Fraude no concurso dos bombeiros: a vergonha descarada em vídeo

Realmente o problema do Brasil é o brasileiro. Estudar, estudar e ver isso é revoltante. O negócio é, e se não pegassem como seria? Quantos concursos já foram fraudados e não descobriram? É muito difícil essa situação, revoltante.

Estudar, estudar e ver isso é revoltante.Fraude no concurso dos bombeiros.

Publicado por Monike Capitani em Segunda, 25 de janeiro de 2016

FRAUDE NAS URNAS ELETRÔNICAS: JUIZ DIVULGA PROVAS DAS FRAUDES E AVISA “O CERCO SE FECHOU CONTRA A QUADRILHA”

MP: MAIS DE 27 MILHÕES MORRERAM E VOTARAM DEPOIS

Diante das provas apuradas com uma investigação sigilosa,ficou constatado que houve fraudes nas Eleições  de 2012 e de 2014.

Algumas provas das fraudes foram cedidas por delegados das seções que repudiaram os fatos,mas depois que o caso caiu nas mãos de magistrados competentes houve uma investigação sigilosa que constataram que os fatos eram verídicos,a Justiça afirma que haverá prisões e que isso não acontecerá mais no Pleito desse ano de 2016.

AS FRAUDES ELETROTÔNICAS CONSTATARAM QUE AÉCIO NEVES ESTAVA NA FRENTES NA APURAÇÃO DOS VOTOS NA ELEIÇÃO MAS DE FORMA MÁGICA ENTROU DILMA ROUSSEF NA FRENTE ,O MESMO CASO ACONTECEU EM SÃO PAULO

MP AFIRMA QUE  MAIS DE 27 MILHÕES DE PESSOAS MORRERAM E VOTARAM DEPOIS

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07/10/2012 17:17:02 

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Fonte: G1.com

Conheça o hospital militar abandonado por Hitler

Às vezes, edifícios abandonados simplesmente são assustadores por si só, mas esse na verdade assusta também pela sua história.

Construído em 1898, este complexo hospitalar com o nome de Beelitz Heilstätten ficou ativo entre 1898 e 1930, e o complexo serviu como um sanatório para doenças pulmonares, abrigando geralmente aqueles com condições então fatais, como a tuberculose.

Durante a primeira guerra mundial serviu como um hospital de campo que tratou as primeiras vítimas de armas como metralhadoras. Durante este tempo, o hospital também tratou um jovem soldado com o nome de Adolf Hitler, que tinha sido cegado por um ataque com gás britânico e ferido na perna na batalha do Somme (que lhe valeu a Cruz de Ferro).

Ironicamente, essas experiências e seu tratamento bem sucedido iria definir o cenário para o hospital para mais uma vez ser usado como um hospital de campanha, tratando feridos nazistas durante a Segunda Guerra Mundial. Porém, o hospital foi ocupado pelos russos em 1945, servindo como um hospital militar soviético para os próximos 50 anos, até 1995.. O hospital tratou todos de membros do Partido Comunista.

Hoje, enquanto algumas pequenas seções do imenso hospital são usados ​​para reabilitação neurológica e para a pesquisa de Parkinson, a maioria do complexo, incluindo a unidade de cirurgia, e o hospital psiquiátrico, foram abandonados e deixados para se decompor. Em 2002, foi utilizado como cenário para o filme de Roman Polanski “O Pianista”.

Hoje o hospital é frequentado por grafiteiros, adolescentes, e as pessoas que procuram uma aventura diferente.

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Conheça a Monsanto: empresa que envenena a raça humana

O grupo americano Monsanto [1] é um gigante no agronegócio – e é o número um na área da controvertida tecnologia genética “verde”. Para seus opositores, a Monsanto é um inimigo assustador. E continuam acontecendo coisas intrigantes que fazem o inimigo parecer ainda mais aterrorizante.

No mês passado, a organização europeia protetora do meio ambiente “Amigos da Terra” e a Federação para meio Ambiente e Proteção à Natureza Deutschland (BUND) quiseram apresentar um estudo sobre os efeitos do herbicida glifosato no corpo humano. Os herbicidas que contêm glifosato são carros-chefes da Monsanto. A empresa fatura mais de dois bilhões de dólares somente com o agente Roundup. Os “herbicidas Roundup”, assim sustenta a Monsanto, “têm uma longa história de uso seguro em mais de 100 países”.

As empresas que dominam o mundo
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Quando os vírus atacaram seus computadores, os ativistas se indagaram: será que estamos vendo fantasmas?

Entretanto existem também pesquisas alegando que o agente possivelmente cause prejuízos a plantas e animais; e o estudo mais recente demonstra que muitos moradores de grandes cidades vivem com o veneno no próprio corpo, sem terem conhecimento disso. Como tantas outra coisas relacionadas a esse assunto, é discutível o que exatamente o pesticida é capaz de provocar no organismo humano.

Dois dias antes da publicação do estudo em dezoito países, um vírus paralisou o computador do principal organizador, Adrian Bepp. Houve ameaça de cancelamento das entrevistas coletivas em Viena, Bruxelas e Berlin. “Surgiu pânico”, lembra Heike Moldenhauer da BUND. Os ativistas do meio ambiente viram-se correndo contra o tempo.

Moldenhauer e seus colegas tinham feito diversas especulações sobre os motivos e a identidade do misterioso agressor. A especialista em tecnologia genética do BUND acredita que o principal objetivo do desconhecido fornecedor do vírus tenha sido “gerar confusão”. Não há nada pior para uma pesquisa do que cancelar uma coletiva da imprensa. “E nós ficamos nos perguntando se estávamos vendo fantasmas”, diz Moldenhauer.

Não há nenhum indício de que Monsanto tenha sido o fantasma, ou que tenha algo a ver com o vírus. O grupo sustenta que não faria algo assim. Preza “agir com responsabilidade”: “hoje em dia é muito fácil fazer uma afirmação e de difundi-la”, diz a Monsanto. Dessa forma, prossegue “periodicamente são feitas afirmações duvidosas e populistas que denigrem nosso trabalho e nossos produtos, carecendo de qualquer abordagem científica.”

Assista o vídeo abaixo, um verdadeiro escândalo sobre essa empresa assassina….

Os críticos do grupo têm outra visão. Ela tem a ver com a espessa trama tecida ao redor do mundo pela Monsanto, cujos entroncamentos estão localizados nos serviços secretos norte-americanos, nas suas forças armadas, em empresas de segurança privadas e, é claro, também junto ao governo dos EUA.

Monsantoland

Um número expressivo de críticos da Monsanto relata ataques cibernéticos regulares, praticados com gabarito profissional. Também os serviços secretos e o serviço militar gostam de contratar hackers e programadores. Estes são especialistas em desenvolver cavalos de troia e vírus para penetrar em redes de computadores alheios. O ex-agente da CIA Edward Snowden chamou atenção ao nexo entre as ações dos serviços de notícias e as movimentações da economia. No entanto, esta ligação perdeu força diante das demais denúncias.

Alguns dos poderosos defensores da Monsanto entendem bastante do assunto da guerra cibernética. “Imagine a internet como uma arma que está sobre a mesa. Ou você a pega, ou seu concorrente irá fazê-lo, mas alguém será morto”, foi o que disse Jay Byrne em 2001, quando era chefe de relações públicas na Monsanto.

É comum empresas lutarem com métodos escusos em função daquilo que consideram como seu direito, como sendo o certo. Porém, os termos “amigo ou inimigo”, “ele ou eu” já denotam linguagem de guerra. E numa guerra é preciso ter aliados – por exemplo, aqueles instalados no serviço secreto.

São conhecidos os contatos da Monsanto com o notório ex-agente secreto Joseph Cofer Black, que colaborou na formulação da “lei da selva”, na “campanha anti-terror” de George W. Bush. Ele é especialista para trabalho sujo, da linha dura. Trabalhou para a CIA durante quase trinta anos, sendo inclusive o chefe “antiterrorista”. Mais tarde seria o vice-presidente da empresa de segurança particular Blackwater, que mandou milhares de mercenários para o Iraque e o Afeganistão.

Pesquisas mostram como são estreitos os laços da direção da empresa com o governo central em Washington e com representações diplomáticas dos EUA no mundo inteiro. A Monsanto tem auxiliares eficazes em diversos lugares. Antigos colabores da corporação ocupam altos postos nos EUA, em departamentos governamentais e ministérios, em federações da indústria e universidades. Por vezes, são relações quase simbióticas. De acordo com informações da organização anti-lobby Open Secrets, no ano passado 16 lobistas da Monsanto ocuparam cargos de alto nível no governo norte-americano e em agências reguladoras.

Para a empresa, trata-se de ocupar novos mercados e em vender alimentos a uma população mundial que cresce em ritmo alucinante. A engenharia genética e as patentes relacionadas com plantas desempenham um papel importante nesse contexto. Nos Estados Unidos, o milho e soja geneticamente modificados representam 90% dos cultivos — e este percentual cresce de modo constante também no resto do mundo.

Apenas no mercado europeu, nada acontece. Diversos países da União Europeia (UE) têm muitas restrições com relação ao futuro da Monsanto, o que visivelmente desagrada ao governo dos EUA. No ano de 2009, Ilse Aigner, Ministra da Alimentação, Agricultura e Proteção ao Consumidor da Alemanha, filiada ao Partido da União Social-Cristã, havia banido o tipo de milho MON810 também dos campos alemães.

Ao viajar logo depois para os Estados Unidos, foi interpelada pelo colega americano Tom Vilsack, com respeito à Monsanto. O político, do Partido Democrata, havia sido governador no estado federal Iowa, de característica rural, e logo tornou-se adepto dos transgênicos. Em 2001, foi eleito pela bioindústria como “governador do ano”.

Infelizmente, não há registro da conversa entre Vilsack e Aigner. Dizem que foi controvertida. Um representante do governo federal alemão descreve o tom do diálogo da seguinte forma: houve “esforços maciços de forçar uma mudança de rumo dos alemães com respeito à política genética”. A fonte da informação não quis se pronunciar sobre o tipo dos “esforços maciços”, nem sobre a tentativa de “forçar” alguma coisa. Isto não se faz entre amigos ou parceiros.

MONSANTOTOMATO

Graças a Snowden e ao Wikileaks, o mundo pode imaginar o que acontece entre amigos e parceiros, quando o poder e o dinheiro estão em jogo. Dois anos atrás, o Wikileaks publicou despachos diplomáticos, que incluíam detalhes sobre a Monsanto e a engenharia genética.

Em 2007, por exemplo, o então embaixador norte-americano em Paris, Craig Stapleton, sugeriu ao governo dos EUA que elaborasse uma lista suja dos países da União Europeia que estivessem dispostos a proibir o plantio de sementes geneticamente modificadas por empresas norte-americanas. O teor da mensagem secreta: “A equipe parisiense sugere propor uma lista de medidas de retaliação que irá causar dores à Europa”. “Dores”, “retaliação” – a rigor, essa não é exatamente a linguagem da diplomacia.

A luta pela autorização do famoso milho geneticamente manipulado MON810 na Europa foi conduzida pela Monsanto com muito trabalho de lobby – e ao final, a empresa perdeu por completo. O produto foi banido inclusive dos mercados prestigiados da França e da Alemanha. Uma aliança entre políticos, agricultores e pessoas relacionadas às igrejas recusou a engenharia genética nas plantações, e os consumidores não a querem em seus pratos.

No entanto, a batalha ainda não terminou. Nas negociações iniciadas nos mês passado entre os EUA e a UE, sobre um tratado de “livre” comércio, os Estados Unidos esperam, entre outras coisas, uma abertura dos mercados para a tecnologia genética.

Com o Tratado de Livre Comércio, EUA querem abrir o mercado de transgênicos na Europa

Fazer lobby por uma empresa nacional no exterior é algo visto como dever cívico, nos EUA. Há muito, as mais significativas entre os dezesseis agências de inteligência norte-americanas entendem seu trabalho como apoio aos interesses econômicos norte-americanos no cenário mundial. Alegando combater o terrorismo, não somente espionam governos, órgãos públicos e cidadãos, mas também empenham-se — do seu modo muito peculiar — a favor de interesses econômicos do país.

monsanto (1)

Alguns exemplos:

Várias décadas atrás, quando o Japão ainda não era uma potência econômica, surgiu nos Estados Unidos a pesquisa “Japão 2000”, elaborada por um colaborador do Rochester Institute of Technology (RIT). Através de uma “política comercial temerária”, assim dizia o estudo, o Japão estaria planejando uma espécie de conquista do mundo, e os perdedores seriam os EUA. A segurança nacional dos Estados Unidos estaria ameaçada e a CIA deu o grito de guerra.
Na competição global, a economia norte-americana tinha que ser protegida dos “dirty tricks”, os truques sujos dos europeus, declarou o ex diretor da CIA James Woolsey. Por esta razão, os “amigos do continente europeu” estariam sendo espionados: os Estados Unidos são limpos…
Edward Snowden esteve certa vez pela CIA na Suíça, e há dias relatou a maneira como a empresa teria tentado envolver um banqueiro suíço na espionagem de dados bancários. A União Europeia permitiu aos serviços norte-americanos examinar em profundidade os negócios financeiros de seus cidadãos. Segundo dizem, o objetivo é secar as fontes financeiras do terror. Os meios e os fins, entretanto, são altamente discutíveis.
Na Suíça, que anteriormente foi palco de muitas histórias de agentes, desenrolou-se um dos episódios que tornaram a Monsanto particularmente misteriosa: em janeiro de 2008, o ex agente da CIA Cofer Black viajou para Zurique para encontrar-se com Kevin Wilson, na época, o responsável pela segurança para questões globais. A pergunta, a respeito do que os dois homens estariam falando, ficou no ar. Certamente os assuntos eram os de sempre: opositores, negócios, inimigos mortais…

O jornalista investigativo Jeremy Scahill, autor da obra sobre a empresa de mercenários Blackwater, escreveu em 2010, no jornal semanal americano The Nation, sobre esse estranho encontro em Zurique. Tinha recebido documentos vazados, a respeito do assunto. Deixavam claro que a Monsanto estava querendo se defender contra ativistas que queriam destruir suas plantações experimentais; contra críticos que se posicionavam contra a empresa de modificação genética.

Cofer Black era, para todos os efeitos, a pessoa certa: “Vamos tirar as luvas de pelica”, havia declarado após os ataques de 11 de setembro, conclamando seus agentes da CIA a livrar-se de Osama bin Laden no Afeganistão: “Apanhem-no: quero a cabeça dele dentro de uma caixa”. Mas ele também entende muito do outro negócio do serviço secreto; aquele que opera com fontes de acesso público.

Ao encontrar-se com Wilson, dirigente de segurança na Monsanto, Cofer Black ainda era vice na Blackwater, cujos clientes eram, entre outros, o Pentágono, o Departamento de Estado, a CIA, e logicamente, empresas particulares. Mas em janeiro de 2008 houve muitos tumultos, pois 17 civis foram assassinados no Iraque por mercenários da empresa de segurança, e alguns homens da Blackwater chamaram atenção de funcionários do governo iraquiano devido a atos de suborno.

Acontece que Cofer Black, na época, era também o chefe da empresa de segurança Total Intelligence Solutions (TIS), uma subsidiára da Blackwater, e que, apesar de sua reputação menos devastadora, contava também com “experts” excelentes e versáteis…

De acordo com as próprias informações, a Monsanto fez negócio, na época, com a TIS e não com a Blackwater. Era inquestionável que a Monsanto fora abastecida pela TIS, com relatórios sobre as atividades dos críticos – as quais poderiam representar um risco para a empresa, seus colaboradores ou seus negócios operacionais. Fazia parte tanto coletar informações sobre ataques terroristas na Ásia quanto escanear páginas da internet e blogs. A Monsanto frisava que a TIS, obviamente, só tinha usado material de acesso público…

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Isso corresponderia aos métodos de Cofer Black. Então – nada de ações escusas.

Costumava haver boatos frequentes de que a Monsanto quisera assumir o controle da TIS, objetivando a sua segurança geral. E hoje surgem novos rumores, segundo os quais o grupo estaria avaliando a possibilidade de assumir a empresa Academi, que formou-se após reorganizações da antiga Blackwater.

Será que os rumores procedem? “Em geral, não discutimos os detalhes do nosso relacionamento com os prestadores de serviço – a não ser que essas informações já estejam disponíveis ao público”, foi a única resposta da Monsanto.

Toda empresa possui a sua própria história, e da história da Monsanto faz parte um assunto que queimou sua imagem não apenas junto aos hippies: no passado, a Monsanto esteve na linha de frente dos produtores do pesticida “Agente Laranja”, utilizado até janeiro de 1971 na guerra do Vietnã pelos militares norte-americanos.

Os constantes bombardeios químicos desfolhavam as florestas para tornar o inimigo visível. Os campos eram envenenados para que o vietcong não tivesse mais nada para comer. Nas áreas pulverizadas multiplicou-se por dez o número de nascimentos de crianças com anomalias; nasciam sem nariz, sem olhos, com hidrocefalia ou fendas no rosto – e as forças armadas dos EUA asseguravam que o produto da Monsanto seria tão inofensivo quanto a Aspirina.

Será que na guerra, tudo é permitido? Principalmente na moderna guerra cibernética?

Chama atenção o fato de que alguém esteja dificultando, hoje, a vida dos críticos da Monsanto, ou que alguma mão invisível esteja interrompendo carreiras. Mas, quem é esse alguém? São alvos de ataque cientistas como a australiana Judy Carman, que, entre outros, tornou-se conhecida com pesquisas de produtos transgênicos. Suas publicações são questionadas por professores, os mesmos que tentam minimizar a importância dos estudos de outros críticos da Monsanto.

Mas o assunto não se resume a escaramuças nos círculos científicos. Pois diversas páginas da internet onde Carman publica suas pesquisas, tornam-se alvo de ataques cibernéticos e, segundo impressão de pesquisadora, são sistematicamente observadas. Exames do IP de seu site demonstram que não apenas a Monsanto acessa regularmente essas páginas, mas também diversos órgãos do governo norte-americano ligados às forças armadas.

Entre outros, o Navy Network Information Center, a Federal Aviation Administration e o United States Army Intelligence Center, um órgão do exército para o treinamento de soldados em tarefas de espionagem. O interesse da Monsanto nessas pesquisas pode ser observado, também no caso de Carman. “Mas não entendo, por que o governo americano e o exército mandam me observar“, diz ela.

Coisas estranhas aconteceram também com a GM Watch, uma organização crítica da engenharia genética. A colaboradora Claire Robinson fala de ataques cibernéticos constantes à página desde 2007. “Toda vez em que aumentamos a segurança do site, nossos oponentes tornam-se mais tenazes e seguem novos ataques, ainda piores”, explica. Também neste caso não se acredita em coincidência.

Em 2012, quando o cientista francês Eric Séralini publicou uma pesquisa bombástica sobre os riscos à saúde representados pelo milho transgênico e o glifosato, o site da GM Watch foi atacado e bloqueado. Isso se repetiu quando foi publicado o posicionamento do órgão europeu de inspeção alimentar, a EFSA. Em ambos os casos, o momento foi habilmente escolhido: no exato instante em que os editores tentavam publicar os textos. Não foi possível determinar quem estava por trás dos ataques.

A própria Monsanto, como já foi dito, faz questão de frisar que opera “com responsabilidade“.

No entanto, é fato que a empresa tem muitos interesses em jogo. Trata-se de projetos legislativos, e em especial, das negociações em curso, relacionadas ao Tratado de “livre” comércio entre EUA e UE. Os capítulos sobre Agricultura e Indústria Alimentícia são particularmente delicados. Os norte-americanos têm como meta a abertura dos mercados europeus para os produtos até então proibidos. Ao lado das plantas transgênicas, estão incluídos aditivos controversos e a carne bovina tratada com hormônios. As negociações certamente ainda vão se arrastar por alguns anos.

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O assunto é polêmico e as negociações serão duras. Por isso, o presidente Barack Obama apontou Islam Siddiqui como chefe das negociações agrícolas. Como especialista, trabalhou durante muitos anos para o ministério de Agricultura americano.

Mas, o que poucos sabem na Europa: de 2001 a 2008 ele representou, como lobista registrado, a CropLife America, uma associação industrial que representa os interesses de produtores de pesticidas e produtos transgênicos. Entre eles, é claro, a Monsanto. “A rigor, a UE não poderia aceitar tal interlocutor, devido a seus interesses, opina Manfred Häusling que representa o Partido Verde no parlamento europeu.

Englentich, a rigor. No médio-alto alemão, esta palavra (eigentlich) sinificava “servil”, o que não seria uma má descrição do cenário atual — onde os políticos europeus, e em especial os alemães, revelam uma atitude de surpreendente aceitação, diante do fato de serem espionados com regularidade por órgãos norte-americanos.

Nota

[1] A Monsanto é o a maior empresa agrária do mundo, e também a que lidera a engenharia genética. Em 2012, o grupo ampliou seu faturamento em 14%, em comparação ao ano anterior, chegando a 13,5 bilhões de dólares. O lucro subiu 25%, atingindo dois bilhões de dólares. No mundo todo, a empresa emprega 21.500 trabalhadores e tem filiais em mais de 50 países.

Sua fundação data de 1901, pelo norte-americano John Queeny em St. Louis, no estado de Missouri. O nome foi uma homenagem à família de sua esposa. Primeiro, Queeny produziu o adoçante sacarina. Em pouco tempo, o fabricante de bebidas Coca-Cola passa a fazer parte de seus clientes. Logo depois da I Guerra Mundial, a Monsanto entrou no ramo dos produtos químicos.

Sua ascensão foi rápida. Em 1927, ingressou na bolsa de valores, e ampliou sua atuação no setor químico, incluindo adubos e fibras sintéticas. Investiu até mesmo na indústria petrolífera. Depois da guerra do Vietnã, a Monsanto passou a focar mais intensamente o setor agrário, o desenvolvimento de herbicidas e em seguida a produção de sementes.

Nos anos oitenta, a biotecnologia foi declarada seu alvo estratégico. O próximo passo foi a modificação consequente para uma empresa agrícola – e os outros segmentos foram deixados de lado.

Por Marianne Falck, Hans Leyendecker e Silvia Liebrich, no Süddeutsche Zeitung. Tradução de Regina Richau Frazão para o Outras Palavras.O lado mais sujo da Monsanto
O grupo americano Monsanto[1] é um gigante no agronegócio – e é o número um na área da controvertida tecnologia genética “verde”. Para seus opositores, a Monsanto é um inimigo assustador. E continuam acontecendo coisas intrigantes que fazem o inimigo parecer ainda mais aterrorizante.

No mês passado, a organização europeia protetora do meio ambiente “Amigos da Terra” e a Federação para meio Ambiente e Proteção à Natureza Deutschland (BUND) quiseram apresentar um estudo sobre os efeitos do herbicida glifosato no corpo humano. Os herbicidas que contêm glifosato são carros-chefes da Monsanto. A empresa fatura mais de dois bilhões de dólares somente com o agente Roundup. Os “herbicidas Roundup”, assim sustenta a Monsanto, “têm uma longa história de uso seguro em mais de 100 países”.

Quando os vírus atacaram seus computadores, os ativistas se indagaram: será que estamos vendo fantasmas?

Entretanto existem também pesquisas alegando que o agente possivelmente cause prejuízos a plantas e animais; e o estudo mais recente demonstra que muitos moradores de grandes cidades vivem com o veneno no próprio corpo, sem terem conhecimento disso. Como tantas outra coisas relacionadas a esse assunto, é discutível o que exatamente o pesticida é capaz de provocar no organismo humano.

Dois dias antes da publicação do estudo em dezoito países, um vírus paralisou o computador do principal organizador, Adrian Bepp. Houve ameaça de cancelamento das entrevistas coletivas em Viena, Bruxelas e Berlin. “Surgiu pânico”, lembra Heike Moldenhauer da BUND. Os ativistas do meio ambiente viram-se correndo contra o tempo.

Moldenhauer e seus colegas tinham feito diversas especulações sobre os motivos e a identidade do misterioso agressor. A especialista em tecnologia genética do BUND acredita que o principal objetivo do desconhecido fornecedor do vírus tenha sido “gerar confusão”. Não há nada pior para uma pesquisa do que cancelar uma coletiva da imprensa. “E nós ficamos nos perguntando se estávamos vendo fantasmas”, diz Moldenhauer.

Não há nenhum indício de que Monsanto tenha sido o fantasma, ou que tenha algo a ver com o vírus. O grupo sustenta que não faria algo assim. Preza “agir com responsabilidade”: “hoje em dia é muito fácil fazer uma afirmação e de difundi-la”, diz a Monsanto. Dessa forma, prossegue “periodicamente são feitas afirmações duvidosas e populistas que denigrem nosso trabalho e nossos produtos, carecendo de qualquer abordagem científica.”

Os críticos do grupo têm outra visão. Ela tem a ver com a espessa trama tecida ao redor do mundo pela Monsanto, cujos entroncamentos estão localizados nos serviços secretos norte-americanos, nas suas forças armadas, em empresas de segurança privadas e, é claro, também junto ao governo dos EUA.

Um número expressivo de críticos da Monsanto relata ataques cibernéticos regulares, praticados com gabarito profissional. Também os serviços secretos e o serviço militar gostam de contratar hackers e programadores. Estes são especialistas em desenvolver cavalos de tróia e vírus para penetrar em redes de computadores alheios. O ex-agente da CIA Edward Snowden chamou atenção ao nexo entre as ações dos serviços de notícias e as movimentações da economia. No entanto, esta ligação perdeu força diante das demais denúncias.

Alguns dos poderosos defensores da Monsanto entendem bastante do assunto da guerra cibernética. “Imagine a internet como uma arma que está sobre a mesa. Ou você a pega, ou seu concorrente irá fazê-lo, mas alguém será morto”, foi o que disse Jay Byrne em 2001, quando era chefe de relações públicas na Monsanto.

É comum empresas lutarem com métodos escusos em função daquilo que consideram como seu direito, como sendo o certo. Porém, os termos “amigo ou inimigo”, “ele ou eu” já denotam linguagem de guerra. E numa guerra é preciso ter aliados – por exemplo, aqueles instalados no serviço secreto.

São conhecidos os contatos da Monsanto com o notório ex-agente secreto Joseph Cofer Black, que colaborou na formulação da “lei da selva”, na “campanha anti-terror” de George W. Bush. Ele é especialista para trabalho sujo, da linha dura. Trabalhou para a CIA durante quase trinta anos, sendo inclusive o chefe “antiterrorista”. Mais tarde seria o vice-presidente da empresa de segurança particular Blackwater, que mandou milhares de mercenários para o Iraque e o Afeganistão.

Pesquisas mostram como são estreitos os laços da direção da empresa com o governo central em Washington e com representações diplomáticas dos EUA no mundo inteiro. A Monsanto tem auxiliares eficazes em diversos lugares. Antigos colabores da corporação ocupam altos postos nos EUA, em departamentos governamentais e ministérios, em federações da indústria e universidades. Por vezes, são relações quase simbióticas. De acordo com informações da organização anti-lobby Open Secrets, no ano passado 16 lobistas da Monsanto ocuparam cargos de alto nível no governo norte-americano e em agências reguladoras.

Para a empresa, trata-se de ocupar novos mercados e em vender alimentos a uma população mundial que cresce em ritmo alucinante. A engenharia genética e as patentes relacionadas com plantas desempenham um papel importante nesse contexto. Nos Estados Unidos, o milho e soja geneticamente modificados representam 90% dos cultivos — e este percentual cresce de modo constante também no resto do mundo.

Apenas no mercado europeu, nada acontece. Diversos países da União Europeia (UE) têm muitas restrições com relação ao futuro da Monsanto, o que visivelmente desagrada ao governo dos EUA. No ano de 2009, Ilse Aigner, Ministra da Alimentação, Agricultura e Proteção ao Consumidor da Alemanha, filiada ao Partido da União Social-Cristã, havia banido o tipo de milho MON810 também dos campos alemães.

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Ao viajar logo depois para os Estados Unidos, foi interpelada pelo colega americano Tom Vilsack, com respeito à Monsanto. O político, do Partido Democrata, havia sido governador no estado federal Iowa, de característica rural, e logo tornou-se adepto dos transgênicos. Em 2001, foi eleito pela bioindústria como “governador do ano”.

Infelizmente, não há registro da conversa entre Vilsack e Aigner. Dizem que foi controvertida. Um representante do governo federal alemão descreve o tom do diálogo da seguinte forma: houve “esforços maciços de forçar uma mudança de rumo dos alemães com respeito à política genética”. A fonte da informação não quis se pronunciar sobre o tipo dos “esforços maciços”, nem sobre a tentativa de “forçar” alguma coisa. Isto não se faz entre amigos ou parceiros.

Graças a Snowden e ao Wikileaks, o mundo pode imaginar o que acontece entre amigos e parceiros, quando o poder e o dinheiro estão em jogo. Dois anos atrás, o Wikileaks publicou despachos diplomáticos, que incluíam detalhes sobre a Monsanto e a engenharia genética.

Em 2007, por exemplo, o então embaixador norte-americano em Paris, Craig Stapleton, sugeriu ao governo dos EUA que elaborasse uma lista suja dos países da União Europeia que estivessem dispostos a proibir o plantio de sementes geneticamente modificadas por empresas norte-americanas. O teor da mensagem secreta: “A equipe parisiense sugere propor uma lista de medidas de retaliação que irá causar dores à Europa”. “Dores”, “retaliação” – a rigor, essa não é exatamente a linguagem da diplomacia.

A luta pela autorização do famoso milho geneticamente manipulado MON810 na Europa foi conduzida pela Monsanto com muito trabalho de lobby – e ao final, a empresa perdeu por completo. O produto foi banido inclusive dos mercados prestigiados da França e da Alemanha. Uma aliança entre políticos, agricultores e pessoas relacionadas às igrejas recusou a engenharia genética nas plantações, e os consumidores não a querem em seus pratos.

No entanto, a batalha ainda não terminou. Nas negociações iniciadas nos mês passado entre os EUA e a UE, sobre um tratado de “livre” comércio, os Estados Unidos esperam, entre outras coisas, uma abertura dos mercados para a tecnologia genética.

Com o Tratado de Livre Comércio, EUA querem abrir o mercado de transgênicos na Europa

Fazer lobby por uma empresa nacional no exterior é algo visto como dever cívico, nos EUA. Há muito, as mais significativas entre os dezesseis agências de inteligência norte-americanas entendem seu trabalho como apoio aos interesses econômicos norte-americanos no cenário mundial. Alegando combater o terrorismo, não somente espionam governos, órgãos públicos e cidadãos, mas também empenham-se — do seu modo muito peculiar — a favor de interesses econômicos do país.

Alguns exemplos:

Várias décadas atrás, quando o Japão ainda não era uma potência econômica, surgiu nos Estados Unidos a pesquisa “Japão 2000”, elaborada por um colaborador do Rochester Institute of Technology (RIT). Através de uma “política comercial temerária”, assim dizia o estudo, o Japão estaria planejando uma espécie de conquista do mundo, e os perdedores seriam os EUA. A segurança nacional dos Estados Unidos estaria ameaçada e a CIA deu o grito de guerra.

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Na competição global, a economia norte-americana tinha que ser protegida dos “dirty tricks”, os truques sujos dos europeus, declarou o ex diretor da CIA James Woolsey. Por esta razão, os “amigos do continente europeu” estariam sendo espionados: os Estados Unidos são limpos…
Edward Snowden esteve certa vez pela CIA na Suíça, e há dias relatou a maneira como a empresa teria tentado envolver um banqueiro suíço na espionagem de dados bancários. A União Europeia permitiu aos serviços norte-americanos examinar em profundidade os negócios financeiros de seus cidadãos. Segundo dizem, o objetivo é secar as fontes financeiras do terror. Os meios e os fins, entretanto, são altamente discutíveis.
Na Suíça, que anteriormente foi palco de muitas histórias de agentes, desenrolou-se um dos episódios que tornaram a Monsanto particularmente misteriosa: em janeiro de 2008, o ex agente da CIA Cofer Black viajou para Zurique para encontrar-se com Kevin Wilson, na época, o responsável pela segurança para questões globais. A pergunta, a respeito do que os dois homens estariam falando, ficou no ar. Certamente os assuntos eram os de sempre: opositores, negócios, inimigos mortais…

O jornalista investigativo Jeremy Scahill, autor da obra sobre a empresa de mercenários Blackwater, escreveu em 2010, no jornal semanal americano The Nation, sobre esse estranho encontro em Zurique. Tinha recebido documentos vazados, a respeito do assunto. Deixavam claro que a Monsanto estava querendo se defender contra ativistas que queriam destruir suas plantações experimentais; contra críticos que se posicionavam contra a empresa de modificação genética.

Cofer Black era, para todos os efeitos, a pessoa certa: “Vamos tirar as luvas de pelica”, havia declarado após os ataques de 11 de setembro, conclamando seus agentes da CIA a livrar-se de Osama bin Laden no Afeganistão: “Apanhem-no: quero a cabeça dele dentro de uma caixa”. Mas ele também entende muito do outro negócio do serviço secreto; aquele que opera com fontes de acesso público.

Ao encontrar-se com Wilson, dirigente de segurança na Monsanto, Cofer Black ainda era vice na Blackwater, cujos clientes eram, entre outros, o Pentágono, o Departamento de Estado, a CIA, e logicamente, empresas particulares. Mas em janeiro de 2008 houve muitos tumultos, pois 17 civis foram assassinados no Iraque por mercenários da empresa de segurança, e alguns homens da Blackwater chamaram atenção de funcionários do governo iraquiano devido a atos de suborno.

Acontece que Cofer Black, na época, era também o chefe da empresa de segurança Total Intelligence Solutions (TIS), uma subsidiára da Blackwater, e que, apesar de sua reputação menos devastadora, contava também com “experts” excelentes e versáteis…

De acordo com as próprias informações, a Monsanto fez negócio, na época, com a TIS e não com a Blackwater. Era inquestionável que a Monsanto fora abastecida pela TIS, com relatórios sobre as atividades dos críticos – as quais poderiam representar um risco para a empresa, seus colaboradores ou seus negócios operacionais. Fazia parte tanto coletar informações sobre ataques terroristas na Ásia quanto escanear páginas da internet e blogs. A Monsanto frisava que a TIS, obviamente, só tinha usado material de acesso público…

Isso corresponderia aos métodos de Cofer Black. Então – nada de ações escusas.

Costumava haver boatos frequentes de que a Monsanto quisera assumir o controle da TIS, objetivando a sua segurança geral. E hoje surgem novos rumores, segundo os quais o grupo estaria avaliando a possibilidade de assumir a empresa Academi, que formou-se após reorganizações da antiga Blackwater.

Será que os rumores procedem? “Em geral, não discutimos os detalhes do nosso relacionamento com os prestadores de serviço – a não ser que essas informações já estejam disponíveis ao público”, foi a única resposta da Monsanto.

Toda empresa possui a sua própria história, e da história da Monsanto faz parte um assunto que queimou sua imagem não apenas junto aos hippies: no passado, a Monsanto esteve na linha de frente dos produtores do pesticida “Agente Laranja”, utilizado até janeiro de 1971 na guerra do Vietnã pelos militares norte-americanos.

Os constantes bombardeios químicos desfolhavam as florestas para tornar o inimigo visível. Os campos eram envenenados para que o vietcong não tivesse mais nada para comer. Nas áreas pulverizadas multiplicou-se por dez o número de nascimentos de crianças com anomalias; nasciam sem nariz, sem olhos, com hidrocefalia ou fendas no rosto – e as forças armadas dos EUA asseguravam que o produto da Monsanto seria tão inofensivo quanto a Aspirina.

Será que na guerra, tudo é permitido? Principalmente na moderna guerra cibernética?

Chama atenção o fato de que alguém esteja dificultando, hoje, a vida dos críticos da Monsanto, ou que alguma mão invisível esteja interrompendo carreiras. Mas, quem é esse alguém? São alvos de ataque cientistas como a australiana Judy Carman, que, entre outros, tornou-se conhecida com pesquisas de produtos transgênicos. Suas publicações são questionadas por professores, os mesmos que tentam minimizar a importância dos estudos de outros críticos da Monsanto.

Mas o assunto não se resume a escaramuças nos círculos científicos. Pois diversas páginas da internet onde Carman publica suas pesquisas, tornam-se alvo de ataques cibernéticos e, segundo impressão de pesquisadora, são sistematicamente observadas. Exames do IP de seu site demonstram que não apenas a Monsanto acessa regularmente essas páginas, mas também diversos órgãos do governo norte-americano ligados às forças armadas.

Entre outros, o Navy Network Information Center, a Federal Aviation Administration e o United States Army Intelligence Center, um órgão do exército para o treinamento de soldados em tarefas de espionagem. O interesse da Monsanto nessas pesquisas pode ser observado, também no caso de Carman. “Mas não entendo, por que o governo americano e o exército mandam me observar“, diz ela.

Coisas estranhas aconteceram também com a GM Watch, uma organização crítica da engenharia genética. A colaboradora Claire Robinson fala de ataques cibernéticos constantes à página desde 2007. “Toda vez em que aumentamos a segurança do site, nossos oponentes tornam-se mais tenazes e seguem novos ataques, ainda piores”, explica. Também neste caso não se acredita em coincidência.

Em 2012, quando o cientista francês Eric Séralini publicou uma pesquisa bombástica sobre os riscos à saúde representados pelo milho transgênico e o glifosato, o site da GM Watch foi atacado e bloqueado. Isso se repetiu quando foi publicado o posicionamento do órgão europeu de inspeção alimentar, a EFSA. Em ambos os casos, o momento foi habilmente escolhido: no exato instante em que os editores tentavam publicar os textos. Não foi possível determinar quem estava por trás dos ataques.

A própria Monsanto, como já foi dito, faz questão de frisar que opera “com responsabilidade“.

No entanto, é fato que a empresa tem muitos interesses em jogo. Trata-se de projetos legislativos, e em especial, das negociações em curso, relacionadas ao Tratado de “livre” comércio entre EUA e UE. Os capítulos sobre Agricultura e Indústria Alimentícia são particularmente delicados. Os norte-americanos têm como meta a abertura dos mercados europeus para os produtos até então proibidos. Ao lado das plantas transgênicas, estão incluídos aditivos controversos e a carne bovina tratada com hormônios. As negociações certamente ainda vão se arrastar por alguns anos.

O assunto é polêmico e as negociações serão duras. Por isso, o presidente Barack Obama apontou Islam Siddiqui como chefe das negociações agrícolas. Como especialista, trabalhou durante muitos anos para o ministério de Agricultura americano.

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Mas, o que poucos sabem na Europa: de 2001 a 2008 ele representou, como lobista registrado, a CropLife America, uma associação industrial que representa os interesses de produtores de pesticidas e produtos transgênicos. Entre eles, é claro, a Monsanto. “A rigor, a UE não poderia aceitar tal interlocutor, devido a seus interesses, opina Manfred Häusling que representa o Partido Verde no parlamento europeu.

Englentich, a rigor. No médio-alto alemão, esta palavra (eigentlich) sinificava “servil”, o que não seria uma má descrição do cenário atual — onde os políticos europeus, e em especial os alemães, revelam uma atitude de surpreendente aceitação, diante do fato de serem espionados com regularidade por órgãos norte-americanos.

Nota

[1] A Monsanto é o a maior empresa agrária do mundo, e também a que lidera a engenharia genética. Em 2012, o grupo ampliou seu faturamento em 14%, em comparação ao ano anterior, chegando a 13,5 bilhões de dólares. O lucro subiu 25%, atingindo dois bilhões de dólares. No mundo todo, a empresa emprega 21.500 trabalhadores e tem filiais em mais de 50 países.

Sua fundação data de 1901, pelo norte-americano John Queeny em St. Louis, no estado de Missouri. O nome foi uma homenagem à família de sua esposa. Primeiro, Queeny produziu o adoçante sacarina. Em pouco tempo, o fabricante de bebidas Coca-Cola passa a fazer parte de seus clientes. Logo depois da I Guerra Mundial, a Monsanto entrou no ramo dos produtos químicos.

Sua ascensão foi rápida. Em 1927, ingressou na bolsa de valores, e ampliou sua atuação no setor químico, incluindo adubos e fibras sintéticas. Investiu até mesmo na indústria petrolífera. Depois da guerra do Vietnã, a Monsanto passou a focar mais intensamente o setor agrário, o desenvolvimento de herbicidas e em seguida a produção de sementes.

Nos anos oitenta, a biotecnologia foi declarada seu alvo estratégico. O próximo passo foi a modificação consequente para uma empresa agrícola – e os outros segmentos foram deixados de lado.

O Tempo urge: a Elite está em pânico pois não consegue dizimar a humanidade

Bancos repatriam ouro, recompram ativos em massa, antevendo o colapso iminente de seu esquema mundial de extorsão e roubo à luz do dia. Os novos Templários recolhem-se às catacumbas, agora que todo o castelo de mentiras está sobrecarregado com o peso de suas ambições.

Vejam que quase todas as cartadas que poderiam lançar para reduzir a população mundial foram lançadas, e falharam. Promoção do aborto e do modelo estéril de relações homossexuais, da pílula anticoncepcional, banalização do casamento; doenças virais artificialmente provocadas e envenenamento da população por meio de medicamentos agressivos; sabotagem da fertilidade humana por meio de alimentos transgênicos, processados e saturados de elementos cancerígenos; poluição, sobrecarga de trabalho sobre as mulheres, etc. Nada disso surtiu o efeito desejado pela Elite da Nova Ordem Mundial.

Agora, laboratórios pertencentes ao Império Rockefeller semeiam uma versão geneticamente modificada do Zika vírus (cuja descoberta foi feita por um membro da família Rockefeller), para que fetos sejam atingidos por microcefalia e as mães sejam tentadas a abortar (assassinar) seus bebês indefesos. Obviamente, no caso de o Zika vírus vir a causar uma pandemia mundial, mais e mais esposas se veriam na impossibilidade moral de engravidar, interrompendo o crescimento da população mundial. É a estratégia do medo e do terror, pela qual nos avisam que é melhor que paremos de nos reproduzir se não quisermos enfrentar “graves consequência”.

>> Por que a Elite quer tanto reduzir a população humana do planeta?

Controlar uma população totalmente subserviente, que dependa da ração que a Elite deixa cair no chão e com destino selado pela religião vigente, seria muito simples. Mas, com o advento da internet (criada por eles para unificarem e vigiarem as mentes), uma população crescente significa a iminência de uma massa crítica de pessoas que acordariam da ilusão, descobririam a Verdade sobre como foram manipuladas, gerando um despertar da população em escala exponencial. Como a Elite (que gerencia o plano físico em nome dos Illuminati) é composta, segundo estimativas, por menos de 100 pessoas, nenhuma proteção ou esconderijo seria suficiente em um eventual estado de rebelião mundial do seu gado humano.

As Pedras-Guia da Geórgia, monumento de inspiração maçônico-rosacruciana, são bem claras a esse respeito: uma das metas para o Terceiro Milênio é manter a população abaixo de 500 milhões de pessoas! Para isso, se necessário, tentarão sacrificar bilhões de pessoas em holocaustos nucleares mundiais, por ocasião de uma Terceira Guerra Mundial. Os sobreviventes, emersos em um “admirável mundo novo” de falsa paz mundial, advinda do surgimento de um único Governo Global, não teriam mais como esboçar reação ou se opor às medidas brutais de vigilância e controle, necessárias à “segurança de todos”.

Está na hora de acordarmos! E, você, SAIA DA MATRIX!

Zaatari é um dos maiores campos de refugiados do Oriente Médio

Imagens aéreas mostram campo de refugiados que abriga 40 mil crianças sírias

Pela vista aérea, Zaatari parece uma cidade. Mas é, na verdade, o terceiro maior campo de refugiados no Oriente Médio.

Muitos daqueles forçados a deixar suas casas durante o conflito sírio se refugiaram em países vizinhos, e 80 mil deles estão vivendo agora em uma parte do deserto jordaniano.

Desse total, mais de metade são crianças.

O rei jordaniano Abdullah diz que seu país está em “ponto de ebulição” devido ao fluxo de refugiados.

O monarca disse à BBC que há uma enorme pressão sobre os serviços sociais, infraestrutura e economia da Jordânia.

“Cedo ou tarde, acho que a barragem vai estourar”, alertou, ao mesmo tempo em que pediu mais ajuda internacional para os refugiados em seu país.

A Jordânia acolhe cerca de 1,5 milhão de refugiados, mais que o continente europeu inteiro.

Por isso, a ONU pede quantia de US$ 7,7 bilhões (cerca de R$ 30 bilhões) para financiar as operações de ajuda a 22,5 milhões de pessoas na Síria e em países vizinhos em 2016.

No entanto, em 2015, apenas 43% dos US$ 2,9 bilhões (aproximadamente R$ 12 bilhões) solicitados foram financiados.

#VÍDEO Cravado no meio de um deserto na Jordânia, Zaatari é um dos maiores campos de refugiados do Oriente Médio. Lá, vivem cerca de 80 mil pessoas que foram expulsas de suas casas pela guerra na Síria. Quer saber mais? Leia o texto: http://bbc.in/1oZMkGh

Publicado por BBC Brasil em Quinta, 3 de março de 2016

Moro não pediu desculpas, ele apenas informou o STF com a educação de um grande Juiz

Alguns antas andam dizendo que Moro pediu desculpas ao STF por liberar o sigilo das interceptações telefônicas que deixaram Lula e outros que falaram com ele, incluindo Dilma, no mato sem cachorro.

Ou seja, querem desqualificar o Juiz da Lava Jato, herói nacional no cumprimento do seu dever, forçando a barra e tentando passar a imagem de ‘fraqueza’, como se ele devesse alguma coisa por trabalhar certo e legalmente contra os ladrões da República. #Absurdo isso!

Moro pediu desculpas coisa nenhuma!

No documento, para quem sabe ler, lê atentamente e consegue interpretar as coisas pelo viés Realista e não distorcido, está mais do que claro que Moro apenas informou ao STF, que é o órgão máximo da Justiça Brasileira, ao qual por hierarquia Moro responde como Juiz Federal de 1ª Instância.

E Moro o fez com a Educação e a Grandeza de um Juiz de Verdade, Juiz com ‘J’ maiúsculo.

Na prática, Moro apenas disse, em suas palavras, ao STF, ‘que com todo o respeito e escusas, o trabalho seguiu rigorosamente todos os trâmites, dentro das leis’. Ponto. Não tem essa de ‘mea-culpa’, de ‘pedir desculpas’. Qualquer outra especulação sobre esse fato é coisa ou de burro ou de traíra da Pátria.

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Luz no fim do túnel: Com apoio de 2 milhões, chega à Câmara o ‘dez medidas contra a corrupção’

Com o suporte das ruas e o trabalho de voluntários em todo o país, em sete meses o 10 Medidas superou a marca de 1,5 milhão de adesões necessárias para que a campanha pudesse ser apresentada ao Parlamento

Com mais de 2 milhões de assinaturas colhidas em todas as regiões do país, o projeto 10 Medidas Contra a Corrupção, iniciativa do Ministério Público Federal, encerra mais uma etapa nesta terça-feira (29), com a entrega das rubricas em cerimônia no Congresso Nacional. A campanha é coordenada pela Câmara de Combate à Corrupção da Procuradoria e foi lançada em 27 de julho de 2015. Com o suporte das ruas e o trabalho de voluntários em todo o país, em sete meses o 10 Medidas superou a marca de 1,5 milhão de adesões necessárias para que a campanha pudesse ser apresentada ao Parlamento como um Projeto de Lei de Iniciativa Popular, a exemplo do que ocorreu com a Lei da Ficha Limpa.

O projeto, sem vínculo partidário, propõe mudanças na legislação para coibir e punir com mais rigor os crimes de corrupção. De acordo com a Procuradoria, a campanha abrange cerca de 20 projetos de lei que já existem, mas que se arrastam ou estão parados no Congresso. O projeto contempla medidas como a criminalização do enriquecimento ilícito, o aumento das penas para corrupção de altos valores, a reforma no sistema de prescrição penal, a celeridade nas ações de improbidade administrativa, a responsabilização dos partidos políticos e a criminalização do caixa 2. Por ano, calcula o Ministério Público Federal, a corrupção provoca perdas de pelo menos R$ 200 bilhões para o país.

“Estamos otimistas. Como de iniciativa popular, o 10 medidas pode ajudar a tornar a Justiça mais célere e eficiente. O Congresso representa a sociedade e tem de ouvir a vontade das ruas nesse caso”, diz a procuradora da República Thaméa Danelon, que coordena o projeto em São Paulo. No Estado, foram coletadas cerca de 360 mil assinaturas, 24% do total recolhido em todo o país. O objetivo do projeto, diz a procuradora, é tornar o processo mais dinâmico.

Ela lembra o caso do juiz Nicolau dos Santos Neto, condenado a 26 anos e seis meses de prisão pelos crimes de desvio de verbas, estelionato e corrupção na construção do Fórum Trabalhista de São Paulo. Até a condenação definitiva, sem a possibilidade de recursos, foram 23 anos. Condenado a 31 anos de prisão na mesma ação do juiz Nicolau, o ex-senador Luiz Estevão, nos dez anos que se seguiram à condenação, apresentou 34 recursos aos tribunais superiores. O ex-senador foi preso em 8 de março passado.

“Hoje temos muitas brechas, muitos mecanismos que atrasam o processo. Nosso propósito, com o 10 Medidas, é deixar o processo mais dinâmico, mais razoável, sem prejuízo, obviamente, do investigado”, afirma Thaméa. Para a procuradora, também não é razoável, por exemplo, a pena mínima para crimes de corrupção (2 anos) ser menor que a de roubo (4 anos). “Temos de inibir o colarinho branco”, diz.

O empresário Emerson Granemann, de Curitiba – terra da Operação Lava Jato -, vai participar do ato em Brasília como voluntário. Ele diz que, se o Congresso quiser, aprova o 10 Medidas até o fim do ano. “É possível, mas é importante que não haja alterações do conteúdo do projeto pelos parlamentares. Vamos pressionar o Parlamento para que o projeto se torne lei”, diz o empresário. Segundo ele, o grupo de voluntários do qual faz parte vai mapear a posição dos deputados em relação às medidas propostas pela campanha.

“Quem votou contra, a favor, vamos fazer um placar para que a sociedade acompanhe esse processo.” Para ele, o trabalho da Lava Jato também depende do 10 Medidas. “Assim como é importante investigar, é essencial, para o futuro, criar mecanismos, leis, que inibam a prática de corrupção. Ideal é que quem pratica corrupção hoje e é punido não se sinta mais estimulado a fazer de novo.”

Nesta terça-feira (29), em Brasília, antes da entrega oficial das rubricas aos parlamentares – deputados da Frente Parlamentar de Combate à Corrupção devem receber o grupo no Congresso -, haverá uma cerimônia no auditório da Procuradoria-Geral da República, onde, de maneira simbólica, a Procuradoria devolverá as assinaturas que foram colhidas desde o início da campanha para que os cidadãos voluntários façam a entrega aos congressistas. Cerca de 100 voluntários vão levar, cada um, um pacote de mil assinaturas. O grupo sairá em caminhada da Procuradoria até a Câmara dos Deputados.

Para evitar o impeachment, Dilma já gasta 8 vezes mais do que Collor, e você pagará a conta

Numa das manobras desesperadas para se salvar do impeachment, Fernando Collor de Mello comprometeu o equivalente a um bilhão de dólares – na moeda da época, Cr$ 4,7 trilhões – do orçamento do governo brasileiro para tentar comprar os 168 deputados que o salvariam no processo. Como registrou a história, seria tudo em vão: o presidente viria a ser derrotado por 441 votos a 33.

O desespero de Dilma parece muito maior. E, claro, custará muito mais ao contribuinte brasileiro.

Collor tenta comprar o congresso
Recorte da Folha de S.Paulo de 19 de agosto de 1992

Nos últimos 24 anos, o dólar acumulou uma inflação de 69%. Em outras palavras, o plano para salvar Collor custaria agora 1,69 bilhão de dólares. Com a moeda americana cotada a R$ 3,67, aquele orçamento equivaleria hoje a 6,2 bilhões de reais.

De acordo com o Correio Braziliense, Dilma estaria gastando 8 vezes mais do que isso, ou mais de R$ 50 bilhões, para se manter no cargo. E quem paga essa conta é o cidadão brasileiro, maior vítima da corrupção petista.

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O valor custearia quase dois anos de Bolsa Família, para ficar num parâmetro que o brasileiro aprendeu a respeitar. Mas Dilma está disposta a usá-lo para comprar os 171 votos que a salvariam do impeachment.

Contudo, há pouca fé de que o jogo baixo petista surtirá efeito. O governo apenas oferece algo que o próprio PMDB receberá, e compartilhará, naturalmente ao fim do processo.

5 contradições que você está cansado de ouvir de quem defende o governo

O governo irá cair. Os cineastas irão protestar. Os funcionários públicos pelegos também. Os políticos com rabo preso e os ministros que não querem largar a boquinha seguirão pelo mesmo caminho. Líderes do movimento sem-teto abrirão passeatas, a partir de suas casas. E serão seguidos pelos líderes do movimento sem-terra, em seus caminhões.

Todos irão às ruas: sindicalistas que não trabalham, estudantes que não estudam, professores que não ensinam, jornalistas que não informam, economistas que não pesquisam, intelectuais que não pensam, eruditos que não leem, revolucionários que não lutam contra o regime.

A rua será uma coleção dos mais diversos tipos nos próximos meses. Terá de tudo. Blogueiros independentes dependentes do governo, artistas contra a Globo que não protestam para sair da sua folha de pagamento, progressistas que combatem o progresso, políticos de partidos proletários que não recebem os votos dos trabalhadores, reitores em defesa da democracia simpáticos a ditaduras de esquerda, religiosos comunistas, humoristas sem graça, representantes fidedignos da cultura popular que os populares desconhecem, consumistas críticos da sociedade de consumo, ideólogos isentos, rebeldes defensores do status quo, formadores de opinião que ninguém conhece, líderes de plebeus de classe média alta.

Todos com o mesmo objetivo: defender o governo. E não sem razão. Todos lucrando em torno de um projeto que agiganta o Estado, concedendo benefícios, privilégios e dividendos a eles mesmos – uma casta de nobres que sobrevive graças à grana fácil dos pagadores de impostos, em sua imensa maioria gente simples. De uma elite de funcionários oficiais e semi-burocratas que demoniza a diminuição dos gastos e das atribuições estatais, criando monstros neoliberais invisíveis, manipulando a opinião pública, pregando a benevolência altruísta e romantizando teorias políticas e econômicas que se provaram desastrosas no último século, apenas porque isso se traduz em manter seus privilégios e suas contas em dia. E tudo isso com o apoio de parte de uma juventude lobotomizada em sala de aula.

Todos desavergonhadamente contraditórios, incoerentes e paradoxais: pretensos líderes de uma intelligentsia nacional cada vez mais entorpecida pela ignorância, partidários da histórica corrente política do farinha pouca, meu pirão primeiro. E que não raramente repete argumentos sem pé nem cabeça para sustentar suas posições injustificadas. Como as cinco a seguir.

1. “SE DILMA CAIR, QUEM ASSUME É O CARA EM QUE EU VOTEI PRA SER VICE-PRESIDENTE DO PAÍS. E ESSE CARA NÃO É UMA BOA PESSOA.”

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Nos últimos seis anos, ele saiu de casa em quatro ocasiões distintas para defender sua posição. Sempre aos domingos. Encarava as calçadas, pegava uma fila colada a uma parede, caminhava em passos lentos para prestar satisfação a uma figura que desconhecia escondida atrás de uma carteira escolar, apresentava sua identidade e seguia sua trajetória rumo a uma urna eletrônica que mais parecia uma balança de açougue.

Nela, tinha duas escolhas fundamentais em jogo. A primeira, escolher um presidente da República. A segunda, eleger seu vice, constitucionalmente limitado a atuar como um conselheiro de luxo quando convocado pela autoridade máxima do país, ou substituí-la em caso de maiores impedimentos, como uma viagem ao exterior ou um processo de impeachment. Por quatro vezes digitou o mesmo número, azarado pela mitologia nórdica: o treze. Em duas delas, ajudou a eleger Dilma Rousseff como chefe do Executivo nacional e Michel Temer como seu vice, em prontidão para substituí-la a qualquer momento.

Assim, referendou o programa político do atual governo em mais de uma década: um projeto que contou durante todos esses anos com o PMDB como protagonista, não apenas na vice-presidência da República, em cargos ministeriais importantes e em posições estratégicas no alto escalão das maiores estatais do país, como nas decisões que ajudaram a construir os resultados do governo – nas vacas magras e no auge da popularidade.

Agora, com o risco iminente de um impeachment, mudou de ideia. Após 14 anos, descobriu subitamente que o PMDB não é um partido puro e que Temer, que ajudou a eleger a um dos cargos mais elevados do país, não é digno de estar nos refletores da política nacional.

Temer e seu bando se transformaram em meros golpistas tramando contra o povo. Todos membros do governo graças ao seu voto.

2. “MEU PARTIDO LUTOU PELO IMPEACHMENT DE TODOS OS PRESIDENTES ELEITOS DESDE A REDEMOCRATIZAÇÃO. MAS QUEM PEDE O IMPEACHMENT DELE É GOLPISTA.”

NÃO-VAI-TER-GOLPE

Eis a palavra de cabeceira dos defensores do governo: golpe. Segundo eles, há um golpe no país sem tanque nas ruas, sem truculência do Exército ou de milícias paramilitares, sem tomada do Palácio e anunciado abertamente pelos quatro cantos. A razão? Um processo de impeachment por crime de responsabilidade – um trâmite previsto na Constituição e referendado pelo Supremo Tribunal Federal, a instância máxima da justiça brasileira que tem 8 dos seus 11 membros indicados por governos petistas e que possibilita a ampla defesa de todas as partes – que agora segue num Congresso democraticamente eleito, após dois anos de investigação.

O jurista Eros Grau, ministro aposentado do STF, traduziu esse sentimento contraditório em carta aberta, publicada há poucos dias.

“A afirmação de que a admissão de acusação contra o presidente da República por dois terços da Câmara dos Deputados consubstancia um golpe é expressiva e desabrida agressão à Constituição, própria a quem tem plena consciência de que o presidente da República delinquiu, tendo praticado crime de responsabilidade. Quem não é criminoso enfrenta com dignidade o devido processo legal, exercendo o direito de provar não ter sido agente de comportamento delituoso. Quem procedeu corretamente não teme enfrentar o julgamento pelo Senado Federal. Já o delinquente faz de tudo procurando escapar do julgamento. A simples adoção desse comportamento evidencia delinquência.”

Lula disse recentemente que perdeu “várias eleições, mas não fui pra rua protestar contra quem ganhou”. Seu discurso é compartilhado cegamente por militância.

Considerando plenamente justificável e constitucional, o PT pediu o impeachment de absolutamente todos os presidenteseleitos desde a redemocratização do país. Organizou o Fora Sarney, ainda em 1988, no primeiro governo pós-ditadura militar. Articulou o impeachment de Fernando Collor, em 1992, no primeiro governo eleito pelo voto. Pediu o impeachment de Itamar Franco, em 1994, num breve governo de transição. Tentou o impeachment novamente contra FHC, em quatro ocasiõesdiferentes em 1999, no último governo eleito antes do PT assumir o cargo.

Quer saber mais sobre essa história? Dá uma lida nessa matéria.

3. “EDUARDO CUNHA NÃO PODE OCUPAR SEU CARGO SENDO INVESTIGADO. LULA É INVESTIGADO E DEVE SER O MINISTRO MAIS IMPORTANTE DO GOVERNO.”

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Que Eduardo Cunha é um cretino profissional, disso não resta a menor dúvida. Cunha é desses mafiosos que nós estamos acostumados a ver nos filmes políticos e nos seriados de tv. Guarda no bolso seus trezentos picaretas com anel de doutor, coleciona dinheiro sujo dentro e fora do país, transforma a política numa arte para não-amadores (e se tem uma coisa que a humanidade deve parar de produzir é a categoria de político profissional).

Investigado pela Lava Jato, e na oposição ao governo Dilma, Cunha se transformou numa das figuras mais odiosas pelos defensores do governo. E não sem razão. Atolado em denúncias, que vão de propinas, omissão de bens e falso testemunho a acusações de intimidação a delatores, o deputado se transformou num folclore político repudiado pela opinião pública. E não apenas pelos governistas, como é constantemente repetido, mas também por quem não compactua da menor simpatia ao governo: na última grande manifestação dos opositores à Dilma na Avenida Paulista, como apontou o Datafolha, ainda que 95% das pessoas defendessem o impeachment de Dilma, 96% queriam a cassação de Cunha.

Se receber denúncias, no entanto, são suficientes para criar uma onda de comoção aos governistas, que pedem insistentemente sua renúncia do cargo de presidente da Câmara dos Deputados, quase nenhum alarde geraram em relação a Renan Calheiros – presidente do Senado indiciado na Lava Jato e uma das poucas vozes do PMDB favoráveis ao governo Dilma – e ao ex-presidente Lula, que teve sua indicação como principal ministro do governo, comemorada pela base, prontamente atendida pelo Planalto para escapar da prisão.

O critério da indignação seletiva? Em bom português: estar ao lado do governo.

4. “VOCÊ NÃO PODE SER MACHISTA OU HOMOFÓBICO. A MENOS QUE VOCÊ SEJA DO GOVERNO.“

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Se tem uma coisa que as escutas reveladas pela Lava Jato envolvendo Lula mostraram ao país, é que o ex-presidente não passa de um troglodita típico, com uma vasta coleção de falas de cunho machista e homofóbico. Mas isso não foi nenhuma novidade a quem já está acostumado a ouvir mais atentamente o que Lula tem a dizer.

No final dos anos 70, ao ser entrevistado pelo jornal gay O Lampião, Lula declarou que “não existe homossexualismo dentro da classe operária”. Em 1981, já assumindo a presença de gays no meio operário, quando perguntado pela Revista do Homem sobre o que achava sobre a homossexualidade (muito antes de ser gravado dizendo que Pelotas, no Rio Grande do Sul, era “cidade polo, exportadora de viado”), respondeu:

“Eu poderia dar uma de presidente de partido e falar, cada um faça do seu corpo o que bem entender, já que a terra vai comer, então que os outros comam enquanto têm vida, mas acho que não é isso. Veja, eu não tenho preconceito não, o cara a que chamam de homossexual no nosso meio a gente chama de veado, mesmo. Eu sou contra isso [homossexualidade], e não sei se é uma questão psicológica ou o tipo de berço que a pessoa teve. E quem sabe nós sejamos os culpados dessas pessoas serem assim, tem que entender como elas são, e embora eu não concorde com isso acho que têm o direito de existir, o direito de agirem da forma que julguem melhor, mesmo por que na minha opinião a culpa é da sociedade e não delas.”

Quando questionado se era machista pela revista, essa foi sua resposta:

“Depende, eu gostaria de saber o que é ser machista. Vou colocar minha situação para que entenda se isso é machismo, ou não. Muitas pessoas me criticam pelo fato de minha mulher não ter uma participação política como eu tenho. E eu acho que ela não tem que ter, porque eu tenho três filhos e alguém precisa cuidar deles. Eu não posso pagar uma empregada, assim quem tem que cuidar deles é a mulher. Quer queira, quer não, o cara que tem uma vida política como a minha não pode falar, bem eu vou chegar em casa pra lavar a louça, trocar a cama, dar banho na molecada. Seria fantasia e mentira dizer isso. Então se isso é ser machista, eu sou machista. Eu gosto de tomar banho e que minha mulher leve a roupa pra mim no banheiro. A Marisa ainda corta as unhas do meu pé, me espreme os cravos, trata de mim, e eu acho que ela se sente bem fazendo isso.”

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Em 2004, já em seu primeiro mandato, para forçar o jornalista Larry Rohter e o The New York Times a se retratarem às acusações de ele que bebia demais no cargo, Lula disse:

“Se eu deixar que me chamem de bêbado sem fazer nada, daqui a pouco alguém vai dizer que eu sou gay e vocês não vão me deixar fazer nada.”

A frase gerou notas de repúdio de organizações LGBTs.

Em 2010, pouco antes da eleição de Dilma – aquela que politicamente o ex-presidente usava para exaltar a emancipação da mulher e angariar votos – Lula expôs sua opinião sobre a submissão feminina.

“Uma mulher não pode ser submissa ao homem por causa de um prato de comida, ela tem que ser submissa a um parceiro porque ela gosta dele e quer viver junto com ele.”

Agora, entre palavrões e expressões chulas, das feministas de “grelo duro” à mulher que, acordada por cinco homens da polícia, pensou que era um “presente de Deus”, os discursos pejorativos de Lula voltam à tona interceptados pela justiça.

Às feministas governistas, no entanto, nenhum problema. Para elas, o machismo e a homofobia devem ser duramente combatidos – menos quando são ditos por alguém do governo.

5. “DILMA IRÁ CAIR PORQUE O SEU GOVERNO É DIRECIONADO A ATENDER OS MAIS POBRES. AINDA QUE OS MAIS POBRES ESTEJAM FICANDO CADA VEZ MAIS POBRES.”

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Para os governistas, a queda do governo Dilma pode ser traduzida em um único sentimento: a insatisfação de uma elite retrógrada com o desenvolvimento dos mais pobres, que hoje viajam de avião, estudam em escola particular e pagam por planos de saúde. Só tem um problema nessa história – ela não faz o menor sentido. Não apenas o governo Dilma empobreceu ainda mais aqueles que estão na base da pirâmide, como criou políticas arrojadas para enriquecer aqueles que estão no topo.

Dilma teve a administração pública que mais rendeu lucro para os banqueiros na história do país. Não bastasse, sua grande política econômica até aqui não passou de arrancar dinheiro dos mais pobres para dar empréstimos subsidiados aos mais ricos (só os empréstimos do BNDES em 2013, de R$ 190 bilhões, superaram todos os gastos com o Bolsa Família desde o início do programa; 70% desses empréstimos foram direcionados para 1% das empresas, aquelas de grande porte cujo faturamento ultrapassa R$ 300 milhões anuais).

Os mais pobres nisso tudo? Vivenciando um verdadeiro genocídio econômico, com uma queda brusca em seus salários, na maior crise que o país já viveu, que reduz o consumo de 9 em cada 10 brasileiros (só no ano passado, a queda da renda média da população foi de 7,4%, com o Nordeste liderando a catástrofe).

Você pode não ter notado isso, mas Dilma já jogou 4 milhões de pessoas na pobreza (a projeção é que 10 milhões de pessoas saiam da classe C de volta à base da pirâmide até o final do próximo ano, praticamente anulando as conquistas do passado). E o que isso tudo gera? A maior taxa de desemprego dos últimos 7 anos e a maior inflação dos últimos 12. Pra piorar, ainda acompanha um aumento da desigualdade social no país – e nós não testemunhávamos uma queda na renda acompanhada de um aumento da desigualdade desde 1992, quando a PNAD iniciou sua série histórica.

Sem titubear, o governo Dilma entrará para a história como um dos mais elitistas e mais perversos às classes baixas que o país já teve. É fato consumado. Ainda assim, à esquerda que insiste em permanecer ao seu lado, como que contaminada por uma esquizofrenia política, não há razões para abraçar a realidade e questionar tudo aquilo que se mantém aprisionado apenas aos discursos. Para estar ao lado dos mais pobres, basta dizê-lo.

Dilma é uma catástrofe sem precedentes ao país. Mas, de forma especial, uma tragédia às periferias e favelas, aos guetos e quebradas, à roça e o sertão, aos manos e os caipiras. E nesse ponto da história, não há outro caminho: ou você está ao lado do governo, ou você está ao lado de quem mais sofre graças a ele.


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CIRO GOMES, OFENDE E AMEAÇA O POVO BRASILEIRO!

CIRO, COMO BOM COMUNISTA QUER O POVO MISERÁVEL E DEPENDENTE DO ESTADO ! ELE ACHA QUE O BAIXO PADRÃO DE CONSUMO DO POVO É INERENTE A IDENTIDADE BRASILEIRA !! MAIS CASTRISTA IMPOSSÍVEL !! CIRO É DESMORALIZADO INTELECTUAL E MORALMENTE E PÕE O RABO ENTRE AS PERNAS !!

CIRO GOMES, OFENDE E AMEAÇA O POVO BRASILEIRO!

Publicado por Olho Fatal – MAÇONS BRASIL em Quinta, 24 de março de 2016

Pessoal , olha só que político educado..é um dos amigos do PT.

Pessoal , olha só que político educado..é um dos amigos do PT.Ciro Gomes é um dos nomes para sucessão de Lula, ao lado de Jacques Wagner. Confiram o barraco na porta de sua casa.#VejaJoice

Publicado por Joice Hasselmann em Quinta, 17 de março de 2016

APRESENTADOR HUMILHA CIRO GOMES EM REDE INTERNACIONAL POR PERTENCER A UM GRUPO DE CORRUPTOS QUE “EXPLORAM OS BRASILEIRINHOS”.
” CIRO GOMES, VOCÊ DEVIA TER VERGONHA “!

APRESENTADOR HUMILHA CIRO GOMES EM REDE INTERNACIONAL POR PERTENCER A UM GRUPO DE CORRUPTOS QUE "EXPLORAM OS BRASILEIRINHOS"." CIRO GOMES, VOCÊ DEVIA TER VERGONHA "!

Publicado por Joao Bueno Nogueira em Domingo, 24 de janeiro de 2016

Jornais do mundo pedem a saída de Dilma. Agora foi a vez do Washington Post. Isso é “mídia golpista?”

Os maiores jornais do mundo parecem compartilhar da opinião da maioria dos brasileiros, que acredita que a presidente Dilma Rousseff se tornou um grave problema para o país. Depois dos ingleses do “The Guardian”, “The Financial Times” e “The Economist”, foi a vez do jornal americano “Washington Post” seguir o também americano “The New York Times”. Todos defenderam em seus editoriais a renúncia da presidente Dilma Rousseff.

“Dilma, cuja administração está paralisada por meses, poderia servir melhor ao seu país se ficasse de lado e permitisse ao seu vice-presidente formar um novo gabinete de coalizão”, diz trecho do texto. “Ao se entrincheirar, Dilma está empurrando o Brasil para a beira do abismo”.

O Washington Post faz em seu editorial uma fira análise do momento político do país e conclui que, com os protestos contra a corrupção e a nomeação do ex-presidente Lula para o ministério da Casa Civil, o “drama subiu para outro nível”.

“Por mais de um ano, a ex-quinta maior nação do mundo tem sido atingida pela recessão e convulsionada por investigações sobre propinas envolvendo a empresa estatal de petróleo, maiores empresas de construção do país, e dezenas de políticos de alto escalão”, afirma o editorial.

A publicação afirma que pelo menos até o momento, a remoção de Dilma do cargo ainda não era tida como certa e a acusação de manipular as contas do orçamento, antes de sua reeleição, em 2014, dificilmente merecia impeachment. O cenário, no entanto, mudou e a “aparente tentativa de proteger Lula pode justificar a ação do Congresso”.

Essa é a nova casa do filho do Lula… APENAS R$ 47 MILHÕES DE REAIS

Enquanto você e eu estamos aqui nos F@#@#@&* com o dia a dia da vida, sem presidente, sem governador, sem prefeito, sem senador, sem vereador….. só com ladrões no poder, o FILHO DO LULA compra essa humilde residência!

O Novo Mega Campeão do Brasil de enriquecimento súbito é o proprietário desta Fazenda. Fazenda Fortaleza comprada e certificada em Cartório de Registro de Imóveis .

Proprietário: Fábio Luis Lula da Silva
Propriedade: Fazenda na região de Valparaíso/SP
Preço: 47 milhões de reais

Pois é, o Lulinha, o filho do Presidente Lula, que há 05 anos era subempregado do Zoológico em São Paulo, agora acabou de comprar a fazenda Fortaleza (de porteira fechada) localizada às margens da rodovia Marechal Rondon, município de Valparaíso-SP, de propriedade do Sr. José Carlos Prata Cunha, um dos maiores produtores de boi Nelore do Brasil, pela simples bagatela de R$ 47.000.000,00 (quarenta e sete milhões de reais).

O impressionante nesta trajetória de sucesso e rara inteligência é que de um salário de R$ 1.500,00 passou a proprietário, de uma vez só, de um patrimônio de 47 Milhões. O que levaria 2.612 anos.

Veja só que competência, logo depois de comprar, levou essa fazenda a ser a primeira a receber o Certificado de Exportação de carne para Europa.

Mas não fica só nisso a competência deste EMPREENDEDOR de sucesso.

No Pará nas regiões de Redenção , Marabá e Carajás, ELE comprou de Benedito Mutran Filho, herdeiro do conhecido Bené Mutran (homen forte da castanha) várias fazendas totalizando R$ 100.000.000,00 isso mesmo. Cem milhões de reais.

Sócios no negócio:
Duda Mendonça e Daniel Dantas.

‘MARQUITO’ obriga assessores a devolver mais da metade dos vencimentos

O Ministério Público Estadual (MPE) abriu investigação contra o vereador Marco Antônio Ricciardelli, o Marquito (PTB), por suspeita de que funcionários que trabalham no gabinete dele são obrigados a devolver parte dos salários para o parlamentar. Edson Roberto Pressi, apresentado na Câmara Municipal de São Paulo como assessor, chefe de gabinete e advogado de Marquito, é investigado por participar do suposto esquema.

A Rádio Estadão e o Estado tiveram acesso à investigação. Na semana passada, dois ex-funcionários de Marquito prestaram depoimento ao promotor de Justiça Cassio Conserino. Um deles afirmou que foi nomeado assessor parlamentar em fevereiro de 2013, com salário de R$ 8 mil. Logo no primeiro pagamento, porém, teve de devolver metade dos rendimentos ao gabinete, por ordem de Pressi.

Pego de surpresa, o funcionário reclamou e, por isso, teve seu salário reduzido ainda mais: dos R$ 8 mil, passaram a sobrar para ele somente R$ 2,5 mil mensais. As regras do chamado “dízimo” cobrado por Marquito são reveladas em um vídeo apreendido pela promotoria. Nele, Pressi explica ao então funcionário que ele teria de devolver R$ 3.390 do seu rendimento todos os meses.

O outro ex-funcionário ouvido por Conserino contou que tinha salário de R$ 2,5 mil. Mas em um mês foram depositados R$ 5 mil em sua conta. O homem afirmou que teve de devolver metade para o gabinete de Marquito. No mês seguinte, recebeu R$ 8 mil, mas ficou com os mesmos R$ 2,5 mil.
A testemunha mostrou os holerites nos quais constam os depósitos dos valores acima do seu salário e deixou também com o promotor cópia de extratos bancários nos quais constam saques de valores altos em dinheiro feitos sempre no dia de pagamento.

Por questão de segurança, a identidade das testemunhas já ouvidas pela promotoria não foi revelada. Para Conserino, há suspeita de crimes de peculato (apropriação de bem ou de dinheiro público para fins particulares) e, na área cível, de improbidade administrativa (desonestidade na condução da função pública com fins de enriquecimento ilícito e prejuízo aos cofres públicos).

“A investigação, que ainda está no começo, não se resume a declarações apenas. Já há um conjunto de provas materiais que vão desde extratos bancários com os saques na boca do caixa de valores altos para supostamente repassar ao vereador a vídeos que registraram o tal pedido. Os fatos são graves”, afirma o promotor.
Nesta semana, Conserino deve ouvir depoimentos de outros ex-funcionários. Marquito, Pressi – que negou as acusações em conversa informal com o Estado– e também os atuais funcionários do gabinete serão intimados a depor. O parlamentar não respondeu aos pedidos da reportagem para comentar a investigação.

Supersalários. Outro fato que chamou a atenção do promotor é que alguns funcionários do vereador recebem salário muito acima do valor de mercado. No site da Câmara Municipal consta, por exemplo, que o motorista do parlamentar tem renda líquida superior a R$ 11 mil mensais. Conserino vai investigar se o valor é alto para gerar uma devolução substancial a Marquito. A maioria dos motoristas que trabalham na Casa recebe entre R$ 3 mil e R$ 4 mil.

Segundo o site da Câmara, a chefe de gabinete nomeada de Marquito é Maria das Graças Silva Pressi, mulher de Edson Pressi, que raramente é vista no gabinete. Ela recebe o teto do funcionalismo municipal, hoje fixado em R$ 24,1 mil, mesmo salário do prefeito Fernando Haddad (PT). Mas, segundo informações passadas à promotoria, o cargo é apenas de fachada, uma vez que é Edson Pressi quem exerce de fato a função.

A ONG Movimento Voto Consciente avalia que a disponibilidade de cargos e verbas para cada vereador facilita a corrupção. “É preciso acabar com os gabinetes de vereadores e deixar apenas o espaço de cada partido, com uma assessoria técnica de cinco ou seis pessoas”, sugere a diretora da entidade, Rosangela Giembinsky.

Repasses. Edson Roberto Pressi é considerado o homem de confiança de Marquito. Frequentemente, o “assessor” acompanha o parlamentar nas sessões plenárias, em audiências públicas e visitas a comunidades da periferia. Durante as votações, chega a orientar Marquito sobre como deve votar. No plenário da Câmara Municipal, tem livre acesso e conversa com outros vereadores como se fosse um deles.

A relação próxima entre os dois é confirmada em outro vídeo apreendido pelo Ministério Público, em que Marquito explica a seus eleitores que Pressi tem “conhecimento e o apoia em tudo”. Os dois aparecem juntos em eventos relacionados ao mandato. Mas, para não ficar dúvida sobre quem manda, Marquito afirma em determinando momento que o “poder da caneta” é dele.
Apesar de todas as funções acumuladas por Pressi, o nome dele não figura na lista de funcionários da Câmara – apenas sua mulher é de fato contratada. Se no papel Pressi não tem cargo, na prática ele tem até sala particular no gabinete. É neste local que, segundo denúncias apresentadas à promotoria, os repasses de dinheiro são feitos.

Além de assessor, Pressi se apresenta como advogado, mas seu nome não consta entre os registros da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) nem no Cadastro Nacional dos Advogados.

‘Esquisito’. Primeiro suplente da coligação PTB-PRB, Marquito, de 56 anos, assumiu uma cadeira na Câmara de São Paulo com a nomeação do titular da vaga, Celso Jatene, para a Secretaria Municipal de Esportes. Está no cargo desde janeiro de 2013, quando começou a atual legislatura.
Sobrinho de Raul Gil e colega de palco do apresentador Ratinho, o humorista disputou a eleição com o slogan “Esquisito por esquisito, vote em Marquito”. Inspirado no fenômeno Tiririca, foi o 71º candidato mais votado em 2012, com 22.198 votos.

Ele compõe a base do prefeito Haddad. Orientado pelo líder do governo, Arselino Tatto (PT), costuma participar das sessões somente quando há votações importantes e nominais. Não costuma fazer discursos nem pressão para que seus projetos sejam votados.

Marquito assinou 37 propostas de lei – 18 em parceria com outros vereadores. Neste ano, deve concorrer ao cargo mais uma vez, mas fora da Casa. Isso porque Jatene e Jean Madeira voltam nesta semana. Com isso, suplentes, como Marquito, perdem as cadeiras.

Falando em palhaços…
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INFELIZMENTE NÃO É REAL A notícia divulgada de que Tiririca foi o único que negou propina no Congresso Nacional.

Ele teria se negado a receber R$ 500 mil e partido pra cima do corruptor.

PMDB oficializa rompimento com governo Dilma

Os seis ministros peemedebistas serão orientados a entregar seus cargos. Saída do PMDB pode desencadear desembarque de outras siglas aliadas

O Diretório Nacional do PMDB decidiu nesta terça-feira (29), por aclamação, romper oficialmente com o governo da presidente Dilma Rousseff. Na reunião, a cúpula peemedebista também determinou que os seis ministros do partido e os filiados que ocupam outros postos no Executivo federal entreguem seus cargos.

O vice-presidente da República e presidente nacional do PMDB, Michel Temer, não participou da reunião que oficializou a ruptura com o governo. O encontro partidário foi realizado em um dos plenários de comissões da Câmara dos Deputados.

Comandada pelo primeiro vice-presidente do PMDB, senador Romero Jucá (PMDB-RR), a reunião durou menos de cinco minutos. Após consultar simbolicamente os integrantes do partido, Jucá decretou o resultado da votação.

“A partir de hoje, nessa reunião histórica para o PMDB, o PMDB se retira da base do governo da presidente Dilma Rousseff e ninguém no país está autorizado a exercer qualquer cargo federal em nome do PMDB”, enfatizou.

A decisão do PMDB aumenta a crise política do governo e é vista como fator importante no processo de impeachment de Dilma. Há a expectativa de que, diante da saída do principal sócio doPT no governo federal, outros partidos da base aliada também desembarquem da gestão petista.

Atualmente, o PMDB detém a maior bancada na Câmara, com 68 deputados federais. O apoio ao governo, porém, nunca foi unânime dentro da sigla e as críticas se intensificaram com a crise econômica e a deflagração do processo de afastamento  da presidente da República.

Na reunião desta terça, os peemedebistas decidiram que todos os seis ministros da legenda terão que deixar os cargos. Quem descumprir a medida poderá sofrer sanções. Nesta segunda (28), o então ministro do Turismo Henrique Eduardo Alves, sétimo ministro da legenda, entregou o cargo à presidente Dilma.

O vice-presidente da República, Michel Temer, não compareceu à reunião, sob o argumento de que não desejava “influenciar” a decisão. No entanto, ele teve participação ativa na mobilização pelo desembarque do partido e passou toda a segunda-feira em reuniões com parlamentares e ministros do PMDB, em busca de uma decisão “unânime”.

Dilma também lançou mão dos últimos esforços para tentar resgatar o apoio do partido. Na manhã de segunda, ela chamou ao seu gabinete no Palácio do Planalto seis dos sete ministros do PMDB para avaliar o cenário. No entanto, no fim do dia, Henrique Alves, um dos presentes ao encontro, apresentou a sua carta de renúncia.

Apesar do desembarque, Temer continuará na Vice-Presidência da República sob o argumento de que foi eleito pela população na chapa de Dilma e de que não ocupa, portanto, cargo de submissão à presidente.

Afastamento
A decisão de afastamento já estava tomada, mas o PMDB decidiu dar uma espécie de “aviso prévio” ao governo. Reunião da convenção nacional do PMDB no dia 12 de março foi marcada por discursos em defesa do impeachment de Dilma e do rompimento com o governo.

Na ocasião, ficou decidido que o partido anunciaria em 30 dias se desembarcaria ou não do governo. Também ficou estabelecido que o PMDB não assumiria novos ministérios até que o fosse definido se haveria o rompimento.

No entanto, dias depois, a presidente Dilma ignorou a decisão e empossou o deputado licenciado Mauro Lopes (PMDB-MG) como ministro da Secretaria de Aviação Civil. A nomeação foi vista como uma afronta pelo partido, que abriu um processo no seu Conselho de Ética para expulsá-lo da legenda. O episódio ajudou a agravar a crise e acelerou a decisão do partido.

Escalada da crise
A relação do PMDB com o governo do PT tem se deteriorado nos últimos anos. Quando Dilma se preparava para disputar o segundo mandato, o partido deu mostras claras de que estava rachado quanto ao apoio à petista.

Na época, em junho de 2014, a manutenção da aliança foi aprovada pela convenção nacional do PMDB, mas recebeu mais de 40,8% de votos contrários. A ala dissidente reclamava que o partido não era ouvido pelo governo federal e que os ministros da legenda não tinham real poder de comando.

Ao longo do primeiro ano do segundo mandato de Dilma, a crise se agravou. O primeiro embate entre PT e PMDB ocorreu na disputa pela presidência da Câmara, quando o governo federal iniciou uma campanha ostensiva para que Arlindo Chinaglia (PT-SP) vencesse a eleição e derrotasse o candidato peemedebista Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que se elegeu em primeiro turno.

Sob o comando Cunha, a Câmara derrotou o Planalto em diversas ocasiões neste ano, com a votação de matérias desfavoráveis ao governo. Além disso, no ano passado, houve na Casa a instalação da CPI da Petrobras, para investigar o escândalo de corrupção na estatal.

Para tentar conter a rebelião na base, a presidente promoveu, em 2015, uma reforma ministerial para ampliar o espaço do PMDB no governo, que chegou a ter sete ministérios. No entanto, a estratégia não foi bem sucedida.

Para agradar os parlamentares na Câmara, o governo entregou ao líder da bancada, Leonardo Picciani (PMDB-RJ), a incumbência de indicar nomes para duas pastas, incluindo a da Saúde, com o maior orçamento da Esplanada. Essa aproximação descontentou ainda mais a ala rebelde do partido, que se voltou contra Picciani quando ele indicou integrantes menos críticos a Dilma para a comissão do impeachment.

Ele chegou a ser destituído do posto em dezembro por oito dias em uma articulação patrocinada diretamente por Temer e Cunha, mas conseguiu reaver o posto com o apoio da maioria.

Para ser reeleito neste ano, foi preciso uma atuação direta do Planalto para garantir a ele votos suficientes, inclusive com a exoneração temporária do ministro da Saúde, Marcelo Castro, para reassumir como deputado e votar a favor de Picciani.

Apesar da entrega de cargos, a ala do PMDB descontente com o governo ganhou força com a queda continuada de popularidade da presidente, agravada pela escalada de denúncias relacionadas à Operação Lava Jato.

Vergonha da nação: “A gente não gosta, mas come”, diz Lula sobre governo Dilma

Os grampos da Operação Lava Jato que monitoraram o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva com autorização da Justiça mostram que, mesmo fora do governo, ele foi um dos principais interlocutores de caciques do PMDB, que nesta terça-feira (29/3) desembarcam da base de sustentação da presidente Dilma Rousseff. As gravações entre ele e o então ministro da Casa Civil, Jaques Wagner, no final de fevereiro, vão além. Ao comentar sobre o governo de Dilma, o ex-presidente brinca: “É que nem a mãe da gente, faz comida a gente não gosta, mas come”.

O diálogo gravado entre os dois petistas ocorreu no domingo, 28 de fevereiro, após a festa de aniversário dos 36 anos do PT, no Rio, em que Lula fez discurso aos partidários. “A festa foi boa. Acho que não tinha aquele mal humor que a imprensa falava contra a Dilma, sabe. Eu falei ó ‘tem problemas? Tem. O partido não é obrigado a acatar tudo que o governo faz, o governo não é obrigado a atender tudo que o partido quer. Mas temos que ter em conta que a Dilma é nossa presidenta. E ela sabe que somos o exército dela’, afirma Lula.

Wagner começa a conversa dizendo que tinha uma reunião marcada com senadores e que não queria desmarcar por conta da votação do projeto da Petrobras. Os dois discutem os bastidores da aprovação pelo Senado do projeto que acabou com a participação obrigatória da Petrobras na exploração do petróleo nos campos do pré-sal – uma das derrotas do governo Dilma no Congresso.

Proposta pelo senador José Serra (PSDB-SP) – arquirrival dos petistas – o projeto foi aprovado no dia 24, com texto substitutivo do senador Romero Jucá (PMDB-RR), após acordo entre o PSDB e parte da bancada peemedebista. “A orientação que ela (presidente Dilma Rousseff) passou: só não pode dar o Serra”, afirma Wagner, para Lula, em conversa após a aprovação do projeto pelo Senado.

“Vai ficar entre eu e você”
Lula então conta que esteve reunido com a bancada governista do PMDB e tratou do assunto. “Deixa eu te falar uma coisa de bom senso, vai ficar entre eu e você essa porra. Logo que foi a primeira votação do José Serra, você está lembrado? Eu estava em um almoço, Jucá, Renan (Calheiros, presidente do Senado), (José) Sarney, (Edison) Lobão, eu. Quando me disseram que o Renan ia votar a posição do Serra, eu falei na mesa ‘o Renan, pelo amor de Deus, o PMDB não pode embarcar nessa porra. O PMDB pode até flexibilizar mas garantindo que a decisão seja da Petrobras”.

Para Lula, “no fundo, no fundo, um pouco dos que eles fizeram foi isso” ao aprovar o projeto, com o substitutivo de Jucá. Ao saber de Lula que ele havia se encontrado com a cúpula congressista do PMDB, Wagner fala: “Presidente ainda bem que você tocou no ponto, porque o Renan publicamente estava trabalhando para essa posição que ficou saindo. Então a gente ia ficar no isolamento, porque o Lindbergh acha que ia ganhar.” Wagner diz que defendeu Dilma, afirmando que ela não mudou de posição.

Lula demonstrou desacordo com o enfrentamento travado pelo governo no Congresso pela aprovação do projeto – o Senado aprovou por 40 votos favoráveis, 26 contrários e duas abstenções, o texto substitutivo, alterando as regras de exploração de petróleo do pré-sal.

Fim da exclusividade
A proposta retira da Petrobras a exclusividade das atividades no pré-sal e acaba com a obrigação de a estatal a participar com pelo menos 30% dos investimentos em todos os consórcios de exploração dos campos.

Lula relatou, também, conversa com lideranças sindicais, que tinham ato público marcado contra o governo Dilma. “Vamos imaginar que a medida provisória do Serra era o bode. Tirou o bode da sala e colou uma coisa mais razoável, que é garantir que a Petrobras tenha preferência, mas que pode ser negociado montando uma boa diretoria da Petrobras, um bom conselho nacional de política energética”, afirma Lula.

Para o ex-presidente, “ficará também muito ruim se a Petrobras mantém a titularidade e não tem dinheiro para fazer nada”. “Acho que Dilma poderia conversar com a nossa base, criando uma comissão especial para tentar fazer um acordo estratégico com os chineses em cima do pré-sal em cima desses 30%. Tentando dar para os caras um discurso que coloca, como fala, um capilé, uma rota de fuga.”

Esse é o vídeo que Lula enviou para a Venezuela, dando seu apoio para a desgraça daquele povo

Conheça a máfia chamada FORA DE SÃO PAULO e fique preparado para a derrota da democracia.

Presidente da OAB fala ao Brasil sobre manifestantes Comunistas Violentos que atacaram a Democracia ostensivamente dentro do congresso no momento da entrega de novo pedido de impeachment.
“O BRASIL NÃO PODE MAIS CONVIVER COM ESTE TIPO DE ATITUDE QUE ATENTA CONTRA A DEMOCRACIA. O BRASIL NÃO PODE ACEITAR MAIS ESTE TIPO DE GENTE QUE SÓ ATRASA O PAÍS.”

Presidente da OAB fala ao Brasil sôbre manifestantes Comunistas Violentos que atacaram a Democracia ostensivamente dentro do congresso no momento da entrega de novo pedido de impeachment." O BRASIL NÃO PODE MAIS CONVIVER COM ESTE TIPO DE ATITUDE QUE ATENTA CONTRA A DEMOCRACIA. O BRASIL NÃO PODE ACEITAR MAIS ESTE TIPO DE GENTE QUE SÓ ATRASA O PAÍS."

Publicado por Fora Foro de São Paulo em Segunda, 28 de março de 2016

Assista o vídeo de quando Paulo Henrique Amorim, o ultrapetista, ultragovernista, ultraesquerdista e ultralulista ainda não tinha a alma… vermelha! Lula era o seu alvo!

Quem vê ou lê Paulo Henrique Amorim, cuja página na Internet recebe generoso patrocínio de estatais, não diria que, na campanha eleitoral de 1998, ele foi um implacável algoz de Luiz Inácio Lula da Silva. Amorim era o chefão do Jornal da Band e liderou uma verdadeira campanha contra o então candidato petista à Presidência, que disputava o cargo pela terceira vez.

Lula teve de recorrer à Justiça e ganhou direito de resposta (ver post abaixo deste). Já escrevi um texto a respeito e perguntei se algum leitor, por acaso, teria uma fita gravada daquela memorável jornada antipetista deste valente, que agora chama a imprensa de “golpista”, descobrindo que o PT é a salvação do Brasil e da civilização. E não é que um desses aficionados por jornalismo na televisão tinha tudo guardadinho?

Vejam uma das reportagens. Volto em seguida para alguns esclarecimentos.

Voltei
Como vocês viram, na reportagem acima, Paulo Henrique Amorim já informa que Lula ganhara na Justiça o direito de resposta. O vídeo é significativo porque o agora ultrapetista, ultragovernista, ultraesquerdista e ultralulista faz uma reconstituição de sua denúncia. O esforço da investigação de Amorim buscava demonstrar que o apartamento de cobertura em que morava Lula era fruto de uma maracutaia envolvendo Roberto Teixeira, seu compadre, e o dono da construtora que levantou o edifício, que teria obtido um benefício ilegal na Prefeitura de São Bernardo quando o petista Djalma Bom era o prefeito. Existe o vídeo em que este incansável perseguidor da verdade apresenta a reportagem específica, contra Teixeira. Vocês terão a chance de vê-lo também.

Os filmes demonstram que Amorim pode mudar de opinião sobre o objeto de seus afetos e ódios, mas não muda o estilo. Em 1998, Lula era um pato manco. FHC o venceu pela segunda vez no primeiro turno. O PT tinha feito a besteira de combater o Real — do qual Paulo Henrique Amorim era, obviamente, um grande admirador. Mas também é o caso de louvar a coerência do Colosso de Rhodes do jornalismo: ele nunca muda de lado! É sempre governista e não abre mão de ser implacável com quem está fora do poder.

Entendam melhor a denúncia que ele fazia contra o Roberto Teixeira. Retomo depois.

Retomando
Atenção! Não há um só — e a Internet está aí, aberta à pesquisa — desses governistas fanáticos que não tenha sido governista fanático em qualquer tempo. E isso inclui o passado mais remoto, o regime militar. Nesse particularíssimo sentido, são todos mais espertos do que este escriba. Como comecei cedo na militância política, fui crítico de todos os governos, de Geisel pra cá. No post abaixo, há um outro momento especialíssimo do jornalismo e da política.

Que fique a lição a alguns bobalhões que saem por aí reproduzindo denúncias de alguns, como direi?, “ícones” de certo jornalismo. Ontem, o alvo era Lula — um representante da oposição. Hoje, os alvos são outros… Também da oposição! E tudo feito sempre com a mesma convicção. Enviaram-me um post em que Paulo Henrique Amorim se jacta de ganhar muito dinheiro, acusando seus eventuais críticos de inveja ou algo assim. Também exibe sinais dessa riqueza, expondo seus hábitos caros e supostamente refinados.

Sei lá a quem está respondendo. Eu nunca vi nenhum de seus críticos acusando-o de ser mal remunerado ou pouco esperto. Burros são os que reproduzem de graça as acusações que ele faz.

Fausto Pinato diz que teve medo de ser morto por parecer sobre Cunha

Relator destituído afirmou que hoje anda com escolta policial e carro blindado. Vice-presidente da Câmara decidiu substituir Pinato de relatoria do processo.

Após ser destituído como relator do processo que investiga o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), o deputado Fausto Pinato (PRB-SP) desabafou nesta quarta-feira (9) sobre as ameaças sofridas quando elaborava parecer pela continuidade das investigações. Ele afirmou que teve medo de ser morto e que hoje anda com escolta policial e carro blindado.

Em relato gravado pelo G1, Pinato se emociona ao falar do assunto. Nesta quarta (9), o vice-presidente da Câmara, Waldir Maranhão (PP-MA), aliado de Cunha, determinou a substituição de Pinato na relatoria do processo. Ele atendeu questão de ordem formulada pelo deputado Manoel Júnior (PMDB-PB), segundo a qual Pinato não poderia exercer a função porque é do PRB, sigla que compôs a chapa de Cunha na eleição para presidir a Casa.

O líder do PRB na Câmara, deputado Celso Russomanno (SP), anunciou que vai recorrer ao plenário da Casa, à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e ao Supremo Tribunal Federal (STF) para tentar reverter a substituição de Pinato.

 “Cheguei a pensar que poderia morrer, sim. Eu fui abordado em aeroporto. Meu motorista foi abordado por pessoas desconhecidas. O que eu passei eu não desejo a ninguém. Me abordaram pedindo para eu pensar na minha família, dizendo que tenho filho pequeno, que tenho família”, relatou Pinato. O deputado afirmou que fez um boletim de ocorrência, em São Paulo, relatado as ameaças e pediu discrição ao secretário de Segurança do estado.

Ele disse que hoje anda com escolta policial e que a família passou a usar carro blindado. “Sofri ameaças, sofri pressão. Contratei segurança. Tenho policial militar dormindo na minha casa. Um amigo emprestou carro blindado. Tem reservado da Polícia Militar na minha casa. Registrei boletim de ocorrência e protocolei pedido para que o Ministério da Justiça apoiasse as investigações”, afirmou Pinato, acrescentando que as ameaças eram feitas por desconhecidos.

As primeiras notícias de que Pinato estava sofrendo ameaças surgiram em 19 de novembro, quando o presidente do Conselho de Ética, José Carlos Araújo (PSD-BA), e o vice-presidente do colegiado Sandro Alex (PPS-PR), apresentaram questão de ordem no plenário da Câmara solicitando proteção ao parlamentar.

Pinato confirmou as ameaças, mas evitava falar sobre o assunto quando era abordado pela imprensa. O deputado disse ainda que acreditar que os aliados de Cunha farão o possível para evitar a elaboração de um parecer que defenda a continuidade das investigações.

“O único parecer que vão aceitar é pelo arquivamento. Entre ficar com a manada e ficar com 200 milhões de brasileiros, resolvi manter o processo. Não sou apegado a cargo de relator. Sou apegado à verdade e à justiça. Peço ao PT e ao PSDB que entrem em obstrução. Porque hoje sou eu. Amanhã pode ser o presidente do Conselho de Ética”, disse.

O caminho do dinheiro de Eduardo Cunha, segundo a Suíça (VALE ESTA VALE ESTA) (Foto: Editoria de Arte / G1)

NÃO AGUENTOU A PRESSÃO!!!!

ASSISTA ESSE HOMEM FALANDO E VEJA COMO FUNCIONA A POLÍTICA NO BRASIL: NA BALA. Fausto Pinato diz que teve medo de ser morto por parecer sobre Cunha. Relator destituído afirmou que hoje anda com escolta policial e carro blindado. Vice-presidente da Câmara decidiu substituir Pinato de relatoria do processo.

Posted by Peloamordedeus on Quarta, 9 de dezembro de 2015

Dilma, a primeira mulher a se tornar presidente do Brasil envergonha as mulheres com o impeachment

A primeira mulher a se tornar presidente do Brasil representa uma vergonha para as mulheres brasileiras. Durante seu governo, foram batidos todos os recordes de violência contra a mulher, desde a violência doméstica, estupros e homicídios com índices superiores a 600%.

Nos últimos anos de governos do PT, o número de mulheres condenadas por crimes subiu mais de 500%. O aumento da população carcerária feminina no país significa que as mulheres tiveram menores oportunidades, sobretudo as mais pobres.

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O acolhimento do pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff representa um capítulo
melancólico na história do país. Por mais que os integrantes do PT e do governo tentem insinuar que a sociedade também é responsável por esta derrota, o fato é que todos os brasileiros sempre torceram para que o país conseguisse superar seus desafios.

A postura da presidente Dilma, que não abriu mão de sua arrogância e continuou mentindo à nação significou a comprovação inequívoca de sua falta de estatura moral para ocupar o cargo máximo do país.

 

Silvio Santos Diz que vai se Candidatar a Presidente do Brasil em 2018

Muitos não lembram, outros nem sabem, mas há 25 anos o apresentador Silvio Santos se candidatou à Presidência do Brasil. Após muitas especulações sobre se seria candidato ou não, o Homem do Baú decidiu lançar-se como postulante ao mais alto cargo da Nação e estremeceu o pleito, que até então era liderada com folga por Fernando Collor de Mello (PRN).

Silvio Santos se candidatou à Presidência em 1989.

O curioso é que um ano antes, em depoimento no SBT, canal do qual já era dono, Silvio Santos negou qualquer envolvimento político. “Se o Silvio Santos um dia for candidato a qualquer cargo eletivo, e se o Silvio Santos apontar qualquer um candidato às eleições, não votem no Silvio Santos e nem em quem ele apontar, porque o Silvio Santos vai estar tapeando vocês. Não quero ser político e não vou apontar ninguém pra presidente da República”, afirmou em 1988.

Um ano depois, contudo, o apresentador mudou de opinião. Silvio Santos recebeu convite de diversos partidos políticos para se candidatar, principalmente porque as pesquisas de intenção de voto o apontavam na liderança. Um dos levantamentos, divulgado pelo extinto Jornal da Tarde, mostrava Silvio Santos em primeiro lugar na corrida presidencial, com 34% das intenções de voto, mesmo com o apresentador não sendo candidato.

O primeiro partido a despertar realmente o interesse em Silvio Santos foi o PFL. Pouco menos de um mês antes da eleição, o Homem do Baú afirmou que se reuniu com o então senador Edison Lobão e com o presidente do partido, Hugo Napoleão, que o convidaram para assumir a candidatura, caso o então candidato Aureliano Chaves desistisse. “Se ele desistir, nós queremos contar com você”, teria dito Lobão a Silvio.

“Eu disse: podem contar comigo. Porque por mais de uma vez me ofereceram a candidatura para presidente da República. Podem contar porque alguma força está me ajudando nessa decisão. Minha mulher já foi preparando minhas filhas que são pequenas para mudar pra Brasília. Eu concordo, mas quero conversar com o Aureliano”, contou Silvio, na época.

Contudo, Aureliano Chaves decidiu manter a candidatura, mesmo com a contrariedade de parte da sigla. Apesar de não poder disputar o pleito pelo PFL, Silvio Santos se animou com a possibilidade de ser presidente e começou a buscar alternativas.

Sem acordo com o PFL, os boatos chegaram. Foi aventada a possibilidade de Silvio sair candidato pelo PL, mas Afif Domingos também não renunciou – queria Silvio como vice. O apresentador não aceitou a proposta e passou a ser cortejado por vários partidos. A decisão sobre a candidatura saiu quando ele se reuniu com Armando Corrêa, presidenciável pelo “nanico” PMB (Partido Municipalista Brasileiro). Corrêa ofereceu a legenda e o lugar, mas queria que Silvio se comprometesse com as propostas do partido. Silvio aceitou a pouco mais de 20 dias para a eleição.

“Eu acho que tenho condições de ganhar. Vai depender do povo. Tenho muita sinceridade, tenho sensatez. Temos de nos assessorar com pessoas de bem. Eu vou me assessorar com bons ministros. Tenho muitas condições de fazer um bom governo”, afirmou Silvio logo após decidir pela candidatura.

No oceano da corrupção nem o Santo escapa

Manuscrito foi apreendido pela Lava Jato com executivo da Odebrecht.
Segundo jornal ‘Folha de S.Paulo’, anotação sugere cartel e propina.

Manuscrito apreendido pela Lava Jato no escritório do executivo da Odebrecht Benedicto Barbosa da Silva Jr. sugere que houve formação de cartel e pagamento de propina em obra do governo Geraldo Alckmin (PSDB) em 2002, de acordo com reportagem publicada neste sábado (26) no jornal “Folha de S.Paulo”.

A anotação, de uma página, tem como título o nome Mogi Dutra, em referência à obra de duplicação da rodovia. Logo abaixo, aparece escrito: “valor da obra = 68,730,00 (95% do preço DER)”. Depois, na linha seguinte, a anotação é: “custos c/ o santo = 3,436,500”. A palavra “santo” aparece escrita sobre a palavra “apóstolo”, que foi riscada.

Nas linhas seguintes, o manuscrito tem a expressão “acomodação de mercado”. Segundo a “Folha”, isso sugere que as empreiteiras que participaram da licitação da obra formaram cartel e depois dividiram os valores.

O jornal afirma ainda que a construtora que venceu a licitação foi a Queiroz Galvão, que apresentou o menor preço: R$ 68.678.651,60. As outras participantes da disputa, segunda a Folha, apresentaram preços acima de R$ 70 milhões, com variação pequena entre a que ficou em 2º lugar (a OAS) e a que ficou em 5º (a Odebrecht).

Segundo a “Folha”, o padrão de preços muito parecidos em licitações é parecido com o observado entre as mesmas construtoras nos contratos da Petrobras investigados na Lava Jato.

No manuscrito apreendido, há ainda uma anotação ao lado das iniciais da Construtora Norberto Odebrecht (CNO) o percentual de 19%. Segundo a “Folha”, esse é o percentual do contrato que caberia à construtora.

a assessoria de imprensa do governador Alckmin e do DER disseram que quem deve dar respostas sobre as anotações é quem fez o manuscrito. A nota informa também que a partir da próxima segunda-feira (26) a Corregedoria-Geral da Administração do estado vai pedir à Polícia Federal permissão para ter acesso aos depoimentos que esclarecem as anotações.

“A licitação para a referida obra foi vencida pela empresa Queiroz Galvão. Quem tem que explicar as anotações mencionadas pela reportagem é quem as fez. A licitação para a referida obra foi vencida pela empresa Queiroz Galvão. Como a regra do governo do Estado é a total transparência, o documento foi enviado para apuração da Corregedoria Geral da Administração. Já a partir de segunda-feira, o corregedor-geral,  Ivan Agostinho, irá requerer à Polícia Federal permissão para o acesso a depoimentos que esclarecem essas anotações.”, afirma nota do governo.

A Odebrecht não quis emitir comentários sobre os documentos apreendidos no escritório de seu executivo. “Os esclarecimentos foram prestados durante as oitivas realizadas pela Polícia Federal”, afirmou a construtora.

A Queiroz Galvão afirmou que não comenta investigações em andamento.

Manuscrito apreendido em escritório de executivo da Odebrecht (Foto: Reprodução)

Ela cobre metade do seu rosto. O que ela esconde por trás da mão é totalmente inesperado

Shalom Nchom, da Nigéria, tinha 9 anos quando sofreu um terrível acidente: o rosto da menina foi completamente queimado por óleo fervente. Hoje com 20 anos, ela carrega na face as enormes cicatrizes deixadas por este dia fatídico.

Instagram/makeupbyshalom

Após o acidente, Shalom foi morar em Maryland, nos Estados Unidos, e recebia olhares constantes por causa de suas cicatrizes. Ela brigava com qualquer um que olhasse para ela por muito tempo e chorava muitas vezes, se sentindo muito insegura. Mas ela não desistiu e estava determinada a encontrar uma maneira de acabar com a intimidação diária. Foi aí que ela decidiu tentar usar maquiagem. É incrível o que ela foi capaz de fazer depois de adquirir alguma prática.

Todos os dias, o seu talento incrível a transforma numa nova pessoa. Shalom publica as fotos dos resultados na internet, na esperança de que estas imagens ajudem outras pessoas com problemas semelhantes. Sendo ela própria uma vítima de queimadura, sua mensagem ganha uma dimensão ainda maior.

Instagram/makeupbyshalom

Através da sua conta no Instagram, a menina surpreende com frequência seus seguidores. Ninguém consegue acreditar que é a mesma pessoa. “Você deve sempre amar a si mesmo, independentemente de estar usando maquiagem ou não”, diz ela em muitos dos seus vídeos. “Minha maquiagem não é a razão pela qual eu sou feliz. Eu sou feliz porque eu me amo.

Youtube/Shalom Blac

Se você quiser ver a transformação inacreditável de Shalom, assista este vídeo (em inglês):

Shalom tem uma atitude muito bacana em relação à seu problema. É preciso muita coragem para mostrara um rosto coberto por cicatrizes para o mundo todo. Esperamos que a história desta menina possa incentivar outras pessoas, com ou sem cicatrizes, à viverem suas vidas ao máximo e a se importarem menos com a opinião alheia.

Deputados Querem Foro Privilegiado a Ex-presidentes e Fim da Delação Premiada

Representantes da Câmara preparam uma emenda constitucional para garantir foro privilegiado a ex-presidentes da República, determinando que só sejam julgados pelo Supremo Tribunal Federal.

Até a lei da delação premiada poderia ser revista. A operação é silenciosa e mesmo os mais assanhados com a mudança legal reconhecem que, neste momento, votar algo assim provocaria forte polêmica.

Assista ao vídeo!

Por que os mais ignorantes se acham os mais inteligentes? A ciência explica!

Os psicólogos têm mostrado que os seres humanos são péssimos juízes de suas próprias habilidades, nas áreas do senso de humor até a gramática.

Você se acha muito inteligente? Esperto, e engraçado também. É claro que sim, assim como a maioria das pessoas. Mas não seria terrível se estivéssemos enganados? Os psicólogos têm mostrado que algumas pessoas são mais propensas a serem cegas para os próprios fracassos. Isso poderia explicar por que algumas pessoas incompetentes são tão irritantes.

Em 1999, Justin Kruger e David Dunning, da Universidade de Cornell, de Nova York, testou se as pessoas que não possuem as competências ou habilidades para algo também são mais propensas a falta de consciência de sua falta de habilidade.

No início dos seus trabalhos de pesquisa eles citam um ladrão de banco em Pittsburgh chamado McArthur Wheeler como exemplo, que foi preso em 1995, pouco depois de roubar dois bancos em plena luz do dia, sem usar uma máscara ou qualquer outro tipo de disfarce. Quando a polícia lhe mostrou a câmera de segurança, ele protestou “Mas eu coloquei o suco”. O criminoso infeliz acreditou que se você esfregasse o rosto com suco de limão você ficaria invisível para câmeras de segurança.

Kruger e Dunning estavam interessados em testar um outro tipo de brincadeira. Eles chamaram alguns comediantes profissionais para avaliar 30 piadas. Outros, 65 estudantes universitários foram convidados para avaliar as piadas também, e, em seguida, classificados de acordo com o quão bem seus julgamentos fossem equivalentes às dos profissionais. Eles também foram questionados em relação ao seu desempenho em comparação com a média das pessoas.

Como é de se esperar, a maioria das pessoas que pensavam que sua capacidade de dizer o que era engraçado, foi acima da média. Os resultados foram, no entanto, mais interessantes quando divididos de acordo com o quão bem os participantes realizaram a avaliação das piadas.

Aqueles que não obtiveram um bom desempenho em avaliar piadas, eram altamente precisos em sua auto-avaliação, enquanto que aqueles que realmente tiveram o melhor desempenho tendem a pensar que eles não eram muito bons. Os participantes que eram menos capazes de julgar o que era engraçado (pelo menos de acordo com os comediantes profissionais) também foram menos capazes de avaliar com precisão a sua própria capacidade.

Martin Luther King Jr. falando a respeito da ignorância

Esta conclusão não foi um capricho de tentar medir os níveis de senso de humor. Os pesquisadores repetiram o experimento, só que desta vez com testes de raciocínio lógico e gramática. No experimento, eles encontraram o mesmo padrão: aquelas pessoas que obtiveram o pior desempenho também eram péssimas em estimar sua própria aptidão. Em todos os estudos, aqueles que não obtinham bons desempenhos sempre superestimavam suas próprias habilidades como se estivessem acima da média.

Em um estudo posterior, os participantes mais incompetentes ainda não conseguiram perceber que ainda estavam abaixo da média, mesmo quando lhes foi dado informações sobre o desempenho dos outros.

Kruger e Dunning interpretaram que fazer uma auto-avaliação das nossas habilidades com precisão depende de algumas das mesmas habilidades fundamentais, e também de como realmente executar essas habilidades, por isso as pessoas menos competentes sofrem um déficit duplo. Além de serem incompetentes, eles não têm as ferramentas mentais para julgar sua própria incompetência.

Em um teste final, Kruger e Dunning treinou um grupo de pessoas péssimas em tarefas de raciocínio lógico. Isso melhorou a auto-avaliação dos participantes, o que sugere que os níveis de habilidade realmente faz influência em sua auto-consciência.

Outra pesquisa mostrou que pessoas deste tipo (não qualificadas e que não tem consciência disso) também aparecem em situações da vida real, e não apenas em testes de laboratório abstratos. Por exemplo, os caçadores que conhecem pouco sobre armas de fogo também não reconhecem isso e tem uma auto-avaliação inconsistente de seus próprios conhecimentos, e os médicos com as piores habilidades em entrevistar os pacientes são os menos propensos a reconhecer as suas insuficiências.

O que se tornou conhecido como o efeito Dunning-Kruger é um exemplo do que os psicólogos chamam de metacognição – pensar sobre o pensar. É também algo que deve nos dar uma pausa para reflexão.

O efeito aparentemente poderia explicar a desconcertante auto crença de alguns de seus amigos e colegas. Mas antes de começar a ficar muito presunçoso, basta lembrar de uma coisa. Por mais improvável que você possa pensar que é, você também poderia estar andando alegremente por ai e ignorante de sua ignorância.

Marca brasileira lança roupa para grávidas que ajuda a se proteger do vírus zika

Misturando moda com inovação e cuidados para a gestante, a marca brasileira Megadose, de roupas para grávidas, criou a linha MGD Cares, feita com citronela, planta que funciona como repelente de mosquitos. Em tempos de Zika, a linha está fazendo um sucesso enorme entre as futuras mamães.

Utilizando a nanotecnologia para inserir micro cápsulas de citronela no tecido das roupas, a marca garante proteger dos mosquitos sem perder a elegância e o charme de roupas de alta qualidade. A citronela não possui qualquer contra indicação para gestantes.

O preço das roupas é um pouco acima da média, e não há comprovação científica do efeito da citronela presente nas peças sobre o mosquito da Zika. Ainda assim, com tanta incerteza e apreensão sobre as grávidas a respeito da epidemia e possíveis consequências nos filhotes, todo cuidado é bem vindo.

 

De todo modo, é importante se proteger de outras maneiras, dar ouvidos aos médicos e cientistas, caso se esteja grávida, para não se expor ao Zika. Além disso, cumprir todas as recomendações para que o mosquito não se reproduza é fundamental para proteger não somente a si, como a todos ao seu redor.

 

Universo Paralelo: Outra cidade surge nos céus da China

Novo fenômeno de aparecimento de edifícios sobre as nuvens dominou os céus por vários minutos na ultima sexta-feira em Dalian, China.

A impressionante filmagem mostra estruturas assustadoras que aparecem na poluição atmosférica acima de um lago. Varias pessoas presenciaram e filmaram o estranho fenômeno.

Não é a primeira vez que o fato acontece na China, no ano passado houve avistamentos em Guandong, Jiangxi e Gawping. Peritos do tempo disseram o que aconteceu pode ser explicado por uma ilusão de ótica chamado Fata Morgana.

 

Universo-Paralelo-2

Já os teóricos da conspiração acham que o acontecimento sobrenatural pode ser parte de um Projeto chamado “Blue Beam” da NASA para enganar o mundo e criar uma nova religião. Isso aconteceria para enganar o mundo e nos fazer pensar que uma invasão alienígena estaria em andamento, fazendo assim as pessoas desistir de suas crenças e aceitar uma nova fé (???).

Teorias e discussões a parte, o estranho fenômeno por si só já e um espetáculo sobrenatural, assistam abaixo a filmagem e fique pasmo com o impressionante realismo das imagens.

Loving Vincent – uma animação com 56.000 telas pintadas a óleo

No final do ano irá estrear o filme Loving Vincent, biografia do pintor pós-impressionista holandês Vincent Van Gogh. Porém a grande diferença é que será a primeira animação da história realizada à base de pinturas a óleo e TODAS emulando o estilo de Van Gogh.

Cada 01 segundo de animação será necessário 12 telas. Como a animação terá uns 70 minutos, pode somar aí umas 56.000 telas. Assista o trailer e babe

Olha que tão grandioso é isso!

A produtora encarregada de fazer a animação está contratando pessoas do mundo todo para que possam manter o prazo do filme. Dê uma olhada nas estações de trabalho:

Fantástico, não?

Foi liberado o primeiro trailer do filme e podemos ter uma bela ideia do que nos aguarda! Eu só sei que irei AMAR conhecer um pouco mais do meu artista favorito!

Vamos torcer para a produção não atrasar!