2006. Em seguida vêm Elias Pereira da Silva, o Elias Maluco, que assassinou o jornalista Tim Lopes; Marcinho VP; Márcio José Guimarães, o Tchaca; e Marcos Antonio Pereira Firmino da Silva, o My Thor, presos no sistema federal desde 5 de janeiro de 2007.

EXPECTATIVA DE PRISÃO PROVISÓRIA

O pedido de habeas corpus é assinado pelo defensor público federal e defensor nacional de direitos humanos Anginaldo Oliveira Vieira. Ele pede que o relator do caso no STF, o ministro Alexandre de Moraes, conceda uma liminar, ou seja, dê uma decisão provisória, sem análise mais aprofundada dos argumentos e com validade até o julgamento definitivo da causa.

Moraes, que já foi ministro da Justiça e secretário de Segurança de São Paulo, é sensível a argumentos que levam em conta o risco à ordem pública de um eventual retorno dos presos aos seus estados. Por outro lado, em sua passagem pelo governo do presidente Michel Temer, ele foi alertado sobre o problema de se ter presos por um período indefinido no sistema federal — alguns estados, na visão de especialistas, não se estruturam para recebê-los de volta.

No pedido de habeas corpus, Anginaldo argumenta que a legislação permite o encarceramento em presídios federais por 360 dias, prorrogáveis por mais 360, totalizando 720, pouco menos de dois anos. O Superior Tribunal de Justiça (STJ), no entanto, vem firmando entendimento de que a prorrogação pode se dar por períodos maiores.

A legislação não é clara nesse ponto, não estabelece quantas renovações podem ser feitas, mas, por outro lado, diz que a inclusão do preso no sistema federal é medida “excepcional e por prazo determinado”.

Há, no Brasil, quatro penitenciárias federais, localizadas em Campo Grande (MS), Porto Velho (RO), Mossoró (RN) e Catanduvas (PR). Para essas unidades são mandados, em geral, chefes de organizações criminosas. Segundo Anginaldo, é importante levar esse tipo de criminoso para presídios de segurança máxima, porém essa medida, destaca ele, não pode se perpetuar.

Anginaldo argumenta que a ressocialização do preso deve ser a verdadeira finalidade da pena. Em sua avaliação, o isolamento prolongado em presídios federais, longe das famílias, impossibilita isso e causa problemas de saúde.

Como exemplo, ele citou números que diz terem sido fornecidos pelo Departamento Penitenciário Nacional (Depen). Este ano, 12,07% dos presos do sistema federal já tentaram o suicídio e 60% sofrem com alucinações auditivas, psicose, desorientação e outros problemas mentais.

“Em alguns casos, a insanidade mental da pessoa isolada é tão flagrante que ela cria uma realidade paralela, com ‘amigos’ imaginários ou objetos que ilusoriamente representam pessoas, tal como a bola Wilson do filme ‘Náufrago’”, argumenta o defensor público federal.

Bandido pede lanches de graça, ouve não e metralha McDonald’s no Rio. Pânico geral entre funcionários e clientes. Isso é o Rio de Janeiro

Segundo uma funcionária, um deles pediu 40 hambúrgueres, batatas fritas e refrigerantes de graça; a polícia já identificou um dos criminosos, que é traficante do Morro do Adeus.

A loja da rede de lanchonetes Mc Donald´s foi metralhada em Bonsucesso, na Zona Norte do Rio, depois que funcionários se recusaram a fornecer hambúrgueres aos bandidos. Segundo uma funcionária, um deles pediu 40 sanduíches, batatas fritas e refrigerantes de graça.

O caso aconteceu em agosto, mas o vídeo investigado pela polícia foi divulgado nesta quinta-feira (28) pelo RJTV.

A polícia já identificou um dos criminosos. É Michael Faria de Souza, de 23 anos. De acordo com as investigações, ele é traficante do Morro do Adeus, no subúrbio. A quadrilha fez ameaças, mas o gerente da loja se recusou a entregar os lanches.

Irritados, os bandidos retornaram à lanchonete dez minutos depois e metralharam o local. No momento dos tiros, crianças e adultos comiam no interior do estabelecimento. Por sorte, ninguém foi atingido.

Wellington Soares, delegado responsável pelo caso, indiciou Michael por tentativa de homicídio:

“Os policiais disseram que os outros dois homens ainda não foram reconhecidos por testemunhas. Mas vão responder pelo mesmo crime. Assim como o traficante que comanda a venda de drogas no Morro do Adeus”, disse Soares.

Moro determina mais uma perícia no processo da Lava Jato que apura se Lula recebeu propina da Odebrecht

Objetivo é saber quem inseriu na planilha os registros de pagamentos para o prédio do Instituto Lula e quando os dados foram inseridos na planilha.

iz federal Sérgio Moro determinou mais uma perícia a ser feita dentro do processo – da Operação Lava Jato – que apura se o ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva (PT) recebeu propina da Odebrecht por meio da oferta de um terreno para o Instituto Lula, em São Paulo (SP), e um apartamento em São Bernardo do Campo (SP).

A Polícia Federal (PF) vai analisar a planilha Italiano, apresentada pela Odebrecht como a contabilidade da propina com o PT.
O objetivo é saber quem inseriu na planilha os registros de pagamentos para o prédio do Instituto Lula e quando os dados foram inseridos na planilha.

No mesmo despacho, que é de quarta-feira (27), o juiz federal deu prazo de dez dias para a força-tarefa da Lava Jato apresentar extratos das contas das offshores da Odebrecht que estejam relacionados à compra do terreno.
Sérgio Moro já tinha determinado uma perícia nos sistemas usados pelo setor de propina da Odebrecht, que tem agora 30 dias para ser concluída.

Após a conclusão dessas perícias, o juiz poderá abrir o prazo para as últimas alegações de acusação e defesa neste processo. Lula e mais sete são réus nesta ação penal.

Outra perícia

Sérgio Moro já havia autorizado, em 13 de setembro, a realização de uma perícia no sistema eletrônico, que segundo as investigações da Operação Lava Jato, era utilizado pelo Setor de Operações Estruturadas da Odebrecht para contabilizar pagamentos de propina.
A decisão entrou no mesmo processo, que apura a compra de um terreno na Rua Haberbeck Brandão, em São Paulo, e de um apartamento em São Bernardo do Campo, no prédio onde vive Lula.

Segundo a força-tarefa da Lava Jato, estes imóveis foram adquiridos pela Odebrecht e repassados ao ex-presidente como vantagem indevida por contratos da empresa com a Petrobras. Lula nega as acusações.
Quer saber mais notícias do estado? Acesse o G1 Paraná.

Ministro do STJ faz enquete polêmica no Twitter sobre intervenção militar e o resultado é assustador, gera críticas na internet; Og Fernandes se defende

RIO — O ministro do Supremo Tribunal de Justiça (STJ) Og Fernandes surpreendeu os internautas, no fim da tarde desta quinta-feira, com uma enquete em sua conta no Twitter.

“Vc é o juiz: o Brasil deve sofrer intervenção militar?”, questionou o magistrado.

Em pouco mais de quatro horas, o tuíte superou mil e trezentos votos. Quase 90% dos internautas votaram contra a intervenção militar. Ao constatar a polêmica, Og Fernandes se defendeu das críticas e disse que segue a Constituição.

A maioria dos internautas se mostrou contra a intervenção militar – Reprodução/Twitter

Além de votar, muitos internautas também criticaram a mensagem do ministro. Alguns usuários fizeram outras enquetes para questionar a decisão de Fernandes. Outros usuários expressaram indignação pelo fato de um magistrado fazer tal pergunta em sua rede social.

Após as críticas, o ministro se defendeu no Twitter. Por volta de 21h10m desta quinta, publicou cinco mensagens na rede social para justificar a iniciativa:

“Caros seguidores, verifico que o país está muito polarizado e com os nervos à flor da pele. Faço enquestes em torno de temas no Twitter. Ao levantar o tema que dei RT (retuíte) antes da enquente, verifiquei uma insana busca de intenções no que era um gesto de auscultar os seguidores. Querem minha opinião? Meu dever é cumprir a lei. Sou seguidor da lei, da Constituição e da democracia no Brasil. Faço isso todo dia. Acalmem-se. De mim, não verão qualquer manifestação fora da lei. Obrigado aos (que) entenderam o intuito da enquete. Estamos numa democracia. Ouvir a opinião das pessoas é regra. Como juiz, continuarei a assegurar o direito de expressão”, escreveu Og Fernandes em cinco postagens.

MAGNO MALTA EM DISCURSO AVASSALADOR DESTRÓI LULA APÓS DELAÇÃO BOMBA DE PALOCCI, GEDDEL, JOESLEY E+

Obrigada, Senador Malta!!!!

Tudo, tudo que o Senhor gritou, ai na Tribuna, é o grito de indignação que tenho dentro do peito.

Faço minha parte, saio à rua, participo das manifestações, encaminho aos gabinetes de Deputados Federais e

Senadores, críticas e também faço cobranças.

Esse seu discurso já ESTÁ na História.

Brilhante !

Emocionante!

Isso é Ser um Brasileiro que sabe representar seu compatriotas!

OBRIGADA!!!

Novo depoimento de Palocci leva advogado de Lula para a UTI do Sírio Libanês, quem tem culpa no cartório que se cuide!

O depoimento do ex-ministro Antonio Palocci já começou a redundar consequências traumáticas.

O advogado de Lula, Roberto Teixeira, que em casos relatados por Palocci também é acusado de participação nos crimes cometidos, não suportou a pressão.

Um dia antes do depoimento do ex-ministro, quando se preparava para viajar para Curitiba (PR), sabendo de antemão que Palocci iria avançar sobre os ‘podres’ da ‘era PT’, o advogado não resistiu e teve que ser levado às pressas para a UTI do hospital Sírio Libanês, em São Paulo.

O quadro já detectado é de insuficiência coronariana aguda.

A ordem dos médicos é de que, por enquanto, nada seja contado a Teixeira sobre o teor do que foi dito por Antonio Palocci.

Vamos torcer para que ele se recupere, pois qualquer consequência mais trágica, o insano Lula irá certamente atribuir aos ‘meninos de Curitiba’.

Lula é refém de seus advogados (veja o vídeo). Repleto de falcatruas, propinas e corrupção, Lula foi obrigado a fazer alguns pactos malignos…

No intricado mundo em que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva se meteu, repleto de falcatruas, propinas e corrupção, ele foi obrigado a fazer alguns pactos.

Com Emílio Odebrecht fez o tal ‘pacto de sangue’, conforme declinado didaticamente pelo ex-ministro Antonio Palocci.

E com o advogado Roberto Teixeira, Lula fez um pacto de fé, indissolúvel, na alegria e na tristeza, na saúde e na doença.

As relações entre Lula e Teixeira ultrapassam os limites da relação profissional entre o cliente com o advogado.

Ambos são parceiros. Verdadeiros comparsas.

No vídeo abaixo, o extraordinário jornalista José Neumanne Pinto explica muito bem essa relação promíscua.

Gilmar agora ataca turma inteira do STF. Ouça a conversa de Gilmar e Aécio que o Jornal Nacional não mostrou

O ministro Gilmar Mendes na sanha incomensurável de proteger o senador Aécio Neves, perdeu totalmente a noção e já não respeita nem os próprios colegas do Supremo Tribunal Federal (STF).

Dois fatos ocorridos nos últimos dias dão esta exata demonstração.

E quando um ministro de nossa mais alta Corte não respeita mais nem os seus pares, significa que o país definitivamente está em ‘parafuso’.

Recentemente, no plenário do Tribunal Superior Eleitoral, Gilmar Mendes se referiu a 1ª turma do STF com ‘uma câmara de gás’.

Na ocasião, foi imediatamente rebatido pelo ministro Hermann Benjamin, que respondeu ‘na lata’: “Porque a Segunda Turma é conhecida como o Jardim do Éden”, a turma a que Gilmar pertence.

E nesta quarta-feira, claramente atuando em favor do senador mineiro, Gilmar afirmou taxativamente que a decisão da 1ª turma que impôs o afastamento de Aécio do cargo e outras sanções, é inconstitucional.

Na mesma fala, o ministro incitou o senado a se contrapor à decisão do STF.

Sem dúvida, uma lamentável e inaceitável aberração.

Aliás, a amizade e cumplicidade de Gilmar e Aécio é notória. O vídeo abaixo é uma clara demonstração.

Rodrigo Janot teria participado de tentativa de “acordo” de R$ 1 bi para matar a Lava-Jato

Bastos, que foi ministro da Justiça por quatro anos e meio e, em 2014, advogava para Camargo Corrêa e Odebrecht, encomendou a redação de uma minuta à luz da então recém-aprovada Lei Anticorrupção, para circular entre as empresas investigadas.

O artigo que detalha o envolvimento do Procurador-geral da República Rodrigo Janot numa manobra para matar a Lava Jato promete sacudir o Brasil.

Não se trata de uma teoria da conspiração publicada em algum blog obscuro.

A matéria foi publicado no Extra, uma empresa do Grupo InfoGlobo, de autoria do jornalista Thiago Herdy (O Globo/SP), que foi eleito recentemente para presidente da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji) no biênio 2016-2017.

Thiago afirma que, seis meses após o início da Operação Lava-Jato, o advogados das maiores empreiteiras do Brasil se reuniram com o então ministro da Justiça e advogado Márcio Thomaz Bastos para ouvir o seu diagnóstico: era melhor que todos fizessem um grande acordo para tentar encerrar as investigações.

O preço era assumir a culpa em atos de corrupção envolvendo a Petrobras e pagar uma indenização a ser rateada entre as empresas.

Algo estimado, na época, em R$ 1 bilhão, valor que teria sido surgido a partir de conversas de Bastos com o procurador-geral da República, Rodrigo Janot.

A proposta foi recusada. Dois meses depois, a Polícia Federal começou a prender executivos de empresas como Camargo Corrêa, OAS, Engevix e UTC.

Acompanhe abaixo o artigo ou visite o site Extra para ler o conteúdo original.

“Segundo os advogados que participaram das conversas, a oposição mais contundente veio das empresas Odebrecht, OAS e Engevix. Bastos, ex-ministro do governo Lula, mirava o futuro pelo espelho do retrovisor.

Primeiro, conhecia o rigor do juiz da 13ª Vara Federal em Curitiba, Sérgio Moro, de outros carnavais — principalmente em processos que envolviam lavagem de dinheiro e corrupção”.

“O advogado já detectava a ação de uma força- tarefa bem articulada, com profissionais dispostos a chegar longe. E percebeu cedo que, do Palácio do Planalto, não viria o bombeiro (ou bombeira) disposto a apagar aquele fogo”.

“Bastos, que foi ministro da Justiça por quatro anos e meio e, em 2014, advogava para Camargo Corrêa e Odebrecht, encomendou a redação de uma minuta à luz da então recém-aprovada Lei Anticorrupção, para circular entre as empresas investigadas. O GLOBO obteve acesso ao documento que poderia ter sido a peça-chave de uma outra narrativa para a Lava-Jato — que completa dois anos na próxima quinta-feira.

Pela minuta, “colaboradores e dirigentes” das empresas assumiam terem estado em “situações de potencial conflito com dispositivos legais” e manifestavam “inequívoca disposição em colaborar com a administração na elucidação dos fatos supracitados”.

As empresas se comprometeriam a “cessar a prática” de atos de corrupção relatados no acordo, que seria formalizado pela Controladoria-Geral da União (CGU).

Obrigavam-se a “cooperar plenamente com as apurações”, ressarcir “integralmente o dano ao Erário” que viesse a ser identificado, para poderem continuar a ser contratadas pelo poder público. E incluía uma cláusula benéfica às empresas: a qualquer momento poderiam “desistir das obrigações previstas”, ficando “sem efeito” eventuais declarações apresentadas à autoridade.

“Se arrecadar R$ 1 bilhão para fazer dez penitenciárias, estou satisfeito”, teria dito Rodrigo Janot a Bastos, segundo relato do advogado José Francisco Grossi, testemunha do encontro dos dois. Duas fontes próximas a Bastos também confirmaram o valor.

— Ali buscávamos pontes para uma conversa. Era tudo preliminar. Naturalmente, Janot precisaria ainda conversar com os procuradores — conta Grossi.

Na época advogado da UTC, Alberto Toron confirma ser de Thomaz Bastos a ideia original do acordo, sobre o qual conversou com ele e em encontros com outros advogados.

— É preciso lembrar que o contexto de hoje é bem diferente do que havia em setembro de 2014. Não havia empresário preso, apenas uma suspeita de participação de empresas em atos investigados — diz.

Mesmo prestando serviços para a Odebrecht, o ex-ministro ouvia da empresa as ressalvas mais contundes à proposta, segundo os relatos.

A maior dificuldade da multinacional brasileira era assumir responsabilidade por crimes, com repercussão em contratos internacionais.

— As empresas só consideravam a ideia de pagar multa e finalizar a investigação, sem assunção de culpa — disse Toron.

No encontros, advogados contra o acordo mencionavam haver elementos para anular a ação policial em tribunais superiores.

Segundo relatos de participantes da reunião, diziam que “o primeiro time de criminalistas ainda não havia entrado em campo”, e que a morte da Lava-Jato era questão de tempo.

“O Brasil mudou, é preciso tomar cuidado”, respondia Bastos, que também mencionava a necessidade de se considerar melhorias em políticas de governança das empresas, inclusive com participação direta de órgãos do governo.

A proposta de acordo foi tocada por Bastos bem antes de várias descobertas da Lava-Jato — como as contas da Odebrecht e de diretores da Petrobras no exterior, repasses a ao ex-ministro José Dirceu e a ação de operadores de propina.

— Naquela época, havia um movimento, uma sucessão de delações com menções às grandes empresas.

O agravamento da crise já ocorria e era previsível — conta o criminalista Celso Vilardi, que nos meses seguintes se tornaria o responsável por acordo de executivos da Camargo Corrêa com a força-tarefa da Lava-Jato.

Vilardi lembra o alerta feito por Bastos, desde o início, para o papel das colaborações premiadas.

O próprio Vilardi considerava que a anulação de provas — principal estratégia apresentada por advogados que atuaram contra o acordo — não surtiria o efeito esperado

— Paulo Roberto Costa (ex-diretor de Abastecimento da Petrobras) confessou a existência de contas no exterior para receber propina de empresas, dinheiro que voltou para o Estado.

Anular a operação implicaria aceitar devolver esse dinheiro para pessoas que assumiram crimes. Que magistrado de tribunal superior concordaria com isso? — pergunta Vilardi.

No início de novembro, poucos dias antes da fase da Lava-Jato que ficou conhecida como “Juízo Final”, advogados tiveram um encontro com procuradores.

Souberam que seria preciso entregar muito mais informação à polícia e assumir responsabilidades para evitar qualquer ação da Justiça.

Como noticiou O GLOBO, a CGU também tentou levar adiante a ideia de viabilizar algum acordo após a morte de Bastos, em 20 novembro de 2014.

O procurador-geral da República não chegou a defender publicamente a proposta de acordo de Bastos. Em encontros com advogados após a morte do ex-ministro, ele se opôs à ideia de formalização de acordo em conjunto e, principalmente, sem assunção de culpa.

Quando vazaram informações sobre a continuidade das conversas, sofreu forte reação da força-tarefa, o que resultou no sepultamento de qualquer iniciativa da procuradoria pelo acordo.

Advogada da Odebrecht nos encontros com Bastos, Dora Cavalcanti disse não ter recebido a minuta redigida por encomenda do ex-ministro, de quem afirma ter sido bastante próxima.

— Se chegou a nós, não passou por mim — afirmou Dora, que completou “não ter a lembrança de reunião específica sobre a proposta”.

Responsável pela defesa da Engevix no início da Lava-Jato, o advogado Augusto de Arruda Botelho também disse não ter tratado do assunto com Bastos.

O advogado da OAS, Roberto Telhada, não respondeu ao GLOBO.

Por meio da assessoria, Janot disse desconhecer a estimativa de R$ 1bilhão para encerrar a Lava-Jato.

Afirmou que considerava, desde aquela época, a força-tarefa em Curitiba a autoridade competente para conduzir qualquer negociação”.

VERGONHA NACIONAL: PT, Temer e Gilmar se unem contra Supremo por afastar Aécio. Presidente tratou com Romero Jucá sobre manter o mandato do tucano

O afastamento do senador Aécio Neves (PSDB-MG) do mandato e a obrigatoriedade de permanecer em casa à noite, determinadas pela Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF), provocou uma união inusitada de forças em defesa do tucano.

O PT, tradicional adversário do PSDB, soltou nota instigando o Senado a confrontar o Supremo, e o ministro Gilmar Mendes, que não integra a turma que afastou Aécio, disse que a decisão “não tem respaldo na Constituição”.

Aécio ainda ganhou o apoio do presidente Michel Temer, de quem é aliado no Congresso, que tratou com o líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), de uma operação para manter o mandato do tucano.

A nota do PT critica duramente Aécio, mas instiga o Senado a confrontar a decisão do Supremo. Não há no documento, porém, qualquer referência às investigações contra o ex-presidente Lula, já condenado na Lava-Jato, e a outros ex-ministros e senadores petistas também investigados ou condenados por corrupção. A manifestação do partido começou com o senador Jorge Viana (AC), que, em reunião da CCJ, questionou o silêncio dos presentes e defendeu que a comissão discutisse a decisão do STF.

— Eu não acho adequado que a CCJ se cale como se nada tivesse acontecido — afirmou.

A redação da nota do PT mobilizou boa parte da direção da legenda e advogados durante a quarta-feira. O ex-presidente Lula também foi consultado e deu aval para que as críticas ao STF fossem colocadas no papel. A nota volta a criticar a mídia, citando a Rede Globo. E não faz referências às confissões do ex-ministro Antonio Palocci e as acusações dele a Lula.

Com receio de que a nota desagradasse à base partidária e agravasse o desgaste da legenda, o texto faz ataques duros ao tucano, dizendo que ele tem “comportamento hipócrita, por seu falso moralismo”. “Aécio Neves é um dos maiores responsáveis pela crise política e econômica do país e pela desestabilização da democracia brasileira”, afirma o PT, acrescentando que o tucano liderou o PSDB e as forças mais reacionárias da política “numa campanha de ódio e mentiras”, que levou ao impeachment da presidente Dilma Rousseff.

Mas, em seguida, o texto critica o STF. “Não existe a figura do afastamento do mandato por determinação judicial. A decisão de ontem é mais um sintoma da hipertrofia do Judiciário, que vem se estabelecendo como um Poder acima dos demais e, em alguns casos, até mesmo acima da constituição. O Senado Federal precisa repelir essa violação de sua autonomia, sob pena de fragilizar ainda mais as instituições oriundas do voto popular”, afirma a nota do partido.

O PT ainda defende que Aécio seja levado ao Conselho de Ética do Senado, “por ter desonrado o mandato”, e que responda perante à Justiça. “Mas a resposta da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal a este anseio de Justiça foi uma condenação esdrúxula, sem previsão constitucional, que não pode ser aceita por um poder soberano como é o Senado Federal”, ressalta a nota.

Os ministros do Supremo Marco Aurélio Mello, que foi relator e voto vencido na Primeira Turma, e Gilmar Mendes também criticaram a decisão da véspera. Para eles, recolhimento noturno equivale a prisão, e o Senado pode discutir também o afastamento do mandato. Já Gilmar Mendes integra a Segunda Turma e, por isso, não participou do julgamento.

Segundo Gilmar, o colegiado começou a “poetizar”, e o melhor seria que o caso fosse analisado pelo plenário do STF, composto por todos os ministros.

— Eu tenho a impressão de que a Primeira Turma decidiu pela prisão, o que não tem respaldo na Constituição. O Senado tem que deliberar sobre isso — disse Gilmar, acrescentando: — Temos que evitar o populismo constitucional, institucional. Devemos nos balizar pela Constituição. Quando começamos a reescrever a Constituição, é preocupante.

Na Rocinha, militares usam lenços no rosto parecidos com máscaras de caveira. O uso é proibido, mas como militares desobedecem a ordem?

Um acessório vem chamando a atenção na ocupação das Forças Armadas na Favela da Rocinha. Para cobrir o rosto, militares são vistos usando lenços que mais parecem máscaras de personagens de filmes de terror, a maioria com desenhos de caveiras.

A peça retrata o clima de tensão vivido pelos moradores na comunidade.

No entanto, de acordo com soldados, o lenço — também chamado de buff — não é usado para amedrontar ainda mais a população.

Eles alegam que o acessório, feito de poliviscose, protege dos raios solares e seca rapidamente o suor sem prejudicar a respiração.

Além de soldados do Exército, fuzileiros navais do grupo Comandos Anfíbios também usam os lenços.

A assessoria do Estado-Maior Conjunto das Operações em Apoio ao Plano Nacional de Segurança Pública informou que o uso da balaclava na cores preta e azul-ferrete está previsto nos regulamentos de uniforme das Forças Armadas, e que o uso da peça em desacordo com tal regra já está sendo apurado.

Em outro ponto da comunidade, dois soldados circulam e um deles usa o acessório.
Em outro ponto da comunidade, dois soldados circulam e um deles usa o acessório. Foto: Domingos Peixoto

Em maio, durante incursão no Complexo do Alemão, PMs do Bope usaram um acessório que também chamou a atenção: era o keffiyeh (lenço palestino).

Feita de algodão, a peça substituía a balaclava (touca ninja).

Na ocasião, o comando da PM disse que o acessório protege o rosto do policial contra estilhaços e vira um torniquete em casos de socorro a feridos.

Reunião na ‘surdina’ do Exército revela que o general Mourão não está isolado, pelo contrário, está muito bem acompanhado em suas intenções

Na última segunda-feira o comandante-geral do Exército brasileiro, general Eduardo Villas Bôas, realizava a abertura de mais uma reunião formal do Alto Comando da instituição, no Quartel General do Exército, em Brasília, no Distrito Federal.

Tratava-se do encontro de número 314 dos militares das Forças Armadas [VIDEO]. Um dos principais motivos alavancados para que se concretizasse o encontro, se refere aos grandes problemas que afligem os militares, como por exemplo, a grave crise política do país e a falta de recursos para a manutenção dos militares na caserna.

Entretanto, há outros problemas que são constantemente levantados, como a garantia de atividades básicas inerentes à implementação dos trabalhos da Força e o contingenciamento de verbas destinadas pelo #Governo federal.

Posicionamento dos generais na ‘surdina’

Durante a realização do encontro dos integrantes da cúpula do Exército brasileiro, um posicionamento expressado por generais espalhados pelas principais unidades militares do país, vem à tona. Muitos demonstraram grande inquietação a partir da propagação da corrupção em diversas instituições do país, inclusive, em relação ao Poder Judiciário, como também os poderes Executivo e Legislativo.

A pauta debatida acabou ultrapassando os limites, já que se avaliava a corrupção reinante no país. Na surdina, alguns generais colocaram sobre a mesa, o que mais tarde, o general Antônio Hamilton Martins Mourão expressaria, através de seu discurso proferido na Loja Maçônica Grande Oriente, localizada na capital federal.

Debatia-se na verdade, a necessidade de intervenção militar no Brasil, diante da grave “crise ética, político-institucional”, segundo os rumos tomados na reunião.

Entretanto, a manifestação dos generais ecoava com consonância e demonstrava contundentemente, que o general Mourão não falava sozinho e nem mesmo, havia cometido qualquer tipo de arroubo imprevidente, quando ele havia defendido uma solução considerada radical, conforme toda a repercussão alcançada por suas palavras, na palestra da última semana.

O discurso proferido pelo general Mourão apresentava, de qualquer modo, algum tipo de respaldo, a partir desse encontro prévio do Alto Comando do Exército brasileiro. Nesse encontro, estavam presentes 16 generais quatro estrelas, dentre eles, a presença marcante do Comandante-Militar do Leste e chefe do Estado-Maior, general Fernando Azevedo e Silva, um dos grandes cotados para substituir o general Eduardo Villas Bôas, no comando do Exército.

Alguns dos generais presentes na reunião de cúpula, deixaram claro que não estariam ali para tramar um golpe militar, mas sim preocupados com a deterioração do quadro político brasileiro e asseguram que, se for necessário, estariam prontos para uma “intervenção militar com o intuito de colocar ordem na casa”.

Vale ressaltar que após as manifestações de Mourão, Villas Bôas não falou em puni-lo, mas sim o elogiou, ao considerá-lo um “grande soldado”.