Revista Época denuncia: Acordo pra salvar a todos, teve dedo de Lula, Renan, Lewandowski e outros. Temer sabia da tramoia

Trata-se do Acordão Anti-Lava Jato, que visa salvar a todos os politicopatas.

Segundo a Revista Época, Temer sabia da tramoia, disse ter ficado ‘fulo, possesso, enraivecido’, mas com os sorrisos, beijos  abraços e o desfilar na fogueira das vaidades no senado durante a posse, desvelou que Temer não estava tão ‘bravo’ assim.

Quem comandou tudo?

Segundo Época, foi Lula o arquiteto do plano que teve a participação direta de Lewandowski, Renan Calheiros, Kátia Abreu, Gleisi Petrolão, Edson Lobão, entre outros que todos virão depois, como Randolfe Rodrigues, da Rede/Marina Silva, que peticionou pelo fatiamento da votação.

Assim, relata, a Revista Época:

[…] Naquela tarde de segunda-feira, dia 29, Lula foi à casa do senador Edison Lobão (PMDB-MA), onde se encontrou com os outros dois integrantes da bancada maranhense: João Alberto (PMDB) e Roberto Rocha (PSB).

Ali, abriu o jogo e comunicou uma operação em andamento com a participação do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), e do presidente do Supremo Tribunal Federal, Ricardo Lewandowski.

O ex-presidente disse que se preparava um fatiamento da votação de cassação do mandato de Dilma e da inabilitação dela para exercer cargos públicos por oito anos. Pediu a adesão de Lobão à ideia. Lobão consultou o filho, Edinho, seu suplente, sobre eventuais repercussões eleitorais de dar uma ajudinha a Dilma. Decidiu aderir ao ineditismo.

LEWANDOWSKI

O processo de convencimento de Lewandowski foi mais longo. Duas semanas antes da manobra, o magistrado se reunira com líderes partidários no Salão Negro do Congresso para definir o rito do impeachment. Provocado pelas defensoras de Dilma, as senadoras Gleisi Hoffmann, do PT do Paraná, e Vanessa Grazziotin, do PCdoB do Amazonas, sobre a tese, Lewandowski respondeu, com convicção, que a inabilitação era uma consequência da condenação.

Pediu a uma auxiliar que lesse o Artigo 52 da Constituição e assegurou que as penas deveriam ser aplicadas em conjunto.

Dias depois, um intermediário de Lula falou com o ministro. No sábado, dia 27, Lewandowski pediu a assessores que levantassem se a tese, de fato, era uma possibilidade constitucional. Fabiane Duarte, a assistente que permaneceu a seu lado na mesa do Senado durante todo o julgamento, trabalhou durante o domingo para sanar as dúvidas do chefe em torno do tema. No mesmo dia, ele decidiu que a tese do fatiamento tinha amparo legal.

Diante do sinal positivo de Lewandowski, Renan trabalhou por dois dias no convencimento de seus pares junto com Lula. Às 22 horas de terça-­feira, Renan chamou o líder do PMDB no Senado, Eunício Oliveira, e avisou que o magistrado permitiria a manobra no dia seguinte. Preveniu o colega de que não votaria pela inabilitação de Dilma. “A cassação já é suficiente”, disse.

DILMA SALVA E TODOS SALVOS

A ex-presidente está livre para assumir um cargo, por exemplo, de secretária de Estado, o suficiente para ter um pequeno acesso ao foro privilegiado na segunda instância da Justiça e ficar fora do alcance do juiz Sergio Moro, o temido titular da Lava Jato.

Com a perda da prerrogativa de foro de presidente da República, Dilma estaria sujeita a ser julgada por Moro pela suspeita de obstrução da Justiça, quando tentou nomear o ex-presidente Lula seu ministro – também numa tentativa de afastá-lo de Moro.

Dilma não foi salva, no entanto, por comiseração. Senadores olham o futuro e o benefício próprio. Como alvos da Lava Jato, muitos deles podem ser beneficiados pelo mesmo estratagema. Renan Calheiros, um investigado, se empenhou na construção da possibilidade; Edison Lobão, outro, aderiu; Romero Jucá, um terceiro candidato, aquiesceu.

Expert em manobras legislativas, Jucá ficou impassível ao anúncio da mudança, enquanto o plenário entrava em combustão. “Se o Jucá quisesse, teria embolado tudo facilmente”, diz um de seus colegas de Casa. Mas Jucá não tentou barrar o destaque nem fez nenhum movimento contra o fatiamento. Como primeira consequência, aliados do ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha, do PMDB do Rio de Janeiro, já pretendem usar o caso de Dilma como precedente para fatiar seu julgamento, marcado para o dia 12.

Os deputados Paulinho da Força, do Solidariedade de São Paulo, e Carlos Marun, do PMDB de Mato Grosso do Sul, já disseram que defenderão a tese.

TEMER SABIA DE TUDO 20 DIAS ANTES DO JULGAMENTO

A tese do fatiamento foi lançada em conversas entre Dilma, petistas e seus advogados cerca de 20 dias antes do julgamento. Ficou combinado que Kátia Abreu montaria o cenário, a parte formal da argumentação. Ela então encomendou um parecer junto a um criminalista de seu círculo de amigos, João Costa Ribeiro Filho, suplente do senador Vicentinho Alves (PR-TO).

O documento de 13 páginas ficou pronto em 22 de agosto e dois dias depois foi apresentado pelo advogado a Dilma e a seu defensor, José Eduardo Cardozo, no Palácio da Alvorada. A articulação chegou ao Palácio do Planalto no início da semana passada.

Oficialmente, o presidente, Michel Temer, enviou o recado de que ficou possesso com a tramoia. Mas, na coreografia que se viu no Senado no dia da votação, tal tese se torna difícil de ser assimilada. Um sinal inequívoco é a passividade de Romero Jucá, o principal instrumento de Temer naquele ambiente. […] (Veja a post completa originalmente publicada em Época)

RESUMINDO:

Dilma tinha de sair por que tinha de sair.

Os politicopatas aproveitaram o embalo, viram muitas possibilidades, especialmente a possibilidade de salvarem a todos, e assim o fizeram.

E as pessoas que se matam, brigam e morrem por partidos e políticos, foram feitas de trouxas mais uma vez.

Contudo, quem vai pagar essa conta são todos os brasileiros. Até quem nada tem a ver com o peixe.

É questão de tempo até a maioria cair na realidade e ver que fizeram o povo de burro, outra vez.

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